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	<title>DoSol &#187; clipping</title>
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	<description>Produtora, Selo, Rock Bar, Estúdio</description>
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		<title>DoSol</title>
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		<title>MATANDO O AMOR DESBANCA GRANDES NOMES DA MÚSICA BRASILEIRA &#8211; MATÉRIA DIÁRIO DE NATAL</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 08:45:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Matando o amor desbanca grandes nomes da música brasileira
Primeiro CD da banda potiguar Talma&#38;Gadelha ocupa a 54ª posição de uma lista dos 100 melhores discos de 2011 Sérgio Vilar
sergiovilar.rn@dabr.com.br
 Matando o amor ao som do pop e conquistando meteoricamente o público natalense amante do gerúndio já no primeiro CD, a banda potiguar Talma&#38;Gadelha foi recentemente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Matando o amor desbanca grandes nomes da música brasileira</p>
<div>Primeiro CD da banda potiguar Talma&amp;Gadelha ocupa a 54ª posição de uma lista dos 100 melhores discos de 2011<br clear="all" /> Sérgio Vilar</p>
<p><a href="mailto:sergiovilar.rn@dabr.com.br">sergiovilar.rn@dabr.com.br</a></div>
<p><br clear="all" /> Matando o amor ao som do pop e conquistando meteoricamente o público natalense amante do gerúndio já no primeiro CD, a banda potiguar Talma&amp;Gadelha foi recentemente classificada entre os 100 melhores discos de 2011. Apesar da lista não figurar em nenhuma revista cultuada ou ter sido elaborada por algum figurão da música, o portal Rock in Press (www.rockinpress.com.br) mostrou criterioso embasamento para justificar a seleção, caracterizada pelo ecletismo e dominada por álbuns independentes &#8211; um retrato da ascensão vivida pelo segmento nos últimos anos.</p>
<table width="300" border="0" cellspacing="0" cellpadding="5" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><img title="" src="http://www.diariodenatal.com.br/imagens/2012/01/12/MUITO1_1.jpg" alt="" width="200" height="300" border="0" /><br />
<span>Único do RN no ranking projetado por um portal especializado em música, trabalho ficou à frente de O Teatro Mágico, Pitty e Eddie. Foto: Flickr do grupo/Divulgação</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O disco Matando o Amor conquistou a 54ª posição, exatamente à frente do álbum de Fernando Anitelli, líder do fenômeno da música independente, O Teatro Mágico. Os potiguares desbancaram outros renomados artistas nacionais, a exemplo do novo trabalho de Pitty (Agridoce) e dos pernambucanos do Eddie. Ou ficaram quatro posições atrás do novo álbum de Lenine, Chão; a 14 posições do novo trabalho de Karina Buhr (Longe de Onde); ou ainda a 19 degraus do badalado CD de Gal Gosta, Recanto. No site dá pra ouvir quase todos eles.<span id="more-21787"></span></p>
<p>Mais do que o reconhecimento dos críticos do blog, a banda Talma &amp; Gadelha conquistou fãs. Para uma cidade sem identidade musical e pouco afeita aos seus valores, é um feito. Os dedos de uma mão talvez bastem para enumerar composições de natalenses cantadas ao pé da letra pelo público local. Com o CD, Simona Talma, Luiz Gadelha e banda emplacaram pelo menos três sucessos bem decorados durante os shows: O roqueiro e a hippie, Enigma, a faixa título, e ainda Por que todo coração é burro.</p>
<p>Novo trabalho em breve</p>
<p><br clear="all" /> De carreiras solos consolidadas e sem alcance fora das muralhas potiguares, Simona Talma e Luiz Gadelha se despiram da rigidez dos estilos musicais marcantes em seus álbuns para se unir e emplacar uma sonoridade pop onde o amor, as desilusões e o universo adolescente figuram em composições maduras e arranjos bem encaixados. E o segundo álbum está planejado para o início do segundo semestre deste ano. A construção do repertório está no início. Mas no primeiro show da banda em Natal &#8211; um acústico na Casa da Ribeira, no dia 19 deste mês &#8211; será apresentado o experimento de uma faixa inédita.</p>
<p>Até lá, a banda tem agenda cheia. De shows e novidades. A maior expectativa está voltada à produção de novos clipes. O cineasta Buca Dantas fará roteiro e direção para a música Por que todo coração é burro. &#8220;O segundo foi interessante porque partiu do interesse de uma produtora de filmes carioca que gostou da música Daqui a alguns anos. Dois designers, Mário Passos e Bruno Dante, trabalham com animação de bonecos. O clipe será nessa linha. Já enviamos fotos para eles montarem nossos bonecos e produzirem a animação. É uma forma de lançar um clipe no Rio de Janeiro&#8221;, comenta.</p>
<p><strong>Parceria com o Camarones</p>
<p></strong>Também há projeto definido para montagem de um show junto com a banda Camarones Orquestra Guitarrística, intitulado A Festa da Banda e a Banda da Festa, com estreia prevista para o mês de março deste ano. &#8220;Será uma festa bimestral. As duas bandas tocarão repertório cover completamente louco; o que vier na cabeça. Serão três horas de show com músicas de Luis Caldas, Carimbó, Elvis&#8230; Músicas que temos vontade de tocar e não cabe nos nossos trabalhos. É um show livre, pra se divertir e dançar&#8221;. Simona adianta ainda que o repertório já esta sendo ensaiado, além de uma música inédita &#8211; espécie de hino da festa.</p>
<p>CDs solo nos planos</p>
<p><br clear="all" /> Um ano de Talma&amp;Gadelha bastou para remodelar conceitos musicais na dupla protagonista da banda. Luiz Gadelha e Simona Talma lançarão seus discos solo este semestre, ambos pelo selo Dosol. E a influência pop marcante no último ano de trabalho será presença certa. A pegada blueseira mesclada ao jazz que caracterizou os seis trabalhos solo de Simona ficou mesmo preso nos braços seguros do passado. &#8220;Deve vir coisa nova. Me libertei de algumas regras; não me prendo mais a ritmos. Antes eu tinha um foco: &#8216;Essa música será um blues&#8217;. Hoje sou mais espontânea&#8221;, disse Simona.</p>
<p>A ideia da menina &#8220;mais vagal que há&#8221; é produzir um CD &#8220;mais construído em estúdio&#8221;, com definições de arranjos-base para melhor conceituação do álbum. &#8220;Luiz deve começar o dele em pouco tempo, com algumas participações. Quando ele acabar, eu começo o meu. E acredito que em julho a gente grave o segundo disco do Talma &amp; Gadelha&#8221;, estimou Simona. Até lá, menos shows em Natal e mais presença nos palcos do Rock Cordel. Ainda em janeiro a banda se apresenta no Ceará, dia 21, e em Souza (PB), dia 29. Além dos acústicos na Casa da Ribeira, dias 19 e 26, farão o primeiro show da banda no Dosol, dia 4 de fevereiro.</p>
<p><strong>Independência</p>
<p></strong>Após mais de 10 anos de carreira solo e só no último com presença em palcos nordestinos, a exemplo da Feira da Música em Fortaleza e agora no Rock Cordel, Simona justifica o sucesso. &#8220;Optamos por um som mais pop, mais simples. Também buscamos outros caminhos. Nos inscrevemos em editais. Nos arriscamos de forma independente. Guardamos dinheiro e fomos um fim de semana para Fortaleza, por exemplo. Conseguimos um show em um bar de rock e em um teatro super fofo. E agora faremos show no espaço Dragão do Mar, para mil pessoas. Ou seja: já voltamos lá com outro respaldo&#8221;, mas sempre matando o amor em doses homeopáticas de boa música pop.</p>
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		<title>TRIBUNA DO NORTE DESTACA DOSOL NO RESUMO DE MÚSICA DE 2011</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 10:48:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tribuna do Norte]]></category>

