<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd"
	xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
>

<channel>
	<title>DoSol &#187; cabruera</title>
	<atom:link href="http://www.dosol.com.br/tag/cabruera/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.dosol.com.br</link>
	<description>Produtora, Selo, Rock Bar, Estúdio</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Feb 2012 15:23:00 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-br</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
	<copyright>Copyright &#xA9; DoSol 2011 </copyright>
	<managingEditor>risuenho@digi.com.br (DoSol)</managingEditor>
	<webMaster>risuenho@digi.com.br (DoSol)</webMaster>
	<image>
		<url>http://www.dosol.com.br/wp-content/plugins/podpress/images/powered_by_podpress.jpg</url>
		<title>DoSol</title>
		<link>http://www.dosol.com.br</link>
		<width>144</width>
		<height>144</height>
	</image>
	<itunes:subtitle></itunes:subtitle>
	<itunes:summary>Produtora, Selo, Rock Bar, Estúdio</itunes:summary>
	<itunes:keywords></itunes:keywords>
	<itunes:category text="Society &#38; Culture" />
	<itunes:author>DoSol</itunes:author>
	<itunes:owner>
		<itunes:name>DoSol</itunes:name>
		<itunes:email>risuenho@digi.com.br</itunes:email>
	</itunes:owner>
	<itunes:block>no</itunes:block>
	<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
	<itunes:image href="http://www.dosol.com.br/wp-content/plugins/podpress/images/powered_by_podpress_large.jpg" />
		<item>
		<title>ENCONTRO DA NOVA CONSCIÊNCIA EM CAMPINA GRANDE (PB) DIVULGA PROGRAMAÇÃO MUSICAL</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2009/02/encontro-da-nova-consciencia-em-campina-grande-pb-divulga-programacao-musical/</link>
		<comments>http://www.dosol.com.br/2009/02/encontro-da-nova-consciencia-em-campina-grande-pb-divulga-programacao-musical/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 14 Feb 2009 09:17:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Festivais e Shows]]></category>
		<category><![CDATA[BNegão]]></category>
		<category><![CDATA[burro morto]]></category>
		<category><![CDATA[cabruera]]></category>
		<category><![CDATA[CAMAORNES]]></category>
		<category><![CDATA[encontro da nova consciência]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.dosol.com.br/?p=6291</guid>
		<description><![CDATA[
Foto: Bnegão, confirmado no ENC.
Mais um palco do carnaval alternativo do Nordeste anuncia sua programação. Dessa vez quem passa por aqui é o Encontro da Nova Consciência em Campina Grande (PB). De Natal, seguindo extensa agenda de shows pelo Nordeste, quem representa a cidade é o Camarones Orquestra Guitarrística (que vai tocar 3 vezes durante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-6292" title="bnegao" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/bnegao-448x297.jpg" alt="bnegao" width="319" height="211" /><br />
<em>Foto: Bnegão, confirmado no ENC.</em></p>
<p>Mais um palco do carnaval alternativo do Nordeste anuncia sua programação. Dessa vez quem passa por aqui é o <strong>Encontro da Nova Consciência</strong> em Campina Grande (PB). De Natal, seguindo extensa agenda de shows pelo Nordeste, quem representa a cidade é o <strong>Camarones Orquestra Guitarrística</strong> (que vai tocar 3 vezes durante o carnaval). Segue programação completa:</p>
<p><strong>SEXTA 20.02:</strong><br />
- Camarones Orquestra Guitarristica (RN)</p>
<p><strong>SABADO 21.02:</strong><br />
- Projeto Binário (PB)<br />
- Bnegão Sound System (RJ)</p>
<p><strong>DOMIGO 22.02:</strong><br />
- DJ Dolores e Banda (PE)</p>
<p><strong>SEGUNDA 23.02:</strong><br />
- Cabruêra (PB)<br />
- Burro Morto (PB)</p>
<p><strong>TERÇA 24.02:</strong><br />
- Biliu de Campina (PB)<br />
- RE:Percussão (PB)</p>
<p>TODOS os dias com shows de música eletrônica com<br />
DJ Hunter e Convidados!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.dosol.com.br/2009/02/encontro-da-nova-consciencia-em-campina-grande-pb-divulga-programacao-musical/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>COMO FOI? GRITO ROCK PORTO DE GALINHAS</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2009/02/como-foi-grito-rock-porto-de-galinhas/</link>
		<comments>http://www.dosol.com.br/2009/02/como-foi-grito-rock-porto-de-galinhas/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Feb 2009 10:14:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Festivais e Shows]]></category>
		<category><![CDATA[amp]]></category>
		<category><![CDATA[cabruera]]></category>
		<category><![CDATA[grito rock porto de galinhas]]></category>
		<category><![CDATA[mombojó]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://1698245318</guid>
		<description><![CDATA[
Por Rafael F.
