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	<title>DoSol &#187; Luciano Mattos</title>
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		<title>COLUNA DO LUCIANO MATTOS (BA) &#8211; PARA SINTONIZAR O DIAL</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Dec 2007 10:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Matos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Luciano Mattos (BA) &#8211; elcabong
Ainda está longe das rádios (também) admitirem que perderam o rumo da história e começarem a absorver as novas formas de se fazer, vender e difundir música. Trabalhar com nichos, apontar tendências, descobrir novidades são alguns dos caminhos para elas. As rádios online já fazem isso de forma bem mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Luciano Mattos</strong> (BA) &#8211; <a href="http://www.nemo.com.br/elcabong">elcabong</a></p>
<p>Ainda está longe das rádios (também) admitirem que perderam o rumo da história e começarem a absorver as novas formas de se fazer, vender e difundir música. Trabalhar com nichos, apontar tendências, descobrir novidades são alguns dos caminhos para elas. As rádios online já fazem isso de forma bem mais adequada, até porque a tecnologia joga a favor delas.<span id="more-1294"></span></p>
<p>O pouco que existe nas rádios baianas com novos pensamentos está na nova rádio Educadora FM, que passou a apostar firme em artistas baianos, de estilos diversos, e alguns programas específicos perdidos pelo dial. Algumas outras ainda estão tateando no escuro e tentando encontrar caminhos, mas a maioria continua no mesmíssimo formato, ultrapassado e que deve falir junto com a indústria que as manteve durante anos. Até porque são empresas e visam o lucro, a desculpa de sempre.</p>
<p>Não adianta apenas fazer programas com gêneros diferentes, isso existe há tempos. Seria melhor não se conformar com um público único, até porque existem nichos dentro de nichos. “Adulto acima de 30 anos, classe AB”, por exemplo, é um segmento muito amplo para se adequar apenas a um formato. As novas gerações, que estão crescendo sem ouvir rádio, possuem um leque de variedade no que ouvem ainda maior. Somente hits e flashbacks não resolvem.</p>
<p>É a mesma aposta que as gravadoras vêm fazendo e os resultados são pífios. Mas há alguma luz. Se o rock, mesmo sem uma emissora específica, já havia conquistado seu território com alguns programas, algumas rádios estão apostando também em outros gêneros, vislumbrando atingir os tais nichos e segmentando horários de sua programação. Na própria Educadora FM estrearam nas últimas semanas um programa voltado para a música africana &#8211; com espaço oferecido desde os sons mais tribais até os mais modernos &#8211; outro direcionado ao universo do Hip Hop, com entrevistas e informações sobre o cenário de rap local. Já a Rádio Metrópole criou um programa voltado totalmente para a música eletrônica, um nicho que já é enorme em Salvador e que vai muito além dos “poperô” que todo mundo conhece. Ah! E a rádio digital deve chegar ao país em 2008, o que pode abrir ainda mais as possibilidades.</p>
<p><strong>Aposta certeira</strong><br />
A cantora Céu apostou as fichas no começo da carreira no exterior. Ganhou destaque na Europa e Estados Unidos, vendendo bem seu disco e fazendo turnês. No Brasil lançou de forma independente e ganhou atenção nos meios menos viciados do mercado. Finalmente, uma grande gravadora abriu os olhos e passou a investir na garota. Só a partir daí, teve música nas rádios, outra em trilha de novela. Mas a garota se manteve com os pés no chão. Pouca mídia, foco na música e um sucesso crescente, mas bem dosado, que pode render uma carreira duradoura e de qualidade. Os resultados apareceram. Mesmo não sendo um nome massivo, tem shows lotados, inclusive em Salvador, onde volta a tocar no começo de 2008. Acaba de ter também uma indicação no Grammy, ao lado de Gilberto Gil e Bebel Gilberto. Para quem acha que a música brasileira não tem novidades é mais um nome.</p>
<p><strong>Boombahia</strong><br />
Salvador fechou com chave de ouro o ano de festivais independentes no país com o BoomBahia. Bons shows, ótimo público, altíssimo astral e a certeza de que os tempos são outros. Vejam coberturas e vídeos pela internet ainda essa semana aqui. Uma próxima edição já tem data marcada para julho de 2008.</p>
