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	<title>DoSol &#187; 3namassa</title>
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	<itunes:author>DoSol</itunes:author>
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		<title>COMO FOI? FESTIVAL HUMAITÁ PRA PEIXE (RJ) PRIMEIRO DIA</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Jan 2009 15:12:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Bragatto</dc:creator>
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Foto: 3namassa por Thomás Rangel
Por Marcos Bragatto, Rio de Janeiro
&#8220;Música de fundo&#8221; do 3namassa abre Humaitá Pra Peixe
Projeto lounge que salienta vozes femininas não funcionou muito bem ao vivo, mas platéia contemplativa aplaudiu mesmo assim.
Historicamente os projetos paralelos de artistas que se destacaram em outras bandas e o Festival Humaitá Pra Peixe têm tudo a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-5834" title="humaita02" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/humaita02-448x298.jpg" alt="humaita02" width="448" height="298" /><br />
<em>Foto: 3namassa por Thomás Rangel</em></p>
<p><strong>Por Marcos Bragatto, Rio de Janeiro</strong></p>
<p><strong>&#8220;Música de fundo&#8221; do 3namassa abre Humaitá Pra Peixe</strong><br />
<em>Projeto lounge que salienta vozes femininas não funcionou muito bem ao vivo, mas platéia contemplativa aplaudiu mesmo assim.</em></p>
<p>Historicamente os projetos paralelos de artistas que se destacaram em outras bandas e o Festival Humaitá Pra Peixe têm tudo a ver, sobretudo em noites de abertura ou encerramento. Ontem, na vizinha Copacabana, coube ao 3namassa, de integrantes do Nação Zumbi e Instituto, abrir a edição desse ano. O tal projeto consiste em evidenciar vozes femininas sobre bases desenroladas pelos músicos, coisa que funcionou bem o CD lançado ano passado, “Na Confraria das Sedutoras”.</p>
<p>Como projeto, no entanto, funciona muito mais em disco do que no palco. Juntar uma pá de mulheres para cantar sobre as bases feita por Pupilo, Dengue e Rica Amabis não é nada fácil, e por isso mesmo só quatro das treze que cantam no disco deram o a da graça na Sala Baden Powell. A irresistivelmente sexy Thalma de Freitas, a desengonçada Karine Carvalho, a fofa Lurdes da Luz e a esquálida Geanine Marques conseguiram o que parecia impossível: dançar e esboçar alguma performance (sobretudo Thalma) em músicas cuja vocação é fazer viajar, ainda mais para uma platéia sentada e contemplativa.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-5835" title="humaita01" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/humaita01-448x298.jpg" alt="humaita01" width="448" height="298" /><br />
<em>Foto:  Sala Baden Powell por Thomás Rangel</em></p>
<p>Musicalmente se percebe que, no palco, o 3namassa é uma banda de baixista, com Dengue comandando todas as músicas sem dar muita bola para o MPC de Rica, e muitas vezes deixa a guitarra do quarto elemento oculta. É Dengue quem decide os andamentos lentos e viajandões &#8211; salvo raras exceções – das músicas, que, se bem executadas e agradáveis, soam monótonas como se o local, em vez de ser um espaço para shows, fosse uma enorme lounge ao vivo, com o público a espera de algo que viria depois. Não veio. A apresentação é curta, até pela falta de repertório, que abre espaço para versões de músicas do Rei Roberto Carlos nos tempos da jovem guarda e até de uma Madonna pouco conhecida.</p>
<p>Sobrou, então, para as vocalistas a salvação da lavoura, mas só Thalma tinha intimidade com o riscado e o mínimo de bom gosto. Sob uma cabeleira black nos 70 e dentro de um vestidão estampado com as costas nuas, a cantora foi mais atriz do que nunca, esbanjando sensualidade nas músicas em que cantou sozinha, e até no dueto “delícia” &#8211; como disse o MC no playback &#8211; com Karine. Pena que esta, de figurino ordinário, não entrou no clima ao ser praticamente encoxada por Thalma. Alguém deveria ter apresentado o palco à dublê de cantora, que chegou a imitar os irritantes traquejos vocais do maridão Amarante.</p>
