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	<title>DoSol &#187; hugo morias</title>
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		<title>HUGO MORAIS (RN): 50 DISCOS PARA BAIXAR</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 09:36:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hugo Morais</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para muitos o hábito de comprar discos, seja lá vinil ou cd, se foi. Ainda compro, não com a mesma frequência, mas compro. Estes 50 discos que estão aqui para download eu tenho em casa, e os escuto. As vezes levo uns para casa de amigos para tomar umas cervejas, comer uns tira-gostos e conversar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para muitos o hábito de comprar discos, seja lá vinil ou cd, se foi. Ainda compro, não com a mesma frequência, mas compro. Estes 50 discos que estão aqui para download eu tenho em casa, e os escuto. As vezes levo uns para casa de amigos para tomar umas cervejas, comer uns tira-gostos e conversar arisia. Os 50 são de música brasileira, minha preferência. A maioria de bandas ditas independentes. Uns já estiveram aqui para download, outros não.</p>
<p>Mas nem só de comprar discos posso viver, não há bolso que chegue. Logo ia ao <strong>Som Barato</strong>, mas fecharam. Vou de vez em quando ao <strong>Música Social</strong>, ao <strong>Lágrima Psicodélica</strong> ou ao <strong>Brazilian Nuggets</strong>. Esses são apenas três dos milhares, milhões de blogs para baixar música. Pois bem, aqui também tem. Todos nacionais e muitos nordestinos. Antes que desliguem essa bagaça aqui também, aproveite e baixe alguns.</p>
<p>Destaque para <strong>Textículos de Mary</strong>, <strong>The Dead Billies</strong>, <strong>Little Quail and The Mad Birds</strong>, <strong>Hang The Superstars</strong> e <strong>DASH</strong>. Bandas acabadas e com possíveis discos idem. <a href="http://bemvindoboaviagem.blogspot.com/2008/09/50-discos.html#links" target="_blank">CLIQUE AQUI PARA ESCOLHER OS DISCOS E BAIXAR!<br />
</a></p>
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		<title>HUGO MORAIS (RN): EMBLEMAS FUNK</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 10:29:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hugo Morais</dc:creator>
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A banda de funk Emblemas surgiu da cabeça da baixista Danina, do Eletrobilhar. A moça também já tocou no Dharma. Danina tem uma cabeça a mil e dentre essas coisas ainda se veste de drag queen e interpreta Kathiusca Combalanska. Quem está ao seu lado nessa incursão pelo funk carioca é Luciano, que também &#8220;recebe&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/emblemas.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2461" title="emblemas" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/emblemas.jpg" alt="" width="358" height="268" /></a></p>
<p>A banda de funk Emblemas surgiu da cabeça da baixista Danina, do Eletrobilhar. A moça também já tocou no Dharma. Danina tem uma cabeça a mil e dentre essas coisas ainda se veste de drag queen e interpreta Kathiusca Combalanska. Quem está ao seu lado nessa incursão pelo funk carioca é Luciano, que também &#8220;recebe&#8221; Creusa. A brincadeira já deu resultado que pode ser visto no myspace com a música &#8220;Golpe do Sequestro&#8221;. Outras ainda virão. Em julho eles abrem para a cearense Montage em show na Ribeira. Confira a entrevista com a performática baixista a seguir:<span id="more-2460"></span></p>
<p>Como começou essa história de fazer funk?</p>
<p>Sempre quis responder essa pergunta falando sério. Toda vida que eu tento, me interrompem. Seja criticando, seja achando que estou de brincadeira. Foi assim: Cada época tem a sua música popular característica. A música da minha pré-adolescência e adolescência era eletrônica, e hoje<br />
