Quando minha filha tinha mais ou menos uns doze anos recebi um bilhete do colégio dizendo que ela tratava mal os colegas, era brusca, rude e sem educação. Fiquei perplexa, porque em casa nunca havia notado esse comportamento. Aí fui até o colégio falar com a diretora para tirar a história a limpo.
Chegando lá, enquanto esperava a diretora, entrei no ginásio onde as adolescentes estavam treinando voleibol, minha filha entre elas. Ao primeiro erro de uma das meninas, o professor-treinador rompeu numa torrente de insultos contra a garota, chamando-a aos gritos de burra, retardada, estúpida e outras palavras do mesmo teor. Imeditamente mandei a minha menina sair do jogo e perguntei ao “professor” que tipo de trabalho pedagógico era esse que ele fazia, tratando dessa forma meninas de doze anos dentro de uma instituição de ensino. Era com ele que ela estava aprendendo a se comportar dentro da escola, e com mais algum tempo desse “treino” certamente levaria a “habilidade” para a nossa casa e outros ambientes. (more…)
NOTA DO EDITOR: Hoje temos uma estréia aqui no Portal Dosol com o espaço do Fábio Farias sendo inaugurado por aqui. Fábio escreve sempre no blog blogdorosk.blogspot.com e a partir de hoje passa a publicar seus textos por aqui também. Bem vindo man!
Pouca coisa no rock é unanimidade. Aliás, pouca é exagero, quase nada. O grande quê do rock é a variedade de vertentes, de estilos, onde um odeia o outro e impõe rótulos para os seus colegas. Essa particularidade do estilo faz que todo mundo queira ter personalidade, ou ter atitude e ser único e diferente e blá, blá, blá. O grande problema é que ninguém consegue de fato atingir esse Santo Graal de todo rockeiro e acaba sendo mais um, fazendo parte de mais uma tribo ou um grupo de pessoas que ouve a mesma coisa e malha de quem ouve algo diferente.
Mas em meio a essa complexa relação de diferentes, algo une tanto o emo mais sentimental quanto o metaleiro mais from hell. A guitarra elétrica. Se elvis é o rei do rock, a guitarra certamente é a rainha. Ou até mesmo a alma. Não existe rock sem guitarra. Nunca existiu. Pode ser a vertente que for, ela tem que estar presente, nos solos, na base do ritmo. O som agudo, muitas vezes distorcido, é a marca de um ritmo que mudou paradigmas sociais e inspirou gerações de jovens.
Investir nessa unanimidade com um som criativo e puramente instrumental é a grande cartada da Camarones Orquestra Guitarrística. A fórmula é simples: três guitarras, um baixo, uma bateria e adaptações criativas de hits como a música tema de Pulp Fiction, o tema dos flintstones, Top Gear, além de belas releituras. Destaque para a versão de “Get Up, Stand Up” de Bob Marley, se eu não soubesse que era um reggae, acreditaria piamente que a música era um rock dos bons. (more…)
Os potigures Camarones Orquestra Guitarrística mostram em seu primeiro EP intitulado “Corra Cabron Corra” que a música instrumental pode ser divertida, dançante e roqueira. Com uma banda formada por três guitarras, baixo e bateria, o grupo promove uma salada dançante que mistura temas de desenhos animados, ska, rock, punk e reggae.
O Ep contém 7 faixas, sendo cinco de autoria da banda que são “Delayte“, “Cabron“, “Antonho o Grande“, “Para Inglês Ver” e “Choque Térmico“. Tem uma música que fazia parte do finado grupo potiguar Doris chamada “Pipa” e um medley de desenhos animados para Flinstones, SpiderMan e Popeye. Álbum divertido e altamente recomendado. For fun!
O Camarones Orquestra Guitarrística é uma das maiores, se não a maior, promessas do rock potiguar neste ano de 2008. O grupo vem numa “vibe” excelente de apresentações e prepara o lançamento do seu primeiro EP aqui no DOSOL NETLABEL neste sábado, dentro das comemorações do Dia Mundial do Rock. A banda também é uma das atrações do show gratuito de domingo, que vai comemorar a data. Com vocês uma entrevista com a baixista do grupo Ana Morena.
PORTAL DOSOL - Qual é a proposta da banda? ANA MORENA - A idéia é fazer música instrumental, divertida, calcada no rock e em guitarras. Nenhum de nós é músico virtuose, a idéia não é essa. A idéia é tentar mostrar que música instrumental pode ser tão divertida, dançante e instigadora como uma música com vocal. Esse é o nosso propósito. Música pra divertir, rock e instrumental.
A gente toca composições próprias e versões de músicas clássicas do rock, transpostas para a música instrumental. A voz vira frase de guitarra.