Conteúdo: Coletivo Noize
Porto de Galinhas é uma das praias mais movimentadas do verão Nordestino. Localizada a 70 km da capital pernambucana, foi lá o território do Grito Rock – etapa Pernambuco. Iniciativa do coletivo Lumo, uma galera mais que organizada, que acolheu com dedicação os artistas, produtores, jornalistas e todos os chegados envolvidos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-6206" title="12" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/12.jpg" alt="12" width="400" height="300" /></p>
<p><strong>Por Rafael F.</strong></p>
<p><a href="http://www.coletivonoize.blogspot.com" target="_blank"><strong>Conteúdo: Coletivo Noize</strong></a></p>
<p>Porto de Galinhas é uma das praias mais movimentadas do verão Nordestino. Localizada a 70 km da capital pernambucana, foi lá o território do Grito Rock – etapa Pernambuco. Iniciativa do coletivo Lumo, uma galera mais que organizada, que acolheu com dedicação os artistas, produtores, jornalistas e todos os chegados envolvidos com o evento. Um salve pra essa galera!</p>
<p><strong>1º dia – como foi mesmo, “velho” ?</strong></p>
<p>Quem começou a maratona de apresentações, com a casa ainda em clima de aquecimento, foi o Ex-Exus(PE). Mandaram um show carregado de elementos experimentais fundindo rock e poética do candomblé abençoando o público para o resto da noite.</p>
<p>Aproveitando o clima sobe ao palco a banda Chambaril(PE). O grupo mandou seu instrumental visceral, carregado de swing onde quem dava o tom era a melodica/ escaleta. Música para fechar os olhos e rodar um filme na cabeça.</p>
<p>Quando a boca começou a ficar seca, chega a vez da banda AMP(PE). Os caras passaram por uma pá de festival Brasil a fora e aportaram em Galinhas para impressionar o público com seu rock envenenado. Fazer a cabeça e sacudir a carcaça. Ficaria para a próxima banda a difícil missão de manter o público aceso pelo resto da noite.<span id="more-6205"></span></p>
<p>Uma pausa etílica, alguns passos marotos ao som da discotecagem da galera do Saltos Ornamentais e de volta ao palco chega a hora do combo paraibano dá as caras. Falo de duas ótimas bandas vindo daquelas áreas: Cabruera e Burro Morto. A simpática Cabruera chegou arrepiando, colocando a moçada pra dançar destilando seu repertório que mistura sem pieguices o rock com elementos da música popular nordestina.</p>
<p>Sem deixar a peteca cair os outros paraibanos (ou seria quase os mesmos?) do Burro Morto mantiveram a energia com seu som instrumental carregado de elementos percussivos pra balançar.</p>
<p>E para fechar a primeira noite: Mombojó(PE). A banda que passou por uma baixa ano passado parece ter se recuperado. Consumiu o tempo e fez a galera cantar junto suas canções. Tudo redondinho, tudo no seu devido lugar. O sol raiava lá fora.</p>
<p><strong>2º dia – como foi mesmo, “velho” ?</strong></p>
<p>Após uma leve descansada, algumas cervejinhas na praia e uma boa caminhada pelas ruas de porto de galinhas, damos início as atividade da segunda noite do evento.</p>
<p>Iniciando os trabalhos os guerreiros do Nuda(PE) que após dias de trabalho na organização do evento junto ao coletivo Lumo arrumaram energia para fazer a primeira apresentação da noite. Estavam muito a vontade no palco, tocaram várias músicas novas que serão lançadas em breve.</p>
<p>Dando continuidade chega a vez do Gigante Animal(SP). Os caras aproveitaram a estação para rodar o Nordeste, lançar seus discos, conhecer uma galera e deixar um público fiel. Finalizaram a viagem em Porto de galinhas deixando um gostinho de que voltarão em breve. Ficamos na torcida.</p>
<p>Alguns minutos depois me dou conta que o palco está tomado de músicos. Mas quem ia tocar era o Trio pouca chinfra e a cozinha(PE). A cozinha era grande viu?! Samba resistência como eles mesmos se intitulam. Fez a galera sambar com força.</p>
<p>Depois da roda de samba chega a vez do rap Renegado(MG). Acompanhado somente pelo seu versátil DJ, mandou um rap positivo bem pra frente misturando ritmos brasileiros, jamaicanos e latino-americanos. Como ele mesmo profetiza “do oiapoque a Nova York, todo mundo vai ouvir falar”. Quem curte rap brasileiro fique de olho nesse nome.</p>
<p>Na energia das batidas chega ao palco os potiguares do Dusouto(RN). Sem deixar a ponta morgar, defumaram o salão com seu ritmo rockdubesfumaçado. Muito bom reencontrar os camaradas fora da terra dos comedores de camarão e sentir que a banda segurou as pontas e manteve a chama da galera acesa durante toda a apresentação.</p>
