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	<title>DoSol &#187; JULIA SAYS</title>
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		<title>COMO FOI? FINAL DE SEMANA ROCK EM NATAL</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2009/01/como-foi-final-de-semana-rock-em-natal/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Jan 2009 10:17:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
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O Portal Dosol foi a três rocks diferentes neste final de semana. Dois deles foi produzido por nós e o terceiro foi produzido pelo Yuno no Castelo Pub. A peregrinação roqueira começou sexta com o Baile Barulhinho Bom recebendo novamente um bom público no Sancho Pub, mesmo com a chuva torrencial que lavou a cidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-5966" title="publicocover" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/publicocover-448x335.jpg" alt="publicocover" width="343" height="276" /></p>
<p>O <strong>Portal Dosol</strong> foi a três rocks diferentes neste final de semana. Dois deles foi produzido por nós e o terceiro foi produzido pelo <strong>Yuno</strong> no <strong>Castelo Pub</strong>. A peregrinação roqueira começou sexta com o <strong>Baile Barulhinho Bom</strong> recebendo novamente um bom público no <strong>Sancho Pub</strong>, mesmo com a chuva torrencial que lavou a cidade durante toda a sexta-feira.</p>
<p>Com os problemas da primeira edição do baile resolvidos, como  o ar condicionado (fez até frio) tudo transcorreu muito bem nesse segundo dia do evento. <strong>Magão</strong>, fez um djset excelente e uma da manhã a <strong>Experiência Ápyus</strong> começou seu set dançante até às três da matina. O <strong>DJ Magão</strong> fez uns comentários legais que reproduziremos aqui:</p>
<p><em>&#8220;O Barulhinho Bom está sendo um sucesso absoluto, em duas sextas já passaram mais de mil pessoas pelo Sancho Pub. Na primeira que teve a participação da Orquestra Boca Seca e essa pessoa que aqui está fazendo esse comentário, viu uma cena bem legal em que lembra, tipo assim, uns 10 anos atrás quando comecei a discotecar na cena local no então Bar Astral, onde primava só música brasileira, voltando a ativa com discotecagem nacional, tem sido muito legal, e o público tem aparentemente gostado. </em></p>
<p><em>Nessa última sexta que teve a participação da Experência Apyus que além de ter feito um show impecável, o pessoal da casa também caprichou no que foi falho no primeiro dia da festa, tudo funcionou perfeitamente. Então podemos esperar na próxima sexta uma festa pra detonar com o tão aguardado show do Mundo Livre S/A e ainda com a participação do Camarones Orquestra Guitarrística e eu o ainda chamado Dj Magão. &#8220;</em></p>
<p>No sábado começamos a maratona rock com o Centro Cultural dosol que recebeu a 1ª edição do covernation de férias. Foram mais de 300 pessoas que praticamente lotaram o espaço para conferir algumas das melhores bandas locais prestando homenagens aos seus artistas preferidos. Uma foto e um comentário:</p>
<p><strong>Venice Under Water</strong> mandando Incubus com propriedade. Legal!<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-5962" title="venice-01" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/venice-01.jpg" alt="venice-01" width="325" height="433" /></p>
<p><strong>Fewell</strong> com reforço de Dudu do Venice tocando Foo Fighters. Muita energia no show mesmo com poucos ensaios.<br />
<img class="alignnone size-medium wp-image-5963" title="foocover" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/foocover-448x335.jpg" alt="foocover" width="404" height="302" /></p>
<p><strong>The Sinks</strong> tocando Nirvana. Muita pressão, tosqueira, gritos, pulos do palco e rodas.  Catarse da noite porque Nirvana é covardia!<br />
<img class="alignnone size-medium wp-image-5964" title="sinksnirvana" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/sinksnirvana-448x336.jpg" alt="sinksnirvana" width="394" height="295" /></p>
