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	<title>DoSol &#187; MALLU MAGALHÃES</title>
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		<title>ENTREVISTA: MALLU MAGALHÃES</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2008/11/entrevista-mallu-magalhaes/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Nov 2008 09:57:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Nogueira</dc:creator>
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Por Bruno Nogueira, Salvador
Conteúdo: PopUp
Mallu Magalhães é um dos mais divertidos acidentes que já aconteceu na música pop. Acidente porque chegou ao complicado prestigio de hype ao preencher a enorme carência de um público que, perto do fim da primeira década do milênio, não tinha mais novos ídolos na música nacional. Um buraco deixado por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/mallu.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-5141" title="mallu" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/mallu.gif" alt="" width="430" height="287" /></a></p>
<p><strong>Por Bruno Nogueira, Salvador</strong></p>
<p><a href="http://www.popup.mus.br" target="_blank">Conteúdo: PopUp</a></p>
<p>Mallu Magalhães é um dos mais divertidos acidentes que já aconteceu na música pop. Acidente porque chegou ao complicado prestigio de hype ao preencher a enorme carência de um público que, perto do fim da primeira década do milênio, não tinha mais novos ídolos na música nacional. Um buraco deixado por bandas como Los Hermanos e codificado em comportamento a partir de filmes como Juno. E que chega ao ápice agora que ela lança finalmente o primeiro disco, que leva o nome dela como título.<span id="more-5140"></span></p>
<p>Essa carência se manifesta em dois públicos. Aquele que acha o máximo recitar as referências que ela faz a Bob Dylan e Johnny Cash, e aqueles que sentem prazer em condenar o simples fato de ela ter referências aos 16 anos. Faz lembrar até outros acidentes do pop, como o trio norte-americano Hanson, que também tinha uma música sem letra, Mmmbop, que grudava feito chiclete igual a Tchubaruba.</p>
<p>Mallu não se importa com isso. Completamente consciente do momento que está vivendo, a suspeita de que ela brinca com a própria idade é intrigante. Vai de respostas sérias a outras totalmente sem sentido quando parece que quer apenas despistar a entrevista. Como quando é perguntada sobre o que acha de, ao viajar, conhecer pessoas que se identificam com Tchubaruba; e ela responde que “além de conhecer a loucura dos aeroportos, conhecer novos olhos não tem preço”.</p>
<p>“Acho que a graça é não se importar com isso, sabe?, diz Mallu. “Tocar para quem quiser ouvir, seja de 10 ou 80 anos, de onde for, tanto faz”. Nessa hora, que a maturidade parece tomar de volta o rumo da conversa, ela chega a dar aula aos mais ansiosos por explicações e fecha com “música é assim”. E, assim, ela passa pelo palco de um festival médio como o Bananada, em Goiânia, ao Coquetel Molotov no Recife e o gigante Planeta Terra, em São Paulo.</p>
<p>Mas Mallu Magalhães ainda não aproveita esse circuito da mesma forma que as outras bandas e produtores que o integram. Sempre super protegida, ela chega na hora do show e sai logo depois. Sempre acompanhada pelo pai, ela ainda se comporta como alguém que não está perdendo muita coisa nessa programação. “Tem um pessoal fazendo musica de verdade. mas tem também muita gente fazendo a mesma coisa”. E antes de cair na responsabilidade da afirmação, regrede um pouco o diálogo para completar a frase. “Mas foi sempre assim, não é mesmo? Em todos os lugares, décadas… o legal é que temos muitos estilos… afinal, somos o Brasil.”</p>
<p>Nesse processo Fast Forward, o primeiro disco já chega com quase todas as músicas conhecidas pelo público. A diferença é que aqueles shows para quase ninguém em clubs de São Paulo – onde conheceria pessoalmente o então ex-namorado Hélio Flanders, do Vanguart – deram espaço para uma estrutura que, mesmo no meio independente, é gigante. Com assessoria, produção executiva, artística, segurança e até o patrocínio da Vivo, que vai distribuir o disco nos celulares de seus clientes. “É tudo bem natural, parte da mesma arte”, reflete Mallu. “Tudo está ali para complementar”.</p>
<p>“Eu tento sempre construir o mais verdadeiro e descobridor de mim mesma o possível”, arrisca a cantora. Em outras entrevistas que deu, ela sempre tem o cuidado de deixar respostas sobre a carreira na voz do empresário. Por isso, qualquer questão sobre como opera essa estrutura, ela deixa a cargo do produtor Rossato. O que esperamos sinceramente que mude, já que sua ex-banda, o Bidê ou Balde, não é exatamente um sinônimo de sucesso da música nacional. “Tenho uns planos de projetos paralelos. Mais discos, shows! viagens! desenhos!”, se empolga, como quem sabe que vislumbra um caminho complicado. “”O impossível assim vem também. As mais destemidas descobertas e abraços”</p>
<p>Mallu Magalhães oficializa sua carreira como parte de uma grife. Todas as músicas foram produzidas por Mário Caldato Jr., que já trabalho com grandes nacionais como Nação Zumbi, a pequenas lendas do lado de lá, como Beastie Boys e Beck. Ela chama ele de Marioca. “Antes de gravar, não sabia direito a função de um produtor, mas ficou evidente no estúdio”, conta. “Milhares eram as vezes que eu não sabia o que faltava e o Marioca ajustava um timbre, mudava de sala, colocava um efeito”.</p>
