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	<title>DoSol &#187; Coberturas</title>
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	<description>Produtora, Selo, Rock Bar, Estúdio</description>
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		<title>COMO FOI? LANÇAMENTO DO CD DO CAMARONES ORQUESTRA GUITARRÍSTICA NO CCDOSOL</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 09:16:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[CENTRO CULTURAL DOSOL]]></category>
		<category><![CDATA[Coberturas]]></category>

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		<description><![CDATA[
Foto: Camarones em ação (Ricardo Pinto)
CAMARONES + TALMA &#38; GADELHA + HOSSEGOR
(cobertura do lançamento do cd “Espionagem industrial”)
Por Alexandre Alves
Com um atraso considerado mínimo (meia hora) em se tratando do sempre “atrasado” público natalense – é, aquele que faz questão de chegar depois da hora pra fazer “charme”, mas desta vez já havia umas 40 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/CAMA01.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-21078" title="CAMA01" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/CAMA01.jpg" alt="" width="440" height="293" /></a><br />
<em>Foto: Camarones em ação (Ricardo Pinto)</em></p>
<p><strong>CAMARONES + TALMA &amp; GADELHA + HOSSEGOR<br />
(cobertura do lançamento do cd “Espionagem industrial”)<br />
Por Alexandre Alves</strong></p>
<p>Com um atraso considerado mínimo (meia hora) em se tratando do sempre “atrasado” público natalense – é, aquele que faz questão de chegar depois da hora pra fazer “charme”, mas desta vez já havia umas 40 cabeças –, às 18h30 o trio <strong>HOSSEGOR </strong>sobe ao placo do Centro Cultural Dosol para destroçar os ouvidos com seu hard rock instrumental, fazendo-me lembrar dos bons tempos do Wishbone Ash fase anos 70 e algumas notas “olímpicas” de Joe Satriani. A banda toca alto, forte e pesado, emendando logo 03 composições na entrada e antes do final o baterista Michael fez um calo nos dedos que arrancou com os dentes, cuspindo longe um pedaço do seu dna enquanto ainda tocava em alto e bom som. Essa eu ainda não tinha visto. Rock duro!!! O show de 40 minutos parece ter durado menos, pois o trio se esmera em tocar seu som que agradou rockers, metaleiros e outras figuras iconoclastas.</p>
<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/cama02.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-21079" title="cama02" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/cama02.jpg" alt="" width="398" height="265" /></a><br />
<em>Foto: Foca &#8220;with lasers&#8221; (Ricardo Pinto)</em></p>
<p>Os <strong>CAMARONES </strong>vem para lançar um novo cd e passam o som. Às 19h30 começam a tocar sua mistura instrumental para mais de uma centena de pessoas que estavam no centro cultural naquele momento (até o final chegaria perto do dobro disso). Unindo riffs de rock pesado, alguns andamentos dançantes e riffs que alternavam surf music, música de faroeste, trilha de desenho animado, ska e até reggae (!), o quinteto mistura sem pena e o coquetel musical se torna deglutível ao público, tanto que são a banda potiguar que mais tocou fora do estado. Imagine aquela banda para tocar em festas. Pois é, era o primeiro show dos Camarones que eu assistia inteiro (e olhe que este ano eles já tocaram bem umas 100 vezes).</p>
<p>O público parecia curtir um tipo de música que alguns anos atrás era impensável fazer: rock instrumental em 45 minutos cravados, com Leo Martinez expulsando riffs sob seu indefectível bigode (segundo Vlamir Cruz, ele parecia mais um espião!), Kaká, a estrela do mais recente vídeo da banda, segurava/tocava estilosamente sua guitarra semiacústica antifashion enquanto vestia uma camisa fashion dos Killers e Ana Morena sempre parece estar se divertindo ao segurar seu baixo Rickenbacker e balançar as muitas madeixas ao mesmo tempo. Foca disparava blips e blops – e até uma pandeirola! – enquanto fazia o papel de mestre de cerimônias e o baterista Xandi conseguiu a façanha de tocar seu instrumento e beber água mineral simultaneamente. Faixas como “Com a água no pescoço” e “A trama”, presentes no cd lançado, são o cartão de visita da banda. Chame os Camarones para tocar em uma festa. O repertório está pronto.</p>
<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/talma01.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-21080" title="talma01" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/talma01.jpg" alt="" width="413" height="275" /></a><br />
<em>Foto: Talma&amp;Gadelha (Ricardo Pinto)</em></p>