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		<description><![CDATA[O ressoar da música potiguar
Yuno Silva &#8211; repórter
O princípio difundido pelo movimento punk no final dos anos setenta nunca esteve tão em voga no meio musical potiguar como em 2011. Seguindo à risca a máxima &#8220;faça você mesmo&#8221;, e contrariando a inércia do poder público, músicos, instrumentistas, produtores, cantores e cantoras se movimentaram para garantir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>O ressoar da música potiguar</h3>
<p>Yuno Silva &#8211; repórter</p>
<p>O princípio difundido pelo movimento punk no final dos anos setenta nunca esteve tão em voga no meio musical potiguar como em 2011. Seguindo à risca a máxima &#8220;faça você mesmo&#8221;, e contrariando a inércia do poder público, músicos, instrumentistas, produtores, cantores e cantoras se movimentaram para garantir um saldo positivo no ano que passou. Lançamento de novos trabalhos (CDs e DVDs), shows bem produzidos, projetos realizados e temporadas além fronteiras marcaram o ano. E se depender do empreendedorismo dos artistas os planos para o próximo seguem a todo vapor.</p>
<div><img title="Destaque em 2011, Talma &amp; Gadelha prepara novo trabalho até setembro." src="http://arquivos.tribunadonorte.com.br/fotos/87941.jpg" alt="Destaque em 2011, Talma &amp; Gadelha prepara novo trabalho até setembro." width="380" height="253" /></div>
<div>Destaque em 2011, Talma &amp; Gadelha prepara novo trabalho até setembro.</div>
<p><strong>MALAS PRONTAS</strong></p>
<p>Entre as boas notícias do ano também figura a montagem dos musicais &#8220;Beco da Alma&#8221; e &#8220;Dolores&#8221;: o primeiro, com direção de João Marcelino e música de Danilo Guanais, protagonizou uma curta e concorrida temporada entre os meses de março e abril no Teatro Alberto Maranhão, e deverá voltar em 2012; enquanto &#8220;Dolores&#8221;, com Isaque Galvão e Cláudia Magalhães, após passar com êxito pelos palcos do TAM, Teatro de Cultura Popular e Casa da Ribeira, várias cidades do RN e João Pessoa (PB), arruma as malas em janeiro para participar do 18º Festival Internacional de Janeiro de Grandes Espetáculos em Pernambuco.</p>
<p>&#8220;Este ano foi realmente bastante especial para mim, tanto como atriz-cantora como escritora&#8221;, disse Cláudia Magalhães. Além de atuar em &#8220;Dolores&#8221;, seu livro &#8220;Esquina do Mundo &#8211; A hora do Cão Lobo&#8221; foi adaptado por Guanais em &#8220;Beco da Alma&#8221;. &#8220;E 2012 nem começou e já promete grandes alegrias. Recebi convite para interpretar Elis Regina no Teatro Rival no Rio de Janeiro&#8221;, comemora a atriz, que também prepara o monólogo &#8220;Senhora&#8221; no primeiro semestre.</p>
<p><strong>CIRCUITO CULTURAL</strong></p>
<p>Outra novidade que marcou 2011 foi a realização do Circuito Cultural Ribeira. Iniciativa capitaneada pela Casa da Ribeira e DoSol, o evento agregou valor cultural ao histórico bairro, movimentado por intensa programação gratuita que reuniu ao longo de oito edições mensais cerca de 15 espaços. &#8220;Estamos trabalhando com a possibilidade de voltar com o Circuito a partir de abril, mas dependemos do anúncio da renúncia fiscal para a Lei Câmara Cascudo para iniciar captação&#8221;, informou o produtor Anderson &#8216;DoSol&#8217; Foca. &#8220;Mas o Carnaval Rock está confirmado&#8221;.</p>
<p>Foca também está por trás de outros empreendimentos musicais como o projeto Incubadora DoSol, que no primeiro semestre deste ano lançou CDs das bandas Hossegor, Venice Under Water, Monster Coyote e a queridinha do momento Talma&amp;Gadelha, que fez shows em São Paulo e foi apontada como revelação no Prêmio Hangar &#8211; cuja solenidade de premiação, inclusive, está agendada para o final de janeiro próximo. Em 2012 o Incubadora segue para Mossoró, onde lança Red Boots, High Desert, Cemitério de Elefantes e 30 de Outubro.</p>
<p>À frente da Camarones Orquestra Guitarrística, Foca comemora o lançamento do CD &#8220;Espionagem Industrial&#8221; e a realização da turnê nacional da banda em 2011 que passou pelas cinco regiões do Brasil mais show na Argentina. &#8220;Em abril reiniciamos a segunda tour sul-americana e em junho a meta é Europa&#8221;, adianta. Nos planos ainda constam lançamento do segundo disco de Talma&amp;Gadelha em setembro e a nona edição do Festival DoSol, que este ano contou com a presença da potiguar General Junkie, há seis anos afastada dos palcos natalenses.</p>
<p><a href="http://tribunadonorte.com.br/noticia/o-ressoar-da-musica-potiguar/207603">leia o resto aqui</a></p>
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		<item>
		<title>FESTIVAL DOSOL 2011: RESENHAS: 1º DIA &#8211; TRIBUNA DO NORTE</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2011/11/festival-dosol-2011-resenhas-1%c2%ba-dia-tribuna-do-norte/</link>
		<comments>http://www.dosol.com.br/2011/11/festival-dosol-2011-resenhas-1%c2%ba-dia-tribuna-do-norte/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 10:04:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[clipping]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Dosol 2011]]></category>

