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	<title>DoSol &#187; coquetel molotov</title>
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		<title>BANDAS REALIZAM PRÉVIA DO NO AR EM FORTLEZA</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 08:50:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
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Foto:  Sweet Fanny Adams é uma das atrações
Fonte: Press Release
Neste ano, Fortaleza também recebe parte dos shows internacionais que vem ao país por ocasião do festival No Ar Coquetel Molotov, em setembro. O festival, que originalmente acontece no Recife, desta vez terá uma etapa especial na capital cearense na primeira edição do No Ar Supernova, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/sweet1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4394" title="sweet1" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/sweet1-448x336.jpg" alt="sweet1" width="448" height="336" /></a><br />
<em>Foto:  Sweet Fanny Adams é uma das atrações</em></p>
<p><em>Fonte: Press Release</em></p>
<p>Neste ano, Fortaleza também recebe parte dos shows internacionais que vem ao país por ocasião do festival <strong>No Ar Coquetel Molotov</strong>, em setembro. O festival, que originalmente acontece no Recife, desta vez terá uma etapa especial na capital cearense na primeira edição do No Ar Supernova, um evento em parceria do coletivo pernambucano e da noite Superdrive do Órbita Bar.</p>
<p>Antecipando assim as comemorações do festival, o No Ar Supernova realiza festa especial no dia 21 de agosto, dentro da programação oficial da Feira da Música 2009. Nesta noite, o bar recebe shows com dois grupos pernambucanos e um grupo paulista convidado. São eles A Banda de Joseph Tourton (PE), Sweet Fanny Adams (PE) e Malditas Ovelhas! (SP). Completando a noite, o coletivo Independência ou Marte, comanda uma discotecagem que seleciona as melhores coisas que transmitem em seu podcast homônimo.</p>
<p>Bandas &#8211; Mesmo longe do berço do manguebeat, o Malditas Ovelhas!, na cidade de São Carlos, no interior de São Paulo, foi influenciado pela batida da cena pernambucana dos anos 90 para compor seu som instrumental. Seus integrantes são &#8220;antiespecialistas&#8221; como se denominam em fazer do seu som ao vivo uma experiência instrumental-experimental com bastante groove e referências a novidades do mundo post-rock.</p>
<p>A Banda de Joseph Tourton também trafega pelo som instrumental, onde seus integrantes se utilizam do improviso e da vontade de criar experimentações em cima de cada um dos instrumentos que utilizam. Toda essa peculiaridade musical está presente no EP homônimo da banda, lançado em 2008, onde os garotos demonstram entrosamento e um vigor musical diferenciado.</p>
<p>Em 2008, a Sweet Fanny Adams percorreu um invejável circuito de festivais independentes pelo país mostrando seu rock&#8217;n'roll dançante e com bons riffs de guitarra e refrões contagiantes. Com diversas e memoráveis apresentações pela noite recifense, a Sweet Fanny Adams de Diego (baixo/vocal), Helder (guitarra), Leo Gesteira (guitarra/vocal) e Rafael Borges (bateria) consegue animar qualquer festa.</p>
<p>Coquetel Molotov e Superdrive apresentam:<br />
No Ar Supernova &#8211; Shows com A Banda de Joseph Tourton, Malditas Ovelhas! e Sweet Fanny Adams | Discotecagem Radiofônica Independência ou Marte<br />
Data: Sexta &#8211; 21 de agosto &#8211; 21h<br />
Local: Órbita &#8211; Rua Dragão do Mar, 207 &#8211; Fortaleza<br />
Ingressos: R$ 15,00<br />
Mais informações: www.coquetelmolotov.com.br</p>
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		<title>DOSOLTV: FESTIVAL COQUETEL MOLOTOV NO SHOWLIVRE</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2008/10/dosoltv-festival-coquetel-molotov-no-showlivre/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 09:33:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Festivais e Shows]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje no DOSOLTV vocês conferem a cobertura completa do sempre excelente Festival Coquetel Molotov em Recife feita pela equipe da ShowLivre. Tem Marcelo Camelo, Mallu Magalhães, Bruno Nogueira (nosso colaborador) falando e mais um monte de shows. Dá para ter bem a noção do evento. Confiram:
COQUETEL MOLOTOV NO SHOWLIVRE

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje no <strong>DOSOLTV</strong> vocês conferem a cobertura completa do sempre excelente <strong>Festival Coquetel Molotov </strong>em Recife feita pela equipe da <strong>ShowLivre</strong>. Tem <strong>Marcelo Camelo</strong>, <strong>Mallu Magalhães</strong>, <strong>Bruno Nogueira</strong> (nosso colaborador) falando e mais um monte de shows. Dá para ter bem a noção do evento. Confiram:</p>
<p><strong>COQUETEL MOLOTOV NO SHOWLIVRE</strong><br />
<a href="http://www.dosol.com.br/2008/10/dosoltv-festival-coquetel-molotov-no-showlivre/"><img src="http://img.youtube.com/vi/laM-2m4HkPY/default.jpg" width="130" height="97" border=0></a></p>
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		<title>FÁBIO FARIAS (RN): COBERTURA DO SEGUNDO DIA DO COQUETEL MOLOTOV (PE)</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2008/09/fabio-farias-rn-cobertura-do-segundo-dia-do-coquetel-molotov-pe/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 08:55:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notas]]></category>
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Com bem menos gente do que no dia anterior, a segunda noite do festival sofreu com o problema do atraso da banda Club 8 na hora de entrar no palco da Sala Cine UFPE, o que acabou gerando um conflito de horários com o show de Catarina (PE) no teatro da UFPE. O público foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://catorzeblog.files.wordpress.com/2008/09/mallllu1.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://catorzeblog.files.wordpress.com/2008/09/mallllu1.jpg" border="0" alt="" width="378" height="253" /></a><br />