<p>Finalizando, os queridinhos da música pop da cidade ultimamente: a dupla (Simona) Talma e (Luiz) Gadelha, acrescidos de 40% do Calistoga nas guitarras (aí já é covardia!), pois a Cris Botarelli estava em Sampa tocando com o Planant e Calango foi chamado para substituí-la, botando mais lenha (peso?) na fogueira na frente das mais de 200 pessoas do recinto, visto que uma chuva empurrou todos para dentro do Dosol. O que é limpo e audível no disco, ao vivo ganha mais corpo e chama a atenção de um pequeno séquito de seguidores, que até chegam a cantar partes das composições ao vivo, embora as próprias vozes da dupla estivessem em baixo volume e apesar de uma perturbadora microfonia que insistia em surgir do além nos mais de 50 minutos de show. Descobri que uma das faixas se chama “Meu nome por aí” e é um underhit em potencial, enquanto outra intitulada “O roqueiro e a hippie” (é isso mesmo? Mil perdões se errei&#8230;) é outro sucesso subterrâneo com forças para tocar na rádio local 10 vezes ao dia, caso elas estivessem preocupadas em música pop e não em sobreviver em tempos de webradio. Ponto para Talma e Gadelha, sendo este último, segundo certo respeitado cidadão da cena local, um dos melhores compositores potiguares na atualidade.</p>
<p>E para aqueles que não entendem porque o Dosol funciona há dez anos, basta olhar para o trabalho incessante de Anderson Foca (trabalhou de técnico de som para o Hossegor, ajudou a montar o palco e ainda arrumou cerveja para a senhorita Talma!) e Ana Morena (fotógrafa ocasional, bar lady por alguns instantes e pronta para resolver qualquer problema nas quadradezas do Dosol). Isso fora o Hossegor que virou técnico de som dos Camarones&#8230;</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/dosol/">VEJA TODAS AS FOTOS DO SHOW CLICANDO AQUI</a></p>
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		<title>COMO FOI? MÓVEIS CONVIDA &#8211; BRASÍLIA/DF</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 12:50:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coberturas]]></category>

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Foto: Niela do Gloom (GO). Divulgação Móveis Convida
Por Foca
Todo mundo sabe o que representa para a música independente do Brasil  o Móveis Coloniais de Acaju. Meninos dedicados, empreendedores, talentosos, que transformaram um grupo &#8220;inviável&#8221; do ponto de vista da lógica mercadológica (banda enorme, formação não convencional, etc) num gigante da música brasileira.
Além de transformarem a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/niela.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20712" title="niela" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/niela.jpg" alt="" width="397" height="597" /></a><br />
<em>Foto: Niela do Gloom (GO). Divulgação Móveis Convida</em></p>
<p><strong>Por Foca</strong></p>
<p>Todo mundo sabe o que representa para a música independente do Brasil  o <strong>Móveis Coloniais de Acaju</strong>. Meninos dedicados, empreendedores, talentosos, que transformaram um grupo &#8220;inviável&#8221; do ponto de vista da lógica mercadológica (banda enorme, formação não convencional, etc) num gigante da música brasileira.</p>
<p>Além de transformarem a sua realidade, os Móveis também pretendem jogar luz sobre a cena candanga, realizando palestras, encabeçando atividades  de formação e produzindo o excelente festival <strong>Móveis Convida</strong> que aconteceu mais uma vez no último final de semana em Brasília. Como já cheguei na sexta não dá para relatar a semana de atividades que a banda e seus parceiros realizaram, mas foram shows em escolas públicas, debates, mesa de negociação e muitas atividades em diversas casas noturnas.</p>
<p>No sábado foi a grande festa de encerramento dentro da UNB numa estrutura enorme, digna dos maiores festivais de música independente que já vi Brasil afora. Um enorme palco externo e um outro interno revezavam bandas candangas e convidadas de fora num lineup muito bem escolhido.</p>
<p>Das bandas de Brasília destaco o promissor show do <strong>ElectroDomestiks</strong>, numa mistura de rock simples com barulhinhos eletrônicos e os <strong>Brown-Há</strong> que mostrou bastante evolução desde a última vez os vi em ação. Banda que melhora e banda que quer melhorar e isso é muita coisa!</p>
<p>Representando a novíssima cena indie nacional é impossível passar em branco nos shows do <strong>Gloom </strong>e do <strong>Nevilton</strong>. Ambos tem as mesmas qualidades: frontmans espirituosos, talentosos, bons no instrumento e cantores com personalidade. As duas bandas também possuem hits em potencial e veia pop aguçada, o que deixa o caminho bastante promissor. <strong>Niela </strong>do <strong>Gloom </strong>impressiona pela maturidade no alto dos seus&#8230;  20 anos.</p>
<p>Na parte mais gorda do lineup foi impossível ficar parado com a presentação da <strong>Gaby Amarantos</strong>. O tecnoshow paraense encabeçado pela cantora deu um passo a frente, misturando a simplicidade da música popular com uma banda excelente que usa a surf music, jazz, samba e mais o que vier na cabeça para apimentar ainda mais o ritmo contagiante da música paraense. Nota 10.</p>
