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	<title>DoSol &#187; Natal</title>
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	<description>Produtora, Selo, Rock Bar, Estúdio</description>
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		<title>DoSol</title>
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	<itunes:author>DoSol</itunes:author>
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		<title>DIÁRIO DE BORDO (02): CAMARONES NA ARGENTINA E NO SUL DO BRASIL &#8211; VEJA TODOS OS CONTATOS</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Apr 2011 16:55:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Natal]]></category>

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Foto: Camarones em Burzaco, El Tio Bizarro
Como seria um texto muito grande relatar tudo de uma vez, voltamos  com a segunda parte dos nossos relatos e dicas da tour Argentina e pelo  Sul do país. Depois de dois shows seguidos em Buenos Aires tivemos um dia off na sexta para recuperar as energias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-498" href="http://www.dosol.com.br/2011/04/06/diario-de-bordo-02-camarones-na-argentina-e-no-sul-do-brasil-veja-todos-os-contatos/otimo-natal/"><img title="tio bizarro" src="http://www.camarones.com.br/wp-content/uploads/2011/04/tio-bizarro-522x348.jpg" alt="" width="522" height="348" /></a><br />
<em>Foto: Camarones em Burzaco, El Tio Bizarro</em></p>
<p>Como seria um texto muito grande relatar tudo de uma vez, voltamos  com a segunda parte dos nossos relatos e dicas da tour Argentina e pelo  Sul do país. Depois de dois shows seguidos em <strong>Buenos Aires</strong> tivemos um dia off na sexta para recuperar as energias e encarar mais dias de tour pela frente. Visitamos <strong>Palermo Soho</strong>, bairro nobre de Buenos Aires,  com o <strong>Dacho</strong>, guitarrista do <strong>Tormentos</strong>. Aproveitamos também para cometer o pecado da gula (algumas vezes).</p>
<p>Nossa missão de sábado não era das mais fáceis, nosso show seria no <strong>El Tio Bizarro</strong> em <strong>Burzaco </strong>e não tínhamos condução até o local. Depois de alguns estudos de caso, <strong>Leandro</strong> (do Falsos Conejos) e <strong>Pablo </strong>(Da  Scatter) desenrolaram nosso roteiro. Saímos às 18h do Obelisco numa van  clandestina e lotada de passageiros rumando pro Sul com todos os nossos  equipamentos, num total de 14 volumes. Depois de uma hora, descemos no  fim da linha da van na tentativa de pegar um taxi direto pro local do  show. Não foi possível. Rumamos até a estação de trem que era bem  próxima e resolvemos que essa seria nossa condução. Chegamos na linha,  ficamos em grupo e uma estação depois descemos para procurar o show.  Depois de duas tentativas frustradas achamos o lugar. Isso tudo deve ter  durado umas duas horas.</p>
<p>Na real foi bem divertido, fazer o roteiro desse jeito e para nossa  sorte tinha uma van para nos levar de volta para Buenos Aires, porque de  madrugada não seria tão divertido assim…</p>
<p><a href="http://www.camarones.com.br/diario-de-bordo-02-argentina-e-sul-do-brasil/">leia o resto aqui</a></p>
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		<title>DEZ ANOS DA CASA DA RIBEIRA &#8211; REVISTA CATORZE</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2011/02/dez-anos-da-casa-da-ribeira-revista-catorze/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Feb 2011 09:18:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Natal]]></category>

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		<description><![CDATA[
O número 52 da Rua Frei Miguelinho tinha tudo para ser igual aos seus  conterrâneos do bairro da Ribeira: desbotado, bolorento, carcomido mais  pelo abandono que pelo tempo. Antes de virar depósito de baratas,  contudo, aquela casa enjeitada virou palco de artista. E assim nasceu,  em março de 2001, a Casa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2011/02/casaribeira_7496.jpg"><img title="casaribeira_7496" src="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2011/02/casaribeira_7496.jpg" alt="" width="464" height="310" /></a></p>
<p>O número 52 da Rua Frei Miguelinho tinha tudo para ser igual aos seus  conterrâneos do bairro da Ribeira: desbotado, bolorento, carcomido mais  pelo abandono que pelo tempo. Antes de virar depósito de baratas,  contudo, aquela casa enjeitada virou palco de artista. E assim nasceu,  em março de 2001, a Casa da Ribeira.</p>