Com bem menos gente do que no dia anterior, a segunda noite do festival sofreu com o problema do atraso da banda Club 8 na hora de entrar no palco da Sala Cine UFPE, o que acabou gerando um conflito de horários com o show de Catarina (PE) no teatro da UFPE. O público foi obrigado a fazer escolhas. Eu escolhi por Club 8 e não me arrependi.</p>
<p>No inferninho… ops, Sala Cine tocaram mais três bandas: Akin (SP), Pocilga Deluxe (PE) e Zeca Viana e a Onomatopéia Bum (PE). Nada contra a sala, mas com o crescimento do festival acho que seria interessante a produção pensar a possibilidade de que no ano que vem as bandas gratuitas toquem no hall de entrada do teatro, onde se concentra a maior parte das pessoas e o calor apresenta índices suportáveis. Enfim, só entrei na Sala Cine para ver o belo show que o Club 8 fez.<span id="more-4110"></span></p>
<p>Com voz, violão e uma vocalista que despertou comentários do tipo “gostosa-sa-sa-sa” entre os homens que acompanhavam a apresentação, os suecos soaram muito bem neste formato acústico e fizeram um show que dificilmente as pessoas que acompanharam vão esquecer. Muito parecido com a apresentação das também suecas do Hello Safaride no ano passado no mesmo formato acústico, com a diferença que o público desta vez estava em pé. Um som suave, com uma vocalista extremamente competente &#8211; quem esperou e viu o show de Club 8, sequer notou que a primeira apresentação no teatro da UFPE aconteceu simultaneamente.</p>
<p>No friozinho e conforto do teatro, o final de Catarina marcou o início de uma das minhas melhores descobertas feitas em festivais de música independente que já fui. Final Fantasy, projeto solo do violinista do Arcade Fire, Owen Pallet. No show era ele, o violino e uns samplers tirados no teclado, o resultado: uma sonoridade incrível que hipnotizou a maioria das pessoas que estavam no teatro (exceto pelo jardim de infância pernambucano que queria que Mallu começasse logo). Ele se define no release como um “cover de Strokes tocado no violino”, para mim ele é muito mais, seu monólogo com o instrumento impressiona. Vale muito a pena conhecer.</p>
<p>Para a alegria do jardim de infância que lotava o teatro da UFPE, Mallu entrou com seu banjo e uma roupinha branca para começar o seu show. Parecia um tanto envergonhada, não falou nada no microfone e foi logo mandando a primeira música. O público infantil delirava. Impressionante a quantidade de garotos e garotas esbanjando seus 14, 13, 12 anos no show da Mallu. Coisa que a meu ver tem um ponto positivo e negativo. O positivo é que se considerarmos que a última “musa” infantil jovem foi Sandy e que há um abismo de diferença entre a qualidade musical de ambas, chegaremos a conclusão que a próxima geração, ao menos, cantará músicas melhores do que “Imortal”. O ponto negativo é que boy é sem noção. Meu Deus, parecia que Mallu era uma santa, tamanha explosão infanto-juvenil no teatro e a galerinha levantava, ia lá pra frente gritar achando que só eles queriam assistir o show. Apesar disso foi um bom show. Destaque para a fofeza dela ao chamar “dois banquinhos e Marcelo Camelo” para cantar junto. Desta vez não houve chorôrô e ambos repetiram as mesmas duas músicas da noite anterior. Poderiam ter tocado outras. Ainda teve os covers de Jonhny Cash, para mim, muito bem executado (apesar dos gritinhos da cantora).</p>
<p>Peter Bjorn and John era a alegria/esperança/salvação indie da noite. Mallu saiu e levou com ela boa parte do jardim de infância do teatro. O grupo sueco foi a última banda do festival e da invasão sueca. E não fizeram feio. Entraram empolgados, com direito a uma colinha escrita em português que leram para o público e com um show para colocar todo mundo para dançar. Destaque para o hit “Young Folks” (música mais tocana no ITunes europeu no ano passado), momento “tira o pé do chão indie” como o jornalista Tádzio muito bem definiu, sem sequer ter visto o show.</p>
<p>A quinta edição do No Ar Coquetel Molotov o solidificou ainda mais como uma bela opção de festival de música no nordeste. Seja pela sua organização e as bandas escaladas, seja pelo preço. Para se ter uma idéia, o show de Shout Out Lounds e Peter Bjorn and John custará a bagatela de R$ 100 em São Paulo. As duas noites do Coquetel, pagando inteira custa ao todo R$ 60. Vale muito a pena ir para Recife e acompanhar este festival. Ano que vem, estarei lá de novo.</p>
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		<title>FÁBIO FARIAS (RN): COQUETEL MOLOTOV  &#8211; 1ª NOITE</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 09:23:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio</dc:creator>
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A quinta edição do Coquetel Molotov vai entrar para história musical brasileira. Apostar na estréia do ex-Hermano Marcelo Camelo no seu projeto solo e ainda por cima chamar Mallu Magalhães para tocar junto com ele foi uma tacada de mestre da produção. Foi porque, gostando de Los Hermanos ou não, Camelo é um compositor de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><img class="size-large wp-image-23 aligncenter" title="Camelo e Malu" src="http://catorzeblog.files.wordpress.com/2008/09/dsc_0220a.jpg?w=500&amp;h=334" alt="" width="327" height="218" /></p>
<p style="text-align: left;">A quinta edição do Coquetel Molotov vai entrar para história musical brasileira. Apostar na estréia do ex-Hermano Marcelo Camelo no seu projeto solo e ainda por cima chamar Mallu Magalhães para tocar junto com ele foi uma tacada de mestre da produção. Foi porque, gostando de Los Hermanos ou não, Camelo é um compositor de talento raro, fora a simpatia que esbanja com o público e a qualidade das suas músicas. É um dos músicos mais talentosos da nova geração. E Mallu Magalhães nem se fala. Ouro puro.</p>