<p>E ela ainda encontra espaço para romantizar o processo técnico, dizendo que “as mesas antigas, os rolos de fita, o som dos chiados, todos foram escolhidos pela arte da intuição”. Arte que ainda não conseguiu dar a pegada certa ao principal porém de Mallu hoje nos palcos, que é a falta de entrosamento com uma banda de integrantes muito mais velhos. “Quando escrevo as músicas, tento passar para eles uma atmosfera quem vem do meu dentro. Eu bem que toco uns instrumentos, mas meus meninos são essenciais para caracterizar cada ponto”, explica a cantora.</p>
<p>Na faixa – Jimmi Hendrix era mais novo que Mallu quando começou a tocar, assim como Angus Young, ao fundar o AC/DC. Pouca idade, na música pop, está longe de ser um mérito. Mas o disco de Mallu já chega com a informação que foi gravado durante as férias, apenas para carimbar mais uma vez que ela tem apenas 16 anos. Algo que acrescenta pouco ao que se escuta faixa a faixa. E também chega caro, numa total falta de diálogo com o público com quem ela pode se comunicar.</p>
<p>“Compro cds sempre que dá, mas é caro”, concorda Mallu. “Eu fico esperando, escolhendo bem, até que vou e compro. Adoro ganhar cds. Para mim é o melhor presente; um cd bem pensado. Baixar, uma ou duas do mesmo cd, se gosto, vou pesquisar na net e depois nas lojas”, conclui.</p>
<p>Sua parcela conhecida, com as músicas Tchubaruba e Vanguart mostram mesmo uma cantora acima da média. Mas, nas novas, o folk de cidade grande parece pouco convincente. Tanto em Angelina quanto em Noil, a sensação é de que os ouvidos pedem uma Mallu ainda mais menina, ao contrário dos sinais que ela dá maturidade. O equilíbrio fica em Don’t Look Back, que ainda assim passa longe da tarefa de salvar o repertório.</p>
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		<title>OPINIÃO: DAQUI PRO FUTURO</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 19:45:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
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Por Júlio Cortez, Natal/RN
Daqui a pouco começa mais uma edição do Festival DoSol, e acho oportuno lançar uma opinião sobre o que acontece em Natal em se tratando de Rock e da nossa (desculpem a palavra !) “cena”, olhando um pouco pra trás e projetando o futuro.
Como um amigo sempre fala “Existe música e existe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/artic.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4440" title="artic" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/artic-448x274.jpg" alt="" width="305" height="186" /></a></p>
<p><strong>Por Júlio Cortez, Natal/RN</strong></p>
<p>Daqui a pouco começa mais uma edição do <strong>Festival DoSol</strong>, e acho oportuno lançar uma opinião sobre o que acontece em Natal em se tratando de Rock e da nossa (desculpem a palavra !) “cena”, olhando um pouco pra trás e projetando o futuro.</p>
<p>Como um amigo sempre fala “Existe música e existe Rock!”, tendo isso em mente e com todas as interpretações que a frase pode causar, estamos vivendo um momento único, de rompimento com tudo que vinha sendo feito e pensado, da maneira como se concebe e se consome “rock”, para exemplificar o sinal dos tempos, sensações tão especiais como esperar o lançamento do seu artista favorito, ficar na fissura pra comprar o álbum completo sem vazamentos ou ir na casa de um amigo escutar um disco importado que vai demorar 6 meses pra chegar, sucumbiram ao poder frenético dos downloads.<span id="more-4439"></span></p>
<p>As gravadores e os grandes artistas não sabem para que direção atirar e pra onde correr, como lançar e distribuir, estão todos correndo atrás do (enorme) prejuízo, e a tendência é o controle total das Bandas sobre sua obra e seu destino, bandas gigantes como Pearl Jam e Radiohead já deram os primeiros passos para esta total independência.</p>
<p>E no nosso universo o que isso representa e que pontos positivos pode trazer? Ao meu ver cai por terra um dos maiores entraves para as Bandas dos anos 90/00, a esperança de ter uma gravadora, aquela empresa fantástica que realizará todos os seus sonhos de fama e fortuna, isso não existe mais da maneira que era e ponto. E sim amigos, isso é bom!!!</p>
<p>E o que cada vez vai importar mais é o que antigamente era o primordial, o que fazia uma banda valer a pena ou não: os shows ao vivo, sair tocando em todo canto que tiver (ou não!!) gente querendo ouvir, formar seu público e fazer o boca a boca (agora virtual!) ser a sua arma, só é lembrar do que o Artic Monkeys e Mallu Magalhães  fizeram antes do lançamento do primeiro disco, por favor sem entrar no mérito “artístico” de cada um.</p>
<p>E já que o palco é o que mais interessa, o lugar que mostra a verdade sobre qualquer banda, sem firulas, sem maquiagem, vamos ter a oportunidade no <strong>Festival DoSol</strong> de ver e atestar quais bandas vão estar por aí sendo relevante num futuro não tão distante e as que estarão fadadas a ficarem pelo caminho. Bandas vem e vão, mas sempre vai ter um garoto maluco pra ouvir uma guitarra no talo!!!</p>
<p>Se liguem jovens, o rock está mudando e isso é ótimo!!</p>
<p><em>Foto: Artic Monkeys do Myspace para o mundo.</em></p>
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		<title>DOSOLTV: FESTIVAL COQUETEL MOLOTOV NO SHOWLIVRE</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 09:33:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje no DOSOLTV vocês conferem a cobertura completa do sempre excelente Festival Coquetel Molotov em Recife feita pela equipe da ShowLivre. Tem Marcelo Camelo, Mallu Magalhães, Bruno Nogueira (nosso colaborador) falando e mais um monte de shows. Dá para ter bem a noção do evento. Confiram:
COQUETEL MOLOTOV NO SHOWLIVRE

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje no <strong>DOSOLTV</strong> vocês conferem a cobertura completa do sempre excelente <strong>Festival Coquetel Molotov </strong>em Recife feita pela equipe da <strong>ShowLivre</strong>. Tem <strong>Marcelo Camelo</strong>, <strong>Mallu Magalhães</strong>, <strong>Bruno Nogueira</strong> (nosso colaborador) falando e mais um monte de shows. Dá para ter bem a noção do evento. Confiram:</p>