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		<title>COLUNA DO LUCIANO MATTOS (BA): COMO ACERTAR O ALVO</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Dec 2007 10:15:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Matos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[rock baiano]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Luciano Mattos (BA) &#8211; Elcabong
Nunca se ouviu tanta música no mundo como atualmente. Também nunca se discutiu tanto a respeito do mercado de música como hoje. No último fim de semana, Salvador foi sede do Fórum Música, Mercado e Tecnologia. Com um público formado basicamente por músicos e produtores do mercado local, o evento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Luciano Mattos</strong> (BA) &#8211; <a href="http://www.nemo.com.br/elcabong">Elcabong</a></p>
<p>Nunca se ouviu tanta música no mundo como atualmente. Também nunca se discutiu tanto a respeito do mercado de música como hoje. No último fim de semana, Salvador foi sede do <strong>Fórum Música, Mercado e Tecnologia</strong>. Com um público formado basicamente por músicos e produtores do mercado local, o evento trouxe a tona uma discussão que não acontece muito por aqui, mas que vem norteando a vida de todos envolvidos com música no mundo de hoje.<span id="more-1268"></span></p>
<p>Crise da grande indústria, novas possibilidades, dúvidas, perguntas, busca por respostas. No final, como em todo evento do tipo, não se tem certeza de nada. O que é ótimo. O grande mercado há alguns anos não sabe bem o que fazer e por onde caminhar. Os artistas independentes também não, a vantagem é que eles têm muito menos a perder. Melhor, como não são regidos por uma grande estrutura rígida, ultrapassada e cheia de vícios, possuem mais possibilidade de utilizar as diversas ferramentas disponíveis.</p>
<p>A inquietude em procurar pelas fórmulas para o “sucesso” ainda é a tônica, mas aos poucos a ficha vai caindo, e cantores, bandas, músicos, produtores vão percebendo que não há mais um rumo, um caminho. Cada vez há menos espaço para a indústria como conhecemos e para quem sonha em acertar um milhão de moscas com um tiro só. Ao mesmo tempo crescem as possibilidades de se atirar em seus próprios alvos com tiros mais certeiros. É aquela história: há vários caminhos possíveis, mas nem todo mundo pode fazer como o Radiohead. Descubra o seu.</p>
<p><strong>Novidades Baianas</strong><br />
A banda <strong>Berlinda </strong>está lançando seu primeiro EP, “Mar de Calma”, que conta com quatro músicas no mais típico bom indie rock anos 90. Paredes de guitarra, boas canções a base de forte teor melódico e um resgate de um som meio perdido nos dias atuais. Banda necessária. O material está disponível na internet (<a href="http://www.tramavirtual.com/berlinda">www.tramavirtual.com/berlinda</a>). Outra novidade bastante interessante é o <strong>Coletivo Über Glam</strong>, grupo que namora sons mais modernos, unindo guitarras, batidas dançantes, diversão, bips e loops. Tem cinco músicas bacanas disponíveis no site deles (<a href="http://www.myspace.com/cugcug">www.myspace.com/cugcug</a>), que remete a electro rock, Cansei de Ser Sexy e até EBM e tecno-pop dos anos 80. Se montar um show bacana pode render bons frutos. Metade da banda baiana Soma foi para São Paulo e lá montou um novo grupo, batizado de <strong>Margot</strong>. O grupo segue um som semelhante a banda anterior, mas um pouco mais para cima. Eles também acabam de soltar um EP no MySpace (<a href="http://myspace.com/bandamargot">myspace.com/bandamargot</a>) com quatro músicas e um clipe bem bacana. Confiram as boas novidades.</p>
<p><strong>Festival eletrônico </strong><br />
Universo Paralelo é basicamente um festival de música eletrônica que ocorre na praia de Pratigi (Ituberá) nos dias próximos ao Reveillon. O bacana é que o evento está cada vez mais fugindo do monocórdio bate-estaca tradicional. Além de DJs de vários sub-gêneros da música eletrônica, nomes interessantes de outros estilos vão passar por lá. A lista desse ano inclui live-pas e bandas como: o dub inglês do Zion Train, Digital Dubs (RJ), Edgard Scandurra AKA Benzina, O Quarto das Cinzas (CE), Cabruera (PB), Chico Correa &amp; EeletronicBand (PB), o reggae jamaicano da banda Mamma Jamma, Liquidus Ambiento, entre outros.</p>