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		<description><![CDATA[Yuno Silva &#8211; repórter
A vocação boêmia da Ribeira, a possibilidade de aumentar o som até o talo e a presença de representantes da atual safra da música independente deram o tom do Festival DoSol neste sábado (5). Com uma programação extensa de 20 shows iniciada no meio da tarde e que entrou pela madrugada, maratona [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><strong>Yuno Silva &#8211; repórter</strong></div>
<div>A vocação boêmia da Ribeira, a possibilidade de aumentar o som até o talo e a presença de representantes da atual safra da música independente deram o tom do Festival DoSol neste sábado (5). Com uma programação extensa de 20 shows iniciada no meio da tarde e que entrou pela madrugada, maratona considerada exagerada para os mais cansados, o evento cumpriu bem o papel de abrir espaço para novas bandas da cena natalense. Também supriu a necessidade dos roqueiros antenados de plantão interessados em conferir ao vivo performances de artistas já conhecidos pela internet, nomes que fazem relativo sucesso online e que ainda não tinham pisado em solo potiguar. Caso da paulistana Tulipa Ruiz, grande destaque da primeira noite, ao lado da bandas cariocas Do Amor e Canastra.</p>
<div><img title="Tulipa Ruiz foi o grande destaque da primeira noite do Festival DoSol" src="http://arquivos.tribunadonorte.com.br/fotos/84744.jpg" alt="Tulipa Ruiz foi o grande destaque da primeira noite do Festival DoSol" width="450" height="300" /></div>
<div>Tulipa Ruiz foi o grande destaque da primeira noite do Festival DoSol</div>
</div>
<div>O aguardado show de encerramento com BNegão, pela primeira vez em Natal com sua banda completa (Os Seletores de Frequência), passou seu recado, tirou tudo o que podia e um pouco mais do equipamento de som e mostrou com quanto suingue se faz um bom funk-soul-hipehopeado legitimamente tupiniquim, mas acabou ofuscado pelo brilho gótico de Tulipa &#8211; que destilou hits de seu álbum &#8220;Efêmera&#8221; e comandou o coro da plateia aglomerada na borda do palco. Era nítido o semblante de surpresa e satisfação da cantora diante da calorosa recepção.</div>
<div><a href="http://tribunadonorte.com.br/noticia/festival-dosol-em-alto-e-bom-som/201908">http://tribunadonorte.com.br/noticia/festival-dosol-em-alto-e-bom-som/201908</a></div>
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		<title>FESTIVAL DOSOL AQUECIMENTO 2011: NA TOCA TEM &#8211; PREVIEW</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Oct 2011 10:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Festival Dosol 2011]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Ricardo Krusty
Esse Push/Play de aquecimento para o Festival Dosol traz mais quatro bandas que se apresentarão no primeiro dia de festival, confira:

Tokyo Savannah
Um trio de rock, selvagem e sem frescuras, é como se definem os músicos: Chico Miltre (vocal e guirarra), Joni(baixo) e PHD (bateria), que formam a Tokyo Savannah.
Com influências de outro powertrio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><em><strong><em><em><strong><a href="http://twitter.com/ricardokrusty"><em>Por Ricardo Krusty</em></a></strong></em></em></strong></em></em></p>
<p><em><em><strong><em><em><strong></strong></em></em></strong></em></em>Esse Push/Play de aquecimento para o Festival Dosol traz mais quatro bandas que se apresentarão no primeiro dia de festival, confira:</p>
<p><strong><a href="http://natocatem.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Tokyo-Savannah.jpg"><img title="Tokyo Savannah" src="http://natocatem.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Tokyo-Savannah.jpg" alt="" width="409" height="309" /></a></strong></p>
<p><strong>Tokyo Savannah</strong><br />
Um trio de rock, selvagem e sem frescuras, é como se definem os músicos: Chico Miltre (vocal e guirarra), Joni(baixo) e PHD (bateria), que formam a Tokyo Savannah.</p>
<p>Com influências de outro powertrio &#8211; o Cream -, do rockabilly do Stray Cats e do punk, a banda faz músicas rápidas, curtas e diretas. Música pra balançar a cabeça, pular, beber e perder o fôlego.</p>
<p>Nada que vá mudar o mundo, mas se você está cansado de misturas, regionais e eletrônicas, e quer ouvir uns bons rocks, taí uma opção.</p>
<p><a href="http://natocatem.com.br/pushplay-tokyo-savannah-canastra-rinoceronte-e-hey-apple/">leia o resto aqui</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>FESTIVAL DOSOL 2011 CLIPPING: NA TOCA TEM (O SONSO E DESSITUADOS)</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 08:12:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[clipping]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Dosol 2011]]></category>

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		<description><![CDATA[E vamos a mais um Push/Play de aquecimento para o @festivaldosol, hoje com mais duas bandas que se apresentarão no “sábado xadrez” do festival:

O Sonso (CE/SP)
Psicodelia + samba + romantismo (brega), dessa equação resulta o som da banda cearense O Sonso. Formada em 2004 e liderada pelo performático vocalista Daniel Groove, responsável também pelas letras, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E vamos a mais um Push/Play de aquecimento para o @festivaldosol, hoje com mais duas bandas que se apresentarão no “sábado xadrez” do festival:</p>
<p><a href="http://natocatem.com.br/wp-content/uploads/2011/10/osonso.jpg"><img title="osonso" src="http://natocatem.com.br/wp-content/uploads/2011/10/osonso.jpg" alt="" width="419" height="156" /></a></p>
<p><strong>O Sonso (CE/SP)</strong></p>
<p>Psicodelia + samba + romantismo (brega), dessa equação resulta o som da banda cearense O Sonso. Formada em 2004 e liderada pelo performático vocalista Daniel Groove, responsável também pelas letras, a banda conta com Julinne Frenkiel no teclado, Luka Schwab na guitarra, Klaus Sena no baixo e Jorge Anzol na Bateria.</p>
<p>Hoje radicado em São Paulo, o grupo teve seu primeiro disco &#8211; o homônimo O Sonso &#8211; lançado em 2010. O disco traz as últimas composições do guitarrista Rodrigo Gondim, registradas antes do músico ser vitimado pela dengue em 2008, o que afastou a banda dos estúdios por algum tempo.</p>
<p><a href="http://natocatem.com.br/pushplay-festival-dosol-o-sonso-e-dessituados/">leia o resto aqui</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>FESTIVAL DOSOL 2011 CLIPPING: FUGA UNDERGROUND</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2011/10/festival-dosol-2011-clipping-fuga-underground/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 07:56:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[clipping]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Dosol 2011]]></category>

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		<description><![CDATA[Nós aqui do Fuga Underground escolhemos três bandas que cada um pretende observar com maior expectativa no Festival DoSol 2011. Para cada banda daremos em 140 caráteres o que conhecemos e/ou esperamos de cada banda. Seguem a baixo as minhas três bandas escolhidas:

KRISIUN
DEATH METAL

      É considerada a melhor do Brasil em matéria de Death [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nós aqui do <strong>Fuga Underground </strong>escolhemos três bandas que cada um pretende observar com maior expectativa no <strong>Festival DoSol 2011</strong>. Para cada banda daremos em 140 caráteres o que conhecemos e/ou esperamos de cada banda. Seguem a baixo as minhas três bandas escolhidas:</p>
<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/krisiun10.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-21341" title="krisiun10" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/krisiun10.jpg" alt="" width="350" height="263" /></a></p>
<p><strong>KRISIUN</strong></p>
<div><strong>DEATH METAL</strong></div>
<div></div>
<div>      É considerada a melhor do Brasil em matéria de Death Metal. A última vez que esteve em Natal foi em 2003. Velocidade e técnica é com eles.</div>
<div><a href="http://www.fugaunderground.com/2011/10/3-bandas-do-festival-dosol-2011-1.html">leia o resto aqui</a></div>
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		<title>FESTIVAL DOSOL 2011 CLIPPING: ATIVIDADEFM/PB</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 07:53:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[clipping]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Dosol 2011]]></category>