PORTAL DOSOL - Como tem sido a receptividade dos shows já que o projeto é só instrumental? ANA MORENA - Pois é. A minha maior surpresa foi no nosso primeiro show no Carnaval. Eu NUNCA esperaria a receptividade que tivemos. As pessoas dançaram do começo ao fim, aplaudiram, curtiram mesmo. Sem nenhum esforço da gente, que estávamos todos nervosos por ser o primeiro show.
Tocamos recentemente no Som da Mata que é um projeto realizado todo domingo no Parque das Dunas. Lá toca mais músico virtuose, trabalhos muito elaborados, eruditos, ou chorinhos, etc. Estávamos meio tensos, inclusive o coordenador do projeto. Mas foi EXCELENTE. A platéia que era bem misturada (criança, idoso, jovem, donas de casa, etc) participou o tempo todo, aplaudiu, pediu bis, até os guardas florestais vieram assistir. Então não temos do que reclamar quanto à receptividade. Tô até com medo de ficar mal acostumada…
PORTAL DOSOL - Quais são os planos futuros? ANA MORENA - Bem, estamos agora pensando mais no presente. Ajustarmos a banda, amadurecermos no palco, fazermos músicas, ficarmos mais à vontade uns com os outros, com a gente tocando junto. Eu acho que esse é o primeiro passo. Depois que tivermos um show maduro, com todo mundo muito à vontade, aí sim, vamos pensar em vôos mais altos como viajar, tocar fora do estado, etc. Não quero queimar uma bala indo antes de estarmos prontos.
PORTAL DOSOL - O que você gostaria de ganhar no dia mundial do rock? ANA MORENA - Eu queria poder voltar no tempo e ir em algum show do Nirvana. Qualquer um!
Foto: Pablo Pinheiro.
CAMARONES ORQUESTRA GUITARRÍSTICA NO SOM DA MATA (RN)
Hoje no DOSOLTV vocês conferem matéria sobre o projeto Som da Mata produzido por Marcos Sá e que acontece todos os domingos no Parque das Dunas aqui em Natal. Dentro da matéria ainda rola uma música completa do show dos Camarones Orquestra Guitarrística chamada “Choque Térmico”. O conteúdo é exclusivo DOSOLTV com filmagem por Anderson Foca e edição por Ana Morena Tavares.
SOM DA MATA COM CAMARONES ORQUESTRA GUITARRÍSTICA
Para se inscrever no RSS do DOSOLTV no YouTube clique aqui.
O grupo instrumental potiguar Camarones Orquestra Guitarrística se apresenta duas vezes neste final de semana em Natal, com show no Centro Cultural Dosol no sábado, dia 21 de junho e no Som da Mata no Parque das Dunas no domingo, dia 22.
O Camarones Orquestra Guitarrística é uma das grandes promessas da cena potiguar. A banda fez sua estréia nos palcos durante o carnaval de 2008 tocando músicas próprias e interpretando clássicos da música mundial tudo feito por três guitarras, baixo e bateria. O primeiro EP da banda já está sendo finalizado e vai se chamar “Corra Cabron Corra” com 7 faixas próprias e um medley com temas de desenhos animados. Para ouvir o som do grupo visite www.myspace.com/camaronesorquestraguitarristica.
SÁBADO, DIA 21 DE JUNHO, 23H, R$3,00
CENTRO CULTURAL DOSOL
VEGETAL ATTACK - EDIÇÃO DE SÃO JOÃO CAMARONES ORQUESTRA GUITARRÍSTICA
BANDINI
LOS COSTELETAS FLAMEJANTES
FEWEEL
DOMINGO, DIA 22 DE JUNHO, 16H, R$1,00
PARQUE DAS DUNAS PROJETO SOM DA MATA
CAMARONES ORQUESTRA GUITARRÍSTICA
Tem novidades no myspace do Camarones Orquestra Guitarrística (RN). O grupo colocou para audição mais duas músicas que vão fazer parte do seu trabalho de estréia que está sendo gravado no Estúdio Dosol. As faixas são “Para Inglês Ver” e “Choque Térmico”, as duas ianda pré-mixadas.
O Camarones Orquestra Guitarrística é destaque no site No Minuto, um dos maiores portais do RN. Por lá você pode ler a matéria “Guitarras Falantes” que conta um pouco da pequena história do grupo. Leia a matéria na íntegra clicando aqui
Uma das atrações da edição de Natal do Festival Nordeste Independente é o novíssimo combo roqueiro potiguar Camarones Orquestra Guitarrística. Grupo instrumental que sai misturando rock, reggae, ska e todo tipo de sonoridade com três guitarras, baixo e bateria. Para saber mais sobre o grupo fizemos uma pequena entrevista com a baixista Ana Morena. Acompanhem: (more…)