<p><strong>COQUETEL MOLOTOV NO SHOWLIVRE</strong><br />
<a href="http://www.dosol.com.br/2008/10/dosoltv-festival-coquetel-molotov-no-showlivre/"><img src="http://img.youtube.com/vi/laM-2m4HkPY/default.jpg" width="130" height="97" border=0></a></p>
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		<title>FÁBIO FARIAS (RN): COBERTURA DO SEGUNDO DIA DO COQUETEL MOLOTOV (PE)</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 08:55:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio</dc:creator>
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Com bem menos gente do que no dia anterior, a segunda noite do festival sofreu com o problema do atraso da banda Club 8 na hora de entrar no palco da Sala Cine UFPE, o que acabou gerando um conflito de horários com o show de Catarina (PE) no teatro da UFPE. O público foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://catorzeblog.files.wordpress.com/2008/09/mallllu1.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://catorzeblog.files.wordpress.com/2008/09/mallllu1.jpg" border="0" alt="" width="378" height="253" /></a><br />
Com bem menos gente do que no dia anterior, a segunda noite do festival sofreu com o problema do atraso da banda Club 8 na hora de entrar no palco da Sala Cine UFPE, o que acabou gerando um conflito de horários com o show de Catarina (PE) no teatro da UFPE. O público foi obrigado a fazer escolhas. Eu escolhi por Club 8 e não me arrependi.</p>
<p>No inferninho… ops, Sala Cine tocaram mais três bandas: Akin (SP), Pocilga Deluxe (PE) e Zeca Viana e a Onomatopéia Bum (PE). Nada contra a sala, mas com o crescimento do festival acho que seria interessante a produção pensar a possibilidade de que no ano que vem as bandas gratuitas toquem no hall de entrada do teatro, onde se concentra a maior parte das pessoas e o calor apresenta índices suportáveis. Enfim, só entrei na Sala Cine para ver o belo show que o Club 8 fez.<span id="more-4110"></span></p>
<p>Com voz, violão e uma vocalista que despertou comentários do tipo “gostosa-sa-sa-sa” entre os homens que acompanhavam a apresentação, os suecos soaram muito bem neste formato acústico e fizeram um show que dificilmente as pessoas que acompanharam vão esquecer. Muito parecido com a apresentação das também suecas do Hello Safaride no ano passado no mesmo formato acústico, com a diferença que o público desta vez estava em pé. Um som suave, com uma vocalista extremamente competente &#8211; quem esperou e viu o show de Club 8, sequer notou que a primeira apresentação no teatro da UFPE aconteceu simultaneamente.</p>
<p>No friozinho e conforto do teatro, o final de Catarina marcou o início de uma das minhas melhores descobertas feitas em festivais de música independente que já fui. Final Fantasy, projeto solo do violinista do Arcade Fire, Owen Pallet. No show era ele, o violino e uns samplers tirados no teclado, o resultado: uma sonoridade incrível que hipnotizou a maioria das pessoas que estavam no teatro (exceto pelo jardim de infância pernambucano que queria que Mallu começasse logo). Ele se define no release como um “cover de Strokes tocado no violino”, para mim ele é muito mais, seu monólogo com o instrumento impressiona. Vale muito a pena conhecer.</p>
<p>Para a alegria do jardim de infância que lotava o teatro da UFPE, Mallu entrou com seu banjo e uma roupinha branca para começar o seu show. Parecia um tanto envergonhada, não falou nada no microfone e foi logo mandando a primeira música. O público infantil delirava. Impressionante a quantidade de garotos e garotas esbanjando seus 14, 13, 12 anos no show da Mallu. Coisa que a meu ver tem um ponto positivo e negativo. O positivo é que se considerarmos que a última “musa” infantil jovem foi Sandy e que há um abismo de diferença entre a qualidade musical de ambas, chegaremos a conclusão que a próxima geração, ao menos, cantará músicas melhores do que “Imortal”. O ponto negativo é que boy é sem noção. Meu Deus, parecia que Mallu era uma santa, tamanha explosão infanto-juvenil no teatro e a galerinha levantava, ia lá pra frente gritar achando que só eles queriam assistir o show. Apesar disso foi um bom show. Destaque para a fofeza dela ao chamar “dois banquinhos e Marcelo Camelo” para cantar junto. Desta vez não houve chorôrô e ambos repetiram as mesmas duas músicas da noite anterior. Poderiam ter tocado outras. Ainda teve os covers de Jonhny Cash, para mim, muito bem executado (apesar dos gritinhos da cantora).</p>
<p>Peter Bjorn and John era a alegria/esperança/salvação indie da noite. Mallu saiu e levou com ela boa parte do jardim de infância do teatro. O grupo sueco foi a última banda do festival e da invasão sueca. E não fizeram feio. Entraram empolgados, com direito a uma colinha escrita em português que leram para o público e com um show para colocar todo mundo para dançar. Destaque para o hit “Young Folks” (música mais tocana no ITunes europeu no ano passado), momento “tira o pé do chão indie” como o jornalista Tádzio muito bem definiu, sem sequer ter visto o show.</p>
<p>A quinta edição do No Ar Coquetel Molotov o solidificou ainda mais como uma bela opção de festival de música no nordeste. Seja pela sua organização e as bandas escaladas, seja pelo preço. Para se ter uma idéia, o show de Shout Out Lounds e Peter Bjorn and John custará a bagatela de R$ 100 em São Paulo. As duas noites do Coquetel, pagando inteira custa ao todo R$ 60. Vale muito a pena ir para Recife e acompanhar este festival. Ano que vem, estarei lá de novo.</p>