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		<description><![CDATA[

Numa forma de fazer a alegria dos que não vão ao Planeta Terra Festival,  acontece em Natal-RN, nos dias 5 e 6 de novembro, o Festival DoSol, um dos eventos de música mais esperados do ano.
Depois de divulgada a programação completa, agora o DoSol abre as bilheterias e inicia hoje a venda dos ingressos. Entenda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><img src="../wp-content/uploads/calistoga3.jpg" alt="" width="414" height="276" /></p>
<p>Numa forma de fazer a alegria dos que não vão ao <strong>Planeta Terra Festival</strong>,  acontece em Natal-RN, nos dias <strong>5</strong> e <strong>6</strong> de <strong>novembro</strong>, o <strong>Festival DoSol</strong>, um dos eventos de música mais esperados do ano.</p>
<p>Depois de divulgada a programação completa, agora o DoSol abre as bilheterias e inicia hoje a venda dos ingressos. Entenda como será o processo:</p>
<p>Quem estiver por Natal ou morar na cidade, poderá comprar os ingressos nas lojas <strong>Lojas Oi, Natal Shopping e Midway (1º piso)</strong>. As entradas custam <strong>R$20 (individual)</strong> e <strong>R$30 (casadinha)</strong>, sendo que as 300 que primeiro comprarem os tickets ganham o “ingresso casado” para o show de abertura do <strong>General Junkie</strong>, que acontece no dia <strong>4 </strong>de<strong> novembro</strong>.</p>
<p><a href="http://atividadefm.wordpress.com/2011/10/18/comecam-as-vendas-de-ingressos-do-festival-dosol-2011/">leio o resto aqui</a></p>
</div>
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		<title>CLIPPING: CIRCUITO CULTURAL RIBEIRA NA TRIBUNA DO NORTE</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Oct 2011 11:56:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[clipping]]></category>

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		<description><![CDATA[O Circuito Cultural da Ribeira dedica a sua 8ª edição, neste domingo, à criançada. Em muitos espaços, uma programação animará os pequenos, como a peça &#8220;Uma história de lenços e ventos&#8221;, na Casa da Ribeira; o show da Família Pádua, no Nalva Mello Café-Salão, e a banda Monumental (formada por crianças e adolescentes), no Espaço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Circuito Cultural da Ribeira dedica a sua 8ª edição, neste domingo, à criançada. Em muitos espaços, uma programação animará os pequenos, como a peça &#8220;Uma história de lenços e ventos&#8221;, na Casa da Ribeira; o show da Família Pádua, no Nalva Mello Café-Salão, e a banda Monumental (formada por crianças e adolescentes), no Espaço Cultural Frutos. O Circuito terá uma edição especial no dia 12/10, em parceria com a Semana de Música da UFRN.</p>
<p>O Circuito pode começar &#8216;rocker&#8217;, como no DoSol, às 17h30, ao som de Volantes (RS), Iva Rothe (PA), Marco André (PA), Soatá (PA/DF) e Da Silva e Malassombro Band (RN), mostrando as diversas experimentações sonoras vindas de Belém do Pará. Na Casa da Ribeira, tem &#8220;Uma história de lenços e ventos&#8221; (17h) e uma mostra de cura-metragens cubanos (19h30). No espaço Giradança, destaque para &#8220;Odete Traga Seus Mortos&#8221;, de Edu O e Lucas Valentim (BA), às 18h. No Espaço à Deriva, feira de artesanato, &#8220;Um uísque para o Rei Saul&#8221; (18h30) e a Festa do Vinil (19h). O Armazém Hall recebe o samba do Arquivo Vivo, às 19h. No Central Ribeira, banda Preto Chique.</p>
<p>O Cultura Clube vem em clima de reggae, com Bob Marlon e Faces Negras (17h30), Raízes de Concreto (19h30) e Mr Joint (21h30). No Nalva Mello, às16h, tem bazar, show da família Pádua, e banda Qvatre. No Espaço Frutos, shows das bandas Vira Mundo, Monumental, Sona Quebrada, e Raul Seixas Banda Clube, a partir das 17h. Terá mais sons do Galpão 29 (DJs), Let&#8217;s Rock Bar, e no largo da Rua Chile, com Missigena Sounds Sistema de Som.</p>
<p>Serviço: VIII Circuito Cultural da Ribeira. Domingo, a partir das 16h, Ribeira. Acesso gratuito.</p>
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		<title>FESTVIAL DOSOL, MADA E MPBECO SÃO DESTAQUE NA TRIBUNA DO NORTE</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jul 2011 18:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[clipping]]></category>

