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	<title>DoSol &#187; macaco bong</title>
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		<title>DoSol</title>
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		<title>AQUECIMENTO NOITE FORA DO EIXO NATAL: MACACO BONG NA PROGRAMAÇÃO</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 09:27:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
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		<category><![CDATA[CENTRO CULTURAL DOSOL]]></category>
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Essa é a grande novidade da semana. O Macaco Bong e todo o projeto Som do Mato formado por allstars da música cuiabana como o rapper Linha Dura, Ebinho Cardoso, Paulo Monarco, entre outros, estão confirmadísismos na programação das Noites Fora do Eixo Natal que rolam neste final de semana, nos dias 22 e 23 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/macaco-bong.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-9186" title="macaco bong" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/macaco-bong-448x297.jpg" alt="macaco bong" width="448" height="297" /></a></p>
<p>Essa é a grande novidade da semana. O <strong>Macaco Bong</strong> e todo o projeto <strong>Som do Mato</strong> formado por allstars da música cuiabana como o rapper <strong>Linha Dura</strong>, <strong>Ebinho Cardoso</strong>, <strong>Paulo Monarco</strong>, entre outros, estão confirmadísismos na programação das <strong>Noites Fora do Eixo Natal</strong> que rolam neste final de semana, nos dias <strong>22 e 23</strong> no <strong>Centro Cultural Dosol</strong> numa ação do <strong>Coletivo Noize</strong>.</p>
<p>Para quem ainda não conhece o <strong>Macaco Bong</strong>, recomendamos fazer uma audição. Trata-se da maior banda instrumental em ação no rock nacional na atualidade. O grupo fez dois shows concorridíssimos aqui no ano passado (um deles dentro do <strong>Festival Dosol</strong>) e teve a manha de faturar o prêmio de disco do ano eleito pela revista Rolling Stone.</p>
<p>Para ir esquentando confira clip dos caras:<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="540" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/l6OZvHGxBak&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="540" height="344" src="http://www.youtube.com/v/l6OZvHGxBak&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>FORA DO EIXO: MACACO BONG (MT) NA ARGENTINA</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2009/06/fora-do-eixo-macaco-bong-mt-na-argentina/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 09:56:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[fora do eixo]]></category>
		<category><![CDATA[macaco bong]]></category>

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		<description><![CDATA[
Macaco Bong faz shows na Argentina, com destaque para o festival Ciudad Emergente, e disco lançado em toda America do Sul pelos parceiros da SCATTER RECORDS (www.scatter.com.ar), segue agenda:
Macaco Bong &#8211; Argentina 
10/jun &#8211; Antigas Lunas, Buenos Aires, com Falsos Conejos
11/jun &#8211; Glamnation &#8211; The Roxy Live Bar, Buenos Aires
12/jun &#8211; El Ayuntamiento, La Plata, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/macaco3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-8105" title="macaco3" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/macaco3.jpg" alt="macaco3" width="300" height="150" /></a></p>
<p>Macaco Bong faz shows na Argentina, com destaque para o festival Ciudad Emergente, e disco lançado em toda America do Sul pelos parceiros da SCATTER RECORDS (<a href="http://www.scatter.com.ar/" target="_blank">www.scatter.com.ar</a>), segue agenda:</p>
<p><strong>Macaco Bong &#8211; Argentina </strong></p>
<p>10/jun &#8211; Antigas Lunas, Buenos Aires, com Falsos Conejos<br />
11/jun &#8211; Glamnation &#8211; The Roxy Live Bar, Buenos Aires<br />
12/jun &#8211; El Ayuntamiento, La Plata, com El Mato A Un Policia Motorizado<br />
13/jun &#8211; Festival Ciudad Emergente, Buenos Aires<br />
<strong><br />
DIARIO DE BORDO:</strong></p>
<p>De uma rapida turne por Sao Paulo, com shows na capital, Campinas, Sao Carlos e Araraquara, viemos direto para Buenos Aires na Argentina. O processo incluiu saida de Araraquara para a rodoviária de Sao Carlos (com apoio do Massa Coletiva), onde pegamos um onibus para o Terminal Tiete em Sao Paulo, um taxi para o aeroporto de Guarulhos, um aviao para Buenos Aires e mais uma van para o albergue Ostinatto. Logo de cara uma placa dizia “Permanencia Maxima: 20 dias”. O espaco era repleto de estudantes e alguns músicos estrangeiros, mas tivemos pouco contato. Logo que chegamos, fomos correr com umas funcoes mais urgentes.</p>
<p>O Kayapy foi aproveitar a grana a mais ganha com o cambio e foi atrás de um afinador para guitarra. Explicando melhor, aquí um real vale cerca de 1,75 pesos. O preco dos produtos sao praticamente os mesmos, mas a grana quase dobra com o cambio. Tamanha foi a felicidade na banda quando vimos o Fender PT100. Segundo o Ynaia, a banda esta divivida em Antes Argentina  e Depois Argentina.<span id="more-8104"></span></p>