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		<title>COMO FOI? COQUETEL MOLOTOV &#8211; 2ª DIA</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2008/09/como-foi-coquetel-molotov-2%c2%aa-dia/</link>
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		<pubDate>Sun, 21 Sep 2008 23:26:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Hugo Montarroyos
Conteúdo: www.reciferock.com.br
Segundo dia de festival e novamente tudo correu tranqüilo, não fosse um pequeno detalhe: os suecos do Club 8 demoraram um bocado para começar seu show na sala Cine PE, o que irritou um pouco o público e fez com que sua apresentação (muito boa, por sinal) ocorresse quase que simultaneamente à de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Hugo Montarroyos</strong></p>
<p>Conteúdo: <a href="http://www.reciferock.com.br/2008/09/21/cobertura-no-ar-coquetel-molotov-segundo-dia/" target="_blank">www.reciferock.com.br</a></p>
<p>Segundo dia de festival e novamente tudo correu tranqüilo, não fosse um pequeno detalhe: os suecos do <strong>Club 8</strong> demoraram um bocado para começar seu show na sala Cine PE, o que irritou um pouco o público e fez com que sua apresentação (muito boa, por sinal) ocorresse quase que simultaneamente à de <strong>Catarina</strong>. Como as leis da física ainda não permitem a ninguém estar em dois lugares ao mesmo tempo, acabou se dando mal quem optou pelo confuso show de Catarina.</p>
<p>No mais, tudo perfeito. Som funcionando bem, iluminação linda e público disposto a conhecer coisas novas. Aliás, era o primeiro festival de muita gente ali, devido ao alto número de adolescentes que mal pareciam saídos dos quinze anos. Talvez seja o fenômeno <strong>Mallu Magalhães</strong>. Aliás, vale a pena gastar algumas linhas com ela.<span id="more-3665"></span></p>
<p>Mallu é uma criança (basta conversar um pouco com ela para se convencer disto) que vem sendo engolida pelo showbizz. E só resta torcer para que essa mudança abrupta em sua vida não prejudique sua saúde e sua personalidade. Porque não dá para passar incólume por tamanho turbilhão em espaço tão curto de tempo. Na verdade, acho bastante injusto criticar alguém de 16 anos que até pouquíssimo tempo tocava no quarto de sua casa e de uma hora pra outra foi alçada a condição de nova grande descoberta da música brasileira. É complicado porque estamos diante de um talento que ainda precisa ser bastante lapidado. E, por outro lado e ao mesmo tempo, boa parte da graça reside justamente nessa falta de lapidação, em sua espontaneidade “bruta” que destoa de toda a classe artística já calejada e veterana na cínica dança da indústria do entretenimento. Não deve ser fácil, da noite para o dia, passar da condição de fã para parceira de seus ídolos. O choro dela abraçada com <strong>Marcelo Camelo</strong> no palco ilustrava claramente isso. Ela talvez ainda esteja na fase de achar que tudo não passa de um sonho, e o medo de acordar deve ser grande. Deixemos então a menina crescer para mostrar ao que realmente veio. Por enquanto, o que ela já fez está de muito bom tamanho.</p>
<p><strong>Catarina de Jah</strong>, segundo release, é olindense, tem 28 anos, é DJ e agora cantora. É preciso enfatizar bem este AGORA. Ela faz uma mistura confusa de ritmos latinos e regionais tentando dialogar com uma certa contemporaneidade. É insegura no palco, e não resite às provocações da platéia. Ao ouvir “Toca Ana Julia”, devolve com um “Eu não sei tocar <strong>Los Hermanos</strong>, não!”, sem esconder uma certa irritação. Ao tentar soar engraçadinha, pede desculpas ao público em nome de suas dançarinas – que, obviamente, não devem existir -, e diz que elas estavam com medo de encarar a platéia indie do festival. “Elas juraram que foi um problema com o mega-hair”. E, querendo ironizar o público presente, tratou de brindá-lo com piadas intraduzíveis. “Outra síndrome do verão é a síndrome de <strong>Mario de Andrade</strong>”. Silêncio mortal”. “Ri, minha gente”. E, finalmente, rimos por ela aceitar sua derrota como humorista. Talvez fosse melhor colocá-la na Sala Cine-PE. Ficou evidente que o AGORA cantora é bem AGORA mesmo. É preciso dar mais tempo a ela.</p>
<p>Algumas fontes bem confiáveis garantiram que o violinista <strong>Owen Pallett</strong>, do <strong>Final Fantasy</strong>, nada tem a ver com o <strong>Arcade Fire</strong>. Que apenas teria feito uma breve colaboração com o grupo canadense, mas que não seria, como foi vendido ao público, o “violinista do Arcade Fire”. Não consegui tirar a dúvida nem com ele nem com a produção do<strong> Coquetel Molotov</strong>. Falha grave minha, reconheço. Fica aqui o espaço aberto para a produção do festival esclarecer minha incerteza. De qualquer forma, o show dele foi bem bonito, transitando no limite da fronteira entre o golpe e a genialidade. Ele toca por cima de bases pré-gravadas, o que dá a errônea impressão de que qualquer um poderia fazer o mesmo. Mas quando seu violino fica em primeiro plano, constatamos que estamos diante de um músico de outro planeta, dono de um talento incomensurável. E, o mais bacana, foi aplaudido de pé ao final de seu show intimista, ousado e que funcionou às mil maravilhas num teatro. Só que desconfio que boa parte deste entusiasmo todo foi creditada ao seu “vínculo” com o Arcade Fire.</p>