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		<description><![CDATA[Um palco para chamar de seu
Yuno Silva
repórter
Foi-se o tempo que as grandes gravadoras ditavam as regras do mercado fonográfico, e decidiam quem ia fazer sucesso ou tocar nas rádios. Por sua vez, o jabá está mais discreto e, por mais que se negue, ainda existe e continua restringindo o concorrido segmento musical. Mesmo com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Um palco para chamar de seu</h3>
<p>Yuno Silva<br />
repórter</p>
<p>Foi-se o tempo que as grandes gravadoras ditavam as regras do mercado fonográfico, e decidiam quem ia fazer sucesso ou tocar nas rádios. Por sua vez, o jabá está mais discreto e, por mais que se negue, ainda existe e continua restringindo o concorrido segmento musical. Mesmo com a quebra parcial desse ciclo vicioso, a forma como se consome música nunca mais foi a mesma desde a popularização da internet e da revolução tecnológica, mas, apesar de tudo, uma coisa continua imutável nesse meio: a busca desenfreada por um lugar ao sol, e é nessa hora que os festivais entram em cena.</p>
<div><img title="De volta após a não realização em 2010, Festival Mada tem a árdua tarefa de montar uma programação híbrida que atraia público, entre os nomes consagrados e artistas ainda desconhecidos" src="http://arquivos.tribunadonorte.com.br/fotos/78673.jpg" alt="De volta após a não realização em 2010, Festival Mada tem a árdua tarefa de montar uma programação híbrida que atraia público, entre os nomes consagrados e artistas ainda desconhecidos" width="404" height="269" /></div>
<div>De volta após a não realização em 2010, Festival Mada tem a árdua tarefa de montar uma programação híbrida que atraia público, entre os nomes consagrados e artistas ainda desconhecidos</div>
<p>Se por um lado as bandas querem aparecer a todo custo, por outro o público precisa de um filtro poderoso para ouvir o que vale a pena, e os festivais acabam servindo como referência. Nem o surgimento de fenômenos midiáticos como a espalhafatosa Lady Gaga, a já veterana Malu Magalhães ou A Banda Mais Bonita da Cidade, nova queridinha do momento com mais de 6,5 milhões de acessos ao vídeo &#8220;Oração&#8221;, alteram essa constante procura por espaço.</p>
<p>Em Natal, cinco festivais estão na agenda para 2011, abrindo uma brecha no buraco negro do trânsito musical por aqui, além de ser um filtro ao aglutinar atrações musicais que, de certo modo, estão despontando. É o caso dos Festivais Mada, DoSol, MPBeco e Música Potiguar Brasileira (FM Universitária), mais a Semana da Música. Cada um tem seu foco específico e um perfil determinado, mas todos se justificam pelo mesmo motivo: conferir visibilidade.</p>
<p><strong>Mada volta mantendo o híbrido entre indie e música pop</strong></p>
<p>Com treze anos de estrada, o Festival Música Alimento da Alma deixou de acontecer em 2010 por uma série de motivos e há alguns anos amarga uma crise de identidade: afinal de contas o evento existe para conferir espaço privilegiado aos artistas da cena independente ou trata-se de um festival com atrações renomadas que traz de brinde uma programação com nomes menos conhecidos?</p>
<p>Para Jomardo Jomas, idealizador do Festival Mada, o formato é assumidamente híbrido: &#8220;Primeiro precisamos esclarecer que esse é um formato consagrado em outros lugares do Brasil e do mundo, ou seja, não dá para viabilizar a estrutura apenas com bandas desconhecidas do público&#8221;, garante o produtor. Segundo ele, a captação de recursos através de leis de incentivo é insuficiente para cobrir todos os custos. &#8220;Ano passado passamos em branco, e a falta de patrocínio foi um dos motivos. O período eleitoral também foi um elemento complicador, tive pouco tempo para organizar e preferi concentrar esforços para retomar em 2011&#8243;, salienta.</p>
<p>Realizado desde 2004 na Via Costeira, o Mada deste ano já está marcado: será dias 23 e 24 de setembro. A programação deste ano ainda não foi fechada, mas alguns nomes já foram confirmados como as potiguares Planant, AK 47 e Pedubreu; a carioca Tipo Uísque, a paulistana Dollar Furado e a pernambucana A Nave. &#8220;Ainda estamos sondando atrações, tentando articular alguns encontros no palco, mas não tenho como adiantar muita coisa pois ainda estamos na fase de negociação&#8221;, justifica Jomardo, que jura de pé junto que o fato da data do Festival coincidir com o Rock in Rio não está atrapalhando as conversas. Para este ano, o produtor também pretende trazer uma banda da Argentina e outra da Colômbia, e seus planos também incluem a realização, em 2012, de uma edição do Festival Mada em Belo Horizonte. Em 2011, o evento conta com patrocínio da Cosern e do Governo do RN através da Lei de incentivo Câmara Cascudo.</p>
<p><strong>DoSol sai da vertente purista e investe no pop</strong></p>
<p>Apostando no mesmo filão pop-rock-indie, o Festival DoSol caminha para sua oitava edição em novembro, entre os dias 4 e 13. Realizado na Ribeira, seu foco prioriza o rock, fato que, de certa forma limita o público. Mas está saindo dessa vertente purista e seguindo o caminho semelhante ao Mada.</p>