<p style="text-align: left;">Depois de muito suor para conseguir o ingresso de sexta (pasmem, blogueiros não recebem credencial) consegui entrar no infer… ops, Sala Cine UFPE para ver o show dos conterrâneos do Bandini. Vale ressaltar que na terça-feira esgotaram os ingressos, resultado do caô dos fãs de Los Hermanos. O Bandini fez um show com personalidade e de força. Entraram, ajeitaram os equipamentos, Galego soltou a deixa “Somos o Bandini, somos de Natal e todas as músicas são autorais” e aí começaram a tocar composições do EP “Time Can Break Your Heart” algumas músicas novas e o seu poderoso post-punk ressou pela sala. Show foi foda e, só para não perder o costume, o grupo sofreu com um probleminha no cabo de um dos instrumentos que rendeu algumas minutos de espera para o público. A banda só precisa superar mesmo um pouco o nervosismo e se soltarem mais no palco, além de arranjarem um bom técnico de som.</p>
<p><span id="more-4062"></span></p>
<p style="text-align: left;">Ainda tocaram outras bandas na Sala Cine, mas não aguentei o calor e fui correndo atrás de uma cerveja gelada do lado de fora. Uma pena. Ouvi dizer que Burro Morto (PB) e Guizado (SP) fizeram shows excelentes. Depois de ‘refrescado’ (sem duplos sentidos) encarei a fila que se formava em frente a entrada do teatro da UFPE. A primeira banda do teatro foi Júlia Says. Não entendi o som deles até agora, aliás fiquei pouco tempo tentando entender. Não gostei na verdade do som. Do show, não posso dizer muita coisa porque saí. Esperei lá fora pela apresentação de Cidadão Instigado.</p>
<p><img class="size-medium wp-image-24 alignleft" title="Shout Out Lounds" src="http://catorzeblog.files.wordpress.com/2008/09/dsc_0355.jpg?w=200&amp;h=300" alt="" width="200" height="300" /></p>
<p style="text-align: left;">Cidadão Instigado entrou para uma apresentação competente. Eles foram escalados de última hora, depois do problema que a produção teve com os matogrossenses do Vanguart. Mesclaram músicas dos CD’s anteriores e algumas novas composições que deverão entrar no novo trabalho. O público se divertiu muito no show deles e o problema que a produção teve acabou muito bem. Até porque, Vanguart provavelmente repetiria o mesmo show que sempre fazem.</p>
<p style="text-align: left;">Shout Out Lounds foi a primeira das suecas a tocar. Gosto do som deles e ver as músicas ao vivo foi uma experiência muito boa. Logo de cara, o vocalista tentou arriscar algumas palavras em português, o que gerou um certo frisson no público. O show foi forte, potente, animado, um pouco diferente do último álbum deles Our Ill Wills, que é mais morgadão. As músicas ficaram mais animadas, principalmente aliada a alegria dos músicos que estavam ali. Parecia até mesmo que Recife era o paraíso dos suecos.</p>
<p style="text-align: left;">Na verdade, Recife foi o paraíso loshermanosmaníaco nesta sexta de Festival. No teatro não cabia mais uma viva’lma entre previnidos que conseguiram pagar R$ 10 até os azarados que tiveram que pagar o absurdo de até R$ 60 dos cambistas. Dá-lhe Camelo. Ele entrou, falou que tinha que ser ali seu primeiro show, o público delirou. Alías, o público delirou a cada respirada diferente que o homem dava. Impressionante a loucura dos fãs. Sentou no seu banquinho, pegou o violão e começou a tocar as músicas do seu disco solo. Impressionou-se com a fato do teatro inteiro cantar junto com ele as músicas lançadas apenas a uma semana atrás. E aí chamou a Mallu Magalhães. Antes disso falou que a menina mudou o modo dele ver a música. Ela entrou um tanto tímida, passou longos minutos abraçada com o ídolo, sentou no banquinho ao lado e quando começaram a tocar “Janta”, a menina não aguentou. Chorou muito. Aquele choro infantil e sincero. Ela mal conseguia cantar e dedilhar seu violão. Foi um momento realmente bonito. E aí, tocaram Morena, do último CD do Los Hermanos. Acho que dá para imaginar a reação d <a href="http://catorzeblog.files.wordpress.com/2008/09/dsc_0266a2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-34" title="Mallu3" src="http://catorzeblog.files.wordpress.com/2008/09/dsc_0266a2.jpg?w=300&amp;h=242" alt="" width="300" height="242" /></a>público. Depois disso, Mallu saiu e se sentou do lado do palco, assistindo ao show e talvez imaginando que aquilo tudo era um sonho. De hora em hora, ela abaixava a cabeça. Mal esperava ela pelo que estava por vir. Hurtmold ainda tocou uma música, Camelo tocou suas composições e aí terminou o show. Se despediu e saiu do palco. Passaram uns 5 minutos ele voltou só com seu banquinho e o violão. Enquanto todo mundo esperava que ele cantasse os sucessos Los Hermanos, ele manda Thubaruba. Ponto alto da noite. Mallu corre, chora no seu ombro e se arrisca no microfone, cantando junto com o ídolo. Surreal.</p>
<p style="text-align: left;">A primeira noite valeu o ingresso. Valeu muito mais. Camelo conseguiu mostrar personalidade e muito talento com suas novas músicas e os shows de Shout Out Lounds e Cidadão Instigado foram muito bons. Mas ainda faltava Peter Bjorn and Jonh e Club 8.</p>
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		<title>COMO FOI? COQUETEL MOLOTOV &#8211; 2ª DIA</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Sep 2008 23:26:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
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		<category><![CDATA[MALLU MAGALHÃES]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Hugo Montarroyos
Conteúdo: www.reciferock.com.br
Segundo dia de festival e novamente tudo correu tranqüilo, não fosse um pequeno detalhe: os suecos do Club 8 demoraram um bocado para começar seu show na sala Cine PE, o que irritou um pouco o público e fez com que sua apresentação (muito boa, por sinal) ocorresse quase que simultaneamente à de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Hugo Montarroyos</strong></p>
<p>Conteúdo: <a href="http://www.reciferock.com.br/2008/09/21/cobertura-no-ar-coquetel-molotov-segundo-dia/" target="_blank">www.reciferock.com.br</a></p>
<p>Segundo dia de festival e novamente tudo correu tranqüilo, não fosse um pequeno detalhe: os suecos do <strong>Club 8</strong> demoraram um bocado para começar seu show na sala Cine PE, o que irritou um pouco o público e fez com que sua apresentação (muito boa, por sinal) ocorresse quase que simultaneamente à de <strong>Catarina</strong>. Como as leis da física ainda não permitem a ninguém estar em dois lugares ao mesmo tempo, acabou se dando mal quem optou pelo confuso show de Catarina.</p>