<p>Criança ou não, <strong>Mallu Magalhães</strong> já superou a esfera virtual e hoje é uma artista de verdade para o público. Foi muito tietada nos bastidores, distribuiu autógrafos, tirou fotos com fãs, dividiu as atenções no backstage com Marcelo Camelo. Seu show foi extremamente competente. Ela não vacilou um só minuto (temi que ela não segurasse a onda ontem), e, em seu jeito atabalhoado e fofo (perdão, a palavra é essa mesmo), tirou, sabe-se lá de onde, a seguinte frase: “eu queria chamar ao palco dois bancos e o Marcelo Camelo”. E a histeria estava novamente armada. Juntos, cantaram <strong>“Janta”,</strong> acompanhada pelo público como se fora do repertório do <strong>Los Hermanos</strong>. Desta vez, Mallu conseguiu conter um pouco a emoção, e não desabou como no dia anterior. No mais, ainda é muito cedo para dizer qualquer coisa sobre Mallu. É uma menina de 16 anos dona de um talento e carisma inquestionáveis. O tempo se encarregará de dizer qual será o lugar dela quando crescer e não tiver mais lição de casa para fazer.</p>
<p>Não há muito para falar sobre o show do sueco <strong>Peter Bjorn And John</strong>. Trata-se de um trio competente, de boa pegada roqueira e que possui um belo show. Boa parte do público já havia ido embora quando eles entraram em cena, e a parte que ficou os recebeu muito bem. Deixaram o hit <strong>“Young Folks”</strong> para a parte final de sua apresentação, e ainda voltaram, entusiasmados, para um longo bis. Belo show, mas, no fim das contas, o que vai ficar na memória do público nesta edição do <strong>No Ar: Coquetel Molotov</strong> são as apresentações de Marcelo Camelo e de Mallu Magalhães. E com toda justiça.</p>
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		<title>BRUNO NOGUEIRA (PE): 1º DIA DO COQUETEL MOLOTOV (PE)</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Sep 2008 09:18:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Nogueira</dc:creator>
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- Talvez o Coquetel Molotov seja o festival mais bem resolvido do Recife hoje. Eles sabem o que querem para o evento e é muito bom perceber como o público responde a isso. O clima do lugar esteve perfeito na quinta edição, ao ponto de que você poderia ir para lá e não assistir nenhum [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.dosol.com.br/2008/09/bruno-nogueira-pe-1%c2%ba-dia-do-coquetel-molotov-pe/"><img src="http://img.youtube.com/vi/V7H1pDDwLHo/default.jpg" width="130" height="97" border=0></a></p>
<p>- Talvez o Coquetel Molotov seja o festival mais bem resolvido do Recife hoje. Eles sabem o que querem para o evento e é muito bom perceber como o público responde a isso. O clima do lugar esteve perfeito na quinta edição, ao ponto de que você poderia ir para lá e não assistir nenhum show e se divertir bastante.</p>
<p>- Perdi uma nota de R$ 100. Se você encontrou, não me diga.</p>
<p>- A quinta edição meio que fecha um ciclo. E nele, a tradição: o melhor do festival está sempre na sala Cine UFPE, nos shows gratuitos.</p>
<p>Eu lembro de me perguntar, no final da edição passada do festival No Ar Coquetel Molotov como eles conseguiriam repetir o feito de esgotar os ingressos do evento. Era o ponta pé inicial da minha dúvida sobre a presença de tanta gente ali. Era pelo que o evento tinha construido ou por uma atração específica? Quando cheguei no teatro da UFPE, perto das 18h, vi que isso estava longe de ser um problema esse ano. Espaço cheio, sala Cine UFPE já lotada com o começo do show do Burro Morto. E pela primeira vez consegui pegar a primeira atração do festival.<span id="more-3655"></span></p>
<p>O <strong>Burro Morto </strong>é da Paraiba e não parece com nada que eu tenha ouvido até hoje de lá. Instrumental bem incrível, daqueles que você consegue distinguir quando uma música começa e outra termina. Aliás, parece que isso deixou de ser um problema nas novas bandas instrumentais. A lógica da canção pop venceu e isso é muito bom. Bastou ver o público dançando e respondendo imediatamente às músicas. Dos oito shows da noite, esse entra no meu top 3.</p>
<p>Por falar em lógica pop imperando, era genial ver um dos meninos da <strong>banda de Joseph Tourton</strong> com uma camisa do NOFX, tocando músicas que parecem ter saido de um ensaio secreto do Hurtmold. A banda fez uma boa estréia, com um pessoal incrivelmente novo e, mais uma vez, com um show instrumental. Poderia até ter ficado em horário mais nobre que não fariam feio. Sem falar que eles sinalizam uma mudança extrema na cena de novas bandas da cidade… era impossível pensar uma banda assim há, sei lá, seis anos.</p>
<p>O <strong>Bandini </strong>fez um show bom, mas foram prejudicados um pouco com o som da sala cine e um pouco pelo nervosismo de uma primeira apresentação fora de casa. Acabei sem conseguir ver o show deles inteiro porque foi nessa hora que percebi que havia perdido meu dinheiro. E sai na inocência de conseguir encontrar a nota perdida no chão. Não aconteceu.</p>
<p>Logo depois, o <strong>Guizado</strong> fez o melhor show de toda a noite. Eu lembro quando vi a banda pela primeira vez no Milo, em São Paulo, se não me engano na estréia deles. O negócio cresceu em proporções impressionantes. Não tem como ouvir dois segundos das músicas e não se contagiar e dançar. Podiam ter tocado no palco principal ou até mesmo encerrado a noite fora do teatro, em clima de festa, que seria foda.</p>
<p>Na mudança para o teatro, por sinal, ainda deu tempo de arriscar o Rock Band, que a Trident armou no centro do festival. A fila pro joguinho era quase tão demorada quanto a para entrar no teatro.</p>
<p>Depois eu falo de tudo que aconteceu no teatro, inclusive sobre esse vídeo ai acima. Sim, a Mallu tá chorando. Não, Camelo não pegou ela no final. (Mané)</p>
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		<title>COMO FOI? 1º DIA DO COQUETEL MOLOTOV (PE)</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Sep 2008 19:35:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Hugo Montarroyos
Conteúdo: Recife Rock
Os textos sobre os shows da sala Cine PE serão escritos por Breno Mendonça, e estarão aqui no ar em breve.