<p>Fechando a noite – ou seria começando o novo dia? – no palco do elegante espaço de show Muru Muru: Wado(AL). Quem ficou até o final não se arrependeu. Apresentação certinha, energética, belas canções do seu mais recente trabalho “terceiro mundo festivo”.</p>
<p>Fim da festa. Saldo positivo. Boas surpresas. Ótimas bandas. Parabenizamos todo o Coletivo LUMO pela belíssima organização, dedicação e o carinho em receber quem chegou para contribuir. Nos vemos em breve!</p>
<p>* Rafael F. é editor do fanzine lado[R] e agregado do coletivo Noize.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.dosol.com.br/2009/02/como-foi-grito-rock-porto-de-galinhas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>BRUNO NOGUEIRA: SEGUNDO DIA DO FESTIVAL MUNDO (PB)</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2008/10/bruno-nogueira-segundo-dia-do-festival-mundo-pb/</link>
		<comments>http://www.dosol.com.br/2008/10/bruno-nogueira-segundo-dia-do-festival-mundo-pb/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2008 10:26:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bruno Nogueira]]></category>
		<category><![CDATA[Coberturas]]></category>
		<category><![CDATA[burro morto]]></category>
		<category><![CDATA[cabruera]]></category>
		<category><![CDATA[elmo]]></category>
		<category><![CDATA[festival mundo]]></category>
		<category><![CDATA[o garfo]]></category>
		<category><![CDATA[SWEET FANNY ADAMS]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.dosol.com.br/?p=4608</guid>
		<description><![CDATA[
Por Bruno Nogueira, Recife/PE
Conteúdo: Popup
Essa dívida antiga com o Festival Mundo me forçou fazer uma loucura das grandes. O show do Macaco Bong (que explicou a história do amp no post anterior) terminou perto das 4h da manhã e sai de lá direto para a rodoviária. Voltei para o Recife, fui trabalhar no jornal e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/elmo.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4609" title="elmo" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/elmo.jpg" alt="" width="339" height="236" /></a></p>
<p><strong>Por Bruno Nogueira, Recife/PE</strong></p>
<p><strong>Conteúdo: <a href="http://www.popup.mus.br" target="_blank">Popup</a></strong></p>
<p>Essa dívida antiga com o Festival Mundo me forçou fazer uma loucura das grandes. O show do Macaco Bong (que explicou a história do amp no post anterior) terminou perto das 4h da manhã e sai de lá direto para a rodoviária. Voltei para o Recife, fui trabalhar no jornal e sai de lá de volta para a Paraíba. Direto, sem dormir e sem parar para comer. Tudo porque me comprometi com um dos debates da programação, que acontecia logo após uma mesa com o pessoal do Macaco Bong sobre o dia-a-dia de uma banda independente. Cheguei no centro histórico às 16h e o pessoal ainda estava lá, em circulo, conversando.</p>
<p>Novamente ficava a sensação do quanto o Festival Mundo é necessário para a atual cena de João Pessoa. Estava lá a banda que talvez mais circule hoje pelo Brasil tocando em festivais, disposta a entregar todo o ouro sobre como se inserir nesse circuito e como dar um sentido muito maior nessa história de ter banda. E a presença local era mínima, até de quem estava escalado para tocar no evento. O Mundo faz mesmo um trabalho didático e, pelo visto, dando murro em ponta de faca.<span id="more-4608"></span></p>
<p>Desta vez consegui acompanhar tudo desde o começo. Deu para se surpreender desde o primeiro show, com a banda Cerva Grátis. Rock bem simples, desse mais cru que você encontra na esquina com qualquer Rock Rocket. Sim, eles dão cerveja de graça no palco, o que achei o máximo. Nem peguei, na verdade, mas me parecia que o nome da banda não passava apenas de uma idéia em comum com os amigos. Mas eles acrescentam isso na mis-en-cene e funciona que é uma beleza. Depois dessem do palco e continuam bebendo o que sobrou =P</p>
<p>Falar em palco, o som no segundo dia melhorou substancialmente.</p>
<p>A Paraíba se parece muito com o Recife de alguns anos atrás quando o assunto é a cena rock. Parece que eles ainda estão no processo de definir sua identidade &#8211; com pequenos surtos de uma Zefirina Bomba ganhando destaque, de vez em quando &#8211; e, enquanto o fazem, dão um constante ar de semelhança a outras bandas nacionais. Ficava impossível não associar a Elmo com o Dead Fish, principalmente pela semelhança na voz de Júnior, que dava vida ao grupo.</p>