<p>No mais, tudo perfeito. Som funcionando bem, iluminação linda e público disposto a conhecer coisas novas. Aliás, era o primeiro festival de muita gente ali, devido ao alto número de adolescentes que mal pareciam saídos dos quinze anos. Talvez seja o fenômeno <strong>Mallu Magalhães</strong>. Aliás, vale a pena gastar algumas linhas com ela.<span id="more-3665"></span></p>
<p>Mallu é uma criança (basta conversar um pouco com ela para se convencer disto) que vem sendo engolida pelo showbizz. E só resta torcer para que essa mudança abrupta em sua vida não prejudique sua saúde e sua personalidade. Porque não dá para passar incólume por tamanho turbilhão em espaço tão curto de tempo. Na verdade, acho bastante injusto criticar alguém de 16 anos que até pouquíssimo tempo tocava no quarto de sua casa e de uma hora pra outra foi alçada a condição de nova grande descoberta da música brasileira. É complicado porque estamos diante de um talento que ainda precisa ser bastante lapidado. E, por outro lado e ao mesmo tempo, boa parte da graça reside justamente nessa falta de lapidação, em sua espontaneidade “bruta” que destoa de toda a classe artística já calejada e veterana na cínica dança da indústria do entretenimento. Não deve ser fácil, da noite para o dia, passar da condição de fã para parceira de seus ídolos. O choro dela abraçada com <strong>Marcelo Camelo</strong> no palco ilustrava claramente isso. Ela talvez ainda esteja na fase de achar que tudo não passa de um sonho, e o medo de acordar deve ser grande. Deixemos então a menina crescer para mostrar ao que realmente veio. Por enquanto, o que ela já fez está de muito bom tamanho.</p>
<p><strong>Catarina de Jah</strong>, segundo release, é olindense, tem 28 anos, é DJ e agora cantora. É preciso enfatizar bem este AGORA. Ela faz uma mistura confusa de ritmos latinos e regionais tentando dialogar com uma certa contemporaneidade. É insegura no palco, e não resite às provocações da platéia. Ao ouvir “Toca Ana Julia”, devolve com um “Eu não sei tocar <strong>Los Hermanos</strong>, não!”, sem esconder uma certa irritação. Ao tentar soar engraçadinha, pede desculpas ao público em nome de suas dançarinas – que, obviamente, não devem existir -, e diz que elas estavam com medo de encarar a platéia indie do festival. “Elas juraram que foi um problema com o mega-hair”. E, querendo ironizar o público presente, tratou de brindá-lo com piadas intraduzíveis. “Outra síndrome do verão é a síndrome de <strong>Mario de Andrade</strong>”. Silêncio mortal”. “Ri, minha gente”. E, finalmente, rimos por ela aceitar sua derrota como humorista. Talvez fosse melhor colocá-la na Sala Cine-PE. Ficou evidente que o AGORA cantora é bem AGORA mesmo. É preciso dar mais tempo a ela.</p>
<p>Algumas fontes bem confiáveis garantiram que o violinista <strong>Owen Pallett</strong>, do <strong>Final Fantasy</strong>, nada tem a ver com o <strong>Arcade Fire</strong>. Que apenas teria feito uma breve colaboração com o grupo canadense, mas que não seria, como foi vendido ao público, o “violinista do Arcade Fire”. Não consegui tirar a dúvida nem com ele nem com a produção do<strong> Coquetel Molotov</strong>. Falha grave minha, reconheço. Fica aqui o espaço aberto para a produção do festival esclarecer minha incerteza. De qualquer forma, o show dele foi bem bonito, transitando no limite da fronteira entre o golpe e a genialidade. Ele toca por cima de bases pré-gravadas, o que dá a errônea impressão de que qualquer um poderia fazer o mesmo. Mas quando seu violino fica em primeiro plano, constatamos que estamos diante de um músico de outro planeta, dono de um talento incomensurável. E, o mais bacana, foi aplaudido de pé ao final de seu show intimista, ousado e que funcionou às mil maravilhas num teatro. Só que desconfio que boa parte deste entusiasmo todo foi creditada ao seu “vínculo” com o Arcade Fire.</p>
<p>Criança ou não, <strong>Mallu Magalhães</strong> já superou a esfera virtual e hoje é uma artista de verdade para o público. Foi muito tietada nos bastidores, distribuiu autógrafos, tirou fotos com fãs, dividiu as atenções no backstage com Marcelo Camelo. Seu show foi extremamente competente. Ela não vacilou um só minuto (temi que ela não segurasse a onda ontem), e, em seu jeito atabalhoado e fofo (perdão, a palavra é essa mesmo), tirou, sabe-se lá de onde, a seguinte frase: “eu queria chamar ao palco dois bancos e o Marcelo Camelo”. E a histeria estava novamente armada. Juntos, cantaram <strong>“Janta”,</strong> acompanhada pelo público como se fora do repertório do <strong>Los Hermanos</strong>. Desta vez, Mallu conseguiu conter um pouco a emoção, e não desabou como no dia anterior. No mais, ainda é muito cedo para dizer qualquer coisa sobre Mallu. É uma menina de 16 anos dona de um talento e carisma inquestionáveis. O tempo se encarregará de dizer qual será o lugar dela quando crescer e não tiver mais lição de casa para fazer.</p>
<p>Não há muito para falar sobre o show do sueco <strong>Peter Bjorn And John</strong>. Trata-se de um trio competente, de boa pegada roqueira e que possui um belo show. Boa parte do público já havia ido embora quando eles entraram em cena, e a parte que ficou os recebeu muito bem. Deixaram o hit <strong>“Young Folks”</strong> para a parte final de sua apresentação, e ainda voltaram, entusiasmados, para um longo bis. Belo show, mas, no fim das contas, o que vai ficar na memória do público nesta edição do <strong>No Ar: Coquetel Molotov</strong> são as apresentações de Marcelo Camelo e de Mallu Magalhães. E com toda justiça.</p>
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		<title>COMO FOI? 1º DIA DO COQUETEL MOLOTOV (PE)</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Sep 2008 19:35:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Hugo Montarroyos
Conteúdo: Recife Rock
Os textos sobre os shows da sala Cine PE serão escritos por Breno Mendonça, e estarão aqui no ar em breve.
