<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd"
	xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
>

<channel>
	<title>DoSol &#187; Bruno Nogueira</title>
	<atom:link href="http://www.dosol.com.br/category/bruno-nogueira/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.dosol.com.br</link>
	<description>Produtora, Selo, Rock Bar, Estúdio</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Feb 2012 15:23:00 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-br</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
	<copyright>Copyright &#xA9; DoSol 2011 </copyright>
	<managingEditor>risuenho@digi.com.br (DoSol)</managingEditor>
	<webMaster>risuenho@digi.com.br (DoSol)</webMaster>
	<image>
		<url>http://www.dosol.com.br/wp-content/plugins/podpress/images/powered_by_podpress.jpg</url>
		<title>DoSol</title>
		<link>http://www.dosol.com.br</link>
		<width>144</width>
		<height>144</height>
	</image>
	<itunes:subtitle></itunes:subtitle>
	<itunes:summary>Produtora, Selo, Rock Bar, Estúdio</itunes:summary>
	<itunes:keywords></itunes:keywords>
	<itunes:category text="Society &#38; Culture" />
	<itunes:author>DoSol</itunes:author>
	<itunes:owner>
		<itunes:name>DoSol</itunes:name>
		<itunes:email>risuenho@digi.com.br</itunes:email>
	</itunes:owner>
	<itunes:block>no</itunes:block>
	<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
	<itunes:image href="http://www.dosol.com.br/wp-content/plugins/podpress/images/powered_by_podpress_large.jpg" />
		<item>
		<title>BRUNO NOGUEIRA: CONEXÃO VIVO</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2011/05/bruno-nogueira-conexao-vivo/</link>
		<comments>http://www.dosol.com.br/2011/05/bruno-nogueira-conexao-vivo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 May 2011 09:11:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Nogueira]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.dosol.com.br/?p=20514</guid>
		<description><![CDATA[Marcelo Jeneci

Eles estão chamando de “apoteose”. A referência vem do samba, claro,  mas na realidade a palavra tem seu sentido ligado a endeusar, dar o  status de divindade, a alguém. Talvez o paraíso seja uma metafora  exagerada, mas nesse bolo confuso que se encontra a produção  independente, onde o outrora perseguido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3208"><img title="jeneci" src="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2011/05/jeneci.jpg" alt="" width="395" height="165" /><em>Marcelo Jeneci</em></p>
</div>
<p>Eles estão chamando de “apoteose”. A referência vem do samba, claro,  mas na realidade a palavra tem seu sentido ligado a endeusar, dar o  status de divindade, a alguém. Talvez o paraíso seja uma metafora  exagerada, mas nesse bolo confuso que se encontra a produção  independente, onde o outrora perseguido patrocínio público se  transformou em pesadelo – e Ana de Hollanda, na voz de alguns, o  verdadeiro capeta – podemos dizer que é, no mínimo, um milagre. O nível  de comprometimento com a produção independente que a Vivo tem  demonstrado já supera o caráter de jogada de marketing. O negócio é  sério mesmo.</p>
<p>Desde a semana santa que a plataforma Conexão Vivo vem realizando  shows em Belo Horizonte. Sem partidos, sem siglas, associações ou  embates políticos. Apenas boa música, para quem estiver interessado em  algumas breves horas de catarse. Foram 94 shows até agora. E nessa  “apoteose” o número quase dobra. Vão ser mais 60 atrações entre os dias  25 e 29 de maio. Tem Marcelo Jeneci, na foto acima, e também Karina  Buhr, Tulipa Ruiz, Thiago Pethit, Móveis Coloniais de Acaju, Autoramas e  até shows de “encontros”, como Graveola e o Lixo Polifônico + Jard  Macalé (!).</p>
<p><strong>Programação</strong></p>
<p><strong>Parque Municipal</strong><br />
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).<br />
Domingo, dia 29, a entrada é gratuita.</p>
<p>Dia 25, quarta-feira, às 19h30<br />
Capim Seco (MG) convida Siba (PE)<br />
Porcas Borboletas (MG) convida Paulo Miklos (SP)<br />
Deco Lima e o Combinado (MG) convida Fred 04 (PE), Angu Stero Club (MG) e Anderson Guerra (MG)<br />
Móveis Coloniais de Acaju (DF)</p>
<p>Dia 26, quinta-feira, às 19h30<br />
Felipe José (MG) convida Elísio Pascoal (AL)<br />
Karina Buhr (PE)<br />
Vitor Santana (MG) convida Pedro Sá (RJ) e Marcos Suzano (RJ)<br />
Tulipa Ruiz (SP)<br />
Zé da Guiomar (MG) convida Wilson das Neves (RJ)</p>
<p>Dia 27, sexta-feira, às 19h30<br />
The Hell’s Kitchen Project (MG) convida Autoramas (RJ)<br />