<p>Daqui a pouco menos de um mês, o casarão tem aniversário duplo. A  estrutura em si – nascida como hospedaria – completa o primeiro  centenário de existência; a Casa da Ribeira comemora dez anos de vida e  militância artístico-cultural, e reabre as portas ao público tinindo de  nova, depois de passar por uma série de reformas. E se a contagem  regressiva para as festividades começou em 2010 com espetáculos  teatrais, música boa e papo-cabeça, 2011 promete muito mais.</p>
<p><a href="http://revistacatorze.com.br/2011/dez-anos-de-casa-da-ribeira" target="_blank">LEIA O RESTO AQUI</a></p>
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		<title>ENTREVISTA: ALEXANDRE ALVES DO THE AUTOMATICS</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2011/02/entrevista-alexandre-alves-do-the-automatics/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Feb 2011 09:42:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Natal]]></category>

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		<description><![CDATA[
Por Hugo Morias &#8211; O Inimigo
Em 2011 a banda The Automatics completa 10 anos de rock. Sempre produzindo, tocando em Natal, em  cidades vizinhas e chegando até a São Paulo, onde tiveram a honra de  gravar no estúdio Quadrophenia, de Sandro Garcia. Os 10 anos servirão  para novos lançamentos e para consolidar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oinimigo.com/blog/wp-content/uploads/2011/01/the-automatics.jpg"><img title="the automatics por Jomar Dantas" src="http://www.oinimigo.com/blog/wp-content/uploads/2011/01/the-automatics.jpg" alt="" width="448" height="223" /></a></p>
<p><em>Por Hugo Morias &#8211; O Inimigo</em></p>
<p>Em 2011 a banda <a href="http://www.myspace.com/theautomaticsnatal" target="_blank">The Automatics</a> completa 10 anos de rock. Sempre produzindo, tocando em Natal, em  cidades vizinhas e chegando até a São Paulo, onde tiveram a honra de  gravar no estúdio Quadrophenia, de Sandro Garcia. Os 10 anos servirão  para novos lançamentos e para consolidar a banda como uma das  “resistentes” aos modismos que passam por Natal. O som, que apesar de  incluir algumas novidades aqui e acolá, é monocromático. Tal qual os  pensamentos de Alexandre Alves (baixo/guitarra/vocais/harmônica) que não  mudam ao longo do tempo. Na entrevista a seguir ele fala sobre a banda,  os selos (Solaris e Dia 32), loja, bandas, shows, produção. Enfim,  sobre o que permeia a produção musical. The Automatics é formada também  por Henrique Pinto (guitarra / violão / baixo / vocais / loops /  teclados), Augusto C. Tavares (bateria) e Christiane Pimenta (baixo).</p>
<p><a href="http://www.oinimigo.com/blog/?p=5401" target="_blank">LEIA O RESTO AQUI</a></p>
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		<title>PROJETO INCUBADORA: VEJA VÍDEO DO LOS COSTELETAS FLAMEJANTES (RN)</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2011/01/projeto-incubadora-veja-video-do-los-costeletas-flamejantes-rn/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Jan 2011 08:27:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Natal]]></category>

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		<description><![CDATA[Assista abaixo vídeo com entrevista do Los Costeletas Flamejantes, uma das bandas do Projeto Incubadora, feito pelo pessoal do blog O Inimigo. A banda entra em estúdio em fevereiro para registrar seu primeiro trabalho. Confira:

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assista abaixo vídeo com entrevista do <strong>Los Costeletas Flamejantes</strong>, uma das bandas do Projeto Incubadora, feito pelo pessoal do blog <a href="http://www.oinimigo.com/">O Inimigo</a>. A banda entra em estúdio em fevereiro para registrar seu primeiro trabalho. Confira:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="470" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/De-zn4ulmVk&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_embedded&amp;version=3" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="470" height="300" src="http://www.youtube.com/v/De-zn4ulmVk&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_embedded&amp;version=3" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>ARTIGO: CIRCULAÇÃO &#8211; MUITO MAIS DO QUE UM SHOW!</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2010/12/editorial-circulacao-muito-mais-do-que-um-show/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Dec 2010 09:03:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Notas]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Voltando para Natal por Ana Morena

Por Léo Martines, guitarrista do Camarones Orquestra Guitarrística