<p><strong>Voltando em 2008</strong><br />
Não só de shows, mas 2008 promete com discos novos de gente boa que está retornando a ativa: Jesus &amp; Mary Chain, Portishead, Weezer, My Blood Valentine, entre outros, se fizerem no ano novo como em seus melhores momentos, prometem discaços.</p>
<p><strong>Melhores de 2007</strong><br />
O ano vai chegando ao fim e já chegou a hora de pensarmos quem se destacou no ano. Melhor disco (apesar de tudo, eles continuam sendo lançados), melhor música, melhor show. Mande três de cada para o e-mail da coluna.</p>
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		<title>RÁPIDAS E RASTEIRAS&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Dec 2007 12:37:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Matos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[abril pro rock]]></category>
		<category><![CDATA[porto musical]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Luciano Mattos (BA) &#8211; (elcabong)
Entre-safra pernambucana
Após a explosão do Mangue Beat, Recife e Pernambuco despontaram como oásis da produção musical brasuca com bandas despontando com uma freqüência impressionante e, melhor, de gêneros diversos. A melhor fase parece que passou, mesmo ainda com bons discos e bandas saindo de lá. O mercado parece estar numa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Luciano Mattos (BA)</strong> &#8211; (<a href="http://www.nemo.com.br/elcabong" target="_blank">elcabong</a>)</p>
<p><strong>Entre-safra pernambucana</strong><br />
Após a explosão do Mangue Beat, Recife e Pernambuco despontaram como oásis da produção musical brasuca com bandas despontando com uma freqüência impressionante e, melhor, de gêneros diversos. A melhor fase parece que passou, mesmo ainda com bons discos e bandas saindo de lá. O mercado parece estar numa entre-safra e algumas baixas já começam a acontecer. Uma delas é que o festival <a href="http://www.abrilprorock.com.br/"><strong>Abril Pro Rock</strong> </a>vai perder um pouco de sua força e entrar num esquema mais próximo do momento atual. Agora serão apenas dois dias de evento e num local menor que o gigantesco Centro de Convenções. A perda maior, no entanto é o provável fim do <strong><a href="http://www.portomusical.com.br/">Porto Musical</a></strong>. <span id="more-1227"></span></p>
<p><strong>Fórum baiano</strong><br />
Se o melhor fórum de discussões sobre música e tecnologia fecha seu ciclo em Recife, por aqui um outro evento promete botar temas semelhantes na mesa. Começa nesta sexta o Fórum de Música, Mercado e Tecnologia. reunindo até domingo nomes como os jornalistas Alex Antunes e Alexandre Matias, Maurício Bussab (Tratore), entre outros, para discussões, palestras e oficinas. O evento terá ainda pocket shows com artistas locais.</p>
<p><strong>Bom ano novo</strong><br />
2008 já desponta bonito no horizonte. Vai guardando dinheiro. Interpol, Chris Cornell e Iron Maiden confirmados. O próprio Radiohead anunciando turnê no Brasil. Rage Against the Machine e Queens of the Stone Age confirmando shows. Mano Chao negociando. Em Salvador, por enquanto, apenas o Nazareth que volta a se apresentar aqui em maio.</p>
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		<title>COLUNA DO LUCIANO MATTOS (BA) &#8211; MONTAGE, WADO, BONDE DO ROLÉ</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Nov 2007 10:17:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Matos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos anos 90, nomes como Chemical Brothers, Prodigy, Daft Punk (que está lançando disco novo) e FatBoy Slim despontavam da cena eletrônica colocando os beats na ordem do dia. Foi uma estremecida na música pop e uma boba divisão entre os apocalípticos e integrados, pregando a morte do rock e a proclamação da e-music como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.dissonanze.it/ita/images/foto_digitalism.jpg" align="right" width="50%" />Nos anos 90, nomes como Chemical Brothers, Prodigy, Daft Punk (que está