Julgamento convida Nathy Faria e Marku Ribas (MG)<br />
Lucas Avelar convida Affonsinho (MG)<br />
Gilvan de Oliveira (MG) convida Armandinho (BA)<br />
Marcelo Jeneci (SP)</p>
<p>Dia 28, sábado, às 19h30<br />
Babilak Bah convida Juarez Moreira (MG)<br />
Senta a Pua! (MG) convida Eduardo Neves (RJ)<br />
Black Sonora (MG) convida Di Melo (PE)<br />
Graveola e o Lixo Polifônico (MG) convida Jards Macalé (SP)<br />
Renegado convida Maria Alcina (MG)</p>
<p>29 de maio, às 10h – Programação gratuita<br />
Catibiribão (MG)<br />
Wilson Dias e Pereira da Viola convidam Patrícia Sene (MG)<br />
Cléber Alves convida Nivaldo Ornelas, Mauro Rodrigues (MG) e Teco Cardoso (SP)<br />
Juarez Moreira (MG) convida Diego Figueiredo (SP)<br />
Suíte para os Orixás convida Renato Motha (MG)<br />
Juarez Maciel e Grupo Muda (MG) convidam Barbatuques (SP)<br />
Warley Henrique convida Aline Calixto (MG)</p>
<p><strong>Sala Juvenal Dias – Palácio das Artes</strong><br />
Dia 25, quarta-feira, às 19h<br />
Lise convida L_AR (MG)</p>
<p>Dia 26, quinta-feira, às 19h<br />
Ezequiel Lima convida Glaucus Linx (MG)</p>
<p>Dia 28, sábado, às 19h<br />
Limão convida Wilson Lopes (MG)</p>
<p>Dia 29, domingo, às 19h<br />
Thiago Pethit convida Cida Moreira (SP)</p>
<p><strong>Music Hall</strong><br />
Dia 28, sábado, à 0h<br />
Gustavo Maguá (MG) convida Marco Mattoli (SP)<br />
Orquestra Cabaré (MG) convida Hyldon (RJ)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.dosol.com.br/2011/05/bruno-nogueira-conexao-vivo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>BRUNO NOGUEIRA: DEZ ANOS A MIL</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2011/05/bruno-nogueira-dez-anos-a-mil/</link>
		<comments>http://www.dosol.com.br/2011/05/bruno-nogueira-dez-anos-a-mil/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 21 May 2011 13:06:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bruno Nogueira]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.dosol.com.br/?p=20479</guid>
		<description><![CDATA[&#160;

Foi publicado essa semana o Dez anos a mil: Mídia e Música Popular Massiva em Tempos de Internet.  Ele é organizado por Jeder Janotti Jr – meu orientador no doutorado –  em conjunto com Tatiana Lima e Victor Nobre, que também são orientados  por ele. É uma reunião de artigos de diversos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><img title="ipod" src="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2011/05/ipod.jpg" alt="" width="454" height="285" /></p>
<p>Foi publicado essa semana o <strong>Dez anos a mil: Mídia e Música Popular Massiva em Tempos de Internet</strong>.  Ele é organizado por Jeder Janotti Jr – meu orientador no doutorado –  em conjunto com Tatiana Lima e Victor Nobre, que também são orientados  por ele. É uma reunião de artigos de diversos pesquisadores. Entre os já  citados, tem também um texto meu, sobre a função crítica dos blogs de  MP3. É um texto mais, digamos, polêmico. Tem ainda contribuições de  Simone Sá, Thiago Soares, Nadja Vladi, Felipe Trotta e Micael Herschmann  também.</p>
<p>É um e-book gratuito. Então você não precisa de muito esforço para  ter acesso a ele, além de um simples clique. O legal é que, além do PDF  básico para todos, ele também está disponível em formato ePub, que pode  ser lido no iPad ou Galaxy Tab, por exemplo, além de estar no formato do  Kindle. Tem artigos sobre assuntos diversos. Desde Lady Gaga, passando  por práticas auditivas, cenas musicais como mediadoras de consumo e até  um sobre critérios de qualidade na música brasileira.</p>
<p>Vale a pena. <a href="http://www.dezanosamil.com.br/" target="_blank">Dá uma chegada lá no site e baixa o seu!</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.dosol.com.br/2011/05/bruno-nogueira-dez-anos-a-mil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>BRUNO NOGUEIRA: DESALMA (PE)</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2011/05/bruno-nogueira-desalma-pe/</link>
		<comments>http://www.dosol.com.br/2011/05/bruno-nogueira-desalma-pe/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 May 2011 09:44:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bruno Nogueira]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.dosol.com.br/?p=20182</guid>
		<description><![CDATA[Desalma por Priscila Lima