<p>O <strong>Dancing Mood </strong>da Argentina fez o melhor show da noite. Big Band de Ska com 15 pessoas no palco é convite pro baile e caiu muito bem no lineup do <strong>Móveis Convida</strong>. Foi um festival de levadas rock steady e interpretações de temas diversos que foram de desenhos animados a os maiores clássicos do ska jamaicano como o <strong>Skatalities</strong>. Lindo e recomendo a ouvida nos Hermanos (nunca vi um show ruim de uma banda hermana e a saga continua).</p>
<p>O <strong>Móveis Coloniais de Acaju</strong> subiu para completar a festa. Claro, muito machucados com a correria de produzir e tocar ao mesmo tempo pareciam obviamente cansados, mas isso não tirou o brilho do espetáculo. É sempre bom ver um time como esse jogar em casa.</p>
<p>A parte da programação e estrutra o que decepcionou um pouco foi o público. Não mais que 1.500 pessoas estiveram conferindo a programação, um bom público se o espaço não fosse capaz de receber quatro vezes mais que isso. Acho que o fato de que em  Brasília todos os festivias parecidos são gratuitos e o horário do <strong>Móveis Convida</strong> ter sido bem mais cedo que o normal deva ter atrapalhado um pouco a presença de mais gente (quando fui embora, perto do fim do show dos Móveis vi gente chegando, por exemplo).</p>
<p>Seria excelente se todos os grupos que ganhassem visibilidade como o Móvies ganhou, fizessem 0  mesmo pela suas cidades, estaríamos mais adiante em busca de um mercado ideal para nossas atividades. Parabéns garotos!</p>
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		<title>COMO FOI? PATO FU NO TEATRO RIACHUELO</title>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2011 10:07:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coberturas]]></category>

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Por Anderson Foca
Foi a primeira vez que fui ao Teatro Riachuelo e para quem trabalha com música na cidade não dá para não ficar impressionado com a qualidade do espaço. Visão do show impecável onde quer que você esteja, excelente hall de entrada, palco excelente e com área técnica tranquila para trabalhar e som e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/pato-fu1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20542" title="pato fu" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/pato-fu1.jpg" alt="" width="403" height="302" /></a></p>
<p><strong>Por Anderson Foca</strong></p>
<p>Foi a primeira vez que fui ao <strong>Teatro Riachuelo</strong> e para quem trabalha com música na cidade não dá para não ficar impressionado com a qualidade do espaço. Visão do show impecável onde quer que você esteja, excelente hall de entrada, palco excelente e com área técnica tranquila para trabalhar e som e luz de primeira linha.</p>
<p>Ontem o espaço recebeu o show <strong>Música de Brinquedo</strong>, espetáculo extraordinário dos mineiros do <strong>Pato Fu</strong>. Já disse e repito, o <strong>Pato Fu</strong> é a maior e melhor banda pop em atuação no mercado brasileiro em muito tempo e também uma das poucas que soube fazer uma transição digna quando o mercado mudou, até porque nunca foi totalmente dirigida por esse mesmo mercado. O fato é que ano após ano, o grupo afasta a naftalina tão recorrente à bandas da sua geração e entrega discos autorais ou espetáculos interessantes como o que vi ontem por aqui.</p>
<p>Música de Brinquedo teoricamente e um espetáculo infantil, mas sinceramente, o lance é para gente grande que entende o que está acontecendo ali. Um palco completo de microfones sensíves deu voz a um sem número de brinquedos, artefatos e bizarrices que formaram uma sinfonia de ruídos afinados, dando margem para interpretações autênticas e non-sense de clássicos do cancioneiro popular nacional e internacional. Jonh e sua trupe protagonizam e deixa a meiga vocalista Fernanda Takai em segundo plano com papel apenas de conduzir vocais simples para conectar a genialidade da banda com o público &#8220;normal&#8221;.</p>
<p>E como é bom ver um show com começo, meio e fim né? A direção do espetáculo é impecável com textos excelentes e espirituosos entre as músicas e a participação de mamulengos reproduzindo a parte cantada por crianças no disco de estúdio. Ótima solução cênica que deixa coisa ainda mais amarrada e agradável.</p>
<p>Para quem é fã de primeira hora da banda ficou faltando só mais músicas do extenso currículo autoral que os mineiros tem na manga, mas pelo grandiosidade e proposta do show Música de Brinquedo, o Pato Fu está perdoado, mas ao mesmo tempo intimado a voltar em Natal com seu set próprio. Valeu cada centavo do ingresso.</p>
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		<title>DOSOLTV#220: COBERTURA DA 3ª ETAPA DO CIRCUITO CULTURAL RIBEIRA</title>
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		<pubDate>Tue, 17 May 2011 08:47:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Coberturas]]></category>
		<category><![CDATA[DoSol TV]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira agora a cobertura da 3ª etapa do Circuito Cultural Ribeira que aconteceu no começo do mês no centro histórico de Natal. A próxima edição já está marcada para o dia 05 de junho. A produção é do Dosol Image e a edição de Ana Morena Tavares. Nos vemos lá!