lançando disco novo) e FatBoy Slim despontavam da cena eletrônica colocando os beats na ordem do dia. Foi uma estremecida na música pop e uma boba divisão entre os apocalípticos e integrados, pregando a morte do rock e a proclamação da e-music como o som do futuro. Não tem sentido ainda hoje colocar rock contra música eletrônica ou qualquer “briga” entre rótulos. Ninguém é obrigado a gostar das novidades dos beats, mas também não é proibido de gostar, mesmo desfilando diariamente com camiseta do Ramones. O início do século XXI só tem reforçado a quebra de preconceitos e o fortalecimento dos passeios por caminhos diversos no mundo da música. Mesmo ainda cheio de guetos, é exatamente nesse tom que o universo da música eletrônica tem se consolidado, no exterior, Brasil afora e também em<span id="more-1193"></span> Salvador. De todos os lados, algumas modas não sobrevivem, seja o grunge ou o drum´n bass, mas cada vez mais os gêneros coexistem e fica difícil e desnecessário separar uma coisa da outra. O que importa é soar bem aos ouvidos. A cena eletrônica vive, novamente, dias férteis com artistas mesclando elementos diversos e se utilizando das ferramentas eletrônicas para produzir sua música. Ao mesmo tempo, cada dia mais o próprio rock se apropria de samples, beats, loops, efeitos, sem perder suas características. Da e-music nomes como o projeto alemão Digitalism, o duo francês Justice, os grupos-projetos LCD Sound System, MSTKRFT, as bandas New Young Pony Club, The Rapture, os australianos do Midnight Juggernauts, entre tantos outros, tem feito o dever de casa e mostrado como podem (e devem) entrar no mp3player de qualquer mortal, mesmo que ele tenha crescido ouvindo Heavy Metal. A chamada música eletrônica já deixa de ser um rótulo e passa a ser uma característica contemporânea. O mundo é eletrônico e isso não significa desprezo ao acústico e orgânico. Há um convívio natural e cada vez mais estabelecido. Música é o que entra pelos ouvidos, não importando a fonte.</p>
<p><strong>e-Brasil</strong><br />
No Brasil, e em Salvador também, a e-music já está consolidada. Seja com o funk carioca e suas conseqüências brancas de classe média, como o Bonde do Rolê, o cearense Montage (uma das atrações do Festival Boom Bahia) ou o tosco projeto baiano Solange to Aberta. Seja com a infinidade de festas tocando house, electro e subritmos diversos. Seja com o trance e suas subdivisões, que levam milhares de pessoas, e cada vez mais o público playboy, para raves e festas pelo Brasil. Seja com artistas nacionais como Gui Boratto, os Twelves, DJ Dolores, Patife, Marky, entre outros. Outra prova desse sucesso é o próprio Carnaval de Salvador, que em 2008 terá mais uma vez FatBoy Slim e convidados, além de Tiësto, um dos maiores DJ de Trance no mundo.</p>
<p><strong>1001 discos</strong><br />
Listas são sempre difíceis, mas ao mesmo tempo imprescindíveis para conhecer aquele disco obscuro ou aquele artista que você nunca ouviu falar. Em tempos que o produto disco anda meio desprezado, nada melhor que o livro 1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer, que, como o título entrega, contabiliza 1001 álbuns lançados entre 1955 e 2007. A seleção comentada por críticos estrangeiros reúne um bom acervo que passa por vários estilos e origens. Do Brasil aparecem discos de Caetano Veloso, Tom Jobim, Chico Buarque, Sepultura, Maria Bethânia, Jorge Ben, Milton Nascimento &amp; Lô Borges e Os Mutantes, entre outros.</p>
<p><strong>Wado</strong><br />
Ainda pouco conhecido da maior parte do público, mas com três bons discos lançados, o alagoano-catarinense Wado prepara seu quarto álbum, “Terceiro Mundo Festivo”. De volta a Maceió, o músico (que chegou a integrar o elogiado Fino Coletivo) montou uma nova banda com quem prepara o material. Em dezembro, o público baiano vai poder finalmente conferir o show do rapaz.</p>
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		<title>RESENHA DE DISCOS: BRINDE &#8211; SABE AQUELA CORAGEM?</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Nov 2007 10:41:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Matos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Luciano Mattos (El Cabong)
Brinde – Sabe Aquela Coragem? 