<p>Olhar para o próprio país me parece ser uma boa opção. Pelo menos assim as bandas da cidade encontram espaço para amadurecer sem esbarrar constantemente em questões mais bobas como letras em inglês e outros purismo que nunca fizeram sentido nesse meio independente. Assistindo a Elmo e a Cerva Grátis, não vi também muita pretensão de sair &#8211; pelo menos por hora &#8211; desse esquema de shows locais. Sei que isso não justifica o ritmo lento da cena paraibana, mas pelo menos explica muito bem o contexto do cotidiano desses grupos.</p>
<p>Quem parece romper timidamente com isso é a Nublado. De todas as de rock local (com exceção da Star 61, claro), eles são as que melhor caminham para uma identidade própria. Isso quando arriscam em fazer músicas próprias, porque o show no festival foi quase todo de covers. Tocaram Radiohed, Franz Ferdinand, Arctic Monkeys… e Superguidis! Mais uma vez, acabo esbarrando em um comentário que só faria sentido se eu fosse produtor de bandas, mas arrisco a dica: talvez se o baterista Rayan Lins (que também é um dos produtores do Festival Mundo) seguisse nos vocais, eles chamariam ainda mais atenção.</p>
<p>Talvez pela adrenalina e correria de organizar um evento desse porte, quando ele começou a cantar Malevolosidade dos Guidis o show cresceu. Parecia outra banda, mais rápida e agitada, como se os próprios integrantes da Nublado tivessem se contagiado pela animação da mudança de vocalista. Se eu tivesse que apostar em um dos grupos de rock para sair dessa programação e figurar em festivais vizinhos, seriam eles.</p>
<p>O Festival Mundo não caiu no clichê comum de padronizar os dias e, após duas bandas instrumentais na primeira noite, na segunda teve outra, O Garfo. Já falei deles por aqui antes. De Fortaleza, criada a principio para ser cantada, eles conseguem fazer uma música que eu gostaria de ouvir em qualquer boa festa. Pop, rápido, dançante, eles ficam sem dever nada a outros grandes nomes instrumentais como Pata de Elefante e Retrofoguetes. Formada por parte da Fóssil, eles são daquele tipo de banda que já nasce pronta.</p>
<p>O segredo do Garfo está nos timbres do baixo afogando a distorção da guitarra. Parece uma disputa amigável, com ambos os instrumentos tentando sobreviver de acordo com o ritmo da bateria. Sem virtuosismo e caras e caretas, a banda conquista pela repetição, aquele grande segredo escondido da música pop. A gente percebe fácil as estruturas da canção e, com um pouco de atenção, dá até para acompanhar junto. Eles já são revelação do ano, mesmo tendo tocado pouquíssimo.</p>
<p>Eu queimei a língua a profetizar que a Sweet Fanny Adams faria o melhor show da noite. Talvez por assumir um pouco do orgulho pela banda local. Não que eles tenham feito uma apresentação ruim. Longe disso, estavam lá com o pique do artista pronto, daquele que você pluga os instrumentos e eles descarregam quase uma hora de show insandecido. Quando tocaram, já davam dica de que o público da noite passaria das mil pessoas. E eles estavam bem interessados no que acontecia no palco.</p>
<p>A verdade é que a associação Garfo + SFA foi muito bem feita. O clima já era de festa total, com gente pulando ao som da ótima versão que eles fazem para Wolf Like Me do TV On The Radio. A mesma que fizeram no Boom Bahia semanas antes e que, depois, me disseram ser uma versão criada pela própria TV on The Radio.</p>
<p>Mas eles não foram o sucesso da noite. Pelo mesmo motivo que explicava porque o rock na Paraíba ainda caminha devagar. Quando a local Burro Morto, outra banda instrumental, subiu no palco, tudo ficou claro. Com cara de “música do mundo” (que é como o pessoal da World Music tem pedido para ser chamado agora) eles deram o saque para a catarse da noite. Já era impossível circular na frente do palco com tanta gente tentando existir ao mesmo tempo no mesmo lugar. E ficar lá tinha regra: tem que dançar.</p>
<p>É impossível ver a banda de perto e não se contagiar com a música deles. Esse show foi ainda melhor do que o que eles fizeram no Coquetel Molotov, mesmo sem a ajuda de um ambiente mais lotado. E digo isso sem vergonha de deixar claro que essa sonoridade quase hippie está bem longe de me agradar. Mas não tem como não virar cúmplice do que eles fazem. Se eu tivesse que escolher apenas uma banda de todo o Festival Mundo para ver, seria o Burro Morto.</p>