em dia ainda é, mas o hip hop tem muito mais força agora. A pincipal característica da música eletrônica é que você pode fazer o que quiser com ela, misturar timbres, estilos, tudo. E imaginava-se que o Brasil seria o lugar de onde viria a música eletrônica mais fuderosa do mundo, pela diversidade cultural que tem aqui. Mas sabe como é, país de terceiro mundo&#8230; Enfim, não aconteceu. No funk carioca a gente encontrou música eletrônica, com uma pitada de hip hop, feita no Brasil, e com uma força social fortíssima. O funk carioca é um estilo de vida! Tem roupa específica, festa específica, lugar específico, um jeito de falar característico&#8230;Tem noção da força que isso tem? Funk carioca derrubará um governo!!!</p>
<p>Que influências estão no Emblemas?</p>
<p>U.D.R., Miami Bros, Bonde do Rolê, Tati Quebra Barraco, Deyse Tigrona, Silvetty Montilla, Madonna, Britney Spears, Wilma Maia, Lula, Amy Winehouse, Boy Messias (o pinta mais famoso do Passo da Pátria), e todos os nossos amigos (e inimigos), playboys frequentadores de postos de gasolina e de suas conveniências. Esses últimos são influências nossas mais pelo lifestile.</p>
<p>E esse nome? Surgiu como?</p>
<p>HEHEHE. Eu comecei a receber e-mails &#8220;anônimos&#8221;, assinados como emblemas, de alguém que sabia de muitas coisas da minha vida e usava isso pra me incomodar. Incomodava mas eu ria muito também, porque eram coisas bem ridículas. Eu sabia quem enviava os emails e respondia chamando a pessoa pelo nome verdadeiro dela. Aí eu recebia respostas do tipo: Prove que sou eu! HEHEHE. Luciano achou que seria interessante usar Emblemas porque nós sabemos de muitas coisas sobre a sociedade e usamos isso pra incomodar. A gente incomoda mas se diverte.</p>
<p>Quem faz parte da banda?</p>
<p>Eu e Luciano. Kathiusca Combalanska e Creusa também participam. Sendo Creusa uma entidade que as vezes baixa em Luciano. Temos dois dançarinos: A mulher Chester e The Black Man. E fazemos shows acompanhados por uma banda que é Thadeu Azevedo na bateria e Luiz Gadelha na guitarra. São participações ilustres como você pode ver.</p>
<p>Você tem o costume de se vestir de drag queen. Onde isso influenciou a banda?</p>
<p>Kathiusca é um personagem que eu uso pra extravasar sentimentos que Danina não pode, por puro senso moral. Afinal de contas eu tenho família, namorado&#8230;hehehe. Quando Kathiusca entra em cena, seja pra compôr, seja pra fazer show, a banda ganha uma liberdade bem maior, medo de políticos e pudor vão pras cucuias, além de fortes expressões do mundo gay.</p>
<p>Vocês já tocaram no Avesso. E em outros lugares? Já estão surgindo convites?</p>
<p>Já sim. O Avesso serviu pra gente estrear e ver a reação do público. Agora surgiu o convite pra abrir o show do Montage, que tem um burburinho ainda com relação à data, está entre 20 e 27 de julho, um dos dois domingos. Será domingo à tarde.</p>
<p>Como tem sido a aceitação do público?</p>
<p>Olha, surpreendente. É claro que a gente sempre espera a melhor possível, mas a galera gostou mesmo. Dançam, cantam os refrões, perguntam pelo myspace, quando tem mais show&#8230; O pessoal se diverte de verdade.</p>
<p>Quando sai o disco?</p>
<p>Bom, artista nunca ganhou dinheiro com disco, só serve pra divulgação, e a nossa divulgação é feita pela internet&#8230;Se for sair um disco, será virtual. Temos uma música já gravada que é a &#8220;Golpe do Sequestro&#8221;, e estamos finalizando outra no estúdio que é o &#8220;Funk da SAMU&#8221; (já está np myspace). Devagarzinho a gente vai liberando nos sites e no orkut.</p>
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		<title>MÚSICA POTIGUAR: HUGO MORAIS FALA SOBRE EDITAL DE GRAVAÇÃO DE CDS VINDO AÍ</title>