<p>Por ser modelo, Geanine Marques deve ter licença do Ministério da Saúde para exibir um visual cáustico de tão magro que projeta um esqueleto fora de proporções e agride a paisagem que se tem do palco, sob luz baixa e com vídeos realçando ao fundo. Quase imóvel, não soube aproveitar a experiência das passarelas. Lurdes da Luz teve seu melhor no momento num rap muito bem cantado, mas foi só. Talvez se juntasse ela e Thalma a coisa poderia ser melhor. Ou talvez o espetáculo tenha sido tudo muito bom mesmo, se considerarmos os aplausos complacentes de um público que só não lotou o teatro por causa de 50 furões.</p>
<p><a href="http://www.dosol.com.br/2009/01/como-foi-festival-humaita-pra-peixe-rj-primeiro-dia/"><img src="http://img.youtube.com/vi/-u1-exr403k/default.jpg" width="130" height="97" border=0></a></p>
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		<title>RESENHA DE DISCO: 3NAMASSA &#8211; NA CONFRARIA DAS SEDUTORAS</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 10:25:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bruno Nogueira]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[3namassa]]></category>

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		<description><![CDATA[O amor sempre foi o tópico mais recorrente na música popular. Ouvindo algumas canções, é possível observar como o homem vai ficando mais frio, mais permissivo e seus valores em relação ao sentimento mudam com o tempo. Nossa época é muito peculiar para pensar no assunto, principalmente quando a sensualidade é trazida em destaque. Nada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O amor sempre foi o tópico mais recorrente na música popular. Ouvindo algumas canções, é possível observar como o homem vai ficando mais frio, mais permissivo e seus valores em relação ao sentimento mudam com o tempo. Nossa época é muito peculiar para pensar no assunto, principalmente quando a sensualidade é trazida em destaque. Nada mais é explicito e a tensão sexual deixou de ser uma negociação de olhares e carícias entre homem e mulher para ser uma simples questão de tempo. <strong>Pupillo</strong> e <strong>Dengue</strong>, ambos da <strong>Nação Zumbi</strong>, junto com <strong>Rica Amabis</strong> (<strong>Instituto</strong>) desafiam um pouco desse contexto, reformulando o conceito do sensual no formato da banda <strong>3naMassa</strong>. E o que era apenas projeto paralelo ganha agora disco e tratamento refinado pela <strong>Deckdisc</strong>.<span id="more-1932"></span></p>
<p>“<em>Eu acho que a sensualidade ainda existe sim na música brasileira</em>“, comenta <strong>Pupillo</strong>, que recentemente passou a grafar o apelido um L a mais. Coisa de artista. É no mínimo curioso imaginar que fazer parte da mais bem sucedida banda do cenário independente ainda não permite que eles mudem seu “modus operandi” de outras que ainda estão arriscando ao se mudar para São Paulo. “<em>Foi uma coisa pensada por nós três mesmo, a gente divide apartamento aqui em São Paulo e ficávamos pensando em fazer algo bem diferente mesmo</em>“, contextualiza, “<em>Só com meninas.</em>” Talvez ele nem perceba a malícia inteira que se esconde ao associar mulheres já adultas com meninas, um dos grandes segredos desse disco.</p>