<p>Lembra que falei do saque? A Cabruêra já entrou no palco dando o corte. Nunca tinha visto o show deles, apesar de já terem tocando centenas de vezes no Recife. Dali pra frente foi jogo ganho. Já tinha gringo, gente que nem fazia idéia que aquilo ali era um festival e só tinha aparecido para ver a banda. “É aqui que vai ter show da Cabruêra?” Era pergunta principal na bilheteria. E acabou nesse clima de festa, com eles esticando o repertório, chamando um grupo de amigos da Itália para cantar junto. Tudo bem memorável. Como todo bom festival, o Mundo teve nesse seu momento histórico.</p>
<p>Depois disso pluguei meu computador no som de lá e entrei no momento autista. Fui de R.E.M a Common People, tocando apenas para mim mesmo, enquanto o lugar esvaziava. Me diverti um monte. Fiz vídeo de tudo lá, com audio bem horrível. Depois publico aqui.</p>
<p>Fotos: Rafael Passos</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.dosol.com.br/2008/10/bruno-nogueira-segundo-dia-do-festival-mundo-pb/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>BRUNO NOGUEIRA (PE): ENTREVISTA COM CAROL MORENA E RAYAN DO FESTIVAL MUNDO (PB)</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2008/09/4097/</link>
		<comments>http://www.dosol.com.br/2008/09/4097/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 08:36:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[DoSol TV]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[pop up]]></category>
		<category><![CDATA[ABRAFIN]]></category>
		<category><![CDATA[burro morto]]></category>
		<category><![CDATA[cabruera]]></category>
		<category><![CDATA[festival mundo]]></category>
		<category><![CDATA[macaco bong]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.dosol.com.br/?p=4097</guid>
		<description><![CDATA[
A Paraiba sempre foi um dos principais celeiros da boa música independente do Nordeste. São de lá a Cabruêra, ChicoCôrrea, Star 61, Zefirina Bomba e agora o Burro Morto, bandas que sempre foram, em algum momento, centro da atenção quando o assunto era selos, festivais, etc. É de se estranhar que, até então, o estado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/carol.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4098" title="carol" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/carol.jpg" alt="" width="367" height="324" /></a></p>
<p>A Paraiba sempre foi um dos principais celeiros da boa música independente do Nordeste. São de lá a Cabruêra, ChicoCôrrea, Star 61, Zefirina Bomba e agora o Burro Morto, bandas que sempre foram, em algum momento, centro da atenção quando o assunto era selos, festivais, etc. É de se estranhar que, até então, o estado não tivesse um festival de música nos moldes de um Abril Pro Rock ou DoSol, como acontece em todos os outros estados da região.</p>
<p>Precisou a iniciativa de uma dupla bem nova, Carol Morena e Rayan Lins, que produziam shows menos na cidade quando muito marmanjo só pensava em encher a cara, para mudar essa situação. Eles começaram com a cara e coragem o Festival Mundo, que agora vai para a quarta edição e já coloca João Pessoa no mapa dos festivais, já que eles são um dos próximos nomes a compar a lista da Associação Brasileira de Festivais Independentes, a Abrafin.</p>
<p>Abaixo, entrevista que fiz com os dois:<span id="more-4097"></span></p>
<p><strong>- A Paraiba tem sempre nomes representativos. Cabruera, Zefirina Bomba, ChicoCorrea, agora o Burro Morto… Porque vocês acham que demorou tanto a João Pessoa ter um festival que fizesse parte do circuito?</strong></p>
<p>CAROL &#8211; É uma questão de interesse, por saber que o trabalho ganha muito em qualidade e dinâmica quando se sabe que ele faz parte de um circuito maior, não estando isolado. A gente tem a preocupação de dar uma circulada e ver outros festivais no país, ver shows, ver realmente o que está acontecendo com a música independente nesses últimos anos. Isso torna o festival realmente verdadeiro e justificável. João pessoa já teve outros festivais, como o Mormarço, que, ao seu modo, também fazia uma boa circulação de músicos e público. A diferença é que hoje esse mercado está mais articulado, sendo maior a visibilidade dessas produções.</p>