Ainda no clima de final de ano, quando  muitos param para avaliar o que se passou nos últimos doze meses e para  fazer planos e promessas para o ano seguinte, eu paro para escrever e  compartilhar com vocês o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="width: 650px;"><img title="Voltando para Natal por Ana Morena" src="http://farm6.static.flickr.com/5043/5279042380_e6f025260d_z.jpg" alt="Voltando para Natal por Ana Morena" width="429" height="286" /><em> </em></div>
<div style="width: 650px;"><em>Voltando para Natal por Ana Morena</em></div>
<div style="width: 650px;">
<p><strong>Por Léo Martines, guitarrista do Camarones Orquestra Guitarrística</strong><em><br />
</em></div>
<p style="text-align: justify;">Ainda no clima de final de ano, quando  muitos param para avaliar o que se passou nos últimos doze meses e para  fazer planos e promessas para o ano seguinte, eu paro para escrever e  compartilhar com vocês o que foi 2010 para mim e mostrar como essa  experiência pode ser útil para alguns. Não é a intenção escrever um  manual de como gerenciar a sua banda, mas apenas um texto baseado no que  EU vivi e que pode apresentar algumas dicas valiosas. Foi um ano de  muita dedicação e trabalho, acompanhe comigo.</p>
<p style="text-align: justify;">Para começar, durante diversos momentos  desse ano algumas pessoas se dirigiram a mim equivocadamente em relação  a estar circulando com a banda. Muitas vezes, creio eu, por  brincadeira, mas mesmo assim, uma boa parcela ainda acredita no  ultrapassado modelo de postura ‘artística’, que ainda existe, porém está  longe da nossa realidade. Mas será que faz falta? Temos total liberdade  e controle sobre o nosso trabalho para leva-lo para onde quisermos e para quem quisermos. Somos da geração dos pedreiros e circular envolve  um trabalho árduo, envolvendo muita dedicação e respeito a todas as  partes envolvidas, dedicação essa, MUITO maior fora do que dentro do  palco, para que aí sim ocorram os 30 ou 40 minutos mágicos: o show!</p>
<p style="text-align: justify;">Agendar apresentações já é uma tarefa difícil, viabilizá-las então,  ainda mais. Tudo para não negar nenhuma oportunidade, envolvendo um  planejamento violento de quando e como fazer para otimizar a planilha  financeira da banda, tornando possível alcançar o máximo de lugares  possíveis, em condições honestas de conforto e dinheiro, além de  conciliar com outras atividades. Não foram poucas as vezes que tivemos  que trabalhar a distância, estudar, ou mesmo voltar à nossa cidade de  origem, com tempo apertado  para cumprir compromissos profissionais  e/ou acadêmicos.<span id="more-17070"></span></p>
<div id="attachment_120" style="width: 650px;"><a href="http://leomartinezz.files.wordpress.com/2010/12/taxi1.jpg"><img title="Dormindo em um táxi em SP" src="http://leomartinezz.files.wordpress.com/2010/12/taxi1.jpg?w=640&amp;h=853" alt="Dormindo em um táxi em SP" width="396" height="526" /></a><em></em></div>
<div style="width: 650px;"><em>Dormindo em um táxi em SP</em></div>
<p style="text-align: justify;">Estar em turnê é acordar cedo,  fatalmente dormir pouco, carregar malas, instrumentos, viajar, montar  tudo, repetir todo o processo e  às vezes o sono cobra a conta e temos que  nos virar.</p>
<p style="text-align: justify;">Para começar é preciso empreender. Nada  cai do céu ou acontece por acaso, em qualquer ramo de atuação é preciso  investir para colher os frutos em um prazo, seja ele curto, médio ou  longo, um dia um trabalho e um investimento bem feitos, darão algum  retorno, não tem erro mas é preciso trabalhar, investir e arriscar. E  assim começamos em março de 2010 a sair com o Camarones Orquestra  Guitarrística para nossa primeira viagem mais longa, uma turnê de cerca  de 10 datas pelo Nordeste brasileiro do Rio Grande do Norte a Bahia,  descendo e tocando e na maioria dos estados interiorizando e sem ter  nenhuma verba garantida, mas a certeza de que seríamos bem tratados em  todos esses lugares, e assim foi.</p>
<p style="text-align: justify;">A atuação dos coletivos foi  fundamental para este primeiro momento, nos garantindo uma boa recepção,  alimentação e hospedagem,  tudo dentro do que poderia ser oferecido de  melhor para uma banda que nunca tinha passado pela maioria dos lugares e  servindo de alavanca para nosso desejo de interiorizar e assim expandir  nosso plano de formação de público, além de incentivar a turma a  promover mais eventos e levar mais bandas em lugares como Arapiraca e  Camaçari, no interior do Nordeste, onde tudo é mais difícil, porém,  surpreendentemente sempre com ótima recepção por parte do público e essa  é a grande vitória de fazer tudo isso.</p>