Se existe um festival no Brasil que cresceu ano a ano &#8211; e hoje merece todos os elogios do mundo -, ele atende pelo nome de “No Ar: Coquetel Molotov”. Ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Hugo Montarroyos</strong></p>
<p><a href="http://www.reciferock.com.br/2008/09/20/cobertura-noa-ar-coquetel-molotov-primeiro-dia/" target="_blank">Conteúdo: Recife Rock</a></p>
<p>Os textos sobre os shows da sala Cine PE serão escritos por Breno Mendonça, e estarão aqui no ar em breve.</p>
<p>Se existe um festival no Brasil que cresceu ano a ano &#8211; e hoje merece todos os elogios do mundo -, ele atende pelo nome de <strong>“No Ar: Coquetel Molotov”</strong>. Ainda que peque na escalação e que force uma barra tremenda para emplacar bandas suecas em terras brasileiras (de banda ruim a Suécia está cheia), os acertos acabam sendo mais relevantes do que as falhas, caso dos gols de placa ao apostar em Marcelo Camelo e Mallu Magalhães. Sem contar que a estrutura é de primeiro mundo: o som foi impecável em todos os shows, a iluminação estava perfeita (dá-lhe, Albert!), e é de encher os olhos ver o Teatro da UFPE lotado, abarrotado de gente. Trabalho de formiguinha que começou lá atrás, em 2004, na primeira edição do evento.</p>
<p>O primeiro dia do “No Ar: Coquetel Molotov” serviu para cravar de vez o nome de Marcelo Camelo como principal artista brasileiro de sua geração. Camelo é hoje uma espécie de Chico Buarque dos anos 00: todas as meninas querem dar para ele. Os caras querem ser iguais. E os gays não se envergonham de gritar “lindo!” e “gostoso!” durante toda a apresentação dele. E, analisando por outro prisma, bem menos passional, tal tietagem é justificável, emblemática e merecida no caso de Camelo, um compositor talentosíssimo, bom músico e excelente letrista que conta hoje com o apoio da melhor banda brasileira da atualidade, a paulistana Hurtmold. Não bastasse tudo isso, e o sujeito possui um carisma ainda maior do que a quantidade de fãs que entoam todas as suas canções em uníssono. Trata-se de uma seita: é questão de aceitar ou não.</p>
<p>Aos shows: o duo pernambucano<strong> Júlia Says</strong> fez um show que primou pelas novidades e pelo bom aproveitamento da estrutura do palco do Teatro da UFPE. Mostrando um estilo desencanado de ser e viver, o guitarrista Pauliño entrou no palco sem camisa, e assim levou o show até o final. Acertaram bem a mão ao despejar peso da guitarra e da programação, e mostraram ótimas canções, como a bem trabalhada “Intro-Mental” e a excepcional “Aos Segredos”, que fechou o show. Permanecem pecando em alguns momentos, sobretudo quando a frágil voz de Pauliño surge em primeiro plano, defeito que aos poucos vem sendo corrigido ao cobrirem seus vocais com efeitos eletrônicos. E a execução de “Mohamed Saksak”, com telão exibindo o clipe da música, beirou a perfeição. O Júlia Says galgou degraus altos em curto espaço de tempo. Ainda há muito a ser melhorado, mas é visível o quanto de talento existe ali. O público os recebeu com simpatia, mas a verdade é que o show não chegou a empolgar muito.</p>
<p>A empolgação começou a vir aos poucos, e se instalou de início na boa apresentação do cearense <strong>Cidadão Instigado</strong>, que tocou de última hora no lugar do Vanguart (que perdeu uma oportunidade de ouro de expandir seu público por essas praias). Liderados pelo guitarrista Fernando Catatau, uma espécie de Odair José intelectualizado, a banda contou com coral da platéia em boa parte de seu show, casos de “O Pobre dos Dentes de Ouro” e na deliciosamente brega de beira de estrada “O Tempo”. Foram bastante aplaudidos no final.<span id="more-3648"></span></p>
<p>Ê, Suécia! A tal de <strong>Shout Out Louds</strong> faz hoje o que o The Cure já fazia muito melhor nos anos 80. Ou seja, pura cópia da banda de Robert Smith, mas tão descarada, tão deslavadamente cara-de-pau que dá até vergonha. E, quem diria, eles possuem até um numeroso neo-fanclube no Recife, pois não eram poucas as pessoas que bradavam as letras do grupo a pleno pulmões. Mas, cá pra nós, não passa de um pastiche bem sem-vergonha do The Cure. Para aqueles que preferem a cópia ao original. E parece que não são poucos. Paciência…</p>
<p>A noite era toda dele. Órfãs do Los Hermanos e fãs da nova safra de Marcelo Camelo se espremiam por todo o teatro na tentativa inútil de conter os nervos diante da espera do ídolo. Desesperada, a produção do festival sofria para convencer o público a permanecer sentado, milagre que acabou por fim operando: apenas no bis a platéia se soltou e levantou para dançar. E, faça você parte ou não da seita “camelônica”, a verdade é que foi um show e tanto, o primeiro da “digressão” pelo País. Segundo declarou, para delírio dos fãs, a estréia do show “tinha que ser aqui, tinha que ser hoje e tinha que ser com vocês”. E nada do que ele fala parece premeditado, calculado ou dito só para agradar. Ali está um ser de dissimulação zero.</p>
<p>Ele entra no palco, fica meio sem jeito com a saraivada de palmas que inunda o teatro, pega o violão e dedilha “Sou”, cantada por parte bem numerosa da platéia. Depois, chama a excelente Hurtmold, empunha uma guitarra e leva “Téo e A Gaivota”. E o “estrago” estava feito: a mesma devoção dedicada ao Los Hermanos é renovada na carreira-solo de Camelo. A histeria segue com “Tudo Passa”, dos belos versos “eu, você e todos os encontros casuais/os ais e os hão de ser/e todos os casais também/ olha, acho até que quem achou que nunca ia/ esse ia se espantar de ver que o ódio e o amor/ e até eu vou pra ver no que vai dar/ a massa, a moça e até esse pra sempre tudo passa”. Parece retalhos de letras, mas todos cosidos de maneira a dar significados ocultos às partes e interpretações pessoais ao todo. E, quem diria, o recém-lançado “Sou” já está na boca do povo.</p>