Vou correr o risco de ser polêmico aqui e dizer de cara que eu não  acredito muito em Thrash Metal. Aliás, em nenhum tipo de metal extremo.  Mas calma aí que eu vou me explicar. Sempre que escuto uma banda nova ou  então desconhecida, respondo com um suspiro carregado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3204"><img title="desalma" src="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2011/05/desalma.jpg" alt="" width="419" height="279" />Desalma por Priscila Lima</p>
</div>
<p>Vou correr o risco de ser polêmico aqui e dizer de cara que eu não  acredito muito em Thrash Metal. Aliás, em nenhum tipo de metal extremo.  Mas calma aí que eu vou me explicar. Sempre que escuto uma banda nova ou  então desconhecida, respondo com um suspiro carregado de desdém. Penso  na primeira geração da nova onda do metal britânico – Motorhead, Iron  Maiden, Judas Priest – e na geração que foi influenciada e formada com  base no que eles fizeram. Estou falando da turma da Bay Area. Metallica,  Megadeth, Testament, Machine Head. O Slayer, que era tipo um vizinho da  turma. Pode ser excesso de pseudo-saudosismo, mas nada, principalmente  no Brasil, me faz pensar que vai chegar na metade desse caminho.</p>
<p>Ouvir o <strong>Desalma</strong>, que foi formada no Recife em 2007  apenas, é como levar um tapa forte na cara. Daqueles que deixam a  bochecha vermelhona, ouvindo só o zumbido do “deixe de frescura, hômi”.  São três caras que, fora do palco, parecem meio desengonçados e bobões.  Estão sempre rindo e curtindo a noite, com camisa preta de banda e  aquela cara de menino bom, criado pela avó em prédio sem varanda. Você  imagina que uma visita lá na casa deles é acompanhada por três toneladas  de álbum de fotos de bebês. “Essa aqui foi quando ele ganhou a primeira  roupinha de super homem e ficava correndo o tempo inteiro pela casa”.</p>
<p><a href="http://www.popup.mus.br/2011/05/03/malvadeza-braba/">leia o resto aqui</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.dosol.com.br/2011/05/bruno-nogueira-desalma-pe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>BRUNO NOGUEIRA: POR TRÁS DE UM FESTIVAL</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2011/05/bruno-nogueira-por-tras-de-um-festival-2/</link>
		<comments>http://www.dosol.com.br/2011/05/bruno-nogueira-por-tras-de-um-festival-2/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 May 2011 10:09:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bruno Nogueira]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.dosol.com.br/?p=20115</guid>
		<description><![CDATA[Vista do backstage no Abril Pro Rock. Foto de Rafael Passos

Durante todos os anos que trabalhei como jornalista, sempre  escrevendo sobre cultura e principalmente música, me incomodou um fato: o  silêncio constante que envolve o universo dos festivais de música. Eu  acreditava que em 2011 eu completaria uma espécie de transição completa. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3198"><img title="apr2011" src="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2011/05/apr20111.jpg" alt="" width="453" height="302" /><em>Vista do backstage no Abril Pro Rock. Foto de Rafael Passos</em></p>
</div>
<p>Durante todos os anos que trabalhei como jornalista, sempre  escrevendo sobre cultura e principalmente música, me incomodou um fato: o  silêncio constante que envolve o universo dos festivais de música. Eu  acreditava que em 2011 eu completaria uma espécie de transição completa.  Deixaria de ser jornalista, de estar do lado da pergunta, para virar  produtor e ficar do lado da resposta. Mas isso não aconteceu. As coisas  não são tão preto e branco assim e me descobri nessa região cinza que  tanto critiquei no passado de pessoa envolvida em várias etapas do  processo da música. E perceber isso me deixou bem mais a vontade para  falar (e não encerrar de vez esse blog).</p>
<p>Após essa maratona de um mês inteiro de shows do Abril Pro Rock,  preciso fazer justiça aqui e explicar que esse silêncio que existe e que  me incomodava tem um só motivo: DÁ UMA BAITA CANSEIRA fazer um troço  desses. Comecei no APR em 2008 como curador do festival, já naquele  próprio ano me arriscando em uma ou outra colaboração com os bastidores.  Quatro anos depois, fiz de quase tudo que tem para se fazer no evento.  De negociação de cachês a captação de patrocínio, assessoria de imprensa  e até um pouquinho de montagem e direção de palco. Mandando banda  correr para sair, outra correr para entrar, mudar luz, cenário, entrar  vinheta e… de lá sair correndo para ajudar um gringo quase morrendo de  ensolação no calor desgraçado do Nordeste.</p>