<p>Enquanto Kayapy ia lá, o Ynaia foi converter reais em pesos (“comprar dinheiro”) e eu fiquei na net respondendo a entrevista enviada a nós pelo jornalista Sebastian Viviano, do Pagina 12, jornal importante de Buenos Aires. A materia sai na quinta feira, assim que rolar descolaremos o link. Feito isso tudo, saimos para comer e registrar a nossa pasada pela cidade, com fotos e videos. Fomos eu e Ynaia, o Kayapy ficou no albergue para acessar um pouco a net, colocar cordas novas na guitarra e namorar um pouquinho o Fender PT100.</p>
<p>Na volta, estava falando com Pablo Hierro (Scatter Records) pelo telefone, quando me deparei no mesmo albergue com Bacalhau, baterista do Autoramas, que tambem estavam de passagem por Buenos Aires. Com ele tambem encontramos Badi, esposa e produtora, e Flávia Cury, baixista. Combinamos de irmos todos ao “Mundo Bizarro” um pub incrivel, com iluminacao muito confortavel, só falta um palquinho para rolar shows. Porem, assim que chegamos no bar fomos surpreendidos por uma noticia terrivel, o Gabriel (Autoramas) e a Érika Martins haviam sido assaltados na ida para o bar. Tiveram que voltar pra casa de Pablo e Sylvie (Scatter) onde estavam hospedados. Pablo e Sylvie já estavam no bar e tiveram que voltar para abrir a casa para Gabriel e Érika. O clima ficou total rompido para voltar ao bar. Conversamos um pouco com Bacalhau, Badi e Flávia e voltamos pro albergue e dormimos.</p>
<p>No dia seguinte, as 11h saimos do albergue e pegamos um taxi com direcao a casa de Pablo e Sylvie. Lá encontramos novamente com Flavia Cury, mas dessa vez tambem com Gabriel e Erika. Conversamos bastante sobre a ida dos Autoramas à Europa, com o Gabriel relatando o processo: Muito investimento, rala, 27 shows em 30 dias, etc. Pena que eles estavam deixando Buenos Aires hoje, e a conversa nao durou o desejado.</p>
<p>Esse lado da cidade tem muito mais cara de “gringa”, com arquitetura e ar completamente europeus. Realmente a estrutura urbana argentina é de primeiro mundo. Mas, como se percebe fácil, os problemas sociais sao os mesmos dos países em desenvolvimento. Brincamos que a Argentina é um país de segundo mundo, um meio termo entre o terceiro e o primeiro. Depois o Pablo me disse que essa analogía ja foi muito feita por aquí. Ou seja,  nao descobrimos roda nenhuma, rs.</p>
<p>Sylvie nos explicou como havia conseguido colocar 3 bandas da Scatter no Festival Ciudad Emergente, que eh organizado pela prefeitura de Buenos Aires, tudo atraves de muita insistencia e de tanto “fazer barulho” com o selo. A cena argentina está anos luz atrás da brasileira e a Scatter é uma das únicas representacoes relevantes daqui. Um selo que investe no mercado medio e descentralizacao dos trabalhos. A vive tem total a ver com o Macaco, Cubo e Fora do Eixo. Nao eh a toa que o “Artista Igual Pedreiro”, cd do Macaco lancado pela Fora do Eixo Discos e Monstro Discos, está sendo lancado tambem pela Scatter aquí na Argentina. Além do Macaco, as bandas da Scatter que também tocam no festival sao Detandooris e Thes Siniestros.</p>
<p>Pra tarde, o Pablo marcou uma sessao do Macaco Bong com o Matias Corral, um fotógrafo fodaco, que ja passou pela Turquia, Líbano, e é fotógrafo próximo de bandas como o Fugazi. Chocamos quando ele nos mostrou a foto que fez com Ian Mackaye, em casa, com esposa, filho no colo e ao fundo a famosa Danelectro. O local que ele escolheu para nos fotografar foi embaixo da linha do trem, onde passa uma avenida estreita que nao para de passar carros. De um lado, um grafite de uma mulher nua, de outro, dois elefantes “cruzando”. Fizemos as fotos em frente aos dois desenhos, e Matias se aventurava no meio da rua pra captar as imagens. O cara é corajoso e bom de lente. Recomendamos o acesso ao flickr, <a href="http://www.flickr.com/matiascorral" target="_blank">www.flickr.com/matiascorral</a>.</p>
<p>Na volta para casa, nos lembramos de passar em uma banca, devido ao toque dado pela Flavia Cury antes de sair: tinha visto uma velhinha lendo um jornal com uma foto nossa. Como o Pagina 12 sai soh na segunda, saimos olhando para descobrir qual era. Pra melhorar tudo, era o “El Argentino”, distribuido gratuitamente, e citou “Los Macaco Bong de Brasil”. Passamos ainda em mais algumas lojas de instrumentos, pesquisando e voltamos para casa de Sylvie. Peguei o note emprestado do Pablo, respondi alguns emails, escrevi esse relatorio e descarreguei as fotos.</p>
<p>Estamos na espreita para os shows que ocorrem quarta, sexta, sábado, domingo e segunda. Vamos registrar e aí contamos tudo aquí. Até!</p>
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		<title>BRUNO NOGUEIRA (PE): MELHOR DO ANO&#8230; IGUAL A PEDREIRO</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 09:28:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bruno Nogueira]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[ROLLING STONE]]></category>