<p>O momento mais emocionante da noite se faz quando Camelo chama <strong>Mallu Magalhães</strong> ao palco, amiga que, nas palavras dele, “mudou minha maneira de ver a música, mudou minha maneira de ver a vida”. Mallu entra, abraça Camelo e desata no choro de uma criança de 16 anos que até anteontem era fã do Hermano, e que hoje vive o sonho dourado de menina de dividir o palco com o ídolo. Quase não consegue dedilhar o violão ou cantar de tanto que chorava, e a impressão que ficou é que o próprio Marcelo desabaria no choro a qualquer momento. Mallu saiu correndo após sua participação, e o show prosseguiu em clima de uníssono até o fim. Após uma certa hesitação, Camelo volta para o bis, banquinho e violão e, cartada de mestre, ataca com “Tchubaruba”. Mallu corre para cantar novamente ao lado do ídolo, desta vez uma canção dela, e o momento fofura estava instaurado de vez. Camelo então pede licença ao Hurtmold, que tomava posição para acompanhá-lo novamente, e diz que o clima de improviso estava tão bonito que preferia continuar assim por mais um tempo, banquinho, violão e todas as vozes do teatro. Ao Hurtmold restou esperar respeitosamente o término da catarse para entrar em cena novamente, como figurantes de luxo.</p>
<p>Aos fãs: Camelo está de volta em sua melhor forma, e o show de seu “Sou” é ótimo. Aos que não gostam: vai ser difícil se livrar dele no próximo verão. Às seguidoras: Aleluia, irmãs! A seita ressurge…Para o bem e para o mal. Para cristãos e ateus (licença, Zeroquatro). Batizados e pagões. Resta escolher o seu lado e ser feliz.</p>
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		<title>VANGUART (MT) CANCELA TOUR NO NORDESTE</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 13:10:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Vanguart não vem mais ao Nordeste neste final de semana como tínhamos anunciado aqui. A banda cancelou sua participação no Festvial Coquetel Molotov em Recife e no projeto Pôr do Som em Sobral (CE). Segundo mensagem no orkut do grupo, a produção do Vanguart teria cancelado o show por um desacerto com a produção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Vanguart </strong>não vem mais ao Nordeste neste final de semana como tínhamos anunciado aqui. A banda cancelou sua participação no Festvial <strong>Coquetel Molotov</strong> em Recife e no projeto Pôr do Som em Sobral (CE). Segundo mensagem no orkut do grupo, a produção do <strong>Vanguart </strong>teria cancelado o show por um desacerto com a produção do show em Recife com relação a diárias e hospedagens. A produção do <strong>Coquetel Molotov</strong> afirmou via lista <strong>Nordeste Independente</strong> que as negociações com a banda vinham sendo problemáticas e que chegou em todos os limites. O <strong>Coquetel Molotov</strong> afirmou também que tudo o que abanda exigiu pro show foi acertado previamente e que o grupo teria solicitado mais itens após o acerto final.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: line-through;">UPDATE</span></strong></p>
<p>O grupo cearense <strong>Cidadão Instigado</strong> foi convidado para substitur o <strong>Vanguart</strong> na programação do <strong>Coquetel Molotov 2008</strong></p>
<p>O Coqureel Molotov também avisa que quem quiser ter seu ingresso de volta por causa da ausência do grupo no festival pode contacta-los através do site do evento.</p>
<p><a href="http://www.coquetelmolotov.com.br/noar2008/festival/cinema" target="_blank">www.coquetelmolotov.com.br</a></p>
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		<title>BRUNO NOGUEIRA (PE): ESCALAÇÃO FINAL DO FESTIVAL COQUETEL MOLOTOV</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 21:18:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[
Esse encerra o ciclo de festivais do Recife. A quinta edição do No Ar Coquetel Molotov traz a Invasão Sueca para o Recife, além de Owen Pallet, violinista do Arcade Fire no projeto solo Final Fantasy. Tem os já anunciados aqui, Peter Bjorn &#38; John, Shout Out Louds, Club 8 e Marcelo Camelo. E também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="lightbox" href="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2008/08/guizado.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1063" title="guizado" src="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2008/08/guizado.jpg" alt="" width="358" height="230" /></a></p>
<p>Esse encerra o ciclo de festivais do Recife. A quinta edição do No Ar Coquetel Molotov traz a Invasão Sueca para o Recife, além de <strong>Owen Pallet</strong>, violinista do Arcade Fire no projeto solo <strong>Final Fantasy</strong>. Tem os já anunciados aqui, <strong>Peter Bjorn &amp; John</strong>, <strong>Shout Out Louds</strong>, <strong>Club 8</strong> e <strong>Marcelo Camelo</strong>. E também tem <strong>Vanguart</strong> (MT), de volta ao Recife após o sucesso (no primeiro show deles aqui, no Recbeat, eram só mais uma entre as bandas esquisitas). E tem também <strong>Mallu Magalhães</strong> pela primeira vez no Recife, além da <strong>Bandini</strong>, do Rio Grande do Norte, que foi sugestão minha =)</p>
<p><strong>19.09<br />
</strong>SALA CINE UFPE<br />
<strong> Burro Morto</strong> | PB<br />
<strong> A Banda de Joseph Tourton</strong> | PE<br />
<strong> Bandini</strong> | RN<br />
<strong> Guizado </strong>| PE</p>
<p>TEATRO UFPE<br />
<strong> Júlia Says </strong>| PE<br />
<strong> Vanguart </strong>| MT<br />
<strong> Shout Out Louds</strong> | Suécia<br />
<strong> Marcelo Camelo </strong>| RJ</p>
<p><strong>20.09</strong><br />
SALA CINE<br />
<strong> Pocilga Deluxe</strong> | PE<br />
<strong>Zeca Viana &amp; Onomatopéia Bum</strong> | PE<br />
<strong>Akin </strong>| SP<br />
<strong>Club 8</strong> | Suécia</p>
<p>TEATRO UFPE<br />
<strong> Catarina </strong>| PE<br />
<strong>Final Fantasy </strong>| Canadá<br />
<strong>Mallu Magalhães </strong>| SP<br />
<strong>Peter, Bjorn &amp; John</strong> | Suécia</p>
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		<title>FESTIVAIS: NO AR COQUETEL MOLOTOV (PE) APRESENTA ESTRÉIA DE MARCELO CAMELO SOLO</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 10:39:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[coquetel molotov]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: Press Release
Programado para os dias 19 e 20 de setembro, o No Ar Coquetel Molotov 2008 antecipa algumas de suas principais atrações