Guitarras mais altas e sujas. Essa é a principal mudança no segundo CD da banda Brinde, ‘Sabe Aquela Coragem?”, lançado pela gravadora independente Monstro. A sonoridade que marca a banda, no entanto, permanece. Estão lá as mesmas particularidades que caracterizam a banda desde seu surgimento em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Luciano Mattos</strong> (<a href="http://www.nemo.com.br/elcabong" target="_blank">El Cabong</a>)</p>
<p><strong>Brinde – <em>Sabe Aquela Coragem?</em></strong> <img src="http://farm1.static.flickr.com/142/358501018_551ae4dc1c_m.jpg" heigth="150" align="left" width="150" /><br />
Guitarras mais altas e sujas. Essa é a principal mudança no segundo CD da banda Brinde, ‘Sabe Aquela Coragem?”, lançado pela gravadora independente Monstro. A sonoridade que marca a banda, no entanto, permanece. Estão lá as mesmas particularidades que caracterizam a banda desde seu surgimento em 2001: canções pop, quase sempre falando de amores, com influências claras do Brit Pop e de sons sessentistas e com o vocal de Henrique Neves dando o tom.<span id="more-1164"></span></p>
<p>No novo disco a banda não avança muito em relação ao disco de estréia, “Histórias Sem Meio, Começo e Fim”, mas a opção por guitarras mais sujas é um grande acerto. Os vocais, digamos, pouco energéticos e emocionados, parecem deixar em alguns momentos o som da banda meio frio. Mas isso é uma opção e fruto de um estilo consagrado pelo Brit Pop dos anos 90, que anda fora de moda, mas ainda faz eco. A forte bateria de Voltz e o trabalho de guitarras, muito bem resolvido nesse segundo disco, acabam cumprindo bem o papel de “gritar” pela banda.</p>
<p>Com produção de Julio Moreno e participações de Nancyta Viégas, o disco traz novos candidatos a hits que a banda já acostumou a fazer, com destaque para “Jeito que me Convém” e “Talento para Sedução” e talvez a melhor do CD “Te Dizer Não”. Um bom, mas não brilhante, disco. Pode não pegar de primeira e até fazer com que o ouvinte deixe de lado e perca a chance de se deliciar com canções pop certinhas com boa dose rock. É pegar e ficar ouvindo várias vezes, afinal, é assim que um disco pop não descartável pode funcionar.</p>
<p>Mais informações no <a href="http://www.myspace.com/brinde">myspace.com/brinde</a></p>
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		<title>RESENHA DE DISCO: CIDADÃO INSTIGADO (CE) &#8211; E O MÉTODO TUFO DE EXPERIÊNCIAS</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Nov 2007 10:10:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Matos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Luciano Mattos]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[cidadão instigado]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Luciano Mattos (El Cabong)
Existem determinados sujeitos que são inquietos e instigantes em sua essência. Entre tantas alternativas de vida, alguns deles resolvem mergulhar no mundo da música e costumam presentear os ouvintes com boas esquisitices. O cearense Fernando Catatau é um desses caras. Desde que lançou os primeiros trabalhos de sua banda Cidadão Instigado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Luciano Mattos</strong> (<a href="http://www.nemo.com.br/elcabong" target="_blank">El Cabong</a>)</p>
<p>Existem determinados sujeitos que são inquietos e instigantes em sua essência. Entre tantas alternativas de vida, alguns deles resolvem mergulhar no mundo da música e costumam presentear os ouvintes com boas esquisitices. O cearense Fernando Catatau é um desses caras. Desde que lançou os primeiros trabalhos de sua banda Cidadão Instigado ele corrompe as regrinhas da música brasileira. Na verdade nem se importa com elas. Depois de anos tocando alcançou o status de um dos músicos mais importantes e criativos dessa nossa música, pelo menos a do universo que mais importa.<span id="more-1132"></span></p>