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		<pubDate>Fri, 09 May 2008 10:28:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hugo Morais</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Terça, 06/05, foi feita uma reunião no Teatro da Cultura Popular com artistas e produtores musicais de Natal e do resto do estado para a direção da Fundação José Augusto mostrar como ficará o edital que viabilizará R$ 155.000,00 para 46 projetos que se transformarão em CDs. A apresentação foi antecedida por uma mostra, capitaneada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000">Terça, 06/05, foi feita uma reunião no <strong>Teatro da Cultura Popular</strong> com artistas e produtores musicais de Natal e do resto do estado para a direção da <strong>Fundação José Augusto</strong> mostrar como ficará o edital que viabilizará R$ 155.000,00 para 46 projetos que se transformarão em CDs. A apresentação foi antecedida por uma mostra, capitaneada por <strong>Crispiniano Neto</strong>, do que a Fundação vem fazendo em prol da cultura potiguar. Crispiniano que é o presidente da Fundação disse, entre muitas outras coisas, que serão abertos 15 editais e que juntamente com um que já está aberto somam R$ 1.000.000,00 em recursos. Disse também que além desses editais que são de responsabilidade do estado, ainda serão abertos mais editais pelo PAC da Cultura, entitulado <strong>Mais Cultura</strong> e que será apresentado pelo ministro <strong>Gilberto Gil</strong> hoje, 07/05, as 15h no hotel <strong>Barreira Roxa</strong>. Na reunião estavam em sua maioria artistas que atuam na MPB. E como representantes da classe roqueira, estavam Vlamir Cruz, Anderson Foca e Rodrigo Lacerda, pelo que vi.</span><span id="more-2195"></span><br />
<span style="color: #000000"><br />
O edital irá mostrar que os artistas devem priorizar trabalhos autorais locais e podem escolher apenas um grupo, dos três existentes, para se inscrever. Os grupos se dividem em:</p>
<p>A – 10 projetos no valor de R$ 4000,00<br />
B – 20 projetos no valor de R$ 3500,00<br />
C – 16 projetos no valor de R$ 2500,00</p>
<p>A escolha do grupo para se inscrever levou a uma discussão, em certos momentos, até idiota. Alguns artistas queriam que os grupos fossem descriminados. Mas foi deixado na mão do artista, que sabe mais do que ninguém de quanto seu projeto necessita, escolher em qual categoria de verba se enquadra.</p>
<p>Os artistas podem escolher o estúdio para gravar o projeto dentro de uma lista de parceiros. Não é qualquer estúdio, até porque como é uma verba publica, a lista de estúdios deverá estar com toda a documentação em dia.</p>
<p>Com o projeto aprovado e finalizado, 140 cópias serão feitas. O artista receberá 100 cópias. A Fundação ficará com 40. Uma apresentação do projeto será patrocinada pela Fundação e deverá ser para estudantes de nível médio do ensino público. Também poderá ser gravada para posterior exibição.</p>
<p>Para evitar fraudes a comissão que recebe as inscrições não é a mesma que seleciona os materiais. O pagamento da verba será feito em duas partes. Uma ao término da primeira metade do projeto e a segunda no fim de todo o projeto. Aquele que não concluir o CD terá que devolver o dinheiro recebido. Além da escolha dos 46 projetos, mais cinco em cada categoria ficarão na suplência para qualquer anulação nas inscrições.</p>
<p>O edital é resultado de reuniões durante todo o ano de 2007 duma câmara setorial que engloba a produção musical do estado. Ele será publicado em breve no Diário Oficial após as últimas alterações. Após a publicação, as inscrições permanecerão abertas por 45 dias. A seleção será num prazo de 30 dias e o projeto tem que ser concluído, depois de aprovado, num prazo de 180 dias. A Fundação entrará em contato com todos os aprovados por telefone.</p>