<p>A produção de um evento como o Abril Pro Rock começa sempre no  público. São 19 anos de festival e por isso existem histórias, lendas e  construções simbólicas de quem espera muito da programação. Antes de  acontecer uma edição, já começam a falar das atrações do ano seguinte no  Orkut. A maioria artistas que, sozinhos, custam mais caro que o  festival inteiro. Outros que não tem nada a ver mesmo mas fazem parte  daquela ansiedade que só quem é fã entende como funciona. Isso é culpa  daquele tal silêncio. Ninguém sabe quanto custam as coisas, como as  bandas circulam, como funciona o processo.</p>
<p><a href="http://www.popup.mus.br/2011/05/02/por-tras-de-um-festival-2/">LEIA O RESTO AQUI</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.dosol.com.br/2011/05/bruno-nogueira-por-tras-de-um-festival-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>COMO FOI? AMY WINEHOUSE EM RECIFE/PE</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2011/01/como-foi-amy-winehouse-em-recifepe/</link>
		<comments>http://www.dosol.com.br/2011/01/como-foi-amy-winehouse-em-recifepe/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 15 Jan 2011 09:23:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bruno Nogueira]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.dosol.com.br/?p=17347</guid>
		<description><![CDATA[

Mãozinhas para cima para Mayer. Foto de Dudu Schnaider
Por Bruno Nogueira

Teve um tempo que eu bocejei forte para aquele papo datado de que  música, assim como toda forma moderna de expressar alguma arte, entrou  em um abismo de repetição e reprodução. Um loop infinito de mais do  mesmo. Mas aos poucos eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3109">
<p><img title="mayer" src="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2011/01/mayer.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p>Mãozinhas para cima para Mayer. Foto de Dudu Schnaider</p>
<p><strong>Por Bruno Nogueira</strong></p>
</div>
<p>Teve um tempo que eu bocejei forte para aquele papo datado de que  música, assim como toda forma moderna de expressar alguma arte, entrou  em um abismo de repetição e reprodução. Um loop infinito de mais do  mesmo. Mas aos poucos eu começo a perceber que a cumplicidade do público  vai além da domesticação feita pela padronização imposta por rádios e  gravadoras. O público quer se sentir seguro, muito mais do que  impressionado pelo artista. E é isso o que explica dois fenômenos  interessantes na apresentação de Amy Winehouse no Recife na quinta-feira  13. O público não a queria ver cantar, mas sim “beber, cair e  levantar”. E a imprensa em geral, formada por gente que também é  público, ansiava tanto por isso que até noticiou um tropeço como sendo  um “tombo”.</p>
<p>Essa expectativa em ver algo se repetir – Amy tropeçar, Janelle Monae  dançar igual ao clipe e Mayer Howthorne “ser fofo” – garante que o mais  do mesmo deu ao público o que eles precisavam para uma ótima noite. É o  que explica, por exemplo, o desagrado do público em outras praças pela  apresentação de Winehouse, que subiu no palco e só cantou, sem tropeçar  ou errar. Uma conjunção que daria o argumento perfeito ao mais chato  ouvinte de Bach de que “nada disso é música”. Mas é. Música que emociona  mais pela teatralidade que pelas próprias canções, mas que cumpre suas  centenas de funções que vão de combustão a escapismo social.</p>
<p><a href="http://www.popup.mus.br/2011/01/14/recife-summer-fest-cobertura/" target="_blank">LEIA O RESTO AQUI</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.dosol.com.br/2011/01/como-foi-amy-winehouse-em-recifepe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>COMO FOI? NO AR COQUETEL MOTOLOV (RECIFE/PE)</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2010/10/como-foi-no-ar-coquetel-motolov-recifepe/</link>
		<comments>http://www.dosol.com.br/2010/10/como-foi-no-ar-coquetel-motolov-recifepe/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 08:33:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bruno Nogueira]]></category>
		<category><![CDATA[Coberturas]]></category>
		<category><![CDATA[Festivais e Shows]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.dosol.com.br/?p=16483</guid>
		<description><![CDATA[
Por Bruno Nogueira
Essa cobertura deveria ter sido publicada, originalmente,  no jornal A Tarde. Até agora não tive resposta de porque não saiu. Aqui  ela segue em versão maior, com alguns comentários em primeira pessoa  também.