<p style="text-align: justify;">A turnê foi um sucesso e gerou  diversas outras oportunidades para momentos posteriores, e deixando as  portas abertas para retornar na maioria dos lugares, e não é a toa que  conseguimos tocar mais de uma vez em mais de um terço das cidades que  visitamos, em algumas delas, quatro ou cinco vezes.</p>
<div id="attachment_121" style="width: 650px;"><a href="http://leomartinezz.files.wordpress.com/2010/12/untitled-3.jpg"><img title="Soundcheck no Palco da FMB 2010 - BH(MG) e Show em Camaçari(BA)" src="http://leomartinezz.files.wordpress.com/2010/12/untitled-3.jpg?w=640&amp;h=990" alt="Soundcheck no Palco da FMB 2010 - BH(MG) e Show em Camaçari(BA)" width="381" height="588" /></a><em></em></div>
<div style="width: 650px;"><em>Soundcheck no Palco da FMB 2010 &#8211; BH(MG) e Show em Camaçari(BA)</em></div>
<p style="text-align: justify;">Claro, o conteúdo é o fator mais  importante na banda, e investimos nisso, mas alguns fatores são quase  tão importantes quando a questão é estar circulando. Anderson Foca, meu  companheiro de banda sempre fala em “Qual o sinal que você está emitindo  para os contratantes e produtores?”. Com isso, é preciso ter cuidado,  mas deve partir também da essência da banda e da paixão com que ela  realiza tudo o que faz. O nosso sinal é estar disponível para se  apresentar para 5 ou 5 mil pessoas em um mesmo final de semana, no maior  palco das nossas vidas ou em um bar apertado onde sequer há um palco,  com a mesma simpatia, dedicação e vontade de fazer bem feito.</p>
<p style="text-align: justify;">NUNCA,  NUNCA subestime um lugar ou seu público, por menor que ele seja, sempre é  uma nova oportunidade e uma nova experiência, além de gerar  oportunidades futuras. Outro ponto importante é reclamar menos e fazer  mais, saber lidar com as adversidades e saber que elas sim são o grande  laboratório para uma banda que quer circular.</p>
<p style="text-align: justify;">Quantas vezes fora de casa  não encontramos o amplificador dos nossos sonhos ou sequer tinha um  amplificador? E sabe o que fazemos? Não há tempo para reclamação, vamos  estudar a melhor maneira possível de timbrar o que nos foi fornecido e  fazer a nossa parte. Claro que tudo tem limites e às vezes a estrutura  fornecida (nunca foi o caso) é inviável, mas sempre o trabalho é no  sentido de otimizar e respeitar as condições da produção e do local e  valorizamos muito essa experiência e esse exercício.</p>
<p style="text-align: justify;">Não foram poucas as  vezes que saímos de casa para um show que pagava bem para a nossa  realidade e resolvemos investir e casar investimentos da nossa parte  para fazer shows em lugares que tem condições bem mais modestas, mas que  acreditamos no potencial e no público. Aproveitar o tempo também é  importante, cumprindo outras pautas ‘extra-shows’ e marcando outras em  dias off que fatalmente teríamos naquela cidade, como, por exemplo,  Fortaleza nos dias da feira da música, onde conseguimos nos apresentar  três vezes para três estilos de público e lugares distintos, sem dúvida  um passo muito importante para a formação de público e construção da  carreira da banda.</p>
<p style="text-align: justify;">Lá em cima falei em casar investimentos da banda para  viabilizar outros lugares, e volto a falar. Nossa tour de Maio pelo  sudeste e centro-oeste foi quase toda custeada por dois shows bons que  realizamos. Poderíamos ter feito os dois e voltado para casa com esse  dinheiro. Mas uma coisa é certa, com ele, nem de longe, conseguiríamos  comprar o que ganhamos nesses dias que passamos fora, o aprendizado, as  pautas, os shows, as pessoas incríveis que conhecemos, os lugares que  não sei outro motivo pelo qual visitaríamos um dia se não com o rock e a  lição de vida, além, é claro, e mais uma vez, das várias oportunidades  geradas naquela ocasião, só pra destacar uma delas, a oportunidade de  conhecer e tocar na região Norte, no emblemático e acolhedor estado do  Acre, foi plantada ali, naquela ocasião.</p>
<div id="attachment_122" style="width: 650px;"><a href="http://leomartinezz.files.wordpress.com/2010/12/untitled-4.jpg"><img title="Público em Brasília(DF) e em Campinas(SP)" src="http://leomartinezz.files.wordpress.com/2010/12/untitled-4.jpg?w=640&amp;h=992" alt="Público em Brasília(DF) e em Campinas(SP)" width="418" height="649" /></a><em></em></div>
<div style="width: 650px;"><em>Público em Brasília(DF) e em Campinas(SP)</em></div>