<p>RAYAN &#8211; Faltava gente comprometida, Bruno. Não é fácil produzir por aqui, tem que formar público e fortalecer, mostrar a vantagem de ter uma cena forte e unida e na maioria das vezes ficar batendo em teclas básicas demais. Sempre falo que nosso trabalho é muitas vezes até educativo. Antes tínhamos o Mor-março, que tinha tudo pra entrar nesse cirtuito, mas aí Ilsom foi pra São Paulo com o Zefirina e acabou tudo, a cidade voltou ao zero. Foi a partir dái, também, que resolvi fazer o festival e posteriormente integrar Carol nisso, que é uma pessoa que sempre se mostrou comprometida e afim de fazer algo pra melhorar essa situação de marasmo por aqui. Nós realmente queremos colocar a Paraíba no mapa e integrar o circuito de festivais independentes, abrindo portas pra mais bandas virem tocar aqui e mais bandas daqui irem tocar fora.</p>
<p><strong>- Essa soa meio clichê, mas afinal qual a dificuldade em se fazer um festival como o Mundo em João Pessoa? É o público? As próprias bandas? Outros apoios?</strong></p>
<p>CAROL &#8211; A questão principal é dinheiro, sempre foi. Sempre nos preocupamos em fazer um festival completo, que realmente fosse vitrine da produção local e que pudesse trazer artistas que somassem à programação, numa estrutura bacana. João Pessoa merece e pode fazer isso, e estamos fazendo.</p>
<p>É uma dificuldade constante ter apoio de empresas privadas. Não adianta só apresentar o projeto do festival, a gente tem que fazer a empresa acreditar nisso, provar a todo segundo que realmente é um projeto importante, explicar que a gente não tem o Capital Inicial ou Biquini cavadão porque não é a nossa proposta mesmo, entende?  Ainda ter que explicar isso hoje em dia é desistimulante, e a quantidade de respostas negativas também.</p>
<p>Apoio publico é complicado. Editais locais são complicados, acabam sempre contemplando um único perfil de produção cultural, sempre voltada pra música popular, entende? Sempre temos apoio da prefeitura, custeando alguns ítens do nosso orçamento, mas este ano foi duplamente complicado por ser ano eleitoral e esse apoio acabou não rolando.</p>
<p>Público não sustenta as atrações do festival, além de ser sempre uma incógnita. Não é difícil ver gente reclamando de pagar 6 ou 8 reais pra entrar, é um absurdo! São poucas as pessoas que sai de casa pra conhecer bandas, nós damos nó em pingo d’água aqui, hehehe.</p>
<p><strong>- O que estamos vendo em outros estados é realmente o que tem de mais legal ai? Ou existem outras bandas que vocês percebem no dia a dia e que ainda não chegaram aos festivais? O que deveriamos estar ouvindo? =)</strong></p>
<p>CAROL &#8211; Eu costumo dizer que o grande problema das bandas locais é a falta de noção de produção. Nos ultimos tempos isso tem melhorado um pouco, posso dizer no máximo 4 bandas que estão abrindo os olhos pra fora do estado agora, e é importantíssimo tocar fora, não só por divulgação, mas por amadurecimento.</p>
<p>Fora essas que você citou, a Star 61, Sem Horas, Nublado e Reis da Cocada Preta estão se articulando, e, por consequencia amadurecendo, independete de estilos ou gosto pessoal. Elas merecem crédito por isso. Mas confesso que ainda sinto falta de um grande nome dentro do rock por aqui.</p>
<p>RAYAN &#8211; É sempre difícil produzir algo do tipo em qualquer canto, mas aqui é quase impossível. O público é complicado, reclamam quando não tem nada diferente acontecendo na cidade, mas não são abertos a novidades, querem sempre as mesmas figurinhas carimbadas e deixam de comparecer por não conhecer uma atração.</p>
<p>Já as bandas, de um ano pra cá, estão mais antenadas, procurando se profissionalizar e viver a banda. Nos sentimos parte desse processo, pois independente das oficinas e debates do festival, estamos sempre conversando com as bandas e dando dicas, mostrando o que tá acontecendo fora do estado e o que elas podem fazer pra crescer mais e mais.</p>
<p>A grande dificuldade que sentimos é realmente a falta de incentivo, seja pública, seja privada. Tanto município, quanto estado possuem leis de incentivo, mas que simplesmente não funcionam para outros movimentos que não os regionais. Ano passado mesmo, só de cabeça agora, me lembro de dois festivais e uma coletânea que não entraram nessas leis de incentivo.</p>
<p>As empresas privadas de médio porte do estado preferem investir em shows de forró, enquanto as de grande porte não possuem sede aqui, é muita burocracia e eles não vêem a importância de investir em marketing cultural local, vem tudo pronto e enlatado de fora.</p>
<p>Enquanto isso a gente vai tirando leite de pedra e construindo parcerias como a do Sebrae e da Coca, que mesmo não sendo patrocínios, são apoios importantes pra realização do festival.</p>