Crescer é um processo sempre complicado. Sempre penso nisso,  quando penso no festival No Ar Coquetel Molotov. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="5027911405_7dc8198b86" src="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2010/10/5027911405_7dc8198b86.jpg" alt="" width="404" height="269" /></p>
<p><strong>Por Bruno Nogueira</strong></p>
<blockquote><p>Essa cobertura deveria ter sido publicada, originalmente,  no jornal A Tarde. Até agora não tive resposta de porque não saiu. Aqui  ela segue em versão maior, com alguns comentários em primeira pessoa  também.</p></blockquote>
<p>Crescer é um processo sempre complicado. <a href="http://www.popup.mus.br/2006/09/03/no-ar-coquetel-molotov-2006-cobertura/">Sempre penso nisso</a>,  quando penso no festival No Ar Coquetel Molotov. Para que essa sétima  edição, que teve sua etapa Recife entre os dias 24 e 25 últimos, fosse  também um sinônimo de fôlego para o evento, o mesmo precisou dar passos  estratégicos para trás. Voltou para o Teatro da Universidade Federal de  Pernambuco, com capacidade de 500 pessoas a menos que o anterior do  Centro de Convenções, onde aconteceu ano passado. A programação,  entretanto, garantiu que o volume a menos não fosse equivalente a  diversidade proposta pelo festival.</p>
<p>Os patrocínios da Petrobras e Vivo permitiram que o festival tivesse  sua edição mais histórica. Talvez demore de seis meses ou mais para que a  passagem da lendária banda Dinosaur Jr. seja totalmente compreendida  pelo público local. Com um repertório montado com carinho para os fãs, a  banda tocou sucessos mais antigos como Out There (de 1993) e até sua  versão para Just Like Heaven, do The Cure. Entre danças, pulos e olhares  fixos nos longos cabelos brancos do vocalista J. Mascis, teve até quem  chorou.<span id="more-16483"></span></p>
<p>“Eu vim do Paraná, essa banda é a trilha sonora da minha vida, é  importante demais para mim”, desabafava em lagrimas Luis Augusto, 32,  que junto com a namorada não saiu da frente da parede de seis amps de  guitarra que descarragavam 115 decibéis no público. Quase o mesmo volume  do show que o Motorhead fez na cidade, com a diferença de ser um espaço  bem menor. A partir da quinta fileira de cadeiras, era difícil ouvir  qualquer outro instrumento ou mesmo voz, de tão alto.</p>
<p>Na mesma noite, a banda de Joseph Tourton – que chamou atenção pela  primeira vez como revelação do festival – fez a estréia de seu disco em  uma das melhores apresentações da noite. Com bastante energia no palco, o  som instrumental deles ganhou vida com a participação especial de Vitor  Araújo no piano. De revelação se transformaram em aposta de que,  certamente, é um nome que deve aparecer em bastante programações de  festivais no próximo ano. A banda perdeu a única coisa que os impedia de  crescer, que era a gigantesca timidez no palco.</p>
<p>O show do Joseph Tourton foi importante para a cidade por diversos  motivos. No final dessa primeira decada, é um suspiro de esperança de  que alguma banda começou, sobreviveu e também cresceu na primeira década  do Recife. Por um instante, essa seria uma década totalmente perdida em  relação a cena rock, o que é fato impressionante em uma cidade que teve  a década de 90 tão fundamental na música brasileira. O fato deles serem  ainda tão jovens só contribui com a banda na fase de entrar em roubadas  para rodar bastante o país e se tornar alguém além de um grupo local.  Assim como a Volver – única que é exceção a tudo que falei – a Joseph  Tourton virou retrato oficial de nossa geração.</p>
<p>Ainda na lista de melhores atrações estão os suecos do Miike Snow,  que se apresentaram na primeira noite. Indie rock com fortes batidas  eletrônicas, foram embaixadores da catarse no público, que ficou  hipnotizado pelas fortes luzes que mal deixava enxergar quantas pessoas  estavam tocando no palco. Eleitos pela mídia especializada como um dos  melhores performances do ano, eles mostraram em pleno Nordeste que o  hype nunca vêm por acaso.</p>
<div id="attachment_3001" style="width: 510px;"><img title="5022571899_6d6603d3dc" src="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2010/10/5022571899_6d6603d3dc.jpg" alt="" width="398" height="265" />Zé Cafofinho. Um dos melhores shows do festival</div>