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		<description><![CDATA[
A revista Rolling Stone desse mês publicou sua lista de melhores do ano, de acordo com 50 pessoas &#8211; entre colaboradores, artistas e jornalistas &#8211; consultadas. E, pela primeira vez em muito tempo, um grande veículo de circulação massiva escolheu um disco de artista independente para o primeiro lugar. Ano passado eles disseram que era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5841" title="macaco2" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/macaco2.jpg" alt="macaco2" width="430" height="286" /></p>
<p>A revista <strong>Rolling Stone</strong> desse mês publicou sua lista de melhores do ano, de acordo com 50 pessoas &#8211; entre colaboradores, artistas e jornalistas &#8211; consultadas. E, pela primeira vez em muito tempo, um grande veículo de circulação massiva escolheu um disco de artista independente para o primeiro lugar. Ano passado eles disseram que era o <strong>Paulinho da Viola</strong>… e agora, o <strong>Macaco Bong</strong>!</p>
<p>A euforia do lado dos festivais é grande. E nem é apenas pelo primeiro lugar. Tirando <strong>Lenine </strong>e <strong>Ney Matogrosso</strong>, todo mundo que está lá é da nova safra e de fora de qualquer esquema de gravadora. Olha a lista:</p>
<p><em>1 &#8211; “Artista Igual Pedreiro”, Macaco Bong<br />
2 &#8211; “Mallu Magalhães”, Mallu Magalhães<br />
3 &#8211; “Na Confraria das Sedutoras”, 3 na Massa<br />
4 &#8211; “Donkey”, CSS<br />
5 &#8211; “Labiata”, Lenine<br />
6 &#8211; “Punx”, Guizado<br />
7 &#8211; “Japan Pop Show”, Curumin<br />
8 &#8211; “Pareço Moderno”, Cérebro Eletrônico<br />
9 &#8211; “Inclassificá veis”, Ney Matogrosso</em></p>
<p>A foto no post é de <strong>Renato Reis</strong>.</p>
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		<title>HUGO MORAIS (RN): ROCK INSTRUMENTAL</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 10:10:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hugo Morais</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Hugo Morais, Natal/RN
Conteúdo: Bem vindo, Boa Viagem
O ano está encerrando e foi pródigo em bandas de rock instrumental. Há quem diga que esse foi &#8220;O Ano&#8221; das bandas instrumentais, que houve uma redescoberta. Não é que elas renasceram, elas sempre existiram. Mas esse anos algumas lançaram discos esse ano que não ficam atrás de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Hugo Morais, Natal/RN</strong></p>
<p><a href="http://www.bemvindoboaviagem.blogspot.com/" target="_blank"><strong>Conteúdo: Bem vindo, Boa Viagem</strong></a></p>
<p>O ano está encerrando e foi pródigo em bandas de rock instrumental. Há quem diga que esse foi &#8220;O Ano&#8221; das bandas instrumentais, que houve uma redescoberta. Não é que elas renasceram, elas sempre existiram. Mas esse anos algumas lançaram discos esse ano que não ficam atrás de nenhum com vocal. As vezes até é melhor, porque as letras, o vocal, podem acabar com toda a beleza da melodia. Sem muitas delongas vamos a três discos de rock instrumentais que foram lançados em 2008 e você, você, todos você, precisam ouvir. Senão Zé do Caixão vem puxar seu pé à meia-noite.</p>
<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/capa-pata-de-elefante.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-5319" title="capa-pata-de-elefante" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/capa-pata-de-elefante.jpg" alt="" width="233" height="233" /></a><br />
<a href="http://www.mediafire.com/download.php?dd5dgmtx911" target="_blank">Um Olho no fósforo, outro na fagulha</a>. Esse é o singelo título do segundo disco da banda gaúcha <strong>Pata de Elefante</strong>, que agrada quem gosta de hard rock e adjacências. Na ativa desde 2002, o trio tocou esse ano no Abril ProRock e segue festivais afora. Como todos na banda são compositores, as músicas são heterogêneas, coisa não muito comum em bandas instrumentais de surf music, por exemplo. O disco em questão possui 18 faixas musicais que podem ser canções ou vinhetas. Clique no link e baixe o disco.<span id="more-5318"></span></p>
<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/capa-the-dead-rocks.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-5320" title="capa-the-dead-rocks" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/capa-the-dead-rocks.jpg" alt="" width="207" height="191" /></a><br />
<a href="http://www.deadrocks.com.br/home/" target="_blank">One Million Dollar Surf Band</a>. Esse é o nome do último disco da banda <strong>The Dead Rocks</strong> que é de São Carlos (!), interior de São Paulo. Uma das melhores bandas de surf music nacionais. O trio formado por Johnny Crash, Marky Wildstone e Paul Punk lançou este ano esse discão com 14 faixas. Quem achar que vai escutar um disco de surf music convencional é melhor tirar o cavalinho da marola. A banda destila riffs vintage gravados na Europa durante a segunda turnê por lá e conta até com bongô e outros instrumentos que dão um charme a mais no som de água salgada e palhas de coqueiro. Vista a bermuda, passe parafina na prancha e se delicie com petardos deliciosos da mais pura surf music brasileira. O link é para o site deles que tem o disco para baixar.</p>