<p>Mais detalhes podem ser esclarecidos na própria <a href="http://www.fja.rn.gov.br/fja_site/index.asp">Fundação José Augusto <img src="http://i.ixnp.com/images/v3.29/t.gif" id="snap_com_shot_link_icon" class="snap_preview_icon" style="border: 0pt none ; margin: 0pt ! important; padding: 1px 0pt 0pt; max-height: 2000px; max-width: 2000px; min-width: 0px; min-height: 0px; font-style: normal; font-weight: normal; font-family: 'trebuchet ms',arial,helvetica,sans-serif; float: none; position: static; left: auto; top: auto; line-height: normal; background-image: url('http://i.ixnp.com/images/v3.29/theme/silver/palette.gif'); background-color: transparent; visibility: visible; width: 14px; height: 12px; background-position: -1058px 0pt; background-repeat: no-repeat; text-decoration: none; vertical-align: top; display: inline" /></a>com Babau ou Mirabô Dantas.</span></p>
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		<title>HUGO MORAIS (RN): LITTLE QUAIL NO YOUTUBE</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Apr 2008 11:31:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hugo Morais</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No último Abril Pro Rock, que acabou semana passada, Gabriel Thomaz com sua banda Autoramas brindou os presentes com &#8220;1,2,3,4&#8243; da lendária Little Quail and The Mad Birds. Uma das minhas bandas favoritas de todos os tempos. Quem me conhece sabe que adoro também o Autoramas. Adorar é ter todos os discos, mais camisas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000">No último <strong>Abril Pro Rock</strong>, que acabou semana passada, Gabriel Thomaz com sua banda <strong>Autoramas</strong> brindou os presentes com &#8220;1,2,3,4&#8243; da lendária <strong>Little Quail and The Mad Birds</strong>. Uma das minhas bandas favoritas de todos os tempos. Quem me conhece sabe que adoro também o <strong>Autoramas</strong>. Adorar é ter todos os discos, mais camisas e até compactos, sem falar em <strong>Lafayette e Os Tremendões</strong>. Pois bem, eis que finalmente o próprio Gabriel fez o favor de botar na net, mais precisamente no Youtube, vídeos dos codorninhas. Para ver os vídeos clique <a target="_blank" href="http://www.bemvindoboaviagem.blogspot.com/">aqui</a>.</span></p>
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		<title>HUGO MORAIS: CONHEÇA JUPITER MAÇÃ</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Feb 2008 10:17:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hugo Morais</dc:creator>
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Júpiter Maçã nada mais é que Flávio Basso. E Flávio Basso nada mais foi do que um integrante da lendária Cascavelletes. Banda oitentista gaúcha que emplacou música na novela Top Model e participou até do programa da Angélica. Vale a pena clicar no link e ver no Youtube porque eles cantam Eu quis comer você, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- Begin .post --></p>
<p class="post"><a name="1305473977104891470"></a></p>
<p class="post-body">
<p align="justify"><a href="http://www.mediafire.com/?btzmclvlmnk"><img src="http://bp3.blogger.com/_ZjEY5myPj3c/R8cJSbp5jzI/AAAAAAAAAhQ/5ZDFwmHIACE/s320/JupiterMaca-7aefervecencia.jpg" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5172112909324095282" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left; width: 247px; height: 235px" border="0" height="269" width="273" /></a><span style="color: #000000"><strong>Júpiter Maçã</strong> nada mais é que <strong>Flávio Basso</strong>. E Flávio Basso nada mais foi do que um integrante da lendária <strong>Cascavelletes</strong>. Banda oitentista gaúcha que emplacou música na novela <strong>Top Model</strong> e participou até do programa da <strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=_qX0_gvYMPg">Angélica<img