<p>A primeira noite do Coquetel Molotov também foi a da apresentação de  Otto, que trouxe o maior público ao teatro. Tanto ele como Zé Cafofinho  foram as melhores surpresas, por mostrar que fora de seu ambiente  habitual – que costuma de ser de público mais velho e eventos públicos –  eles também mandam muito bem. Otto já tinha seu jogo ganho antes do  show, graças ao elogiado novo disco e trilha em novela global. Mas, para  Cafofinho o desafio foi ainda maior, por ser o primeiro a tocar na  noite, o que tornou a conquista ainda mais saborosa ao ouvir o coro do  público cantar suas músicas.</p>
<p>Em todas as sete edições, essa foi a que teve menos erros de  escalação. As decepções, de fato, foram apenas duas. A francesa SoKo,  que chegou recheada de promessas e fez uma apresentação fraca, pontuada  por reclamações dela no palco e também do público. Mad Professor, um dos  país do Dub, também deixou bastante a desejar. Despejou um monte de  remixes, mas talvez pelo ambiente do teatro, uma considerável parte do  público preferiu usar sua trilha sonora para dar aquela circulada. Mesmo  assim, o ruído causado está longe de ameaçar a nota máxima para o No  Ar Coquetel Molotov nesse ano.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.dosol.com.br/2010/10/como-foi-no-ar-coquetel-motolov-recifepe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>PROGRAMAÇÃO OFICIAL DO JAMBOLADA 2010 (UBERLÂNDIA/MG)</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2010/10/programacao-oficial-do-jambolada-2010-uberlandiamg/</link>
		<comments>http://www.dosol.com.br/2010/10/programacao-oficial-do-jambolada-2010-uberlandiamg/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 06 Oct 2010 08:52:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Nogueira]]></category>
		<category><![CDATA[Festivais e Shows]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.dosol.com.br/?p=16481</guid>
		<description><![CDATA[ 


Por Bruno Nogueira

Matanza. Foto de Arthur Garcia
Em duas semanas um monte de coisa pode mudar no mundo da música  independente. O Jambolada anunciou a sua programação de bandas para  2010, mas os shows, dessa vez, vão se tornar apenas música de fundo para  outra duas coisas interessantes que acontecem no evento. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2995" style="width: 510px;"><a href="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2010/10/matanza.jpg"><img title="matanza" src="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2010/10/matanza.jpg" alt="" width="373" height="248" /></a><em> </em></div>
<div style="width: 510px;"><strong><br />
</strong></div>
<div style="width: 510px;"><strong>Por Bruno Nogueira</strong></div>
<div style="width: 510px;"></div>
<div style="width: 510px;"><em>Matanza. Foto de Arthur Garcia</em></div>
<p>Em duas semanas um monte de coisa pode mudar no mundo da música  independente. O Jambolada anunciou a sua programação de bandas para  2010, mas os shows, dessa vez, vão se tornar apenas música de fundo para  outra duas coisas interessantes que acontecem no evento. O primeiro é  que essa será a última edição do festival com o nome de Jambolada.  Depois de um desentendimento entre os sócios, o festival teve cada noite  organizada por uma vertente do pensamento música / política. O segundo,  mais importante, é que será a eleição da nova chapa da Abrafin, a  associação nacional dos festivais. E o boato de bastidores é que muita  coisa – mesmo – vai mudar. Eu vou estar lá, fazendo cobertura, e  mandando tudo aqui para o Pop up <img src='http://www.dosol.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>15/10 – Acrópole</strong></p>
<p>01:30 Otto (PE)<br />
00:50 Emicida (SP)<br />
00:10 Autoramas (RJ)<br />
23:40 Falso Conejo (ARG)<br />
23:00 Cabruera (PB)<br />
22:30 Erika Machado (MG)<br />
22:00 Monograma (MG)<br />
21:30 Pedro Morais (MG)<br />
21:00 Banda de Joseph Tourton<br />
20:30 Dom Capaz (MG)<br />
20:00 Manos de Responsa (MG)<br />
19:30 A170 (MG)<br />
19:00 Desalma (PE)</p>
<p><strong>16/10 – Acrópole</strong></p>
<p>01:20 Matanza (RJ)<br />
00:40 Vanguart (MT)<br />
00:00 Copacabana Club (PR)<br />
23:30 Vespas Mandarinas (SP)<br />
23:00 Seu Juvenal (MG)<br />
22:30 The Folsoms (MG)<br />
22:00 Krow (MG)<br />
21:30 Baba de Mumm-Rá (TO)<br />
21:00 Gritando HC (SP)<br />
20:30 Animais na Pista (MG)<br />
20:00 Mata Leão (MG)<br />
19:30 Bang Bang Babies (GO)<br />
19:00 Leave Me Out (MG)</p>
<p><strong>17/10 Palco Conexão Vivo (Praça Sérgio Pacheco)</strong></p>
<p>15:00 Camarones Orquestra Guitarrística (RN)<br />
16:00 The Hell Kitchen Project (MG)<br />
17:00 Quarteto de Olinda (PE)<br />