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Confira agora a cobertura da<strong> 3ª etapa do Circuito Cultural Ribeira</strong> que aconteceu no começo do mês no centro histórico de Natal. A próxima edição já está marcada para o dia 05 de junho. A produção é do <strong>Dosol Image</strong> e a edição de <strong>Ana Morena Tavares</strong>. Nos vemos lá!</p>
<p><iframe width="470" height="300" src="http://www.youtube.com/embed/OIIYTLQly0I" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>COMO FOI? 3ª ETAPA DO CIRCUITO CULTURAL RIBEIRA</title>
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		<pubDate>Tue, 03 May 2011 09:52:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[CENTRO CULTURAL DOSOL]]></category>
		<category><![CDATA[Coberturas]]></category>

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Foto: Largo da Rua Chile lotado.
Cobertura Colaborativa (Assessoria e produção). Fotos por  Ana Morena Tavares
Cobrir edições do Circuito Cultural Ribeira tem  virado missão impossível para uma pessoa só. São tantos espaços com  programação que dá uma certa agonia de estar vendo uma coisa sabendo que  tem outra ao mesmo tempo que você [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><a href="http://circuitoculturalribeira.com.br/wp-content/uploads/2011/05/largo.jpg"><img title="largo" src="http://circuitoculturalribeira.com.br/wp-content/uploads/2011/05/largo.jpg" alt="" width="455" height="303" /></a><br />
<em>Foto: Largo da Rua Chile lotado.</em></p>
<p><strong>Cobertura Colaborativa (Assessoria e produção)</strong>. <strong>Fotos por  Ana Morena Tavares</strong></p>
<p>Cobrir edições do <strong>Circuito Cultural Ribeira</strong> tem  virado missão impossível para uma pessoa só. São tantos espaços com  programação que dá uma certa agonia de estar vendo uma coisa sabendo que  tem outra ao mesmo tempo que você também queria conferir. Problema bom  que só os grandes eventos proporcionam. E foi exatamente nisso que o <strong>Circuito Cultural Ribeira</strong> se transformou: numa grande celebração da cultura potiguar.</p>
<p><a href="http://circuitoculturalribeira.com.br/wp-content/uploads/2011/05/gira-dan%C3%A7a.jpg"><img title="gira dança" src="http://circuitoculturalribeira.com.br/wp-content/uploads/2011/05/gira-dan%C3%A7a.jpg" alt="" width="432" height="288" /></a><br />
<em>Foto: Gira Dança na Lavagem do Beco da Quarentena</em></p>
<p>Logo cedo deu para acompanhar a “batalha campal” da produção do circuito para deixar o <strong>Beco da Quarentena</strong> limpo. Segundo relatos, de sexta até domingo – o dia da atividade –  o  espaço foi limpo (e logo em seguida aparecia sujo) mais de cinco vezes. A  iluminação pública colocada para o circuito também foi roubada. Depois  de uma persistência épica em prol do processo educativo que envolve uma  ação com essa, a <strong>Lavagem do Beco da Quarentena</strong> aconteceu de maneira apoteótica e arrepiante com vários grupos percussivos liderados pelas meninas do <strong>Rosa de Pedra</strong>, simpatizantes do bairro e pelo grupo <strong>Gira Dança</strong>,  batendo os tambores e entoando cânticos para espantar as más vibrações  que pudessem existir no lugar. Foi uma das coisas mais bonitas que já  presenciamos na Ribeira.</p>
<p>Quando essa parte “de rua” acabou, a programação das casas já estava  fervendo e foi muito difícil escolher o que assistir por dois motivos: o  primeiro é que escolher programação não foi fácil e o segundo era a  total lotação de praticamente todos os espaços. Não temos números  oficiais mas achamos que mais de 10.000 pessoas circularam pelo bairro  sem medo de errar.</p>
<p><a href="http://circuitoculturalribeira.com.br/wp-content/uploads/2011/05/kelly.jpg"><img title="kelly" src="http://circuitoculturalribeira.com.br/wp-content/uploads/2011/05/kelly.jpg" alt="" width="427" height="284" /></a><br />
<em>Foto: Casa de Lençóis com Quitéria Kelly</em></p>