src="http://i.ixnp.com/images/v3.19/t.gif" id="snap_com_shot_link_icon" class="snap_preview_icon" style="border: 0pt none ; margin: 0pt ! important; padding: 1px 0pt 0pt; font-style: normal; font-weight: normal; font-family: 'trebuchet ms',arial,helvetica,sans-serif; float: none; position: static; left: auto; top: auto; line-height: normal; background-image: url('http://i.ixnp.com/images/v3.19/theme/silver/palette.gif'); background-color: transparent; width: 14px; height: 12px; background-position: -944px 0pt; background-repeat: no-repeat; text-decoration: none; visibility: visible; vertical-align: top; display: inline" /></a></strong>. Vale a pena clicar no link e ver no Youtube porque eles cantam <em>Eu quis comer você</em>, num programa infantil. Ah os tempos da falta de noção&#8230; De lá para cá, Flávio fez um média metragem, fez incursões pela bossa-nova-antiga, como <strong>Júpiter Apple</strong> e até pelo folk como <strong>Woody Apple</strong>. Mas ele é conhecido mesmo pelo disco <em>A Sétima Efervescência</em>, lançado em 1996 com o nome Júpiter Maçã, homenagem ao planeta e a gravadora responsável pelos discos dos besouros. O disco não nasceu apenas da mão dele. Foi parido com a ajuda de <strong>Glauco Caruzo</strong> (bateria e percussão) e <strong>Émerson Caruzo</strong> (baixo). Além do próprio Júpiter, responsável pelas guitarras, violões, craviolas de 12, teclados, harmônicas, gnomos, percussão, bolhas e todos os vocais solo e backings.</span><span id="more-1752"></span><br />
<span style="color: #000000"><br />
Júpiter é um fanático pelo rock sessentista, como todos nós, ou não? Claro que há gente anormal nesse mundo, mas isso é uma outra história. História mesmo foi achar esse cdzinho numas daquelas lojas que não existem mais. <em>A Sétima Efervescência</em> achei na loja <strong>Aki Discos</strong> do calçadão da rua <strong>João Pessoa</strong>, ali onde sempre rola uns protestos. Antigamente quando eu não tinha o que fazer, tinha como hobbie procurar discos interessantes, e esquecidos, nessas lojas. Foi assim que achei também o <em>A Primeira Vez Que Você Me Beijou</em> do <strong>Little Quail And The Mad Birds</strong>.<br />
</span></p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify"><span style="color: #000000">A Sétima Efervescência é, para quem gosta de rock, música psicodélica, coisas infantis e sem sentido, uma delícia. Há letras divertidas, alucinógenas e até recados para a mulherada. Pode ser utilizado inclusive como trilha sonora duma boa trepada. Foi dele que saíram <em>Miss Lexotan 6 mg</em> regravada pelo <strong>Ira!</strong> e <em>Lugar do Caralho</em> regravada por <strong>Wander Wildner</strong>, The Wild Chicken. Depois dos discos lançados sobre outros codinomes, Júpiter Maçã lançou por último <em>Uma Tarde Na Fruteira</em> que vem sendo bem elogiado.</p>
<p>Se você ainda está se perguntando porque baixar o disco e ouvi-lo, escrevo o seguinte: o disco é rodeado de influências de Beach Boys, Beatles, Kinks. Syd Barret e tudo que há de bom na música mundial. Outro motivo é que ele vai tocar no AbrilProRock. Sem falar que não custa nada baixar, escutar e dizer: “é uma merda”. Ou: “é massa”. Clique na capa, baixe, pegue umas cervejas geladas, uns amendoins, chame os amigos e escute. </span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>COBERTURA DE SHOWS: BARBIEKILL NO AVESSO</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jan 2008 09:40:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hugo Morais</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Hugo Morais
 Doze horas depois de ver o fechamento da Velvet, lá estávamos nós, eu e Rebeca, no Avesso. Isso mesmo, no Avesso. Se lá na Velvet o momento era de despedida, de fim, no Avesso era o contrário. Minha primeira vez lá foi para ver uma banda que promete, que está subindo.