Se existe um festival no Brasil que cresceu ano a ano &#8211; e hoje merece todos os elogios do mundo -, ele atende pelo nome de “No Ar: Coquetel Molotov”. Ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Hugo Montarroyos</strong></p>
<p><a href="http://www.reciferock.com.br/2008/09/20/cobertura-noa-ar-coquetel-molotov-primeiro-dia/" target="_blank">Conteúdo: Recife Rock</a></p>
<p>Os textos sobre os shows da sala Cine PE serão escritos por Breno Mendonça, e estarão aqui no ar em breve.</p>
<p>Se existe um festival no Brasil que cresceu ano a ano &#8211; e hoje merece todos os elogios do mundo -, ele atende pelo nome de <strong>“No Ar: Coquetel Molotov”</strong>. Ainda que peque na escalação e que force uma barra tremenda para emplacar bandas suecas em terras brasileiras (de banda ruim a Suécia está cheia), os acertos acabam sendo mais relevantes do que as falhas, caso dos gols de placa ao apostar em Marcelo Camelo e Mallu Magalhães. Sem contar que a estrutura é de primeiro mundo: o som foi impecável em todos os shows, a iluminação estava perfeita (dá-lhe, Albert!), e é de encher os olhos ver o Teatro da UFPE lotado, abarrotado de gente. Trabalho de formiguinha que começou lá atrás, em 2004, na primeira edição do evento.</p>
<p>O primeiro dia do “No Ar: Coquetel Molotov” serviu para cravar de vez o nome de Marcelo Camelo como principal artista brasileiro de sua geração. Camelo é hoje uma espécie de Chico Buarque dos anos 00: todas as meninas querem dar para ele. Os caras querem ser iguais. E os gays não se envergonham de gritar “lindo!” e “gostoso!” durante toda a apresentação dele. E, analisando por outro prisma, bem menos passional, tal tietagem é justificável, emblemática e merecida no caso de Camelo, um compositor talentosíssimo, bom músico e excelente letrista que conta hoje com o apoio da melhor banda brasileira da atualidade, a paulistana Hurtmold. Não bastasse tudo isso, e o sujeito possui um carisma ainda maior do que a quantidade de fãs que entoam todas as suas canções em uníssono. Trata-se de uma seita: é questão de aceitar ou não.</p>
<p>Aos shows: o duo pernambucano<strong> Júlia Says</strong> fez um show que primou pelas novidades e pelo bom aproveitamento da estrutura do palco do Teatro da UFPE. Mostrando um estilo desencanado de ser e viver, o guitarrista Pauliño entrou no palco sem camisa, e assim levou o show até o final. Acertaram bem a mão ao despejar peso da guitarra e da programação, e mostraram ótimas canções, como a bem trabalhada “Intro-Mental” e a excepcional “Aos Segredos”, que fechou o show. Permanecem pecando em alguns momentos, sobretudo quando a frágil voz de Pauliño surge em primeiro plano, defeito que aos poucos vem sendo corrigido ao cobrirem seus vocais com efeitos eletrônicos. E a execução de “Mohamed Saksak”, com telão exibindo o clipe da música, beirou a perfeição. O Júlia Says galgou degraus altos em curto espaço de tempo. Ainda há muito a ser melhorado, mas é visível o quanto de talento existe ali. O público os recebeu com simpatia, mas a verdade é que o show não chegou a empolgar muito.</p>
<p>A empolgação começou a vir aos poucos, e se instalou de início na boa apresentação do cearense <strong>Cidadão Instigado</strong>, que tocou de última hora no lugar do Vanguart (que perdeu uma oportunidade de ouro de expandir seu público por essas praias). Liderados pelo guitarrista Fernando Catatau, uma espécie de Odair José intelectualizado, a banda contou com coral da platéia em boa parte de seu show, casos de “O Pobre dos Dentes de Ouro” e na deliciosamente brega de beira de estrada “O Tempo”. Foram bastante aplaudidos no final.<span id="more-3648"></span></p>
<p>Ê, Suécia! A tal de <strong>Shout Out Louds</strong> faz hoje o que o The Cure já fazia muito melhor nos anos 80. Ou seja, pura cópia da banda de Robert Smith, mas tão descarada, tão deslavadamente cara-de-pau que dá até vergonha. E, quem diria, eles possuem até um numeroso neo-fanclube no Recife, pois não eram poucas as pessoas que bradavam as letras do grupo a pleno pulmões. Mas, cá pra nós, não passa de um pastiche bem sem-vergonha do The Cure. Para aqueles que preferem a cópia ao original. E parece que não são poucos. Paciência…</p>
<p>A noite era toda dele. Órfãs do Los Hermanos e fãs da nova safra de Marcelo Camelo se espremiam por todo o teatro na tentativa inútil de conter os nervos diante da espera do ídolo. Desesperada, a produção do festival sofria para convencer o público a permanecer sentado, milagre que acabou por fim operando: apenas no bis a platéia se soltou e levantou para dançar. E, faça você parte ou não da seita “camelônica”, a verdade é que foi um show e tanto, o primeiro da “digressão” pelo País. Segundo declarou, para delírio dos fãs, a estréia do show “tinha que ser aqui, tinha que ser hoje e tinha que ser com vocês”. E nada do que ele fala parece premeditado, calculado ou dito só para agradar. Ali está um ser de dissimulação zero.</p>