<p style="text-align: justify;">E assim se passou um ano com mais de 70  shows, quase 80 pautas, TV’s, rádios, jornais, um clipping poderoso.  Percorremos 14 estados do Brasil, 5 regiões, 31 cidades, conseguindo  retornar em várias delas. Foram longas viagens, as vezes tendo que estar  em Londrina no sul do país e em Juazeiro do Norte, no meio do cariri  cearense. As mudanças radicais de paisagem, clima, cultura e condições  sócio-economicas, nada são perto do desejo de receber rock e algo novo  em todos esses lugares.</p>
<p style="text-align: justify;">Se tem uma coisa que foi a grande estrela desse  ano, pode-se dizer, sem dúvida, que foi a receptividade por parte do  público, muito acima do esperado, e às vezes surpreendente, nos  motivando a querer voltar e fazer melhor todas as vezes. Portanto, além  de uma retrospectiva e dicas, eu quero principalmente demonstrar a minha  felicidade e agradecimento a todos que fizeram esse ano tão incrível.</p>
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		<title>CAMARONES ORQUESTRA GUITARRÍSTICA GANHA O PETROBRAS CULTURAL</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2010/12/camarones-orquestra-guitarristica-ganha-o-petrobras-cultural/</link>
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		<pubDate>Sat, 18 Dec 2010 00:31:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>

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		<description><![CDATA[
Foto: Camarones em Brasília/DF por Nicolas Gomes
Com uma tour de quase oitenta datas chegando ao fim, o grupo potiguar Camarones Orquestra Guitarrística tem muito o que comemorar, o grupo acaba e ser contemplado no Petrobras Cultural, o maior edital de cultura do país. O anúncio foi feito hoje em solenidade organizada pela empresa em São [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/cama-01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-17019" title="cama 01" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/cama-01-448x297.jpg" alt="cama 01" width="448" height="297" /></a><br />
<em>Foto: Camarones em Brasília/DF por Nicolas Gomes</em></p>
<p>Com uma tour de quase oitenta datas chegando ao fim, o grupo potiguar <strong>Camarones Orquestra Guitarrística</strong> tem muito o que comemorar, o grupo acaba e ser contemplado no <strong>Petrobras Cultural</strong>, o maior edital de cultura do país. O anúncio foi feito hoje em solenidade organizada pela empresa em São Paulo.</p>
<p>O feito do quinteto potiguar não é pequeno, o projeto do <strong>Camarones </strong>foi o único contemplado no Rio Grande do Norte e é um dos poucos dentro do rock. Móveis Coloniais de Acaju e Nancy, ambos de Brasília, foram os outros premiados no estilo. &#8220;<em>Acho que esse prêmio consagrou um trabalho árduo e programado que tivemos desde março quando lançamos nosso disco. Nos esforçamos muito para estar sempre em tour, levando nosso show pro máximo de pessoas possíveis e esse trabalho sempre dá resultado. Estamos muito felizes!</em>&#8220;, diz <strong>Ana Morena</strong>, baixista da banda.</p>
<p>Agora, com o final da tour 2010, o grupo se preparar para registrar um novo trabalho e finalizar seu DVD de estréia. &#8220;<em>Já estamos há dois anos com esse repertório e está na hora decolocarmos um novo trabalho na rua, vamos aproveitar as folgas de fim de ano para fazer isso</em>&#8220;, diz <strong>Xandi Rocha</strong>, baterista.</p>
<p>O Camarones ainda faz quatro apresentações este ano, duas em Natal/RN, uma em Camaçari e outra em Feira de Santana, ambas na Bahia.</p>
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		<title>VEJA AS MÚSICAS SELECIONADAS PRO MPBECO 2010</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Aug 2010 09:34:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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As músicas que disputarão as duas semifinais da 5ª edição do Festival de  Música do Beco da Lama – o conhecido MPBeco – já estão definidas. A  comissão responsável pela escolha das 24 concorrentes debruçou-se sobre  um universo integrado por 260 composições, pertencentes aos mais  diversos gêneros musicais, cujas inscrições vieram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="470" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/6UkVBroE3xw?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="470" height="300" src="http://www.youtube.com/v/6UkVBroE3xw?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>As músicas que disputarão as duas semifinais da <strong>5ª edição do Festival de  Música do Beco da Lama – o conhecido MPBeco</strong> – já estão definidas. A  comissão responsável pela escolha das 24 concorrentes debruçou-se sobre  um universo integrado por 260 composições, pertencentes aos mais  diversos gêneros musicais, cujas inscrições vieram de diferentes regiões  do Estado.</p>