<p>Questionado sobre a crescente profissionalização do segmento, o produtor Anderson Foca verifica que &#8220;existe uma superpopulação de bandas, e isso torna o mercado mais exigente. Os grupos precisam ter uma apresentação mais elaborada para conseguir espaço. Isso é muito positivo&#8221;, garante. &#8220;Acredito que os festivais são uma boa plataforma para novos trabalhos&#8221;, completa. De acordo com Foca, eventos desse tipo contribuem para diminuir o abismo entre atrações locais e de outras partes do país. &#8220;O público também tem acompanhado essa evolução&#8221;, aposta.</p>
<p>Entre os nomes já confirmado para 2011 destaque para Tulipa Ruiz (SP), Madame Saatan (PA), Talma&amp;Gadelha (RN), Canastra (RJ), BNegão e Seletores de Frequência (RJ), Hossegor (RN), Monster Coyote (RN), Vivendo do Ócio (BA), Guachass (Uruguai) e Galinha Preta (DF). &#8220;Cada edição que vai a rua é como um gol de placa em final de Copa do Mundo, e a presença do Marky Ramone ano passado foi um momento glorioso para o DoSol. Foi um sonho realizado&#8221;, aponta. O Festival DoSol é patrocinado pela Petrobras (Lei Rouanet), e pela Oi e Governo do RN (Lei Câmara Cascudo).<span id="more-20841"></span></p>
<p><strong>MPBeco tem o foco nos compositores</strong></p>
<p>Diferente dos festivais Mada e DoSol, que abrem espaço para as bandas divulgarem seu trabalho, o Festival MPBeco é competitivo, distribui prêmios em dinheiro nos mesmo moldes dos antigos eventos do gênero, e é movido pela intenção de garimpar novos compositores. &#8220;A qualidade do material inscrito cresce a cada ano. Lembro que, no início, recebíamos gravações voz e violão, hoje vemos gravações profissionais com partitura. Vejo isso como resultado de todo um processo de amadurecimento e fico satisfeito em poder contribuir&#8221;, disse o produtor Júlio César Pimenta.</p>
<p>&#8220;Como nossa intenção é garimpar novos talentos, cito um exemplo prático de como estamos contribuindo: veja o caso do músico Júlio Lima. Ele venceu na categoria melhor intérprete e com o dinheiro do prêmio gravou o CD &#8216;Há sempre música&#8217;&#8221;, lembra Pimenta, que adiantou o nome das atrações convidadas para o festival: Cida Lobo abre o primeiro dia; DuSouto abre o segundo e Escurinho (PB) fecha; Maguinho da Silva, que venceu em 2010, abre a final e o cearense Cidadão Instigado fecha o terceiro dia de shows. O MPBeco será realizado dias 1, 8 e 15 de outubro no centro da cidade, está com inscrições abertas (inclusive pela internet) até o próximo dia 13 de agosto e o valor para o primeiro colocado chega a 3,6 mil reais. Está amparado nas leis de incentivo estadual (Câmara Cascudo) e municipal (Djalma Maranhão) e tem patrocínio da Cosern, Destaque, CPGeo e Cardio Centro.</p>
<p>Semana de Música extrapola o campus e ganha espaços</p>
<p>Com um perfil bem diferente dos demais, a Semana da Música entra em cena entre os dias 7 e 15 de outubro para dar visibilidade à música produzida na academia. Vinculado à Escola de Música da UFRN, o festival pretende incrementar o circuito de música erudita e proporcionar qualificação de alunos da EMUFRN com a promoção de oficinas ministradas por sumidades da área.</p>
<p>&#8220;Trata-se de uma mostra anual realizada desde os anos setenta, cujo intuito é apresentar a produção musical acadêmica, mas que só agora está extrapolando os muros da Universidade. Esse movimento começou ano passado, e em 2011 a dimensão foi ampliada&#8221;, adianta a produtora Ilana Félix. Sob coordenação do professor Amandy Araújo, a Semana de Música trará a Natal 24 professores renomados.</p>
<p>&#8220;Queremos promover uma programação descentralizada nos moldes dos principais festivais de música erudita do Brasil, como Campos do Jordão e Curitiba, e ocupar espaços como a Ribeira, realizar apresentações públicas e em associações e ongs&#8221;, enumera Ilana.</p>
<p>Festival quer descobrir a nossa &#8220;MPB&#8221;</p>
<p>O novato da lista é o FMPB, ou Festival Música Popular Brasileira. Promovido pela FU Universitária, o festival foi criado este ano para servir como etapa estadual para o Festival da Arpub (Associação  das Rádios Públicas do Brasil). Dividido em duas categorias &#8211; instrumental e com letra &#8211; a premiação inclui veiculação das 26 músicas pré-selecionadas na programação da rádio entre 15 de agosto e 15 de setembro, e as duas vencedoras estarão automaticamente habilitadas para a etapa nacional em outubro.</p>
<p>&#8220;O corpo de jurados será composto por músicos da EMUFRN, produtores culturais e artistas, mas como as inscrições foram encerradas na última sexta-feira (22) ainda não definimos todos os nomes, Até agora confirmamos a presença da pesquisadora musical Leide Câmara nessa comissão&#8221;, adianta Marcone Maffezzolli, diretor da FMU.</p>
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		<title>COMO FOI? CIRCUITO CULTURAL RIBEIRA &#8211; 5ª ETAPA (COBERTURA DA TRIBUNA DO NORTE)</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 11:23:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[clipping]]></category>