<p><strong>Calistoga</strong> distruindo com Queens Of The Stone Age. Muitos decibéis acima do permitido. Fire!<br />
<img class="alignnone size-medium wp-image-5965" title="calistogaqueens" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/calistogaqueens-448x596.jpg" alt="calistogaqueens" width="285" height="377" /></p>
<p>Não tenho foto do <strong>Dr. Carnage</strong> que também arrebentou tocando Matanza. Resumo da ópera: baladinha nota 10. Semana que vem tem mais Covernation de verão.</p>
<p>Nossas andanças ainda não acabaram. No sábado, logo depois do Dosol rumamos pro Castelo Pub para o show dos<strong> Camarones</strong>, <strong>Os Bonnies</strong> e <strong>Julia Says</strong>. Nunca tinha ido no lugar que é bem curioso e legal. Trata-se de uma espécie de exposição a céu aberto de algumas obras numa arquitetura de um castelo. Tem um calabouço (onde também rolam shows) e vários &#8220;caminhos&#8221; dentro do espaço. O som da casa é &#8220;ok&#8221; e conseguimos ver duas atrações: os ótimos <strong>Pau e Lata</strong> que destilaram uns grooves de batucada e os dançantes e  competetnes <strong>Camarones </strong>que fizeram a platéia balançar o esquetelo. Quase que proponho para as duas bandas fazerem uma jam juntas mas atrapalharia o andamento da noitada.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-5967" title="camaronescastelo" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/camaronescastelo-448x336.jpg" alt="camaronescastelo" width="368" height="276" /></p>
<p>Não consegui ver o <strong>Julia Says</strong> e <strong>Os Bonnies</strong> mas quando sai no fim do show dos <strong>Camarones </strong>já tinham mais de 200 pessoas pela casa.  Sábado gordo!</p>
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		<title>COMO FOI? 1º DIA DO COQUETEL MOLOTOV (PE)</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2008/09/como-foi-1%c2%ba-dia-do-coquetel-molotov-pe/</link>
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		<pubDate>Sat, 20 Sep 2008 19:35:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Hugo Montarroyos
Conteúdo: Recife Rock
Os textos sobre os shows da sala Cine PE serão escritos por Breno Mendonça, e estarão aqui no ar em breve.
Se existe um festival no Brasil que cresceu ano a ano &#8211; e hoje merece todos os elogios do mundo -, ele atende pelo nome de “No Ar: Coquetel Molotov”. Ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Hugo Montarroyos</strong></p>
<p><a href="http://www.reciferock.com.br/2008/09/20/cobertura-noa-ar-coquetel-molotov-primeiro-dia/" target="_blank">Conteúdo: Recife Rock</a></p>
<p>Os textos sobre os shows da sala Cine PE serão escritos por Breno Mendonça, e estarão aqui no ar em breve.</p>
<p>Se existe um festival no Brasil que cresceu ano a ano &#8211; e hoje merece todos os elogios do mundo -, ele atende pelo nome de <strong>“No Ar: Coquetel Molotov”</strong>. Ainda que peque na escalação e que force uma barra tremenda para emplacar bandas suecas em terras brasileiras (de banda ruim a Suécia está cheia), os acertos acabam sendo mais relevantes do que as falhas, caso dos gols de placa ao apostar em Marcelo Camelo e Mallu Magalhães. Sem contar que a estrutura é de primeiro mundo: o som foi impecável em todos os shows, a iluminação estava perfeita (dá-lhe, Albert!), e é de encher os olhos ver o Teatro da UFPE lotado, abarrotado de gente. Trabalho de formiguinha que começou lá atrás, em 2004, na primeira edição do evento.</p>