<p>Em 2005, foi considerado pela Associação de Críticos de Arte de São Paulo como o melhor compositor brasileiro do ano. Responsável pela composição, produção, arranjos, voz e diversos instrumentos, Catatau acaba sendo a cara da banda, que criou em 1994 ainda em Fortaleza. Catatau já tocou ou toca com gente como Otto, Vanessa da Mata, Zeca Baleiro, Nação Zumbi, entre outros, mas é no seu próprio trabalho que mostra sua enorme capacidade de criação.</p>
<p>Com o Cidadão Instigado (formado por Régis Damasceno, Rian Batista, Clayton Martin e convidados especiais, como Daniel Ganjaman, Maurício Takara e Izaar, entre outros), solta esse petardo que vem tirando do prumo quem já estava se contentando com as repetições, mesmo as mais recentes. “Cidadão Instigado e o Método Tufo de Experiências” altera os sentidos porque é simples. Desnorteia por utilizar elementos de nosso cotidiano, que mal utilizados costumam ser rejeitados, desprezados ou esquecidos. Elementos que aparecem nas letras, melodias, timbres, instrumentos, forma de cantar e que se juntam a elementos mais modernos, como sintetizadores, bateria eletrônica e efeitos. Ao contrário do quem vem sendo alardeado, não é apenas um disco de música brega no novo milênio.</p>
<p>O trabalho da Cidadão Instigado não é tão facilmente encaixável em um tipo de rótulo. Como no primeiro disco, Catatau e a banda subvertem e jogam para o alto qualquer tipo de tentativa de formatar sua música em alguma prateleira. Passeiam por sons psicodélicos, batidas eletrônicas, sonoridades setentistas, ritmos nordestinos e abrem a torneira de um universo particular para experimentar e contar histórias. Há música brega na música que abre o disco, a belíssima “Te Encontra Logo” e na última “O Tempo”. Um brega moderno que traz uma conhecida sonoridade das mesas de bares.</p>
<p>Dor de cotovelo embalada por um ritmo baladeiro com teclados, trechos falados, corinho e letras que falam de romances melodramáticos. “Estou morrendo e tenho medo de só pensar em você/ Te encontro logo a distância/ Antes dela te dizer que já é tarde demais”, na primeira, ou “mas o tempo é um amigo precioso/ que faz questão de jogar fora/ aquela mágoa vencida que ficou/ sofro por não ter pensado em te dar um desconto/ pus o rancor pra cuidar de tudo/ e vi que a vida mudou um segundo/  s vezes choro/ pois sei que não posso deixar que o passado invada meu mundo/ lembrei do perdão e vi nós dois construindo um futuro.”</p>
<p>Preciosidade da última canção do disco. Porém, não é só isso. Como definir “Os Urubus só Pensam em te Comer”, uma excêntrica música retirada da trilha sonora de um curta homônimo. Experimentalismo em cima de uma batida simples, teclados tortos e uma letra metafórica sobre vacas e urubus. Em “O Pobre dos Dentes de Ouro” uma levada mais latina que logo se transforma num samba de terreiro e muda completamente virando uma experimentação sonora com guitarras.</p>
<p>Tudo para contar a história de um sujeito pobre que sonha com dentes de ouro para ficar lindo. A viagem em que mostra personagens comuns, mas que parecem invisíveis prossegue em “Silêncio na Multidão”. E ai ele mostra a estranheza de um lugar como São Paulo, que acolhe e assusta. A realidade da cidade grande, cruel e solitária. “Eu vejo as pessoas que passam por mim/ que falam, que ralam, que gritam/ em harmonia e solidão/ dói no coração ver meu povo silencioso”. Como se quisesse acordar quem o cerca do conformismo e passividade reinante. E segue ainda com o rock experimental alucinado “Calma!”, a estranha “O Pinto de Peitos”, o meio reggae-rock enviesado “Apenas um Incômodo”, que dá um recado nada conformado de um discriminado (nordestino em São Paulo? Cantor desafinado?), a bela “Chora, Malê” e a esquizofrênica a la Zumbi do Mato “Noite Daquelas”.</p>