<p>Ele entra no palco, fica meio sem jeito com a saraivada de palmas que inunda o teatro, pega o violão e dedilha “Sou”, cantada por parte bem numerosa da platéia. Depois, chama a excelente Hurtmold, empunha uma guitarra e leva “Téo e A Gaivota”. E o “estrago” estava feito: a mesma devoção dedicada ao Los Hermanos é renovada na carreira-solo de Camelo. A histeria segue com “Tudo Passa”, dos belos versos “eu, você e todos os encontros casuais/os ais e os hão de ser/e todos os casais também/ olha, acho até que quem achou que nunca ia/ esse ia se espantar de ver que o ódio e o amor/ e até eu vou pra ver no que vai dar/ a massa, a moça e até esse pra sempre tudo passa”. Parece retalhos de letras, mas todos cosidos de maneira a dar significados ocultos às partes e interpretações pessoais ao todo. E, quem diria, o recém-lançado “Sou” já está na boca do povo.</p>
<p>O momento mais emocionante da noite se faz quando Camelo chama <strong>Mallu Magalhães</strong> ao palco, amiga que, nas palavras dele, “mudou minha maneira de ver a música, mudou minha maneira de ver a vida”. Mallu entra, abraça Camelo e desata no choro de uma criança de 16 anos que até anteontem era fã do Hermano, e que hoje vive o sonho dourado de menina de dividir o palco com o ídolo. Quase não consegue dedilhar o violão ou cantar de tanto que chorava, e a impressão que ficou é que o próprio Marcelo desabaria no choro a qualquer momento. Mallu saiu correndo após sua participação, e o show prosseguiu em clima de uníssono até o fim. Após uma certa hesitação, Camelo volta para o bis, banquinho e violão e, cartada de mestre, ataca com “Tchubaruba”. Mallu corre para cantar novamente ao lado do ídolo, desta vez uma canção dela, e o momento fofura estava instaurado de vez. Camelo então pede licença ao Hurtmold, que tomava posição para acompanhá-lo novamente, e diz que o clima de improviso estava tão bonito que preferia continuar assim por mais um tempo, banquinho, violão e todas as vozes do teatro. Ao Hurtmold restou esperar respeitosamente o término da catarse para entrar em cena novamente, como figurantes de luxo.</p>
<p>Aos fãs: Camelo está de volta em sua melhor forma, e o show de seu “Sou” é ótimo. Aos que não gostam: vai ser difícil se livrar dele no próximo verão. Às seguidoras: Aleluia, irmãs! A seita ressurge…Para o bem e para o mal. Para cristãos e ateus (licença, Zeroquatro). Batizados e pagões. Resta escolher o seu lado e ser feliz.</p>
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		<title>MALLU MAGALHÃES FORA DO OVERCOMING TRIO</title>
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		<pubDate>Wed, 07 May 2008 12:02:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
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		<category><![CDATA[overcoming trio]]></category>

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		<description><![CDATA[A hypada adolescente indie Mallu Magalhães não faz mais parte do Overcoming Trio, banda formada ainda por Hélio Flanders do Vanguart e Zé dos Forgotten Boys que interpreta músicas de Dylan da fase áurea do cantor. Um choque de agendas causou a saída da cantora do projeto. Nasi, ex-Ira! vai assumir os vocais do trio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A hypada adolescente indie <strong>Mallu Magalhães</strong> não faz mais parte do <strong>Overcoming Trio</strong>, banda formada ainda por <strong>Hélio Flanders</strong> do Vanguart e<strong> Zé</strong> dos Forgotten Boys que interpreta músicas de Dylan da fase áurea do cantor. Um choque de agendas causou a saída da cantora do projeto. Nasi, ex-Ira! vai assumir os vocais do trio daqui para frente.</p>
<p><em>Fonte: Coluna do Finatti </em></p>
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		<title>COLUNA BRUNO NOGUEIRA (PE): MAIS PERTO DO FUTURO</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Apr 2008 11:22:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Nogueira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estamos vivendo os momentos finais que devem finalmente definir a maneira de como vamos consumir músicas no futuro. Tudo graças a três notícias anunciadas na última semana. Duas delas em conjunto: a loja iTunes, da Apple, agora é líder oficial de venda de músicas digitais. Eles registraram uma atividade de 50 milhões de usuários que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos vivendo os momentos finais que devem finalmente definir a maneira de como vamos consumir músicas no futuro. Tudo graças a três notícias anunciadas na última semana. Duas delas em conjunto: a loja iTunes, da Apple, agora é líder oficial de venda de músicas digitais. Eles registraram uma atividade de 50 milhões de usuários que teriam comprado quatro bilhões de músicas, impulsionados pela venda do iPod, o MP3 player mais vendido do mundo. Com o recorde, o objetivo da Apple agora é passar a distribuir as músicas totalmente de graça no site.<span id="more-2057"></span></p>