<p><strong>- Lembro que vocês foram ao Abril Pro Rock apresentar proposta de filiação na Abrafin. Como é que está esse processo? Perto, longe? O que falta?</strong></p>
<p>RAYAN &#8211; Nossa filiação com a Abrafin deveria ter sido concluída no encontro que aconteceu no Calango, mas resolveram adiar e conferir de perto a edição deste ano. Em parte por problemas internos da associação e em parte por problemas internos nosso (pois acabamos transparecendo que talvez este ano não houvesse o festival). Conversamos com o Pablo Capilé durante a Feira da Música em Fortaleza e pudemos apresentar melhor o festival, ele gostou e foi daí que já fechamos o Macaco Bong. Tudo está caminhando para que próximo ano o Festival Mundo já esteja integrando a Abrafin.</p>
<p><strong>- Fiz essa pergunta a Foca, do DoSol, e acho que devo repetir ela um monte ainda. Como foi a seleção de bandas do festival? Queria que vocês justificassem algumas das atrações convidadas.</strong></p>
<p>RAYAN &#8211; A verdade é que acabamos tendo critérios diferentes para bandas paraibanas e bandas de outro estado e vou explicar porque. Nos dois casos, gosto pessoal da gente influência muito, mas é muito mais forte com as bandas de fora. A vontade de apresentar algo novo e que você curte pro público é muito forte. Mas é claro que além disso conta também a vontade da banda em tocar aqui e o trabalho que ela vem desenvolvendo. Nunca tivemos grande nomes, até porque nunca foi essa a intenção do festival,  o que nos importanta é que sejam bandas comprometidas com o que fazem.</p>
<p>Já com as bandas daqui, o gosto pessoal pesa menos, tentamos escolher bandas que façam bem o seu som, independente de gostarmos daquele estilo ou não. Bandas realmente afim de crescer e que tenham mais chances de dar certo. É uma forma também de incentivo para outras bandas se espelharem e fazerem a coisa da maneira certa.</p>
<p>Temos o Macaco Bong, que é uma puta banda, tem tocado em quase todos os festivais e é realmente foda. E o Cabruêra, que apesar de ser local, deve ter tocado mais na Europa que por aqui nos últimos tempos. Estávamos em negociação com eles desde o ano passado e finalmente fechamos esse ano. Vai ser ótimo pra diversificar ainda mais o festival.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.dosol.com.br/2008/09/4097/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>FESTIVAL CALANGO: IMPRESSÕES 01</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2008/08/festival-calango-impressoes-01/</link>
		<comments>http://www.dosol.com.br/2008/08/festival-calango-impressoes-01/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 12:54:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[amp]]></category>
		<category><![CDATA[cabruera]]></category>
		<category><![CDATA[FESTIVAL CALANGO]]></category>
		<category><![CDATA[SWEET FANNY ADAMS]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.dosol.com.br/?p=3075</guid>
		<description><![CDATA[O Festival Calango 2008 colocou Cuiabá definitivamente no hall dos grandes eventos de música independente do Brasil. Não dá para ter números reais ainda mas acredito que em torno de 8.000 pessoas estiveram no festival durante os três dias. A entrada gratuita até as 19h e o ingresso a R$5,00 que foi praticado graças ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Festival Calango 2008</strong> colocou Cuiabá definitivamente no hall dos grandes eventos de música independente do Brasil. Não dá para ter números reais ainda mas acredito que em torno de 8.000 pessoas estiveram no festival durante os três dias. A entrada gratuita até as 19h e o ingresso a R$5,00 que foi praticado graças ao enorme apoio público e privado ao festival contribuiram para a excelente participação do público cuiabano.</p>
<p><strong>BANDAS CUIABANAS</strong><br />
No primeiro dia gostei muito do <strong>The Melt</strong>, com uma proposta sonora stoner e que tem tudo para ser a próxima banda cuiabana a girar o Brasil. No segundo dia <strong>Linha Dura</strong> e <strong>Lopez </strong>mostraram força e intensidade no show. O <strong>Lopez </strong>poderia apenas evitar o cover constrangedor do final do show nas próximas apresentações, uma versão cuiabana para &#8220;Era um garoto que como eu&#8230;&#8221;. No terceiro dia o <strong>Revoltz</strong> segurou bem as honras da casa. <strong>Macaco Bong</strong> e <strong>Vanguart </strong>não tem o que falar, bandas excelentes lá e em qualquer lugar do Brasil.</p>