<p>“<em>Acho que isso é aflora no disco porque estávamos muito preocupados com a interpretação, como se a gente tivesse invadindo a vida íntima de uma menina</em>“, explica. Além dos três, a massa também tem letras de <strong>Jorge du Peixe</strong> (<strong>Nação Zumbi</strong>), <strong>Junio Barreto</strong>, <strong>Rodrigo Amarante</strong> (<strong>Los Hermanos</strong>), <strong>Fernando Catatau</strong> (<strong>Cidadão Instigado</strong>), <strong>Lirinha</strong> (<strong>Cordel do Fogo Encantado</strong>), <strong>Bacteria</strong> (<strong>Mundo Livre</strong>), <strong>Felipe S</strong> e <strong>Marcelo Campelo</strong> (<strong>Mombojó</strong>), <strong>China</strong> e o jornalista <strong>Alex Antunes</strong>. “<em>Chamamos nossos amigos e pedimos que eles escrevessem as músicas como se fossem meninas, tentando pensar dessa forma</em>“, conta o baterista, “<em>Pensamos em algo temático, como uma trilha de um filme que não foi feito</em>“.</p>
<p>As “meninas”, na verdade, são um time de primeira divisão. <strong>Leandra Leal</strong>, <strong>Thalma de Freitas</strong>, <strong>Céu</strong>, <strong>Karine Carvalho</strong>, <strong>Pitty</strong>, <strong>Simone Spoladore</strong>, <strong>Nina Becker</strong>, <strong>Cyz</strong>, <strong>Alice Braga Geanine</strong>, <strong>Nina Miranda</strong>, <strong>Karina Falcão</strong> e <strong>Lurdes da Luz</strong>. Algumas, os mais atentos vão perceber, são as respectivas dos próprios compositores. Pensando sempre nesse conceito de cinema, Pupillo se refere a elas sempre como atrizes. “<em>Lógico que tem ótimas cantoras ali, mas as chamamos também por serem mais descompromissadas com técnicas vocais, isso era fundamental para o que a gente dirigiu em estúdio, de uma sensualidade sem ser vulgar, deixada na entrelinha</em>“.</p>
<p>Já de cara, na primeira faixa, com Leandra Leal sussurrando em francês nos ouvidos, saltam as referências a <strong>Serge Gainsbourg</strong>. “<em>A gente tava ouvindo muito ele em casa e como foi um disco feito em casa mesmo…</em>“, conta Pupillo. “<em>Fomos usando imagens de coisas que a gente curte para elas, então foram desenvolvendo novos temas, todo mundo participou trocando idéias, então foi muito fácil principalmente para as atrizes</em>“, completa. Apesar do saudosismo carregar a memória direto para a França dos anos 60, existe algo de mais contemporâneo, principalmente na forma como cada cantora (aliás, atriz) é usada de forma diferente nas faixas. Quase como uma versão brasileira para a banda inglesa de trip hop <strong>Massive Attack</strong>.</p>
<p>Agora que saiu da sala de casa, o 3naMassa além de disco já começa a planejar os primeiros shows. “<em>A idéia era fazer uma trilha, mas queremos levar isso para frente mesmo</em>“, adianta Pupillo. “<em>No lançamento aqui em São Paulo vamos tentar ter o máximo de atrizes no palco, mas a idéia é viajar com algo mais enxuto</em>“, explica. “<em>A coluna vertebral somos nós três mesmo</em>“. Se já é perigoso ouvir a banda com um fone, com todas essas mulheres sussurrando no ouvido, depois da primeira impressão é inevitável não pensar no tamanho charme que deve ser com essas músicas ao vivo.</p>
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		<title>COLUNA DO LEVINO: OBAMA, ABRIL E MAIS</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Feb 2008 10:05:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Levino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[- O debate de ontem entre Hillary e Obama transmitido no Brasil pela CNN foi bem sacal. A verdade é que esperava-se uma senhora Clinton partindo para cima com considerável violência. Ela não o fez. Preferiu um discurso morno (educado?) que na lógica de empate entre os dois candidatos nesse embate quem leva a melhor é Obama. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>- O debate de ontem entre Hillary e Obama transmitido no Brasil pela CNN foi bem sacal. A verdade é que esperava-se uma senhora Clinton partindo para cima com considerável violência. Ela não o fez. Preferiu um discurso morno (educado?) que na lógica de empate entre os dois candidatos nesse embate quem leva a melhor é Obama. Mas não sou bom em análises, isso são apenas impressões. <a href="http://pedrodoria.com.br/2008/02/22/um-bom-debate-para-obamadevido-a-elegancia-de-hillary/" target="_blank">O Doria faz isso melhor</a>.<span id="more-1720"></span></p>