18:00 Ophelia and the tree (MG)<br />
19:00 Indiada Magneto (MG)<br />
20:00 Nina Becker (RJ)<br />
21:00 Porcas Borboletas convida Paulo e Arrigo Barnabé (MG/SP)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.dosol.com.br/2010/10/programacao-oficial-do-jambolada-2010-uberlandiamg/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>BRUNO NOGUEIRA: A BANDA DE JOSEPH TOURTON</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2010/09/bruno-nogueira-a-banda-de-joseph-tourton/</link>
		<comments>http://www.dosol.com.br/2010/09/bruno-nogueira-a-banda-de-joseph-tourton/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Sep 2010 08:53:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bruno Nogueira]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.dosol.com.br/?p=16298</guid>
		<description><![CDATA[
Pensando no que falar sobre o lançamento do disco da Banda de Joseph Tourton,  fui buscar o histórico de passagens deles aqui pelo blog. Ainda em  2008, quando surgiram no Microfonia, foram finalistas com outras 15  bandas novas do Recife. Nesse curto espaço de tempo de dois anos, pelo  menos dez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2010/09/tourton.jpg"><img title="tourton" src="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2010/09/tourton.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>Pensando no que falar sobre o lançamento do disco da <strong>Banda de Joseph Tourton</strong>,  fui buscar o histórico de passagens deles aqui pelo blog. Ainda em  2008, quando surgiram no Microfonia, foram finalistas com outras 15  bandas novas do Recife. Nesse curto espaço de tempo de dois anos, pelo  menos dez grupos da lista encerraram atividade. Algumas outras, seja por  azar ou algum outro motivo, não chegaram a dar nenhum passo adiante de  onde estavam. Isso diz muita coisa sobre a cena de uma cidade e porque  algumas bandas dão certo e outras não.</p>
<p>Apenas dois anos se passaram e, daquela lista inteira, talvez por  exceção da Candeias Rock City, a Banda de Joseph Tourton de hoje parece  ter uns dez anos de experiência a frente de todas. O disco deles chega  em formato virtual, onde você pode baixar inclusive as faixas abertas  para remix. Algo quase nunca praticado nesse mundo pós-Creative Commons.  Tem participação dos Mombojós, os metais do Móveis Coloniais de Acaju e  Vitor Araújo. Uma mistura de quase tudo que presta hoje no independente  nacional.</p>
<p>A produção de Felipe S e Marcelo do Mombojó poderia soar perigosa, já  que antes o som da Tourton já mostrava uma influência pesada do grupo.  Mas, pelo contrário, eles conseguiram ajudar a nova banda a lapidar uma  identidade própria em cada música. Se antes dizia que a banda soava como  X ou Y, a partir desse disco é capaz de vislumbrar que novas bandas vão  surgir inspiradas por Joseph Tourton. Além disso, eles trazem uma  contribuição fundamental para a cena instrumental nacional, que é saber  soar experimental, sem ser cansativo, chato e complicado. Existe uma  amarra pop por trás de tudo, que faz a degustação de cada faixa ser bem  mais prazerosa.</p>
<p>O disco tem patrocínio da Petrobras. Por sinal, fiz parte da comissão  desse edital e, vendo o resultado, fico feliz de ter contribuído para  algo tão positivo. Tomara que os outros contemplados cheguem nesse mesmo  nível. As músicas, fotos e demais novidades estão no novo site da  banda: <a href="http://www.josephtourton.com.br/" target="_blank">www.josephtourton.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.dosol.com.br/2010/09/bruno-nogueira-a-banda-de-joseph-tourton/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>BRUNO NOGUEIRA (PE): INICIATIVA INÉDITA NO RIO DE JANEIRO</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2010/08/bruno-nogueira-pe-iniciativa-inedita-no-rio-de-janeiro/</link>
		<comments>http://www.dosol.com.br/2010/08/bruno-nogueira-pe-iniciativa-inedita-no-rio-de-janeiro/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 09:35:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bruno Nogueira]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://1287260084</guid>
		<description><![CDATA[ 
Miike Snow
A banda na foto acima é o Miike Snow. É tipo uma dessas “banda da  vez”, que a gente vai cansar de ouvir até o final do ano. O Miike Snow  está de passaporte marcado para o Brasil, onde se apresenta em São Paulo  e Porto Alegre. O Rio de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="height: 60px;"> </span></p>