<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/capa-macaco-bong.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-5321" title="capa-macaco-bong" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/capa-macaco-bong.jpg" alt="" width="270" height="244" /></a><br />
O trio cuiabano <strong>Macaco Bong</strong> esteve em Natal três vezes. Uma no MADA, uma no DoSol Rock Bar e outra, uma semana depois, no Festival DoSol. Essas duas últimas vezes foram no fim de outubro e início de novembro e eles já estavam com o disco <a href="http://albumvirtual.trama.uol.com.br/login_002.jsp?target=logadoDownload" target="_blank">Artista Igual Pedreiro</a> sob os braços. Nas três oportunidades eles foram ovacionados, prova de que não é a toa que estão rodando o país inteiro nos festivais independentes. Os macacos fazem um rock sem rótulo, as músicas parecem jam sessions puxadas tanto para hard rock como para psicodélico, só ouvindo para entender. O link é para baixar o disco no site da Trama Virtual, mas antes tem que fazer um cadastro.</p>
<p>Esses três discos estão entre meus preferidos em 2008. Merecem ser ouvidos com calma. Mas aqui em Natal e Fortaleza existem bandas instrumentais boas também. Daqui de Natal: <a href="http://bemvindoboaviagem.blogspot.com/search/label/camarones%20orquestra%20guitarristica" target="_blank"><strong>Camarones Orquestra Guitarristica</strong></a>. De Fortaleza: <strong>O Garfo</strong> e <strong>Fóssil</strong>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>FESTIVAL DOSOL 2008 (FALTAM 04 DIAS): AQUECIMENTO E MACACO BONG NO CAST DO FESTIVAL</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2008/10/festival-dosol-2008-faltam-04-dias-aquecimento-e-macaco-bong-no-cast-do-festival/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 10:14:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[FESTIVAL DOSOL]]></category>
		<category><![CDATA[festvial dosol 2008]]></category>
		<category><![CDATA[macaco bong]]></category>

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		<description><![CDATA[
É brutalmente difícil organizar um rock como o Festival Dosol, envolve muita gente, muitas responsabilidades, egos e nos deixa financeiramente instáveis. Por isso se faz necessário vocês irem em peso ao festival para demonstrar que merecemos esse espaço. O LUGAR DE QUEM GOSTA DE ROCK É NA RUA CHILE ESTE FINAL DE SEMANA!
faltam apenas QUATRO [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/macaco1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4565" title="macaco1" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/macaco1-448x297.jpg" alt="" width="338" height="224" /></a></p>
<p>É brutalmente difícil organizar um rock como o <strong>Festival Dosol</strong>, envolve muita gente, muitas responsabilidades, egos e nos deixa financeiramente instáveis. Por isso se faz necessário vocês irem em peso ao festival para demonstrar que merecemos esse espaço. <strong>O LUGAR DE QUEM GOSTA DE ROCK É NA RUA CHILE ESTE FINAL DE SEMANA!</strong></p>
<p>faltam apenas QUATRO dias pro <strong>Festival Dosol 2008</strong> e não temos dúvidas de que vai ser um rock inesquecível. <strong>O Patrocínio é da Oi e do Praia Mar hotel com ajuda da Lei Câmara Cascudo e aindaa temos o apoio da Oi Futuro, Cerveja Sol, Trama virtual e da Diginet.  As Senhas podem ser compradas por R$20,00 (casadinha) e R$15,00 inteira na 775 do Midway Mall, Friends, Records e Dying Music.</strong></p>
<p>Com a desistência (irresponsável) do <strong>Terminal Guadalupe</strong> acabamos de confirmar o <strong>MACACO BONG</strong> na programação do <strong>Festival Dosol</strong>, a banda ainda passa essa semana no Nordeste e fez um show SENSACIONAL no último sábado aqui no <strong>CENTRO CULTURAL DOSOL</strong>. Merece um bis!</p>
<p>De quebra os bongs (mas precisamente Ney) ainda farão relatos do festival pro <strong>Portal Fora do Eixo</strong>. Quem ganha é o público que já teria uma programação extraordinária e ainda ganha esse plus.</p>
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		<title>ESPECIAL: DISTRO E VITROLA LANÇANDO CD &#8211; A FESTA</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2008/10/especial-distro-e-vitrola-lancando-cd-a-festa/</link>
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		<pubDate>Sat, 25 Oct 2008 10:48:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
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CENTRO CULTURAL DOSOL
(HOJE) 25 DE OUTUBRO, 22H, 3 CONTO
QUINZENA CULTURAL XUBBA ESPECIAL DE LANÇAMENTO
MACACO BONG (MT)
OS BONNIES
DISTRO (LANÇANDO CD)
VITROLA (LANÇANDO CD)
FEWELL
ENTRADA + CD DISTRO = 5,00
ENTRADA + CD DISTRO + CD VITROLA = 10,00
IMPERDÍVELLLLLLLLL!!!!!