<p>A comissão contou com a participação do jornalista e  músico, Moisés de Lima, vencedor da 3ª edição do Festival, como  integrante da banda “Os Grogs”; pela também jornalista e musicista,  Michelle Ferret, ex-integrante do grupo “Rosa de Pedra”; e pelo músico e  produtor Vlamir Cruz.</p>
<p>Para definir a ordem das apresentações  nas duas etapas da fase semifinal, que serão realizadas nos dias 11 e 18  de setembro, e para esclarecer dúvidas com relação ao regulamento, a  produção do Festival está convocando representantes dos trabalhos  selecionados para uma reunião, na próxima segunda-feira, 30, às 18h00,  no auditório da Capitania das Artes. A seqüência de apresentação nas  semifinais será definida por sorteio.</p>
<p>As 24 selecionadas estão abaixo:</p>
<p>Segue abaixo as 24 músicas selecionadas à primeira eliminatória da 5ª  edição do Festival MPBeco. Detalhes do festival, premiação, regulamento,  é só visitar o site oficial do evento, clicando <a href="http://www.festivalmpbeco.com.br/">AQUI</a>.</p>
<p>Música: A Balada da Cidade Mágica<br />
Compositor(a): Franklin Mário<span id="more-16021"></span></p>
<p>Música: Mais Respeito<br />
Compositor(a): Anderson Camilo / Daniel Pinho</p>
<p>Música: Porta-Retrato<br />
Compositor(a): Janekelly da Silva Lira</p>
<p>Música: As Duas Torres<br />
Compositor(a): Gabriel Leopoldino</p>
<p>Música: Me Chame Com&#8217;eusou(L)<br />
Compositor(a): Maxsoul / Maguinho da Silva</p>
<p>Música: Sabe<br />
Compositor(a): Lourdes Silva</p>
<p>Música: Caravana dos Loucos<br />
Compositor(a): Ivanilson da Silva – Damned Blues</p>
<p>Música: Memória da Casa Velha<br />
Compositor(a): Severino Ramos / Fernando Calon / Nagério</p>
<p>Música: Semancol<br />
Compositor(a): Ivando Monte</p>
<p>Música: Coco Parangolé<br />
Compositor(a): Zé Martins</p>
<p>Música: Minha Alma Não É Feita de Encaixar<br />
Compositor(a): Arcésio Andrade</p>
<p>Música: Sonho Real<br />
Compositor(a): Terezinha de Jesus</p>
<p>Música: Deu Sede<br />
Compositor(a): Vernon Bitu</p>
<p>Música: Mr. President Barac Obama<br />
Compositor(a): Luiz César / Flávio Henrique Pereira</p>
<p>Música: Tarja Preta<br />
Compositor(a): Luis Gustavo Costa</p>
<p>Música: Eu, Eles e Minha Casa<br />
Compositor(a): Rodrigo Lacerda</p>
<p>Música: Nada É Mais Forte Que o Amor<br />
Compositor(a): Marcondes Brasil</p>
<p>Música: Torto Viés<br />
Compositor(a): José Wicliff</p>
<p>Música: Feitiço Brasileiro<br />
Compositor(a): Márcio Ramalho</p>
<p>Música: Nego Nagô<br />
Compositor(a): Miguel Nery</p>
<p>Música: Tsunami<br />
Compositor(a): Julio Lima</p>
<p>Música: Judas Estalou Um Beijo<br />
Compositor(a): Graco Medeiros / Zoroaster Medeiros</p>
<p>Música: O Riso<br />
Compositor(a): Eduardo Pandolphi / Cleo de Brito Lima / Misael Eduardo Fernandes</p>
<p>Música: Ultraleve<br />
Compositor(a): Donizete Lima / Luis Gadelha</p>
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		<title>CAMILA MASISO (RN) NO DIÁRIO DE NATAL</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 11:14:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Natal]]></category>

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		<description><![CDATA[Sambista respeitado se cria em sambas de roda, na linha de frente do partido alto. Né, não? Nos últimos anos o Brasil tem visto que não. A regra tem sido quebrada e os sambistas da velha guarda têm assistido novas variantes do gênero. Roberta Sá, Céu, Mariana Aydar, Maria Rita e mais uma penca de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sambista respeitado se cria em sambas de roda, na linha de frente do partido alto. Né, não? Nos últimos anos o Brasil tem visto que não. A regra tem sido quebrada e os sambistas da velha guarda têm assistido novas variantes do gênero. Roberta Sá, Céu, Mariana Aydar, Maria Rita e mais uma penca de intérpretes de um samba meio Bossa Nova, meio MPB, meio&#8230; &#8220;Não sei o que é. Ora, o samba se desdobra em variantes. Samba não precisa ser o partido alto. Quero quebrar esse preconceito e mostrar que a música contemporânea brasileira pode ser tão boa quanto era antigamente&#8221;.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="5" width="200" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.diariodenatal.com.br/imagens/2010/08/06/MUITO1_1.jpg" border="0" alt="" width="200" height="150" /><br />