Peter Bjorn and John, Shout Out Louds, Club 8 e o cantor Marcelo Camelo são algumas das atrações confirmadas para o festival No Ar Coquetel Molotov 2008, que acontece no Centro de Convenções [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Fonte: Press Release</strong></p>
<p><strong></strong><em>Programado para os dias 19 e 20 de setembro, o No Ar Coquetel Molotov 2008 antecipa algumas de suas principais atrações</em></p>
<p>Peter Bjorn and John, Shout Out Louds, Club 8 e o cantor Marcelo Camelo são algumas das atrações confirmadas para o festival No Ar Coquetel Molotov 2008, que acontece no Centro de Convenções da UFPE, no Recife entre os dias 19 e 20 de setembro.. O festival apresenta ao público recifense, em primeira mão, a estréia do projeto solo de Marcelo Camelo (Los Hermanos), em palcos brasileiros.</p>
<p>Junto a Marcelo Camelo, o festival traz mais três novos grupos da Suécia dentro da terceira edição do projeto Invasão Sueca. A parceria do Coquetel Molotov com o Swedish Institute garantiu a vinda dos grupos Club 8 e Shout Out Louds, boas revelações do novo cenário pop sueco, e ainda a famosa banda escandinava Peter Bjorn and John, conhecida em todo o mundo pelo hit &#8220;Young Folks&#8221;. Os ingressos para o festival começam a ser vendidos antecipadamente a partir de agosto nas lojas Imaginarium, no Shopping Center Recife e Plaza Shopping, com preço promocional de R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia/estudantes).<span id="more-2594"></span></p>
<p>Atrações &#8211; A carreira e o talento de Marcelo Camelo vão bem além dos microfones do Los Hermanos. Em paralelo à banda, Camelo já vinha exercitando um lado de composição diferente ao escrever músicas para a cantora Maria Rita. Com disco pronto para ser lançado em setembro, Marcelo Camelo, em sua primeira aventura solo nos palcos, vem acompanhado de integrantes do grupo paulista Hurtmold e do instrumentista Rob Mazurek para executar ao vivo as músicas de seu disco de estréia. Além do Hurtmold, Camelo contou em seu disco com a participação de Dominguinhos, Domenico Lancellotti, Mallu Magalhães e da pianista Clara Sverner.</p>
<p>Com nove anos de estrada e uma música que conquistou o mundo inteiro apenas com um assovio, o grupo sueco Peter Bjorn and John vem pela primeira vez ao Brasil. Também pisam pela primeira vez em solo brasileiro os conterrâneos escandinavos Club 8 e Shout Out Louds, todos representantes de um novo pop sueco que começa a ganhar força e aparecer para o mundo inteiro. O Club 8, formado por Karolina Komstedt e Johan Angergård, é uma das bandas do elogiado catálogo de artistas do selo sueco Labrador. Seu disco mais recente, “The boy who couldn’t stop dreaming”, lançado no ano passado brinca com melodias alegres e melancólicas ao mesmo tempo.</p>
<p>O Shout Out Louds lançou seu primeiro disco em 2003, “Howl Howl Gaff Gaff”, bastante aclamado por crítica e público na Suécia, o que garantiu um contrato com a Capitol para o relançamento do disco nos Estados Unidos em 2005. Na seqüência veio o álbum “Our Ill Wills”, lançado em 2007, que contém músicas que levaram a banda a se tornar mais conhecida pelo mundo, participando de festivais pelos EUA e Europa.</p>
<p>Mundialmente conhecidos pelo hit “Young Folks”, a música do assobio, que aparece em séries como Gossip Girl e no game Fifa 2008, Peter, Björn and John é uma das bandas mais queridas em todo o mundo. Com turnês realizadas em mais de vinte países e com presença nos principais festivais de música, o PBJ vem ao Recife no embalo do final da gravação do disco sucessor do aclamado “Writer’s Block”.</p>
<p>Programação &#8211; O festival No Ar Coquetel Molotov vai além da programação de música e shows e investe cada vez mais em um evento de caráter multimídia com debates sobre temas ligados à arte, crítica musical e cultura digital. Como parte da programação estendida do festival, o No Ar 2008 promove a mostra de filmes Play The Movie, entre os dias 15 e 18 no Cinema da Fundação Joaquim Nabuco, com documentários inéditos, filmes musicais, curtas e uma apresentação audiovisual ao vivo no local.</p>
<p>O festival também reserva espaço no Hall do Centro de Convenções da UFPE para a já tradicional Feira Cultural com expositores de moda, artes plásticas, selos musicais e zines.. A programação completa de eventos com a mostra de filmes Play The Movie e a relação completa das 16 atrações do festival deste ano será divulgada no início de agosto.</p>
<p>NO AR COQUETEL MOLOTOV 2008<br />
Marcelo Camelo, Peter Bjorn and John, Shout Out Louds, Club 8 e muito mais<br />
Local: Recife &#8211; Centro de Convenções da UFPE<br />
Datas: 19 e 20 de setembro de 2008<br />
Ingressos antecipados: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)<br />
Mais informações: www.coquetelmolotov.com.br</p>
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		<title>BRUNO NOGUEIRA (PE): A GUERRILHA DAS NOVAS MÍDIAS</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2008/06/bruno-nogueira-pe-a-guerrilha-das-novas-midias/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 11:27:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bruno Nogueira]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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Apenas o titulo da obra de José Luiz Braga seria suficiente para entender o contexto do momento em que vivemos hoje na comunicação. O livro se chama “A Sociedade Enfrenta sua Mídia” e traz uma atualização ao debate cada vez mais datado das teorias da comunicação que focam no processo de emissor, mensagem e receptor. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="lightbox" href="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2008/06/guerrilha.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-961" title="guerrilha" src="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2008/06/guerrilha.jpg" alt="" width="343" height="241" /></a></p>
<p>Apenas o titulo da obra de José Luiz Braga seria suficiente para entender o contexto do momento em que vivemos hoje na comunicação. O livro se chama “A Sociedade Enfrenta sua Mídia” e traz uma atualização ao debate cada vez mais datado das teorias da comunicação que focam no processo de emissor, mensagem e receptor. Num mundo de grandes conglomerados de mídia, ficamos acostumados à idéia de que tudo termina no público. Mas na última década, ficou evidente que esse processo é continuo e cada vez mais conectado.</p>