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/festadistro.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4630" title="festadistro" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/festadistro.jpg" alt="" width="262" height="500" /></a></p>
<p><strong>CENTRO CULTURAL DOSOL</strong><br />
<strong>(HOJE) 25 DE OUTUBRO, 22H, 3 CONTO<br />
QUINZENA CULTURAL XUBBA ESPECIAL DE LANÇAMENTO</strong><br />
<em>MACACO BONG (MT)<br />
OS BONNIES<br />
DISTRO (LANÇANDO CD)<br />
VITROLA (LANÇANDO CD)<br />
FEWELL<br />
ENTRADA + CD DISTRO = 5,00<br />
ENTRADA + CD DISTRO + CD VITROLA = 10,00</em></p>
<p>IMPERDÍVELLLLLLLLL!!!!!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>ESPECIAL: DISTRO E VITROLA LANÇANDO CD &#8211; ENTREVISTA</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Oct 2008 10:32:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
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Hoje tem lançamento dos Cds do Distro &#8220;Tétano&#8221; e Vitrola &#8220;Continua a Rodar&#8221; no Centro Cultural Dosol a partir das 22h. Além dos shows das duas bandas ainda vai rolar Fewell, Os Bonnies e o Macaco Bong (MT). Tudo isso por R$3.00. Uma grande prévia do que está por vir semana que vem no Festival [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/distronova.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4623" title="distronova" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/distronova.jpg" alt="" width="347" height="218" /></a></p>
<p>Hoje tem lançamento dos Cds do <strong>Distro </strong>&#8220;Tétano&#8221; e <strong>Vitrola </strong>&#8220;Continua a Rodar&#8221; no <strong>Centro Cultural Dosol </strong>a partir das 22h. Além dos shows das duas bandas ainda vai rolar <strong>Fewell</strong>, <strong>Os Bonnies</strong> e o <strong>Macaco Bong</strong> (MT). Tudo isso por R$3.00. Uma grande prévia do que está por vir semana que vem no Festival Dosol.  Confira entrevista com <strong>Rafael Cunha</strong> feita pelo pessoal do <strong>Lado [R]</strong>.</p>
<p><strong>Por Rafael [F], Natal/RN<br />
</strong></p>
<p><strong>Conteúdo: <a href="http://www.ladorsemcolchetes.blogspot.com" target="_blank">Lado [R]</a></strong></p>
<p>Dedicação, transpiração e bons fluidos! Essa é a essência dos caras do <strong>Distro</strong>. A banda lança no próximo sábado a sua terceira bolacha, intitulada &#8220;<strong>Tétano</strong>&#8220;. Conversamos rapidinho com <strong>Rafael Cunha</strong>, guitarra e vocal da banda, sobre o processo de gravação do disco.<span id="more-4622"></span></p>
<p><strong>Como foi o processo de gravação do disco, vocês conseguiram retirar a sonoridade desejada?</strong><br />
Finalmente tivemos bastante calma nessa hora. Paramos mesmo os shows pra poder fazer um treco no mínimo satisfatório pra gente e na medida que foi acontecendo o processo ficamos bem felizes com o resultado que foi muito fuderoso pra gente. Sonoridade bem do jeito que a gente queria chegar, meio vintage, com os efeitos colocados na gravação e não na mixagem, isso influenciou muito no que saiu.</p>
<p><strong>Dessa vez vocês alternaram os vocais. Algumas músicas são cantadas por você e outras por Vévis. Vocês respeitam aquela mesma dinâmica de quem faz a música canta?</strong><br />
Não. A maioria das músicas a gente fez junto, outro ponto positivo pra essa gravação, ficou mais a cara da banda e o lance de eu ou Vévis cantarmos, ficou de acordo com a necessidade da música, pois Vévis tem aquela vozinha de “seda” dele&#8230; não chega pruma música mais garagem, mas escolhemos isso quando fizemos as músicas, foi limpeza!</p>
<p><strong>O que vocês andam escutando e tomaram como referência pra esse disco?</strong><br />
Boe&#8230;, a gente anda escutando muitas coisas diferentes desde rock antigo tipo Mutantes, Led Zeppelin, rockão 50, rockabilly até os nossos prediletos rocks 80´s e 90´s bem alternativos tipo The Afghan Wigs, Pond, Jawbox, Seaweed e toda aquela galera.</p>
<p><strong>Esse é o terceiro lançamento da banda em que ele se difere dos demais?</strong><br />
Em suma, TUDO. Procuramos dessa vez fazer as coisas com mais calma até porque a gente já cansou de escutar a própria gravação e ver que poderia ter investido mais nisso ou aquilo, dessa vez a gente fez consciente pra não ter problema, e por incrível que pareça fluiu muito mais rápido do que na loucura de fazer as coisas rápido e tal. A arte ficou bem simples mas ficou doidaaa!!!hehehehe.<br />
<strong><br />
Sabemos também que os integrantes da banda tocam o selo xubba musik. Como é pra vocês ter uma banda e tocar o selo ao mesmo tempo?</strong><br />
É rock´n roll!! heheheh A gente procura sempre associar as coisas e tá rolando na paz, e o selo se organizando direitinho dá pra fazer o normal que é lançar suas bandas e apertando sai algumas parcerias como rolou utlimamente com o Calistoga, Dosol, Lado[R], acho que a história do nosso rock está sendo bem escrita.</p>
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		<title>BRUNO NOGUEIRA (PE): COMO FOI? PRIMEIRO DO FESTIVAL MUNDO (PB)</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Oct 2008 09:38:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Nogueira</dc:creator>
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Pro Bruno Nogueira, Recife/PE
Conteúdo: www.popup.mus.br