<p>Catatau e sua trupe passeiam por sons experimentais e ousados. Encontram uma forma inteligente de falar de personagens comuns, problemas sociais, preconceito e de um universo simples, até cotidiano, mas que poucas vezes foi apresentado ao mesmo tempo de forma tão criativa e original. Criam sonoridades interessantes e desconcertantes, que aliadas  s letras ousadas e criativas resultam nessa pequena obra prima.</p>
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		<title>BAIANO LUCIANO MATTOS ESTRÉIA NO SITE DOSOL</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Nov 2007 10:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Matos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Luciano Mattos]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<description><![CDATA[O jornalista, blogueiro e apresentador de rádio baiano Luciona Mattos é mais um a disponibilizar conteúdo aqui no site DoSol. Na coluna dele você conhece mais sobre a cena soteropolitana, além de ficar esperto em novidades sobre música nacional e internacional. Cara da melhor qualidade. Quem quiser visita-lo na casa dele, pode faze-lo no endereço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O jornalista, blogueiro e apresentador de rádio baiano <strong>Luciona Mattos</strong> é mais um a disponibilizar conteúdo aqui no site <strong>DoSol</strong>. Na coluna dele você conhece mais sobre a cena soteropolitana, além de ficar esperto em novidades sobre música nacional e internacional. Cara da melhor qualidade. Quem quiser visita-lo na casa dele, pode faze-lo no endereço <a href="http://www.nemo.com.br/elcabong" target="_blank">www.nemo.com.br/elcabong.<span id="more-1131"></span></a></p>
<p>Leia a primeira coluna do cara que rola semanalmente.</p>
<p>Se o papel das gravadoras e dos CDs é uma grande incógnita, vários caminhos diferentes tem sido seguidos por quem continua no mercado. O universo independente também busca encontrar novos rumos. Os selos independentes, que bancaram boa parte da safra dos últimos anos da música independente brasileira, também procuram opções. Vender CD já deixou de ser o grande apelo e eles partem para novas frentes. Um dos caminhos é se consolidar como mediadora, como filtro, entre público e artistas.</p>
<p>Seja disponibilizando músicas em seus sites, seja servindo de base para informações sobre as novidades do mercado. Um outro caminho é atuar como produtora, articulando turnês, produzindo festivais e armando shows. Assim mesmo os selos independentes continuam despejando novidades no mercado. Na Bahia, a <strong>Estopim</strong> vai lançar os novos discos do grupo A Sangue Frio e da banda Catarro de Mossoró. A aposta vai para internet com disponibilização de músicas de suas bandas.</p>
<p>Outro selo mais novo, o <strong>Torto Fono Gramas</strong>, deslancha com material de novas bandas. Os próximos lançamentos são os CDs da banda Yun-Fat e Satânia. Além disso, eles acabam de assinar com a banda de heavy metal Templarius e com <strong>Pessoas Invisíveis</strong>. A banda, que termina no fim do ano a gravação do primeiro disco, tem uma proposta interessante. Sintonizada com o modelo do mercado atual, pretende lançar o disco no formato SMD pelo preço de R$5. Melhor, quem pagar mais R$5 leva um DVD com os clipes de todas as 13 faixas do disco. Quem também se alia com a nova mentalidade é a <strong><a href="http://www.myspace.com/theatrodeseraphin">Theatro de Séraphin</a></strong>.</p>