<p>O primeiro dia do “No Ar: Coquetel Molotov” serviu para cravar de vez o nome de Marcelo Camelo como principal artista brasileiro de sua geração. Camelo é hoje uma espécie de Chico Buarque dos anos 00: todas as meninas querem dar para ele. Os caras querem ser iguais. E os gays não se envergonham de gritar “lindo!” e “gostoso!” durante toda a apresentação dele. E, analisando por outro prisma, bem menos passional, tal tietagem é justificável, emblemática e merecida no caso de Camelo, um compositor talentosíssimo, bom músico e excelente letrista que conta hoje com o apoio da melhor banda brasileira da atualidade, a paulistana Hurtmold. Não bastasse tudo isso, e o sujeito possui um carisma ainda maior do que a quantidade de fãs que entoam todas as suas canções em uníssono. Trata-se de uma seita: é questão de aceitar ou não.</p>
<p>Aos shows: o duo pernambucano<strong> Júlia Says</strong> fez um show que primou pelas novidades e pelo bom aproveitamento da estrutura do palco do Teatro da UFPE. Mostrando um estilo desencanado de ser e viver, o guitarrista Pauliño entrou no palco sem camisa, e assim levou o show até o final. Acertaram bem a mão ao despejar peso da guitarra e da programação, e mostraram ótimas canções, como a bem trabalhada “Intro-Mental” e a excepcional “Aos Segredos”, que fechou o show. Permanecem pecando em alguns momentos, sobretudo quando a frágil voz de Pauliño surge em primeiro plano, defeito que aos poucos vem sendo corrigido ao cobrirem seus vocais com efeitos eletrônicos. E a execução de “Mohamed Saksak”, com telão exibindo o clipe da música, beirou a perfeição. O Júlia Says galgou degraus altos em curto espaço de tempo. Ainda há muito a ser melhorado, mas é visível o quanto de talento existe ali. O público os recebeu com simpatia, mas a verdade é que o show não chegou a empolgar muito.</p>
<p>A empolgação começou a vir aos poucos, e se instalou de início na boa apresentação do cearense <strong>Cidadão Instigado</strong>, que tocou de última hora no lugar do Vanguart (que perdeu uma oportunidade de ouro de expandir seu público por essas praias). Liderados pelo guitarrista Fernando Catatau, uma espécie de Odair José intelectualizado, a banda contou com coral da platéia em boa parte de seu show, casos de “O Pobre dos Dentes de Ouro” e na deliciosamente brega de beira de estrada “O Tempo”. Foram bastante aplaudidos no final.<span id="more-3648"></span></p>
<p>Ê, Suécia! A tal de <strong>Shout Out Louds</strong> faz hoje o que o The Cure já fazia muito melhor nos anos 80. Ou seja, pura cópia da banda de Robert Smith, mas tão descarada, tão deslavadamente cara-de-pau que dá até vergonha. E, quem diria, eles possuem até um numeroso neo-fanclube no Recife, pois não eram poucas as pessoas que bradavam as letras do grupo a pleno pulmões. Mas, cá pra nós, não passa de um pastiche bem sem-vergonha do The Cure. Para aqueles que preferem a cópia ao original. E parece que não são poucos. Paciência…</p>
<p>A noite era toda dele. Órfãs do Los Hermanos e fãs da nova safra de Marcelo Camelo se espremiam por todo o teatro na tentativa inútil de conter os nervos diante da espera do ídolo. Desesperada, a produção do festival sofria para convencer o público a permanecer sentado, milagre que acabou por fim operando: apenas no bis a platéia se soltou e levantou para dançar. E, faça você parte ou não da seita “camelônica”, a verdade é que foi um show e tanto, o primeiro da “digressão” pelo País. Segundo declarou, para delírio dos fãs, a estréia do show “tinha que ser aqui, tinha que ser hoje e tinha que ser com vocês”. E nada do que ele fala parece premeditado, calculado ou dito só para agradar. Ali está um ser de dissimulação zero.</p>
<p>Ele entra no palco, fica meio sem jeito com a saraivada de palmas que inunda o teatro, pega o violão e dedilha “Sou”, cantada por parte bem numerosa da platéia. Depois, chama a excelente Hurtmold, empunha uma guitarra e leva “Téo e A Gaivota”. E o “estrago” estava feito: a mesma devoção dedicada ao Los Hermanos é renovada na carreira-solo de Camelo. A histeria segue com “Tudo Passa”, dos belos versos “eu, você e todos os encontros casuais/os ais e os hão de ser/e todos os casais também/ olha, acho até que quem achou que nunca ia/ esse ia se espantar de ver que o ódio e o amor/ e até eu vou pra ver no que vai dar/ a massa, a moça e até esse pra sempre tudo passa”. Parece retalhos de letras, mas todos cosidos de maneira a dar significados ocultos às partes e interpretações pessoais ao todo. E, quem diria, o recém-lançado “Sou” já está na boca do povo.</p>