Eu me devia uma visita ao Festival Mundo desde sua segunda edição. Naquele ano fui convidado para apresentar o Overmundo para o público da Paraíba e, por motivos pessoais, acabei tendo que voltar para o Recife logo após a conferência. Nos outros dois anos também não consegui estar lá, mesmo acontecendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/festmundo-geral.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4589" title="festmundo-geral" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/festmundo-geral.jpg" alt="" width="316" height="200" /></a></p>
<p><strong>Pro Bruno Nogueira, Recife/PE</strong></p>
<p><strong>Conteúdo: <a href="http://www.popup.mus.br" target="_blank">www.popup.mus.br</a></strong></p>
<p>Eu me devia uma visita ao Festival Mundo desde sua segunda edição. Naquele ano fui convidado para apresentar o Overmundo para o público da Paraíba e, por motivos pessoais, acabei tendo que voltar para o Recife logo após a conferência. Nos outros dois anos também não consegui estar lá, mesmo acontecendo em uma cidade vizinha. Problema corrigido esse ano. Sai do jornal direto para a rodoviária, encontrei com Montarroyos e seguimos em direção a João Pessoa. Por lá, já esbarramos nos Macaco Bongs, Calistoga e o pessoal do Cabaret, que terminava passagem de som.<span id="more-4588"></span></p>
<p>Corremos com o check in no hotel e depois para o jantar, mas não foi o suficiente para pegar o show da primeira banda. Era a Outona, atração local que tocava hardcore melódico. Dei uma espiada lá no Foca e ele disse que não chamou atenção. Eu fico me devendo uma vista, já que a banda não usou metade do tempo que tinha de show. As fotos chamam atenção pelo visual bem cuidado deles. Coisa que fez falta em boa parte de outros mais experientes que passaram pelo palco.</p>
<p>Este ano o Festival Mundo se viu obrigado a diminuir de proporção. O lugar onde acontecia antes não podia receber um evento este ano por causa da eleição municipal. Num passeio rápido pelo Galpão 14, escolhido como substituto, já ficava evidente a importância que o evento tem em João Pessoa. Eles estão apertando o Fast Forward, descarregando informação em excesso para que o público local perceba o que está acontecendo nas cidades vizinhas. O vai e vem blasé das pessoas ficou entre as sensações mais angustiantes do evento.</p>
<p>As duas bandas potiguares não se deram muito bem na estréia que fizeram no festival, pelo mesmo problema da Outona. Como a programação é menor, dava mais tempo de apresentação para cada atração. E nem o Camarones Orquestra Guitarristica e a Calistoga pareciam preparados para um repertório de 40 minutos. A primeira, instrumental, divide as músicas com um começo mais rock, encerrando com reggae e versões para trilhas de desenhos animados. Resultado: esticaram a parte mais difícil de acompanhar, por ser mais lenta.</p>
<p>O mesmo aconteceu com o Calistoga. Acho eles uma das melhores bandas de rock do Nordeste hoje &#8211; entre as mais novas, claro! &#8211; mas o pique desandou da metade para o fim. Chegaram a terminar mais tímidos, quando deviam levantar e instigar o público cada vez mais. Não vou me meter a produtor de banda aqui, mas de repente escolher algum cover conhecido ajudasse. Sem isso, acabaram perdendo as pessoas que assistiam tudo da frente do palco. Por sinal, nessa primeira noite, o Festival Mundo teve cerca de 300 pessoas conferindo os shows.</p>
<p>Coube a Star 61 dar o primeiro suspiro de esperança da noite. Tocando em casa, começaram brincando um pouco com folk, quase escondendo o potencial glam do vocalista Flaviano. Ele sabe comportar no palco como poucos e, rapidinho, faz caretas, pulas e jogas as plumas para cima, tira a roupa e transforma totalmente a falsa primeira impressão do show. Me lembrou o que escrevi no Boom Bahia sobre se levar a sério. Eles conseguem fazer escracho e ultrapassar o limite do rídiculo sem precisar pagar de personagem.</p>
<p>Isso é a chave central. É impossível não se contagiar quando Flaviano sai para o meio do público, sobe o muro e ensaia um strip tease. O Star 61 consegue existir nos limites no bom senso e, ao mesmo tempo, soar agradavelmente pop. O constrangimento é zero, enquanto a diversão e as músicas já não podem se medir em notas. Eles são uma prova de que o Festival Mundo está tentando mostrar uma realidade rock que já existe na cidade, só precisa ser disseminada.</p>
<p>Tanta purpurina acabou complicando o meio de campo para o Cabaret. Afinal, a proposta das duas bandas eram a mesma. E quando Marvel, vocalista da banda carioca, cantou “O Vira” do Secos e Molhados numa ponta do show do Star, ficou claro que ele não ia vencer na disputa da imagem. Mas acho que isso só não passou de um bom desafio… O Cabaret precisaria, talvez pela primeira vez em festival, mostrar que pode chamar atenção além do cênico.</p>
<p>Mas além de performer, Marvel &#8211; codinome que Márvio dos Anjos usa no palco &#8211; canta como poucos. Aliás, depois de rodar o país em festivais, vendo para lá de mais de 200 bandas diferentes, me sinto seguro em dizer que o cenário independente ainda precisa correr muito para chegar no nível do que eles conseguem fazer no palco. Mesmo nessa, que foi uma apresentação regular, com direito a falha no microfone quebrando a concentração da banda, o Cabaret surge como principal nome de fora nessa edição do Mundo.</p>