Pela hora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Hugo Morais</strong></p>
<p align="justify"> <a href="http://bp0.blogger.com/_ZjEY5myPj3c/R3t55nR9kYI/AAAAAAAAAW8/2GqjK-p2c-k/s1600-h/DSC03122.JPG"><img src="http://bp0.blogger.com/_ZjEY5myPj3c/R3t55nR9kYI/AAAAAAAAAW8/2GqjK-p2c-k/s400/DSC03122.JPG" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5150844629532119426" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left; width: 174px; height: 217px" border="0" height="239" width="271" /></a>Doze horas depois de ver o fechamento da Velvet, lá estávamos nós, eu e Rebeca, no Avesso. Isso mesmo, no Avesso. Se lá na Velvet o momento era de despedida, de fim, no Avesso era o contrário. Minha primeira vez lá foi para ver uma banda que promete, que está subindo.<span id="more-1387"></span></p>
<p align="justify">Pela hora que chegamos, umas onze, deu para olhar bem o local. Vários ambientes, quase todos abertos. Dois bares com cerveja bem gelada, um bom palco com boa iluminação e som. Pudemos ver também a passagem de som do Barbiekill e do Montage. E ver que a falta de técnicos experientes ainda causa dor de cabeça em quem quer tocar. Daniel Peixoto, do Montage, ficou visivelmente chateado com as dificuldades no acerto do som.</p>
<p><a href="http://bp0.blogger.com/_ZjEY5myPj3c/R3t6wnR9kZI/AAAAAAAAAXE/h2EkipR7qT8/s1600-h/DSC03180.JPG"><img src="http://bp0.blogger.com/_ZjEY5myPj3c/R3t6wnR9kZI/AAAAAAAAAXE/h2EkipR7qT8/s400/DSC03180.JPG" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5150845574424924562" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 280px; height: 186px" border="0" height="215" width="293" /></a>Aos poucos o público foi chegando, em sua maioria homens, e o lugar vazio ficou lotado com uma fila grande do lado de fora. Um dj colocou o público presente para dançar e a essa altura a frente do palco já estava lotada, com alguns dançando no pole dancing, tal qual na novela das oito. Por volta de uma e meia da manhã o Barbiekill subiu ao palco para tocar. Auxiliados pelo bom equipamento de som e de luz, os integrantes fizeram a melhor apresentação até então, quase perfeita não fosse a permanência dos problemas com o computador e de tempo na entrada das músicas. Mas nada que tire o brilho da inovação sonora e da desenvoltura na apresentação da trupe. Daniel, Riane, Hello, Waldemar e Fausto fizeram uma apresentação consistente, empolgante e divertida. Fazem da apresentação realmente uma diversão, algo que não parece estar presente em muitas bandas daqui, onde tocar parece um fardo.</p>
<p><a href="http://bp3.blogger.com/_ZjEY5myPj3c/R3t77XR9kaI/AAAAAAAAAXM/cRKMBOg6wlk/s1600-h/DSC03167.JPG"><img src="http://bp3.blogger.com/_ZjEY5myPj3c/R3t77XR9kaI/AAAAAAAAAXM/cRKMBOg6wlk/s400/DSC03167.JPG" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5150846858620146082" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left; width: 293px; height: 210px" border="0" height="256" width="311" /></a>Entre <em>Chiclete</em> e a última música, se não me engano <em>Black Tongue</em>, cover do Yeah Yeah Yeahs, não se passaram trinta minutos. Mas foi tempo suficiente para Waldemar cantar, tocar guitarra e bateria, Hello cantar e tocar baixo, Fausto tocar baixo e guitarra, Riane tirar os sapatos e Daniel tocar teclado, cantar, deitar no palco e descer do mesmo para cantar no meio do público. Sem falar em Daniel instigar a massa se insinuando com Riane enquanto tocavam <em>Pacman Attack</em>, <em>Youth</em> e <em>Subi na vida</em>, frente a massa curiosa em ver qual era daquela banda nova. A falta de conhecimento sobre a banda fazia com que alguns dançassem e a maior parte ficasse observando. Em dado momento duas meninas subiram ao palco e dançaram calientemente, reflexo do momento. É o eletro-rock ganhando espaço entre o hardcore, o metal e o nu-metal natalense, praga que parece não querer acabar. A modernidade, seja na mistura de elementos mundiais ou seja na releitura de coisas do passado, sempre chega atrasada a Natal. Misturar antigas e novas influências como o rock atual de Strokes, Franz Ferdinand, Interpol, B-52 e bandas new wave e funk carioca, de modo singular, é coisa para poucos como o Barbiekill. O terreno é pouco explorado e por isso a banda vem sendo constantemente convidada para tocar e, o melhor, recebendo cachês. Se souberem aproveitar o momento para compor, fazer contatos e aperfeiçoar a apresentação ensaiando, terão lugar ao sol por um bom tempo e, se quiserem, até sair daqui.</p>