<div id="attachment_2852" style="width: 510px;"><img title="Miike+Snow" src="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2010/08/Miike+Snow.jpg" alt="" width="379" height="256" /><em>Miike Snow</em></div>
<p>A banda na foto acima é o Miike Snow. É tipo uma dessas “banda da  vez”, que a gente vai cansar de ouvir até o final do ano. O Miike Snow  está de passaporte marcado para o Brasil, onde se apresenta em São Paulo  e Porto Alegre. O Rio de Janeiro, inicialmente, estava no trajeto. Mas  os produtores que levariam a banda até a cidade desistiram da empreitada  alegando uma frase que é cada vez mais ouvida pelos cariocas fãs de  música: “não tem público”. Afinal, em terra onde até sapo e barata  entram em lista VIP, todo mundo desacostuma a pagar ingresso para ver um  show.</p>
<p>Daí que Bruno Natal (do URBe) e Pedro Seiler (Indie Rock Festival)  estão propondo uma ação de crowdfounding na cidade. Para quem nunca  ouviu falar disso, é quando o público decide financiar seu artista  favorito. Eles abriram a tabela de custos do show, que ficaria em torno  dos R$ 20 mil, e estão oferecendo 100 cotas de patrocínio por R$ 200.  Cotas, lembrando, pagas pelo próprio público. Se alguma empresa quiser  entrar na história, pode comprar um mínimo de 10 cotas. Se bater o  valor, a banda faz um show, o ingresso é dividido entre todo mundo que  investiu e todos voltam felizes para casa. Caso não aconteça, o dinheiro  volta direto para o bolso de quem investiu.</p>
<p>A ação já tem como parceiro o Circo Voador, que decidiu assumir os  custos da casa (aluguel de equipamentos, funcionários, limpeza,  segurança) e dividir uma parte dos ingressos. A conta fica assim: com  800 ingressos vendidos (por R$ 50), todo mundo tem o investimento de  volta. Ou seja: se cada dono de cota – que já terá seu ingresso  garantido – convencer oito amigos a irem ao show, todo mundo sai  ganhando. A cota pode ser comprada via Paypal no link a seguir: <a href="http://bit.ly/paypalmiikesnow" target="_blank">http://bit.ly/paypalmiikesnow</a></p>
<p>Se der certo, eles prometem mais. No contexto maior essa é uma  verdadeira revolução na cadeia produtiva da música do Rio de Janeiro que  pode inspirar todo o Brasil a cortar mais um intermediário. Depois das  gravadoras, agora o produtor. No contexto menor, uma boa maneira de você  não ficar apenas reclamando que a banda que você curte nunca toca na  cidade e ninguém nunca faz nada por isso. Vai ficar de fora?</p>
<p>Aliás, isso me lembra de postar uma matéria que fiz sobre crowdfounding…</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.dosol.com.br/2010/08/bruno-nogueira-pe-iniciativa-inedita-no-rio-de-janeiro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>BRUNO NOGUEIRA: CLIP DO NEVILTON (PR)</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2010/07/bruno-nogueira-clip-do-nevilton-pr/</link>
		<comments>http://www.dosol.com.br/2010/07/bruno-nogueira-clip-do-nevilton-pr/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 10:07:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bruno Nogueira]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://935419827</guid>
		<description><![CDATA[
Nevilton é, sem dúvida, o maior hit-maker de toda essa geração da música  independente brasileira. Cada uma de suas músicas é perigosamente  viciante e traz algo de incrivelmente necessário para essa cena de  festivais, coletivos e muito bate-boca: ótimas canções. “Morno”, o clipe  acima, foi lançado para celebrar o dia do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="470" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/uKYt1xSsPQc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="470" height="300" src="http://www.youtube.com/v/uKYt1xSsPQc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>Nevilton </strong>é, sem dúvida, o maior hit-maker de toda essa geração da música  independente brasileira. Cada uma de suas músicas é perigosamente  viciante e traz algo de incrivelmente necessário para essa cena de  festivais, coletivos e muito bate-boca: ótimas canções. “Morno”, o clipe  acima, foi lançado para celebrar o dia do Rock. Tem cena da passagem  deles pelo Nordeste, no Abril Pro Rock, Espaço Mundo (JP) e Maceió.  Escuta ai e confirma a teoria!</p>
<p><strong>PS: O Nevilton está confirmado pro Festival Dosol 2010.</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.dosol.com.br/2010/07/bruno-nogueira-clip-do-nevilton-pr/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