<p>O Cabaret é uma banda de hits, algo que ainda faz muita falta no circuito de festivais. É impossível sair do show sem ficar com pelo menos umas duas músicas no repeat mental. Acho que bandas como essa evidenciam a necessidade de um novo meio termo entre a cena independente e o mainstream, já que ela tem competência para transitar entre os dois meios sem pertencer necessariamente a nenhum deles. Mas não deixa de ser divertido imaginar o estrago que eles fariam com uma projeção maior.</p>
<p>Ao contrário do que acontece com o Macaco Bong, que tocou logo em seguida. Esse choque entre o pop e o experimental acabou não sendo bem assimilado pelo público, que ao não entender quando uma música começava e outra terminava decidiu deixar o local. Confesso que essa mistura de virtuosismo com stoner rock não consegue fazer muito sentido para mim, apesar de reconhecer o quanto a banda é foda no palco. Vi poucos shows dos Bong até hoje (acho que três), e ainda acho que não vi a mesma a banda que tem sido elevada ao patamar da cena independente.</p>
<p><span style="text-decoration: line-through;">Mas nessa noite, especificamente, tive a primeira decepção real com a banda. Um amp do palco estourou quando inventaram de esfregar a guitarra nele. E tive que ver os caras saírem do palco com cara de quem não queria saber, falando de forma bem ríspida para a produção do evento que “festival é assim, isso é normal”. Para uma turma que faz tanta questão em falar de cadeia produtiva, deviam saber que ferraram o dono do som, deram prejuízo ao festival e prejudicaram as bandas do dia seguinte. E não, isso não é normal.</span></p>
<p>UPDATE</p>
<p>Conversei com o pessoal da banda e eles explicaram o acontecido. Segundo <strong>Bruno Kayapy</strong>, o que aconteceu é que o amp sofreu um arranhão e o responsável pelo som do festival exigiu um novo. A banda até topou oferecer um novo, mas apenas em troca do que teria sido “danificado”. E ele acabou não aceitando e deixando a história para lá.</p>
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		<title>CONFIRMADO: MACACO BONG (MT) TOCA NO CENTRO CULTURAL DOSOL NESTE SÁBADO!</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2008/10/confirmado-macaco-bong-mt-toca-no-centro-cultural-dosol-neste-sabado/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 20:18:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
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O trio instrumental cuiabano Macaco Bong está confirmado na festa de lançamento do cd do Distro e do Vitrola que rola neste sábado no Centro Cultural Dosol. a banda está no Nordeste fazendo vários shows e workshops e passa pela segunda vez em Natal.
O Macaco Bong é uma das grandes revelações da música brasileira e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/macaco1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4565" title="macaco1" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/macaco1-448x297.jpg" alt="" width="284" height="188" /></a></p>
<p>O trio instrumental cuiabano <strong>Macaco Bong</strong> está confirmado na festa de lançamento do cd do <strong>Distro </strong>e do <strong>Vitrola </strong>que rola neste sábado no <strong>Centro Cultural Dosol</strong>. a banda está no <strong>Nordeste </strong>fazendo vários shows e workshops e passa pela segunda vez em Natal.</p>
<p>O <strong>Macaco Bong</strong> é uma das grandes revelações da música brasileira e tem no seu currículo show por praticamente todos os grandes festivias nacionais além de já ter um disco lançado recentemente pela <strong>Monstro</strong> Discos, o excelente &#8220;<strong>Artista Igual Pedreiro</strong>&#8220;. Se a noitada de sábado no <strong>Dosol </strong>já era imperdível, imagine agora.</p>
<p><a href="http://www.myspace.com/macacobong" target="_blank">ESCUTE O MACACO BONG AQUI</a></p>
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		<title>COMO FOI? PRIMEIRO DIA DO FESTIVAL MUNDO (JOÃO PESSOA/PB)</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Oct 2008 13:42:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
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Por Foca
O Festival Mundo chega na sua 4ª edição fazendo uma visível alteração estética: trocou o grande palco/espaço da edição do ano passado por um lugar menor e investiu pesado em conteúdo. Uma escolha acertada. Cerca de 300 pessoas circularam ontem no primeiro dia de shows e para hoje a tendência é no mínimo dobrar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/img_5879-small.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4499" title="img_5879-small" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/img_5879-small-448x336.jpg" alt="" width="331" height="248" /></a></p>
<p><strong>Por Foca</strong></p>
<p>O <strong>Festival Mundo</strong> chega na sua 4ª edição fazendo uma visível alteração estética: trocou o grande palco/espaço da edição do ano passado por um lugar menor e investiu pesado em conteúdo. Uma escolha acertada. Cerca de 300 pessoas circularam ontem no primeiro dia de shows e para hoje a tendência é no mínimo dobrar segundo os organizadores.</p>
<p>Algumas ressalvas ficam como alerta (que dá para ser resolvido até hoje mesmo com algum esforço). A sonorização foi um problema em quase todos os shows. Frequências emboloadas, P.A mal afinado e um equipamento mal cuidado exigem muito mais das bandas na hora de acertar o som. Por isso, quem passou os instrumentos a tarde levou vantagem. Fica o alerta para hoje. Outra coisa ruim é que a produção permite que as pessoas entram e saiam do festival (prática pouco comum em outras praças), deixando alguns shows com público maior e outros nem tanto. Se é costume da cidade, que possamos tentar mudar esse costume. É para isso que festivais de música independente servem também.</p>