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		<title>MEMÓRIAS CARNATALESCAS&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Dec 2007 14:54:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[carnatal]]></category>
		<category><![CDATA[hugo morias]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Hugo Morais (bemvindoboaviagem)
Quinta-feira, sexta e sábado. Sempre a tarde nos reuníamos para abrir os trabalhos. Casa de Pelúcio a beira-mar de Cotovelo, casa de Bob, minha casa. Cervejas, tira-gosto a vontade e rock nos ouvidos. Prévia de Carnatal. Passados quase dez anos, ainda me vêem a memória, nitidamente, as farras promovidas pelos quatro amigos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Hugo Morais (<a href="http://www.bemvindoboaviagem.blogspot.com" target="_blank">bemvindoboaviagem</a>)</strong><br />
Quinta-feira, sexta e sábado. Sempre a tarde nos reuníamos para abrir os trabalhos. Casa de Pelúcio a beira-mar de Cotovelo, casa de Bob, minha casa. Cervejas, tira-gosto a vontade e rock nos ouvidos. Prévia de Carnatal. Passados quase dez anos, ainda me vêem a memória, nitidamente, as farras promovidas pelos quatro amigos. É, já fui freqüentador de Carnatal. Não do jeito tradicional. Íamos para avacalhar, beber, farrear e rir muito.<span id="more-1218"></span></p>
<p>Três dias de farra, três prévias. Lança, fumo e cerveja. As vezes uma cachacinha. E lá íamos eu, Bob, Pelúcio e Traveco para os arredores do Machadão. O ponto principal era na Miguel Castro com Romualdo Galvão. Estrategicamente debaixo de um poste. Dias antes providenciamos a confecção de um carro tubular (eu fechava os olhos e segurava os tubos e Pelúcio soldava) com rodinhas para aconchegar a caixa de isopor que comportava umas oito caixas de cerveja em lata ou duas grades de garrafas. Fizemos também nosso abadá, camisetas com o desenho duma mulher arreganhada com uma fogueira entre as pernas, sobre ela o título: Fogo na bacurinha. O bloco Taras estava fundado. Quatro integrantes.</p>
<p>Quinta-feira, assim que chegamos na Miguel Castro, assim que colocamos o carro de cerveja na pista, recebemos uma proposta de compra. “Claro, cinco reais a cerveja”. O indivíduo faltou ter um ataque: “Tá maluco? Ali em cima custa R$ 2.50 duas”. Para piorar ainda rimos da cara dele. “Se quiser é cinco”. Saiu soltando cobras e lagartos. Chegando ao ponto onde nosso bloco ficava, reiniciamos os trabalhos parados em Cotovelo. Em público, cerveja. Na entoca, lança e um fuminho. Íamos em dupla e quando voltávamos para o ponto, os outros dois iam completar o rodízio.</p>
<p>Já estávamos todos altos quando Bob se aventurou a sacudir a corda de isolamento. Mesmo altos, não entramos na brincadeira. Ainda avisamos a ele, “tu vai se foder”. “Porra nenhuma, olha esses cordeiros”. Olhando a movimentação, distraídos, nem vimos que caminhão passou por cima de Bob, ele que se gabava de ser forte, estava no chão, encostado no meio-fio, deitado na lama que corria, atordoado. Olhamos bloco adentro e ainda vimos o “caminhão” de quase dois metros de altura por um e meio de largura. Caímos na risada. Ajudamos o demente a se levantar. O abadá teve que ser tirado, mas não teve problema, ele não foi expulso do bloco.</p>
