LUCIANO MATOS (BA): UM PASSO A FRENTE E VOCÊ NÃO ESTÁ NO MESMO LUGAR
06.08.2008 | 6h16 por Luciano Matos | Site do AutorVamos vendo que as coisas acontecendo com velocidade e com pouca chance para registro de tudo. Anotem ai as novidades:
Prêmio para os melhores do rock
O Prêmio Rock Bahia Independente não existe mais, mas ajudou a premiar, mesmo que simbolicamente, os melhores do rock baiano durante alguns poucos anos. Um novo prêmio agora vai premiar de forma mais profissional os artistas do rock feito na Bahia. O Prêmio Bahia de Todos os Rocks está sendo lançado com o objetivo de “proporcionar uma base profissional da produção do rock baiano e todos os seus subgêneros - estimulando o mercado da área e proporcionando um encontro entre artistas, bandas e o fiel público do estilo musical”. Causa nobre e que fortalece a cena local. As inscrições começam na segunda-feira, dia 4 de agosto, no site do evento (www.bahiadetodososrocks.com.br), e vai premiar a Música do Ano; Show do Ano; Artista ou Banda do Ano; Álbum do Ano; Vídeo-Clipe do Ano; Músico Destaque; Ano 1 (Banda ou Artista Revelação) e Dinossauro Referência (Conjunto da Obra). Um júri, formado por jornalistas, produtores e músicos, vai definir quais serão os indicados em todas as categorias. Para melhor música e melhor show serão indicados cinco candidatos, que vão para votação popular. As outras categorias terão os indicados e os vencedores escolhidos pelo júri. A entrega do prêmios será no dia 24 de novembro, segunda-feira, às 20h, a “noite do Oscar” do rock baiano. (more…)

Pra não me acusarem de otimista não vou dizer que Salvador está massa. Salvador está estranha, no melhor sentido do termo. Um desavisado que entrar na rua Marquês de Leão, na Barra, e lá na frente se deparar com uma parede com um foto de quatro caras encostados numa parede de tijolo, com visual meio roqueiro, vai tomar um susto. Uma enorme foto em tamanho quase real do Ramones? Sim, ali é a entrada de um novo bar em Salvador, o
O
Lá fora já se faz isso com maior intensidade, mas aos poucos o Brasil vai descobrido como contar mais a história de sua música através do cinema. Se filmes sobre artistas, bandas e cenas já são comuns para os gringos, só ultimamente no Brasil os principais nomes no campo da música tem sua história contada além das biografias. Mais alguns nomes estão ganhando as telas. O malandro Wilson Simonal, um dos nomes mais importantes de nossa música nos anos 60, finalmente começa a ter sua história contada. Ultra famoso naquele período - chegando a apresentar um programa de TV e era uma estrela do quilate de Roberto Carlos - o cantor entrou no ostracismo devido a uma acusação de dedo-duro da ditadura militar. A decadência começou em 1971 quando mandou dar um surra num contador que o estaria roubando. O problema foi que contratou dois policiais do DOPS. A história é contada no documentário “Simonal - Ninguém Sabe o Duro que Dei”, de Claudio Manoel (da turma do Casseta e Planeta), Micael Langer e Calvito Leal, que será lançado no 
Para muita gente os caminhos essa semana levam ao Festival de Verão. Para quem quer mais do mesmo, boa sorte. Pouquíssima coisa se salva ali. O evento já era assunto morto, mas uma última atração deu uma certa qualidade ao chamado Palco Tendências. Além de Pato Fu, Cascadura, Cachorro Grande, Cof Damu, quem entrou na programação foi o projeto 3Brio, com Bi Ribeiro e Bidu Cordeiro, do Paralamas do Sucesso, e BNegão, ex-Planet Hemp.
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