<p>Na <strong>Casa da Ribeira</strong> deu para ver a excelente estréia de Quitéria Kelly no espetáculo infantil Castelo de Lençóis e de relance vi a atividade do <strong>Espaço a Deriva</strong> com a encenação Procura-se. Uma ótima atividade de teatro oferecida para a comunidade.</p>
<p>O Jazz e o samba de raiz ficaram em destaque na programação da Rua das Virgens com bons momentos vindos do <strong>Consulado Bar</strong> e <strong>Buraco da Catita</strong>. Demos uma escapada para ver rapidamente a programação de reggae no <strong>Cultura Clube</strong>, que não fazia parte oficialmente da programação mas que somou bastante. Estava absolutamente lotada a casa.</p>
<p>A parte de música com maior fluxo de pessoas aconteceu mesmo na Rua  Chile, principalmente pelo acúmulo de espaços que existem na região.  Centro Cultural Dosol, Armazém Hall, Central Ribeira e Galpão 29 fizeram  a alegria das milhares de pessoas presentes no domingo bonito da  Ribeira.</p>
<p><a href="http://circuitoculturalribeira.com.br/wp-content/uploads/2011/05/dosol-casa.jpg"><img title="dosol casa" src="http://circuitoculturalribeira.com.br/wp-content/uploads/2011/05/dosol-casa.jpg" alt="" width="427" height="284" /></a><br />
<em>Foto: Centro Cultural Dosol</em></p>
<p>O <strong>Centro Cultural Dosol </strong>esteve abarrotada o tempo  inteiro com o excelente programa de shows proposto. Destaque para o  tríade SeuZé, Camarones Orquestra Guitarrística e Talma&amp;Gadelha que  fizeram o público dançar e cantar do começo ao fim.</p>
<p>O Rosa de Pedra encerrou de maneira apoteótica a Lavagem do Beco da  Quarentena com um show lindo, tendo no final a participação do grupo de  percussão levando o público para fora do <strong>Armazém Hall</strong>. O <strong>Central Ribeira</strong> ficou com toda as mesas ocupadas para conferir a Orquestra Boca Seca com participação de Diogo Guanabara. No <strong>Galpão 29</strong> os DJs  deixaram o espaço lotado com destaque para o show do Emblemas Funk.</p>
<p>O fato é que o <strong>Circuito Cultural Ribeira </strong>só teve  três edições e já se transformou numa das principais ações de cultura da  cidade. Não sabemos onde vai parar, mas esperamos que não pare nunca.  Até a próxima edição.</p>
</div>
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		<title>COMO FOI? 2º DIA DO ABRIL PRO ROCK 2011</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 15:21:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Coberturas]]></category>

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Por Macos Bragatto
A variedade de gêneros e estilos no dia do encerramento não chega a ser novidade no Abril Pro Rock,  que caminha para comemorar as vinte primaveras em 2012. Mas nesse ano, a  programação – que no papel parecia fria – se revelou bastante acertada,  para deleite de um público estimado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.rockemgeral.com.br/wp-content/uploads/2011/04/karinaapredited.jpg"><img title="karinaapredited" src="http://www.rockemgeral.com.br/wp-content/uploads/2011/04/karinaapredited.jpg" alt="karinaapredited" width="520" height="346" /></a></p>
<p><strong><em>Por Macos Bragatto</em></strong></p>
<p>A variedade de gêneros e estilos no dia do encerramento não chega a ser novidade no <a href="http://www.rockemgeral.com.br/tag/abril-pro-rock/">Abril Pro Rock</a>,  que caminha para comemorar as vinte primaveras em 2012. Mas nesse ano, a  programação – que no papel parecia fria – se revelou bastante acertada,  para deleite de um público estimado pela produção em 5 mil pessoas,  quase superando o da noite do metal, <a href="http://www.rockemgeral.com.br/2011/04/16/recordar-e-viver/">que abalou as estruturas do Chevrolet Hall, na sexta</a>. Ontem, não; nada de camisas pretas suadas: saiu a segmentação e entrou a diversidade.</p>