<span>Ex-integrante do grupo Tricor, a cantora pretende mostrar seu talento na França após lançamento do primeiro CD Foto: Bruno Povoa/Divulgação</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A autora da frase acima é a jovem cantora Camila Masiso, ex-integrante do grupo pop Tricor e agora uma promissora intérprete do que chama de &#8220;música contemporânea brasileira&#8221;. A razão do conceito tão abrangente é a mistura instrumental e rítmica inserido nas nove faixas do novo CD Boas Novas, com lançamento previsto ainda para agosto. Mas a essência sonora é mais restrita: &#8220;É samba, mas passeia por vários gêneros. Se escuta um afoxé, lá atrás vem um maracatu; tem o trombone que dá uma pegada bossanovista e muitos elementos regionais&#8221;, conceitua a cantora.</p>
<p>O repertório todo autoral já tem sido trabalhado nos shows. Quem quiser conferir, tem apresentação da moça na noite de hoje, na Boate Vogue. O instrumentista Diogo Guanabara e integrantes do Macaxeira Jazz &#8211; Henrique Pacheco (contrabaixista) e Rogério Pitomba (baterista) &#8211; tem acompanhado Camila nos shows e são autores de boa parte das canções. Ainda uma parceria de Babal e Pedro Mendes, e composições de Turi Matias e Maikel Câmara. &#8220;Talvez esse seja meu diferencial: trabalhar a música autoral. É relativamente fácil regravar clássicos da música brasileira&#8221;, opina.<span id="more-15351"></span></p>
<p>Camila descarta comparações, foge do referencial de Roberta Sá e busca o encontro com seu estilo após longo passeio por bandas teenage. A banda Tricor virou lembrança saudosa da apresentação no Programa do Jô, na Globo, e da gravação do único CD da carreira, em 2008. A carreira-solo paralela à bandajá apontava novos caminhos. &#8220;Quando Karol Pozadski (ex-Inácio Toca Trompete) me chamou para o show Cantoras do Brasil, no Galpão 29, selecionei canções de Céu, Roberta Sá, Vanessa da Mata e Maria Rita. Foi um sucesso. Fizemos o segundo e outras referências me chegaram. Descobri mais de Chico Buarque, Dorival Caymmi, Caetano. Vieram outros convites, aprimoramos o repertório e não parei mais&#8221;.</p>
<p><strong>Critérios</p>
<p></strong>Mais segura e estilosa, Camila Masiso aposta nesta nova fase. &#8220;Combina mais comigo&#8221;. Mesmo ciente do público mais seletivo e exigente. &#8220;O leque de público é mais amplo. Pessoas de 70 anos agora escutam minha música. Mas por outro lado, é também mais segmentado e criterioso. Conseguir cativar plateias como essa é um prêmio&#8221;. E para tanto, Camila tem buscado novas referências e conhecimentos musicais. &#8220;Procurei a Teresinha de Jesus, Aldir Blanc, MP4. É muita gente boa. Foi uma transformação radical. A lista do meu Ipod mudou completamente&#8221;, brinca.</p>
<p>De olho no mercado europeu<!--# GFO FIM TITULO GFO #--></p>
<p><!--# GFO INICIO TEXTO GFO #-->Para lapidar a técnica vocal e adquirir mais experiência, a cantora já agendou viagem à França em outubro. A intenção é estudar música, participar de festivais (ela foi uma das cinco finalistas do Festival MPBeco 2009, interpretando a música Na Quina, composta por Diogo Guanabara e Rodrigo Levino) e apresentar o CD ao mercado francês. Também estão nos planos de Camila Masiso a gravação de novo CD, com regravações de clássicos da MPB. Por enquanto, ela prepara o lançamento do Boas Novas, em data e com convidados ainda indefinidos. De certo, uma bela noite musical no Teatro Alberto Maranhão e uma prévia à imprensa em formado de pocket show.</p>
<p>O CD Boas Novas foi gravado de forma independente. Camila estuda a possibilidade de enquadrar o produto na tecnologia SMD &#8211; o que parece uma tendência entre artistas independentes (segmento também em ascensão). É um novo conceito de reprodução musical em formato de CD, semimetalizado e com mudanças simples de padrão visual. Preserva os direitos autorais e reduz o custo da produção do CD, em média de 80% para o artista. &#8220;É uma solução para baratear custos. Bancar tudo como produção independente dificulta muito&#8221;. E outra estratégia de divulgação já definida é a inauguração do site da cantora, marcado para 20 de agosto.</p>
<p><!--# GFO FIM TEXTO GFO #--><!--# GFO FIM TEXTO GFO #--></p>
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		<title>CARAVANA PETROBRÁS CULTURAL 2010 EM NATAL</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2010/07/caravana-petrobras-cultural-2010-em-natal/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 09:14:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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Leia abaixo o convite da Petrobrás para palestra sobre o Petrobrás Cultural 2010, programa de editais da empresa. Recomendamos a todos os produtores marcarem presença. Um projeto potiguar já está aprovado na edição deste ano, o Festival Dosol 2010 passou no edital de Festivias de música. Leia o convite:
Você está convidado a participar do próximo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/petro.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-14811" title="petro" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/petro.jpg" alt="petro" width="224" height="117" /></a></p>
<p>Leia abaixo o convite da Petrobrás para palestra sobre o <strong>Petrobrás Cultural 2010</strong>, programa de editais da empresa. Recomendamos a todos os produtores marcarem presença. Um projeto potiguar já está aprovado na edição deste ano, o <strong>Festival Dosol 2010</strong> passou no edital de Festivias de música. Leia o convite:</p>
<p>Você está convidado a participar do próximo encontro da Caravana Petrobras Cultural 2010. O evento contará com a participação de Antônio Leal, Consultor de Leis de Incentivo, que apresentará a &#8220;Oficina Petrobras Cultural de Formatação de Projetos&#8221;. Com duração de quatro horas, a oficina aborda aspectos técnicos que devem ser observados na formulação de um projeto e inclui uma prática de preenchimento dos formulários de inscrição do Programa Petrobras Cultural (PPC) e da Lei Rouanet. A Caravana é gratuita e está sujeita à lotação do espaço!</p>
<p>As inscrições para o PPC estão abertas desde 10 de junho. São 16 áreas de Seleção Pública, com verba total de R$ 52,2 milhões. A Seleção é destinada à escolha de projetos dentro das três linhas de atuação do PPC: Formação; Preservação e Memória; e Produção e Difusão.<br />
Para mais informações, acesse o site www.petrobras.com.br/ppc.</p>
<p>Data: 08/07/2010<br />
Horário: das 8h30 às 12h<br />
Local: FIERN- Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte / Auditório Albano Franco<br />
Endereço: Av. Senador Salgado Filho, 2860 &#8211; Lagoa Nova, Natal/RN<br />
Gentileza confirmar presença através do telefone: (84) 3206-2005 ou do<br />
e-mail:caravanacultural@soeventosnatal.com.br</p>
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		<title>ENTREVISTA: DEADFUNNYDAYS (RN)</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2010/06/entrevista-deadfunnydays-rn/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Jun 2010 17:19:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Natal]]></category>

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O Deadfunnydays está  longe de ser uma unanimidade na boca dos roqueiros aqui da cidade,  sobretudo os mais novos. Entre os músicos de outras bandas locais a  história é um pouco diferente e talvez o DFD seja um do nomes mais  queridos para quatro em cada cinco pessoas que estão envolvidas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Deadfunnydays  ao vivo #Foto: acervo" src="http://www.ladoerre.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/DFD-01-495x344.jpg" alt="" width="495" height="344" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O <a title="Myspace" href="http://www.myspace.com/deadfunnydays" target="_blank"><strong><span style="color: #ff9900;">Deadfunnydays</span></strong></a> está  longe de ser uma unanimidade na boca dos roqueiros aqui da cidade,  sobretudo os mais novos. Entre os músicos de outras bandas locais a  história é um pouco diferente e talvez o DFD seja um do nomes mais  queridos para quatro em cada cinco pessoas que estão envolvidas no  circuito local há pelo menos uns 10 anos… Quem sabe esse carinho seja  conseqüência do sentimento que eles passam através do som que tocam: a  voz desafinada de Brunno, a base e arranjos criativos da guitarra de  Dimetrius entrelaçada com os solos hipnotizantes e infinitos de Raphael;  as linhas tortas do baixo de Rafael F. e a bateria precisa de Fernando,  fechando o pacote.</p>
<p>Não sei se tem a ver, mas eles nunca  foram mesmo uma banda que tinha shows periódicos. Eles sempre apareceram  aqui e ali, discretos e barulhentos. Uma verdadeira lenda! Sempre  carismáticos e brincalhões, chego até arriscar dizer que o fato de nunca  terem sido uma “banda de verdade” deu um certo charme ao Deadfunnydays.  E que não me entendam mal, quando digo “banda de verdade” estou me  referindo ao modelo que se espera de uma banda atualmente: organizada e  blábláblá… Eles até que já tentaram, mas nunca foram isso.</p>
<p><a href="http://www.ladoerre.com/blog/?p=643" target="_blank">LEIA O RESTO DA MATÉRIA AQUI</a></p>
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