<p>- O PT que passou a vida inteira pregando (ao menos nalgumas fases de sua história) o não pagamento da dívida externa, agora usa o fato do <a href="http://jbonline.terra.com.br/editorias/economia/papel/2008/02/22/economia20080222000.html" target="_blank">Brasil ter se transformado em credor</a> para comemorar uma politica fiscal austera e conservadora, que nunca foi petista. É tucana até o osso. Vá entender.</p>
<p>- Tem coisa que eu acho um sacrilégio. Querer escarafunchar músicas dos Beatles, por exemplo. O risco de desgraçar com uma versão o que é uma obra-prima é quase certo. O risco de querer copiar Marilyn e <a href="http://media.nymag.com/fashion/08/spring/44247/index.html" target="_blank">dar num ensaio duvidoso idem</a>.</p>
<p>- Como se não bastasse Rica Amabis, Pupillo e Dengue (estes dois da Nação Zumbi) juntos na formação do grupo <a href="http://www.myspace.com/3namassa" target="_blank">3NaMassa</a>, eis que se unem a cantora Céu e dão início aos trabalhos, agora como <a href="http://www.myspace.com/sonantes" target="_blank">Sonantes</a>. Coisa fina.</p>
<p>- E aí, tá sabendo que o lendário <a href="http://www.myspace.com/newyorkdolls" target="_blank">New York Dolls</a> (desfalcado, mas e daí?) entrou na escalação do <a href="http://www.abrilprorock.com.br/" target="_blank">Abril Pro Rock</a>? Classudo.</p>
<p>- Nunca haverá <a href="http://www.pitchforkmedia.com/article/feature/48801-column-poptimist-12" target="_blank">um radio DJ como ele</a>.</p>
<p>- Tem sempre uma discussão bacana tolando no <a href="http://www.substantivoplural.com.br/" target="_blank">Substantivo Plural</a>. Volta e meia uns socos e pontapés. Mas é isso que dá a graça ora =)</p>
<p>- Depois daquele horroroso disco Road to Rouen, o Supergrass (lembra do I Should Coco? Ouvi essa semana e emocionei =P) <a href="http://www.strangeones.co.uk/music/diamondhooha.htm" target="_blank">está todo nervosinho em Diamond Hoo Ha</a>, hein? Em grande forma.</p>
<p>- Já não existem limites para o <a href="http://www.popup.mus.br/2008/02/21/o-novo-do-css/" target="_blank">CSS</a> (com os cacos do próximo disco sendo juntados num exercício de futurologia). A última é que <a href="http://ixma.fimc.net/article.asp?id=542631" target="_blank">Lovefoxxx vai fazer um dueto com o guru Gillespie</a>, no novo disco do Primal Scream. O que vai ter neguinho se mordendo hein? Ps.: Deu vontade de ouvir Trainspotting agora =P</p>
<p>- Para quem está em Natal, fica esperto que domingo tem matéria enorme minha <a href="http://www.tribunadonorte.com.br/" target="_blank">Tribuna do Norte</a> sobre o Oscar 2008 com direito a palpites, análise da premiação nos últimos anos e resenha dos cinco principais indicados. Aparece lá, caderno Brasil.</p>
<p>- Sadovski começou a escolhar os (seus) <a href="http://www.setonline.com.br/kapow/" target="_blank">melhores filmes de 2007</a>. Ou seja: mais gente chiando =P</p>
<p>- Rolando <a href="http://www.urbanaque.com.br/conteudo_video25.asp" target="_blank">uma colaboração com o Urbanaque</a>. Maneiro. Virei um Urba e com estilo agressivo (puta piada interna).</p>
<p>- <a href="http://www.cultura.gov.br/site/?p=8455" target="_blank">Houve retificação no edital para quem quiser tirar uma grana do MinC</a> e realizar o seu longa metragem. É bom ficar de olhoara não deixar o cavalo passar selado.</p>
<p>- Da mesma maneira que é bom tomar cuidado com grana pública para fazer filme. O Guilherme Fontes vai ter que <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u375126.shtml" target="_blank">devolver uma nota para a viúva</a>.</p>
<p>- <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u375020.shtml" target="_blank">Estreou um filme de dar vergonha alheia</a>. Rambo, de novo. Pena, acabaram com um mito da minha infância. Aliás, o próprio mito fez isso.</p>
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