<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/img_5872-small.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4501" title="img_5872-small" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/img_5872-small-448x336.jpg" alt="" width="354" height="265" /></a></p>
<p>A escalação dos shows e a pontualidade monstraram a competência da equipe em estruturar as apresentações. Às 21h em ponto o <strong>Outona (PB)</strong> começou o seu show com um emo moderno tocado por uma turma bem nova (o guitarrista parecia ter 15 anos). Boa pegada com bons músicos mas tenho certeza que a próxima banda de cada um deles vai ser bem mais interessante que essa. É um processo natural.</p>
<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/img_5877-small.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4502" title="img_5877-small" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/img_5877-small-448x336.jpg" alt="" width="360" height="270" /></a></p>
<p>O <strong>Camarones Orquestra Guitarrística (RN)</strong> veio de Natal se apresentar pela primeira vez em festival fora do seu estado de origem e fez um bom show. O som não ajudou no começo, mas do meio pro fim a turma engrenou e mostrou vigor nas interpretações. O número de bons grupos que &#8220;limam&#8221; o vocalista está só aumentando Brasil afora. Despretensão a serviço da música instrumental, um bom rumo a seguir.</p>
<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/img_5894-small.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4503" title="img_5894-small" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/img_5894-small-448x336.jpg" alt="" width="326" height="244" /></a></p>
<p>O <strong>Calistoga (RN)</strong> também sofreu um pouco para acertar o som e levou seu rock forte, sempre resvalando no hardcore, para o bom público que já assistia as apresentações. O grupo é coeso, tem boas músicas e pode alçar vôos maiores em breve. <strong>Dante </strong>ontem estava com a voz ruim, mas segurou as notas altas com muito esforço até o final.</p>
<p>O<strong> Star61 (PB)</strong>, banda muito popular aqui na Paraíba, mostrou a força das suas músicas na hora em que o som estava no seu pior momento &#8211; fato que quase bota a perder a apresentação do grupo. <strong>Flaviano </strong>é um dos front mans mais legais do Brasil com seu jeito &#8220;gay maldito&#8221; de comandar as apresentações.  Quando solta o violão então, aí vira bicho e é difícil segurar. Foi uma festa! No final tocou uma dos <strong>Secos e Molhados</strong> e ainda chamou <strong>Márvio </strong>do <strong>Cabaret </strong>para fazer uma capela de uma música dos anos 80 ícone da cena gay (me ajudem no nome e no autor dessa música nos comentários).</p>
<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/img_5924-small.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4504" title="img_5924-small" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/img_5924-small-448x336.jpg" alt="" width="371" height="278" /></a></p>
<p>O <strong>Cabaret (RJ)</strong> veio com tudo para estas apresentações no Nordeste. Já no começo da sexta o jornalista pernambucano <a href="http://www.popup.mus.br" target="_blank"><strong>Bruno Nogueira</strong></a> tinha comentado comigo que a banda capitaneada pelo excelente vocalista <strong>Márvio dos Anjos </strong>tinha &#8220;moído&#8221; em Recife. O que o <strong>Cabaret </strong>faz no seu som e tudo ponte para que seu vocalista brilhe, e os outros membros parecem não se incomodar com isso, o que é ótimo! As músicas são todas clichês de bons rocks daqueles &#8220;grandões&#8221; dos anos 70. Riffões, bateria reta e precisa, tudo para deixar o vocalista comandar o show. Beijos na platéia, danças, estripulias com <strong>Flaviano </strong>do <strong>Star61</strong> e tudo isso cantado e muito bem &#8211; o que é o mais importante. <strong>Marvio </strong>é artista, mesmo que alguns achem que isso é um posicionamenteo falido ou fadado ao fracasso. Ele não se importa e no palco curte o momento. Muito bom de ver e ouvir!</p>
<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/img_5934-small.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4505" title="img_5934-small" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/img_5934-small-448x336.jpg" alt="" width="366" height="274" /></a></p>
<p>Já com a sonorização  bem ajustada vinda da apresentação anterior (e não por acaso foram os únicos grupos a passarem o som) o <strong>Macaco Bong (MT)</strong> mostrou porque hoje é um dos grupos mais importantes da música indie nacional. O grupo faz uma espécie de mantra nervoso para levar o ouvinte onde ele nunca foi e o mais impressionante é que conseguem. O baterista dos <strong>Camarones</strong>, pouco acostumado a assistir grupos desse tipo, parecia hipinotizado na frente do palco. Uma cena surreal. Retundante dizer que foi magnífico, que os timbres estavam ótimos, que a precisão do trio é sensacional. Ontem eles pareciam estar num dia especial.</p>
<p>Foi um ótimo encerramento de noite premiando o esforço da produção do festival. Hoje tem muito mais!</p>
<p>Fotos: Ana Morena Tavares e Anderson Foca</p>
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