<p>O momento mais emocionante da noite se faz quando Camelo chama <strong>Mallu Magalhães</strong> ao palco, amiga que, nas palavras dele, “mudou minha maneira de ver a música, mudou minha maneira de ver a vida”. Mallu entra, abraça Camelo e desata no choro de uma criança de 16 anos que até anteontem era fã do Hermano, e que hoje vive o sonho dourado de menina de dividir o palco com o ídolo. Quase não consegue dedilhar o violão ou cantar de tanto que chorava, e a impressão que ficou é que o próprio Marcelo desabaria no choro a qualquer momento. Mallu saiu correndo após sua participação, e o show prosseguiu em clima de uníssono até o fim. Após uma certa hesitação, Camelo volta para o bis, banquinho e violão e, cartada de mestre, ataca com “Tchubaruba”. Mallu corre para cantar novamente ao lado do ídolo, desta vez uma canção dela, e o momento fofura estava instaurado de vez. Camelo então pede licença ao Hurtmold, que tomava posição para acompanhá-lo novamente, e diz que o clima de improviso estava tão bonito que preferia continuar assim por mais um tempo, banquinho, violão e todas as vozes do teatro. Ao Hurtmold restou esperar respeitosamente o término da catarse para entrar em cena novamente, como figurantes de luxo.</p>
<p>Aos fãs: Camelo está de volta em sua melhor forma, e o show de seu “Sou” é ótimo. Aos que não gostam: vai ser difícil se livrar dele no próximo verão. Às seguidoras: Aleluia, irmãs! A seita ressurge…Para o bem e para o mal. Para cristãos e ateus (licença, Zeroquatro). Batizados e pagões. Resta escolher o seu lado e ser feliz.</p>
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		<title>ROCK PERNAMBUCANO: SHOW NO QUINTAL DE LIMA</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2008/07/rock-pernambucano-show-no-quintal-de-lima/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 09:45:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<description><![CDATA[Fonte: Orkut
Costurando o Recife de modo incansável, as bandas Amps &#38; Lina, Electrozion e  Júlia Says, se apresentam dia 06 de Julho, no Quintal do Lima, antigo Irmã  Bertrice (Rua do Lima, 100, Santo Amaro). Além dos shows, o DJ Cleiton Shelley &#8211;  sim, eu mesmo! &#8211; vai discotecar durante os intervalos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Fonte: Orkut</em></p>
<p>Costurando o Recife de modo incansável, as bandas <strong>Amps &amp; Lina</strong>, <strong>Electrozion</strong> e  <strong>Júlia Says</strong>, se apresentam dia 06 de Julho, no Quintal do Lima, antigo Irmã  Bertrice (Rua do Lima, 100, Santo Amaro). Além dos shows, o DJ Cleiton Shelley &#8211;  sim, eu mesmo! &#8211; vai discotecar durante os intervalos de cada apresentação, com  sua maleta de indie disco.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Shows: Amps &amp; Lina,  Electrozion e Júlia Says<br />
Discotecagem: Cleiton Shelley<br />
Onde: Quintal do  Lima, Ex-Irmã Bertrice, 100, Santo Amaro (Rua do Jornal do Commercio)<br />
Quando:  06/07/08<br />
Hora: 16h<br />
Quanto: R$ 5,00Esta</em></p>
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		<title>BRUNO NOGUEIRA (PE): ME RECUPERANDO</title>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2008 10:27:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Nogueira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Eram oito horas da manhã do domingo. Dia das mães, alguns carros já passam pela beira mar ensolarada de uma Salvador mais fria do que o comum. O dia começava para a maioria das pessoas, mas o anterior ainda não havia encerrado para um grupo de seis pessoas, que dançavam na boate Boomerangue numa festa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2008/05/fila_nave.jpg" rel="lightbox"><img src="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2008/05/fila_nave.jpg" class="aligncenter size-full wp-image-893" title="fila_nave" height="280" width="371" /></a></p>