<p>“Superamos já uma percepção de que os usuários dos meios ditos ‘de massa’ seriam homogêneos, passivos e, portanto, facilmente manipuláveis”, postula Braga, “reconhece-se hoje uma possibilidade de resistência, baseada em mediações culturais extramidiáticas”. O que Braga fala fica mais evidente na Internet. Nos últimos cinco anos, os principais endereços que a Rede consolidou como fonte de informação tem seu conteúdo inteiro produzido pelo leitor. Seja a enciclopédia colaborativa Wikipidia – que numa última pesquisa recente, tinha mais verbetes corretos que a Britannica – ou no site de vídeos YouTube, que possui um acervo de memória da televisão brasileira que a Rede Globo nunca disponibilizou.<span id="more-2410"></span></p>
<p>Esta é a principal lógica por trás do decrescente índice econômico das indústrias de publicações. Jornais têm cada vez menos leitores, porque os próprios se tornaram uma fonte de informação muito mais confiável. Algo compreensível a partir do conceito de Economia da Colaboração, proposto pelo norte americano Peter Kollock. Quem colabora mais, com mais conteúdo de qualidade, recebe mais prestigio pelos outros consumidores. Uma prática que era comum numa sociedade baseada na comunicação, mas até então sem a devida evidência, já que essas práticas – os antigos fanzines e rádios piratas – não tinham tanta relevância assim de alcance.</p>
<p>A última peça desse quebra cabeça vem de uma lógica da ciência da administração. Uma, em específico, que dizia que apenas 20% de uma produção cultural era responsável por 80% de todo consumo de cultura. O índice menor vem daqueles artistas expostos nas vitrines e os programas de televisão em horário e canal nobre. Ou seja, os 80% restante da produção não tinham consumo porque simplesmente não tinham espaço para existir. Seja na prateleira de uma loja ou na grade de programação de uma grande rede de televisão. Espaço que, na Internet, não é mais um problema. Os nichos passam a ter visibilidade e relevância.</p>
<p>Juntar essas peças é entender as novas mídias que convivemos com cada vez mais freqüência. Temos agora acesso ao nicho, um conteúdo que é produzido por consumidores como nós, que passa a ser muitas vezes mais relevante que um grande veículo de comunicação. “Já ouvi o melhor elogio que alguém pode ouvir que é ‘pô, como é que eu não pensei nisso antes?’. Isso me envaidece. A maior parte desse retorno vem de pessoas que trabalham com comunicação”, comenta  o jornalista carioca Bruno Maia, que comanda o programa de rádio “Aleatório”, veiculado 100% na Internet. “O piloto do programa foi feito em casa e ficou bem bacana”, lembra. Hoje, ele grava nos estúdios da Rede Globo, com o Aleatório sendo transmitido pelo site da rádio Multishow.</p>
<p>Bruno não ganha um centavo para fazer o programa, que tem participação passiva do público. “Qualquer coisa que está na Internet pode ser link do Aleatório, da wikipedia a blogs”, conta. “Toco música para passar informação, não como moeda de troca para colecionar CD’s”, alfineta. A situação dele é parecida com a de um grupo do Recife, o Coquetel Molotov, que circula sua informação em uma revista e programa de rádio. “Sempre seremos leitores”, conta Ana Garcia, parte da equipe. Hoje, na quarta edição, a revista já tem além de leitores, até artistas que produzindo o conteúdo impresso por vontade própria “um deles está fazendo um top 20 de capas e tomando tempo para passar no scanner uma por uma, isso é bem recompensador para nós”, completa.</p>
<p>O lucro agregado aparece como uma das grandes vedetes dessa economia da colaboração. Assim como Bruno conseguiu, com o programa de rádio, entrar no maior sistema de comunicação do país e o Coquetel Molotov articular um festival com atrações que não tocam em rádio, em Natal (RN) as novas mídias deram sobrevida ao selo DoSol, que transformou o site da gravadora (www.dosol.com.br) num portal de notícias sobre música. “Foi uma maneira de aproximar mais usuários do nosso conteúdo, já que passamos a disponibilizar tudo de graça”, conta o produtor potiguar Anderson Foca. “Antes tínhamos 50 visitas por dia, hoje temos quase 700, estatisticamente são mais pessoas que baixam nossos discos e assistem nossos vídeos”, lista.</p>
<p>Voltando a Braga, o pesquisador reconhece uma crítica dentro da própria observação que faz. “Se o ‘receptor’ resiste, isso não significa necessariamente que faça as melhores interpretações, os melhore usos”. Essas novas mídias ainda têm um forte caráter de guerrilha, e se o público descentralizado que conquistam traz relevância para elas, o mercado ainda as observa por um filtro de um modelo tradicionalista. “O mercado é muito fechado”, conta o escritor Wellington Mello, autor de um livro de poesias que conheceu leitores primeiro através de um blog, “Para poesia de autor novo, então, nem pensar. Preciso publicar meus livros sempre em papel”, completa. O próximo livro dele, “Desvirtual Provisório”, também sairá em versão digital.</p>
<p>Apesar das novas mídias terem encontrado legitimidade no público, elas ainda não estão totalmente inseridas dentro das lógicas de mercado. Similar à produção artística, o que se forma é uma cadeia produtiva própria, com características exclusivas do meio independente, muitas vezes ignorando etapas que seriam impossíveis contornar por um grande “publisher”. Uma fase que, se ultrapassada, pode influenciar no próprio consumo da cultura que tratam, já que esses novos produtores de conteúdo – ou seja, o próprio público – tem uma relação com essa produção que dá nos nervos da indústria. Nunca se consumiu tanto, ao mesmo tempo em que nunca se vendeu tão pouco. E onde a mídia tradicional enxerga baixa nas vendas, as novas reconhecem crescimento de espectadores.</p>
<p><em>Publicado originalmente na <strong>Revista Continente Multicultural</strong></em></p>
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