<p>Não que o rock não fosse bem representado, a começar pela  surpreendente Karina Buhr. De líder de grupo de sonoridade  regional-lugar-comum Comadre Fulozinha, a moça surge no palco como uma  espécie de versão feminina de Iggy Pop glitter. Disposta a dar o sangue  no palco e escorada por uma bandaça que tem Edgar Scandurra e Fernando  Catatau nas guitarras, a cantora não pára um momento sequer, seja se  rastejando feito iguana (olha o Iggy aí de novo), ou quicando no centro  do palco. Já na terceira música, como o sugestivo título “Solo de Água  Fervente”, Scandurra e Catatau solam que é uma beleza. Fora do Cidadão,  cujo som é repleto de efeitos, o guitarrista vai muito mais além com seu  instrumento de origem. Em “Mira Ira” uma verdadeira muralha de  guitarras explode sobre o público, num riff duplamente carregado de  distorção, e o final, com “Nassiria e Najaf” parece mesmo um  apocalíptico fim do mundo. Numa palavra: visceral.</p>
<p><a href="http://www.rockemgeral.com.br/2011/04/18/dna-diversidade/" target="_blank">leia o resto aqui</a></p>
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		<title>COMO FOI? ABRIL PRO ROCK &#8211; PRIMEIRO DIA!</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Apr 2011 17:16:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coberturas]]></category>

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Por Marcos Bragatto (Rock em Geral)
Não fossem os quilinhos a mais dos integrantes do DRI,  e parecia que estávamos todos nos anos 80, na Bay Area californiana  (ok, a banda é do Texas), ou mesmo nos 90, quando o thrash metal chegou  com certo atraso ao Brasil. Peso extra que não atrapalha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.rockemgeral.com.br/wp-content/uploads/2011/04/dri.jpg"><img title="dri" src="http://www.rockemgeral.com.br/wp-content/uploads/2011/04/dri.jpg" alt="dri" width="520" height="275" /></a><br />
<strong>Por Marcos Bragatto (Rock em Geral)</strong></p>
<p>Não fossem os quilinhos a mais dos integrantes do <a href="http://www.rockemgeral.com.br/tag/dri/">DRI</a>,  e parecia que estávamos todos nos anos 80, na Bay Area californiana  (ok, a banda é do Texas), ou mesmo nos 90, quando o thrash metal chegou  com certo atraso ao Brasil. Peso extra que não atrapalha em nada a  performance do quarteto, que conta com dois integrantes da formação  original: o vocalista Kurt Brecht e o guitarrista Spike Cassidy. Peso,  também, é o que não falta nos riffs alucinantes que eles aprenderam com  gente como o guitarrista do <a href="http://www.rockemgeral.com.br/tag/slayer/">Slayer</a>,  Kerry King, para fazer daquele hardcore ordinário o tipo de som que  seria batizado de crossover – e o termo, a partir dali, seria usado para  descrever qualquer coisa entre que se fizesse entre um subgênero  qualquer e outro.</p>
<p>Por essas e outras o show do DRI, ontem, no <a href="http://www.rockemgeral.com.br/tag/abril-pro-rock/">Abril Pro Rock</a>,  soou como aula de história do rock, do hardcore, do metal. O riff  marcado que introduz longamente “Acid Rain”, por exemplo, define tudo em  alguns segundos,  e o púbico responde à altura. Em “Argument The War”, a  roda se expande a ponto e atingir a lateral do outro palco – são dois,  lado a lado. “Madman”, que homenageia o pai de Brecht, responsável pelo  batismo do grupo ao cunhar a frase “dirty, rotten and imbecils” (sujos,  podres e imbecis, em português), é outra que se destaca no set list de  cerca de uma hora, o suficiente para a inclusão de 17 porradas que  permanecem vivinhas da Silva. Havia outras seis músicas para o caso de o  grupo precisar, mas as duas guardadas para o final deram conta do  recado: o clássico “Violent Pacification”, e “Five Year Plan”, que tem o  verso/mantra “I lose, you win” repetido pelo resto da noite.</p>
<p><a href="http://www.rockemgeral.com.br/2011/04/16/recordar-e-viver/" target="_blank">leia o resto aqui</a></p>
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		<title>COMO FOI? 2ª ETAPA DO CIRCUITO CULTURAL RIBEIRA 2011</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 11:04:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[CENTRO CULTURAL DOSOL]]></category>
		<category><![CDATA[Coberturas]]></category>
		<category><![CDATA[DOSOL 10 ANOS]]></category>

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Foto: frente do Centro Cultural Dosol, Rua Chile.