<p><strong>BANDAS DO NORDESTE</strong><br />
O Nordeste foi representado em nível altíssimo durante o <strong>Calango</strong>. <strong>Cascadura </strong>(mesmo tocando para pouquíssima gente), <strong>Cabruêra </strong>e <strong>Sweet Fanny Adams</strong> fizeram excelentes apresentações. O <strong>Fóssil </strong>fica com a medalha de prata entre as bandas nordestinas com seu som sensorial e pesado e o <strong>AMP</strong>, a melhor banda nova brasileira da última semana ficou com a medalha de ouro: melhor show nordestino no Calango e top 05 de todo o festival.</p>
<p>Jajá voltamos com mais impressões do Festival calango, falando um pouco dos gringos, palestras e do resto da programação&#8230;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.dosol.com.br/2008/08/festival-calango-impressoes-01/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>CABRUÊRA (PB) NA EUROPA</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2007/10/cabruera-pb-na-europa/</link>
		<comments>http://www.dosol.com.br/2007/10/cabruera-pb-na-europa/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 09:37:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[cabruera]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.dosol.com.br/?p=994</guid>
		<description><![CDATA[A banda paraibana Cabruêra está de malas prontas para mais uma tour européia. O grupo tem várias apresentações marcadas no velho mundo com destaque para apresentação no Festival Roskilde na Dinamarca, um dos maiores do mundo. Nos planos do grupo para 2008 está a gravação de um DVD que deve ser realizada em março em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A banda paraibana <strong>Cabruêra</strong> está de malas prontas para mais uma tour européia. O grupo tem várias apresentações marcadas no velho mundo com destaque para apresentação no <strong>Festival Roskilde</strong> na Dinamarca, um dos maiores do mundo. Nos planos do grupo para 2008 está a gravação de um DVD que deve ser realizada em março em João Pessoa, capital paraibana.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.dosol.com.br/2007/10/cabruera-pb-na-europa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>RAP E REPENTE NA PARAÍBA</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2007/10/rap-e-repente-na-paraiba/</link>
		<comments>http://www.dosol.com.br/2007/10/rap-e-repente-na-paraiba/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Oct 2007 10:06:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Festivais e Shows]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[cabruera]]></category>
		<category><![CDATA[festivais]]></category>
		<category><![CDATA[paraíba]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.dosol.com.br/?p=969</guid>
		<description><![CDATA[Acontece, entre 26 e 28 deste mês, o I Encontro Nacional de Rappers e Repentistas, Rap&#38;Rep, em Campina Grande. O evento vai reunir autoridades, especialistas em cultura e nomes importantes do hip-hop e da cantoria popular. Na abertura, o ministro da Cultura, Gilberto Gil, se reúne com os secretários de cultura do nordeste  s [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acontece, entre <strong>26 e 28 </strong>deste mês, o <strong>I Encontro Nacional de Rappers e Repentistas</strong>, <strong>Rap&amp;Rep</strong>, em Campina Grande. O evento vai reunir autoridades, especialistas em cultura e nomes importantes do hip-hop e da cantoria popular. Na abertura, o ministro da Cultura, <strong>Gilberto Gil</strong>, se reúne com os secretários de cultura do nordeste  s 10h e participa da mesa Tradição e Contemporaneidade, a partir das 16h. Acontecerão várias apresentações de dança e música, além de seminários e oficinas. As atividades acontece na casa de shows <strong>Spazzio</strong>. Informações e programação em www.raprep.com.br.  Gente como <strong>Cidade Negra</strong>, <strong>GOG</strong>, <strong>Gabriel o Pensador</strong>, <strong>Cabruera</strong> e <strong>Zafrica Brasil</strong> está na programação.</p>
<p><em>PS 01: Alguém pode explicar ao site o que o <strong>Cidade Negra</strong> estará fazendo num encontro como esse?</em></p>
<p><em>Ps 02: O Rap não tem mais haver com a embolada não? Rap e Repente só combinam no nome&#8230;</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.dosol.com.br/2007/10/rap-e-repente-na-paraiba/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