<p>A banda disponibilizou faixas do primeiro trabalho, que lançam em dezembro, em novos formatos. Duas delas, Pânico e Doralice, estão em áudio no formato ringtone para celular, além do vídeo de Cólera, também disponibilizada. A estréia em formato físico virá num EP com seis músicas lançado pelos selos Atalho e Big Bross. O CD de estréia, “Tristes Trópicos”, que já estava pronto antes de mudanças de formação, vai ser disponibilizado integralmente na internet.</p>
<p>A aposta em disponibilizar material exclusivamente na rede sem intermediários vem ganhando força, vide o Radiohead. No Brasil, o ex-Legião Urbana <a href="http://www.marcelobonfa.com.br/"><strong>Marcelo Bonfá</strong></a> e o cantor e trompetista da Orquestra Imperial, <a href="http://www.maxsette.com.br/"><strong>Max Sette</strong></a>, acabam de colocar seus trabalhos solos apenas na internet para download.</p>
<p><strong>Malditos independentes</strong><br />
Muitos devem perguntar qual a importância de um mundo independente que não tem grande público e onde a maioria dos artistas são desconhecidos. Só por permitir a produção de música que não seja dentro da fórmula do mercado já é garantida sua importância. A música brasileira tem uma longa história fora do circuito da indústria fonográfica, não é uma novidade. Um dos nomes desse meio é o capixaba Sérgio Sampaio, taxado como maldito e que morreu praticamente esquecido aqui na Bahia. O autor do sucesso “Eu Quero Botar meu Bloco na Rua” tem ganhado novas chances com relançamentos de seus trabalhos. Depois de colocar no mercado o disco póstumo “Cruel”, o selo de Zeca Baleiro, Saravá, vai lançar no início de 2008 o último dos três discos de Sampaio. “Sinceramente”, que dá para encontrar em vinil em alguns sebos por bons preços, foi lançado de forma independente em 1982 e nunca havia saído em CD. Uma excelente oportunidade de conehcer mais desse grande nome da música brasileira.</p>
<p><strong>Para os que não tem o que fazer</strong><br />
Uma agenda caprichada com muita gente vindo tocar em Salvador nas próximas semanas. Este fim de semana tem praticamente um festival de rock na Concha Acústica, com Lobão e Cascadura na sexta, Mundo Livre S/A, Otto e Pirigulino Babilaque no sábado, e Titãs e Paralamas, com participação de Marcelo Camelo e Carlinhos Brown, no domingo. Tem mais: Cidadão Instigado, Forgotten Boys, UDR, B-Negão, Bunny Wailer, Ponto de Equilíbrio, Matanza, Céu, Pato Fu, Lucas Santana, Eta Carinae e Mr Spaceman. Outros nomes que podem pintar por aqui nas próximas semanas: Cordel do Fogo Encantado, Cachorro Grande e Wado.</p>
<p><strong>Los Strokes</strong><br />
Los Hermanos e Strokes são dois dos maiores fenômenos musicais dos anos 2000. As duas bandas estão mais juntas do que nunca. Depois de gravar com Devendra Banhart, Rodrigo Amarante vai entrar em estúdio com Nick Valensi e Fabrizio Moretti, do Strokes. A idéia, a princípio, é gravar para o projeto-solo dos dois. Enquanto isso continuam as especulações sobre o primeiro disco solo de Marcelo Camelo, voltado para o samba.</p>
<p><strong>Quem vai ver?</strong><br />
Os fãs de Marcelo Nova vão poder ver o cantor e compositor nos cinemas a partir dessa sexta-feira. O líder do Camisa de Vênus faz participação no filme <strong><a href="http://omagnata.uol.com.br/">“O Magnata”</a></strong>, criação de ninguém menos do que Chorão, do Charlie Brown Jr.</p>
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