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		<description><![CDATA[Ribeira festiva

Yuno Silva &#8211; repórter

O  bairro Ribeira, equivocadamente visto por muitas pessoas como velho em  vez de ser tratado como antigo ou histórico, foi testemunha de um  período de grande efervescência até meados dos anos sessenta do século  20, quando a cidade baixa concentrava boa parte do comércio e da boemia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Ribeira festiva</h3>
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<div id="share-plus1">Yuno Silva &#8211; repórter</div>
</div>
<p>O  bairro Ribeira, equivocadamente visto por muitas pessoas como velho em  vez de ser tratado como antigo ou histórico, foi testemunha de um  período de grande efervescência até meados dos anos sessenta do século  20, quando a cidade baixa concentrava boa parte do comércio e da boemia  natalense. &#8216;Abandonada&#8217; nas décadas seguintes, inclusive pelo poder  público, a Ribeira ainda preserva vestígios desse passado recente e sua  vocação para protagonizar ações culturais ganha novo fôlego com o  projeto Circuito Cultural Ribeira</p>
<div><img title="Edição dedicada às artes visuais foi marcada por grafitagens e intervenções" src="http://arquivos.tribunadonorte.com.br/fotos/77544.jpg" alt="Edição dedicada às artes visuais foi marcada por grafitagens e intervenções" width="369" height="246" /></div>
<div>Edição dedicada às artes visuais foi marcada por grafitagens e intervenções</div>
<p>Em  cartaz uma vez por mês, desde o carnaval, o evento abraça vários pontos  do bairro. Mesmo com o tempo chuvoso, que dominou o clima do último  domingo (3), um bom público circulou pelos becos e ruas do lugar para  conferir as atrações escaladas para esta quinta edição.</p>
<p>A intensa  programação começa cedo &#8211; a partir das 15h já tem coisa acontecendo &#8211; e  o ateliê de Flávio Freitas foi escolhido como ponto de partida: por lá,  o bate-papo agendado com artistas plásticos sofreu atraso devido a  insistência da chuva, mas a turma presente não perdeu tempo para tecer  comentários sobre os frutos já colhidos pela iniciativa, que promove de  forma descentralizada e gratuita apresentações de música, teatro e  dança, intervenções urbanas, artes visuais, debates, exposições e  exibições audiovisuais. Como o tema dessa edição era Artes Visuais,  vários artistas foram às ruas pintar prédios e realizar intervenções  urbanas.</p>
<p><strong>Limpeza do Beco da Quarentena </strong></p>
<p>Um  bom termômetro dessa &#8216;colheita&#8217; positiva do CCR pode ser exemplificado  pelo Beco da Quarentena, localizado entre as ruas Chile e Frei  Miguelinho, espaço antes dominado por lixo e todo tipo de &#8216;milacria&#8217;:  &#8220;Na primeira edição, o Beco da Quarentena chegou a ficar seis horas  limpo&#8221;, lembra Anderson Foca, produtor do DoSol. &#8220;Depois de algumas  edições, esse índice pulou para cinco, seis dias&#8221;, complementa Edson  Silva, da Casa da Ribeira. Para ambos, esse índice já é reflexo das  atividades. &#8220;Os próprios moradores do bairro estão percebendo o quanto é  importante valorizar o ambiente&#8221;, comemora Foca. &#8220;Nosso trabalho vai no  sentido de despertar maior consciência patrimonial&#8221;, pontua Edson,  graduado em Arquitetura.</p>
<p>A lavagem do Beco da Quarentena pode ser  considerada o ponto alto da programação, com cortejo escoltado pela  banda Rosa de Pedra. Limpo, iluminado e com uma base de tinta branca, o  beco está sendo utilizado como tela para intervenções de artes visuais e  grafites &#8211; os trabalhos iniciados serão concluídos ao longo do mês de  julho. &#8220;É interessante que a Ribeira permaneça movimentada independente  do Circuito&#8221;, declara a equipe de produção.<span id="more-20708"></span></p>
<p>Durante o trajeto,  foram identificadas algumas lixeiras em locais estratégicos &#8211; nada que  pudesse dar conta do volume de lixo gerado &#8211; um problema crônico no   bairro. Mas &#8220;já é um bom começo. A prefeitura está percebendo que vale a  pena apoiar o Circuito&#8221;, disse Edson Silva. A Semsur e a Urbana também  limparam as ruas e iluminaram o centro do bairro. No quesito segurança,  um dos pontos fracos do bairro, a ronda da Polícia Militar até que  circulou pelas ruas da Ribeira. Porém, os agentes que estavam na viatura  de número 131 ultrapassavam as barreiras montadas pela Semob em alta  velocidade e não perceberam que o formato do evento requer uma abordagem  diferenciada &#8211; à pé ou, no máximo, de moto. Em determinado momento,  fizeram questão de atravessar a rua Chile lotada com a Blazer entre o  público e ambulantes.</p>
<p><strong>Espaços</strong></p>
<p>Ao  todo, treze espaços integram o CCR: Casa da Ribeira e DoSol, mais  Buraco da Catita, Espaço Gira Dança, Armazém Hall, Galpão 29, Cultura  Clube, Ateliê Flávio Freitas, Central Ribeira Botequim, Consulado Bar,  Espaço à Deriva, Let&#8217;s Rock Bar e Nalva Melo Café Salão. &#8220;Inicialmente a  programação ocupava oito espaços, que receberam aporte financeiro (do  Conexão Vivo e Lei Câmara Cascudo) para viabilizar os eventos, o  restante foi sendo incorporado ao longo desses cinco meses&#8221;, informou  Anderson Foca &#8211; Cultura Clube e Let&#8217;s Rock Bar são os caçulas do  Circuito. Capitaneado pela Casa da Ribeira e pelo Centro Cultural DoSol  com patrocínio do Conexão Vivo e do Governo do RN através da Lei de  incentivo Câmara Cascudo, o Circuito Cultural Ribeira que volta a  movimentar o bairro no próximo dia 7 de agosto</p>
<p><strong>Encontro entre criador e criatura</strong></p>
<p>Autor  do livro &#8220;Recomendações a Todos&#8221; (1982/Editora Maturi), o escritor Alex  Nascimento desceu até a Ribeira para prestigiar o Circuito, onde  acompanhou ensaio do Coletivo Atores à Deriva. O grupo está em plena  montagem de espetáculo homônimo baseado no livro, e parte de seu  processo de criação foi apresentada em primeira mão a uma seleta plateia  que compareceu ao Espaço à Deriva.</p>
<p>A livre adaptação tem  dramaturgia de Henrique Fontes, direção da equatoriana Coco Maldonado e  cenotécnica do alemão Anatol Waschke. &#8220;A previsão de estreia do  espetáculo é setembro, e seria perfeito se o livro fosse relançado no  mesmo período.&#8221;, declarou Fontes.</p>
<p>Se depender do autor, o desejo  de Henrique pode se tornar realidade: &#8220;Não tenho esse tesão todo em  relançar o livro, mas se houver convite pode até ser&#8221;, confessa Alex, de  forma enigmática. Alex contou que o livro teve duas edições, ambas com  mil exemplares cada, e que a segunda foi bancada por um professor  universitário de São Paulo que visitava a UFRN. &#8220;Só pode ser um louco&#8221;,  brinca Nascimento. O escritor ainda contou que, há uns dez anos, chegou a  receber pedido de autorização de um grupo de teatro do Recife  interessado em encenar &#8220;Recomendações a todos&#8221;, mas a proposta não  vingou.</p>
<p>Sobre o ensaio, disse que tudo era novidade: &#8220;Fui pego de  surpresa, não estou sabendo de nada, o que sei, li no jornal (TN de  sábado, dia 2). Mas já formalizei a autorização para o grupo&#8221;, adianta. O  livro aborda a loucura como tema central, e a peça materializa o  primeiro e o último capítulos.</p>
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