<p>Em dado momento resolvemos dar uma volta, eu e Bob, olhar a movimentação nas ruas adjacentes. Nos engraçamos por duas meninas, uma loura e uma morena. Gaúcha e paulista. Oferecemos o que tínhamos nas pochetes e seguimos em frente. Elas disseram que nunca tinham “escutado o helicóptero”. Duvidamos, mas tudo bem. Chegando em frente a Autobraz, por trás de dois caminhões partimos para o ataque. Duas cheiradas de lança e elas estariam no papo. Depois de passar o efeito helicóptero ouvimos Bob nos chamando: “Chega porra, a menina apagou”. Era verdade, elas nunca tinham cheirado. A menina caiu por cima de um mendigo que dormia tão camuflado que não percebemos sua presença. Acordou agradecendo a benção, olhando pro céu. Também, não é todo dia que uma loura bonita cai no colo da gente. Na hora ninguém achou graça, mas depois rimos muito. Depois de uns sacolejos embalados pelo aperreio, “porra, essa menina tem que acordar, se não acordar estou fodido”, ela acordou. Sem saber nem onde estava. Disparada que era, caiu de nariz de novo. Voltamos ao Bat-local. Bebemos muito, fuleiramos geral e fomos embora.</p>
<p>Na sexta não foi diferente. Começamos os trabalhos eu, Pelúcio e Bob, na casa do mesmo. E tome birita. Alguém lembra dumas latinhas de cerveja importadas que tinham 250 ml? Não lembro a marca. Mas tomamos muitas. Embalados pelo filme “Faces da morte”. Parei de assistir na mudança de sexo. Puta merda. Coisa horrível. Saímos de lá com uma garrafa de cana embaixo do braço.</p>
<p>Encontramos com Traveco e sua namorada no ponto de sempre. Reabrimos os trabalhos. Depois de muita triatlon, deixados Traveco e sua namorada tomando conta do carro de cerveja e fomos dar uma volta. Paramos no banheiro do restaurante Viver na Prudente de Morais, onde a mãe da namorada de Traveco estava. Uma borrifada de lança para cada um e lá vem o helicóptero. Quando voltamos, lá estava Bob de novo no chão. Desta vez no chão de um banheiro masculino, em pleno Carnatal. Preciso dizer algo mais? Lá se vai o abadá de novo. Depois da via crucis que foi a volta em meio a passagem do Chiclete com Banana, encontramos Traveco e sua namorada putos. O Chiclete passou por lá e foi preciso encostarem o carrinho de cerveja no poste e subir em cima para não levarem os três.</p>
<p>Pouco tempo depois aparece Ameba com um amigo. Queriam entrar no bloco. Aceitamos com a condição de no outro dia trazerem umas cervejas. Combinado. Num desses rodízios do lança, o amigo de Ameba percebeu a movimentação e foi junto comigo e Traveco. Encostamos num bugre Baby e tome cheirar. Quando voltamos encontramos o indivíduo que tinha mais ou menos um metro e noventa deitado em cima do bugre. Apagado. Puta merda, duas vezes é foda. E lá fomos nós sacudir o fela. De repente ele acordou, nos olhou e deu um murro em cada um. Caímos sobre a calçada. Filho da puta. Voltamos para a concentração e ele não estava lá. Demos um rela em Ameba.</p>
<p>Quando eu pensei que as coisas estavam esfriando, Bob saca a vara de pescar com um abridor de garrafa em forma de cacete na ponta. Começa a sacudir dentro do bloco. Uns gaiatos e gaiatas tiravam onda querendo dar uma chupadinha. Outros desviavam. De repente um tarado arrancou o cacete. Bob e Pelúcio não contaram conversa, pularam a corda e foram atrás do cara. Depois de meia hora reapareceram. Nesse meio tempo quase que nos levam, de novo, quando passou o Chiclete com Banana. O susto foi grande.</p>
<p>Depois de muita birita e outras coisinhas mais, estávamos vendendo três cervejas por R$ 2.00. Cansados, fomos embora. Fui a pé ao ponto de ônibus, Devia ter uns dez ônibus parados. Entrei no menos vago. Ponta Negra-Rocas e esperei ele rumar a Cidade Jardim. Acordei acordado pelo cobrador que ria de canto de boca: “É melhor tu descer aqui”. E eu: “Porque?”. “Porque é o ponto final”. E lá estava a igrejinha da Vila e o Bar do Buraco. Puta que pariu. Ainda dormi uma meia hora antes de pegar o ônibus de volta e quase passar do ponto de novo. Depois desses dois dias não tivemos mais disposição para o sábado. Eita cachaças boas. Hoje um amigo está longe, o outro ocupa um grande cargo que não deixa mais espaço para esse tipo de coisa, eu estou casado e com uma filha, e o Traveco continua do mesmo jeito. Coisas da juventude. Hoje não queremos nem passar perto do Machadão em tempos de Carnatal.</p>
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