<p class="PostContent">Eram oito horas da manhã do domingo. Dia das mães, alguns carros já passam pela beira mar ensolarada de uma Salvador mais fria do que o comum. O dia começava para a maioria das pessoas, mas o anterior ainda não havia encerrado para um grupo de seis pessoas, que dançavam na boate Boomerangue numa festa que havia começado às 22h do sábado. Das tantas que já passei, a <strong>Nave</strong>, comandada por Luciano Matos e Jan Balanco é a melhor do Brasil. E ontem foi a melhor de todas elas.<span id="more-2229"></span></p>
<p>A foto que abre esse post é da fila. E ela continuava fazendo curva na rua mesmo depois das 3h, quando eu entrava no meu segundo set. Público insano, noite louca daquelas que muita gente vai chorar mais tarde ao perceber que nunca vai se repetir. No aniversário de três anos, foram 22 DJs em esquema de duelo. Eu toquei com <a href="http://mrnnr.tumblr.com/" target="_blank">Mariana</a> o que deve ter sido meu set mais indie até agora. Sem hits, de Vampire Weekend a b-sides do Bloc Party. Precisei de dois dias para me recuperar de tudo.</p>
<p><strong>Axé</strong><br />
Falando em Salvador… a cidade vai bem demais das pernas. Uma semana depois da Nave tem o <strong>Baile Esquema Novo</strong>. No dia seguinte a festa, tinha abertura de temporada do <strong>Cascadura</strong>. Temporada é uma coisa que ainda não existe para nenhuma banda de rock do Nordeste. Coisa que eles só conseguiram com o grande público que conquistaram em casa. Daqueles que pagam para ver ingresso. Camilo, do Baile e Dimitri, do Cascadura, estavam na Nave. Assim como <strong>Ronei Jorge</strong>, que discotecou enquanto se esquentava para lançar música inédita, “Vidinha”, só em forma de clipe. Esse é o tipo de diferença que uma única casa pode fazer numa cidade com cena unida.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" height="355" width="425"><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/x4E38kCnw_8&amp;hl=en"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/x4E38kCnw_8&amp;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" height="355" width="425"></embed></object></p>
<p><strong>É tipo matemática<br />
</strong>Uma cidade tem que ter de tudo isso para a equação dar certo. Casa boa, banda boa, público bom. Enquanto Salvador celebra, Natal está em cheque logo agora que tem bandas ótimas. Com um público que não está conseguindo dar o devido valor a cena local, <a href="http://www.dosol.com.br/2008/05/12/editorial-portal-dosol-o-dosolrockbar-muda-ou-fecha/" target="_blank">Anderson Foca está começando a anunciar</a> aos poucos o fim do oásis do rock no Nordeste, o <strong>DoSol Rockbar</strong>. Fecha não, Foca!</p>
<p><strong>Mas o intercâmbio segue<br />
</strong>Nesse período tenebroso, o Recife começa a se reconfigurar com uma cidade movimentada justamente no inverno, época que as bandas escolhiam para ir ao sudeste (por sinal, <a href="http://www.meiodesligado.com/2008/05/festa-do-meio-desligado-incios.html" target="_blank">o <strong>Julia Says</strong> tá por lá</a>). Quem chega por aqui no fim de semana a <strong>Joseph K</strong>, de Fortaleza (e que teve disco lançado por Foca) já com uma agenda cheia de shows marcados na cidade nos dias 16 e 17. Logo depois parte para João Pessoa. Na outra semana, véspera de feriado, o novo projeto <strong>Pernambuco Pop</strong>, que já teve show com China, apresenta <strong><a href="http://www.popup.mus.br/2008/04/03/novas-bandas-do-recife-nuda/" target="_blank">Nuda</a> </strong>e <a href="http://www.popup.mus.br/2008/04/15/novas-bandas-do-recife-amp/" target="_blank"><strong>Amp</strong></a> no bar Cortiço,</p>
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