<p>Enquanto a empresa negocia com as grandes gravadoras uma forma deles fazerem o repasse do lucro para os artistas, a terceira notícia chegou para somar as expectativas. O MySpace, a maior rede social de música do mundo, fechou um contrato para disponibilizar música das três maiores gravadoras (Warner, SonyBMG e Universal) pelo site. Com isso, temos o acervo de mais da metade da produção total da indústria fonográfica sendo oferecido legalmente para mais de 110 milhões de pessoas em todo o mundo. Futuro, no mínimo, otimista.</p>
<p><strong>Sucesso</strong><br />
O que dizem é que todo mundo &#8211; sentido figurado, claro &#8211; fez questão de comparecer à festa do Som Barato no último sábado. Com rua lotada de um extremo ao outro, o evento deixou de ser uma simples festa para legitimar de vez o que começou como um simples blog (e anda está no endereço sombarato.blogspot.com) como uma das maiores plataformas circuladoras de música do Recife.</p>
<p><strong>Em São Paulo</strong><br />
Quem quiser aproveitar as promoções de passagens aéreas, São Paulo entra em clima de Recife no fim do mês com vários shows gratuitos em toda a cidade. A “Virada Cultural” terá vários palcos, entre eles, um especial da Abrafin, com bandas independentes de todo o País &#8211; Siba e Mundo Livre tocam lá &#8211; além de um palco cantoras, com show da nova moda paulista Mallu Magalhães. Vale o investimento.</p>
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		<title>COLUNA DO RODRIGO LEVINO: CSS, MALLU E MAIS</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Feb 2008 10:19:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Levino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foi mal aê não atualizar direito esses dias. Ando bem ocupado (com coisas boas =P), enfim, qualquer hora volto com cositas nuevas. Por enquanto, sacaí:
- Bacana: o Pedro Doria linkou o Adeus Columbus no site dele, falando sobre a Mallu Magalhães. Aliás, a Mallu vai estar na Rolling Stone do mês que vem (a que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Foi mal aê não atualizar direito esses dias. Ando bem ocupado (com coisas boas =P), enfim, qualquer hora volto com cositas nuevas. Por enquanto, sacaí:</em></p>
<p>- Bacana: o <a href="http://www.pedrodoria.com.br/" target="_blank">Pedro Doria</a> linkou o Adeus Columbus <a href="http://pedrodoria.com.br/2008/02/28/musica-que-nasce-na-internet/" target="_blank">no site dele</a>, falando sobre a <a href="http://www.myspace.com/mallumagalhaes" target="_blank">Mallu Magalhães</a>. Aliás, a Mallu vai estar na <a href="http://igpop.ig.com.br/externo/2008/02/27/mallu_magalhaes_da_uma_palhinha_para_a_rolling_stone_veja_o_video_1206391.html" target="_blank">Rolling Stone do mês que vem</a> (a que terá os Cavalera na capa). Já caiu na rede um vídeo dela <a href="http://www.youtube.com/watch?v=OgoNGg-p1RY" target="_blank">cantando Anyone Else But You</a>, tema de Juno, duranta a entrevista. Cool. Hype it!</p>
<p>- Por falar em Mallu, o Zé Flávio Jr. contou na comuna da Bizz no Orkut que o produtores/empresários da Mallu já se reuniram com quatro empresários de grandes gravadoras no Brasil. Mas o que dizem é que a menina vai ficar com a <a href="http://www.deckdisc.com.br/" target="_blank">DeckDisc</a>. Hum… =/<span id="more-1753"></span></p>
<p>- Ah, o Zé Flávio, junto com o Paulo Terron e o Ronaldo Evangelista <a href="http://withlasers.blogspot.com/2008/02/incrvel-fenomenal-maravilhoso.html" target="_blank">estrearam um podcast bacana</a>.</p>
<p>- A Maxim, revista americana de comportamento <a href="http://noticias.uol.com.br/bbc/reporter/2008/02/27/ult4910u27.jhtm" target="_blank">pediu desculpas por ter resenhado o próximo disco do Black Crowes sem ter ouvido</a>. Justo, né? Sem ouvir eu não sei, mas tem neguinho que adora resenhar com uma puta má vontade, que para mim é equivalente.</p>
<p>- Ontem na Estação de Metrô da Luz, às seis da tarde, eu realmente me assustei com o mar de gente da Paulicéia Desvairada. Depois fiquei sabendo que <a href="http://noticias.uol.com.br/bbc/reporter/2008/02/26/ult4909u2568.jhtm" target="_blank">vai piorar</a>.</p>
<p>- Eu jamais conseguiria fazer <a href="http://fukung.net/images/2716/50_pics.jpg" target="_blank">ISSO</a>.</p>
<p>- Ensaio bacana do <a href="http://www.nme.com/photos/372/photo-gallery-nudity-vegetables-and-css-view-the-latest-shockwaves-nme-awards-tour-pictures-now" target="_blank">CSS na NME</a> =)</p>
<p><em>Volta aí depois, qualquer hora apareço.</em></p>
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