A Ribeira é o coração e alma da cultura potiguar. E frase postada no Twitter durante a 2ª etapa do Circuito Cultural Ribeira demonstra bem o que foi a tarde/noite de ontem. Foram 09h de programação da mais alta qualidade para todos os gostos, com todos os espaços [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/rua-chile.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-19089" title="rua chile" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/rua-chile-448x298.jpg" alt="" width="448" height="298" /></a><br />
<em>Foto: frente do Centro Cultural Dosol, Rua Chile.</em></p>
<p>A Ribeira é o coração e alma da cultura potiguar. E frase postada no Twitter durante a 2ª etapa do <strong>Circuito Cultural Ribeira</strong> demonstra bem o que foi a tarde/noite de ontem. Foram 09h de programação da mais alta qualidade para todos os gostos, com todos os espaços ocupados pelo circuito absolutamente lotados num dia memorável para o bairro.</p>
<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/dosol.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-19090" title="dosol" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/dosol-448x270.jpg" alt="" width="448" height="270" /></a><br />
<em>Foto: Calistoga no Centro Cultural Dosol</em></p>
<p>A programação começou às 15h em ponto com exibição de filmes e abertura do bazar do <strong>Dosol</strong>. Logo depois a programação de shows teve início com os bons shows do <strong>Dr. Carnage</strong> e <strong>Distro</strong>. O <strong>Monster Coyote</strong> que estava lançando cd no evento também fez bonito com seu metal pesado e roqueiro. O <strong>Calistoga </strong>mostrou força e maturidade no seu show, com o público deixando o clima pronto para as guitarras insanas do <strong>AMP</strong> (PE). Para fechar a noite o som chique e dançante do <strong>Digital Groove</strong> tomou conta do espaço com maestria, com destaque para o <strong>Clayton Barros</strong> (Ex-Cordel do Fogo Encantado) no violão. Concentrando maior público de todo o circuito, o Dosol mais parecia uma Rua do carnaval de Olinda, com shows sempre lotados dentro do espaço e mais de 2.000 pessoas circulando do lado de fora.</p>
<p>O <strong>Central da Ribeira</strong> também teve lotação máxima e fila na porta para conferir a excelente cantora local <strong>Camila Masiso</strong>. A sonorização quase ficou pequena para a quantidade de pessoas que escolheram o local para curtir o Circuito Cultural Ribeira. O show com quase duas horas de duração foi muito aplaudido e terminou de maneira apoteótica.</p>
<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/casa.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-19091" title="casa" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/casa-448x263.jpg" alt="" width="448" height="263" /></a><br />
<em>Foto: Joca Costa e Heliana Pinheiro na Casa da Ribeira</em></p>
<p>Na <strong>Casa da Ribeira</strong> a concentração de público também foi enorme, perto das 17h já não tinham mais ingresso para as duas sessões de atrações que o espaço planejou pro Circuito. Não consegui ver a peça infanto-juvenil <strong>Flúvio e o Mar</strong>. Deu tempo de assistir a segunda sessão com show arrebatador de <strong>Joca Costa</strong> e <strong>Heliana Pinheiro</strong>. Foi a soma perfeita entre a qualidade espetacular do trio com a incrível sonorização da Casa da Ribeira (reinaugurada a poucos dias). Ainda teve o pessoal do <strong>Poesia Esporte Clube</strong> no café da casa também lotado brincando com as palavras.</p>
<p>Não deu para ir até a tríade <strong>Consulado Bar</strong>, <strong>Buraco da Catita</strong> e <strong>Atelier de Flávio Freitas</strong>, mas soube que os três estavam bem freqüentados e a Catita com o clima de sexta-feira (seu dia tradicional) com o espaço absolutamente lotado.</p>
<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/gira-dança.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-19092" title="gira dança" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/gira-dança-448x298.jpg" alt="" width="448" height="298" /></a><br />
<em>Foto: Gira Dança intervén na Rua Frei Miguelinho</em></p>
<p>No <strong>Espaço a Deriva</strong> deu para ver um pequeno trecho da leitura dramática engraçadíssima “De Passagem”, um brincadeira boa entre um mendigo e uma madame. Não consegui ver os espetáculos do <strong>Gira Dança</strong> mas consegui falar com Anderson Leão, um dos gestores do espaço, que disse que precisa rever a ação do grupo dentro do circuito, porque o espaço foi pequeno para o público que apareceu nas apresentações. Devem rumar a programação do grupo por meio da rua, o que é ótimo!</p>
<p>Além de toda a movimentação ainda teve um passeio ciclístico com quase 100 bicicletas, vários espaços abrindo por conta própria animando ainda mais a programação, espaços públicos como <strong>Capitania das Artes </strong>e <strong>Museu de Cultura Popular</strong> abertos no domingo, entre outras atividades espontâneas.</p>
<p>O fato é que o papel do <strong>Dosol </strong>e da <strong>Casa da Ribeira</strong> já está feito. O <strong>Circuito Cultural Ribeira</strong> é uma realidade que muitos duvidavam que fosse acontecer e que com apenas duas edições já se transformou numa das maiores opções culturais da cidade. Então marque na agenda, no primeiro domingo de cada mês tem mais. Próxima parada 1º de Maio. O <strong>Circuito Cultural Ribeira</strong> é uma iniciativa do <strong>Dosol </strong>e da<strong> Casa da Ribeir</strong>a que tem patrocínio da <strong>Vivo</strong>, através do programa<strong> Conexão Vivo</strong>, usando incentivos da Lei Câmara Cascudo.</p>
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		<title>CAJUTV COBRE LANÇAMENTO DO DISCO DE TALMA&amp;GADELHA &#8211; VEJA O VÍDEO</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Mar 2011 12:30:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coberturas]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um ótimo vídeo com a cobertura do show de lançamento de Talma&#38;Gadelha, banda que participa do Projeto Incubadora do Dosol, dez anos de música. Confira:

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um ótimo vídeo com a cobertura do show de lançamento de Talma&amp;Gadelha, banda que participa do Projeto Incubadora do Dosol, dez anos de música. Confira:</p>
<p><iframe src="http://caju.tv/e/2fc" width="420" height="280" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>COMO FOI? OZZY OSBOURNE EM PORTO ALEGRE</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Mar 2011 12:09:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coberturas]]></category>

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Foto: Ricardo Duarte/Agencia RBS (Fonte &#8211; Rock Em Geral)
Por Foca
Não é difícil encontrar por aí “especialistas” em música afirmando que o rock morreu, que o público de rock não se renova, que o estilo está defasado e outras bizarrices. Para as mais de 15.000 pessoas que estiveram ontem no Gigantinho para ver de perto um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/OZZY.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-18953" title="OZZY" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/OZZY-448x229.jpg" alt="" width="448" height="229" /></a></p>
<h3>Foto: Ricardo Duarte/Agencia RBS (Fonte &#8211; Rock Em Geral)</h3>
<p><strong>Por Foca</strong></p>
<p>Não é difícil encontrar por aí “especialistas” em música afirmando que o rock morreu, que o público de rock não se renova, que o estilo está defasado e outras bizarrices. Para as mais de 15.000 pessoas que estiveram ontem no Gigantinho para ver de perto um dos maiores mitos da história do rock em todos os tempos, o rock está mais vivo do que nunca e crescendo.</p>
<p>Entenda o ambiente de nitroglicerina que se misturou em volta do Gigante da Beira-Rio e do Gigantinho ontem aqui em Porto Alegre. De um lado a horda roqueira de camisa preta invadindo ruas e espaços em volta do show e do outro uma multidão colorada pronta para ver o Internacional de Porto Alegre em ação em jogo pela Libertadores. Aquela região ficou literalmente rubro-negra!</p>
<p>Como na maioria dos shows da Time for Fun, a entrada foi organizadíssima, só se permitindo chegar perto das catracas quem tinha ingresso, evitando confusões adicionais. Já cheguei bem perto da hora do show (que começou pontualmente às 21h) e deu para perceber a característica do público. De um lado tiozões roqueiros fãs de primeira hora dos trabalhos de <strong>Ozzy</strong>, dentro e fora do<strong> Black Sabbath</strong>. Do outro uma galera muito nova que sabia cantar tudo do velho roqueiro, demonstrando uma incrível renovação de público. Alguns podem até dizer que é fruto do recente programa de TV que os Osbournes estiveram em ação, mas vá num show do <strong>Iron Maiden</strong> (que nunca teve programa de TV) e você verá que o fenômeno é igual: lendas do rock se perpetuam no cargo e renovam público como quem bebe água!</p>
<p>Quando as luzes se apagam no ginásio não dura nem trinta segundos para o quarteto que acompanha Ozzy começar um ataque de hits hard rock que durariam 1h30. Estava tudo lá: Bark at the Moon, Mr. Crowley, Let me Hear you  Scream, Mama I`m comming Home, Crazy Train. Carreira solo passada a limpo e começa o ataque de sons do Black Sabbath como War Pigs, Paranoid, Iron Man e grande elenco. Quem passa impune por isso? Se você realmente gosta de rock é impossível não se emocionar.</p>
<p>Ozzy, mesmo visivelmente debilitado, ainda é um front man respeitável que usa sua simpatia em prol da diversão. Joga água na platéia, ativa jatos de espuma em cima do público e o principal: canta os temas com enorme maestria com sua voz inconfundível.  O único ponto negativo é que ginásios invariavelmente têm a acústica ruim, mas isso nem de perto atrapalhou o brilho da apresentação de Ozzy em Porto Alegre.</p>
<p>Foi incrível e eu não esperava menos que isso vindo de uma das principais vozes do rock em todos os tempos. Vida longa a Ozzy. O rock vai muito bem, obrigado!</p>
<p><strong>SET LIST (FONTE <a href="http://www.rockemgeral.com.br/2011/03/31/ozzy-osbourne-estreia-turne-pelo-brasil/">ROCK EM GERAL</a>)</strong></p>
<p>1- Bark at the Moon<br />
2- Let Me Hear You Scream<br />
3- Mr. Crowley<br />
4- I Don’t Know<br />
5- Fairies Wear Boots<br />
6- Suicide Solution<br />
7- Road to Nowhere<br />
8- War Pigs<br />
9- Shot in the Dark<br />
10- Rat Salad<br />
11- Iron Man<br />
12- I Don’t Want to Change the World<br />
13- Crazy Train<br />
<strong>Bis</strong><br />
14- Mama, I’m Coming Home<br />
15- Paranoid</p>
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