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	<title>DoSol &#187; marcelo camelo</title>
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		<title>COMO FOI? GOIÂNIA NOISE FESTIVAL &#8211; 1º DIA</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Nov 2008 14:43:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
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Holger (SP)
Por Foca
BARBA, CAMELO E BIGODE!
Contextualizando: num lineup de um festival como o  Goiânia Noise Festival vai ser difícil encontrar um show equivocado, assim como também vai ser difcíl apontar um ou dois destaques em cada noite. Aproveitei a piada quase pronta que denomina o título da cobertura deste primeiro dia do Noise para resumir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/img_6179-small.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-5085" title="img_6179-small" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/img_6179-small-448x336.jpg" alt="" width="448" height="336" /></a></p>
<p><em>Holger (SP)</em></p>
<p><strong>Por Foca</p>
<p>BARBA, CAMELO E BIGODE!</strong></p>
<p>Contextualizando: num lineup de um festival como o  <strong>Goiânia Noise Festival</strong> vai ser difícil encontrar um show equivocado, assim como também vai ser difcíl apontar um ou dois destaques em cada noite. Aproveitei a piada quase pronta que denomina o título da cobertura deste primeiro dia do Noise para resumir o que de melhor aconteceu por aqui: <strong>Canastra </strong>(com o hermano Barba na bateria), <strong>Marcelo Camelo</strong> com seu show solo e a própria <strong>Monstro Discos</strong> (representada aqui pelo grande  Léo Bigode) que ousou e mais uma vez termina o ano dos festivais apontando pro futuro.</p>
<p>Com um pequeno atraso a programação do <strong>Noise </strong>começou com o jovem grupo local <strong>Gloom</strong>, banda capitaneada por uma menina simpática que tem boas canções na manga e muito futuro pela frente. De ressalva fica só o ajuste no tom de algumas canções (principalmente em português) que estavam numa região não muito confortavel para a jovem vocalista. Bom começo.</p>
<p>O <strong>Demosonic</strong>, tambem de Goiânia, faz uma espécie de garage barulhento flertando com um indie a la Sonic Youth. Interessante e mercecedor de uma audição mais apurada numa próxima oportunidade (com 15 bandas tocando e dezenas de pessoas para conversar, também fica difícil acompanhar a fundo todos os shows). Não vi boa parte do show do <strong>Diego de Moraes</strong>, mas o pouco que consegui assistir me tirou a má impressão que tive do grupo no Festival Calango. Uma coisa que me chamou muito a atenção foi a excelente sonorização do palco interno do Noise, uma gargalo superado pela produção deste ano com relação ao ano passado.</p>
<p>Uma das bandas que estava curioso para assistir era o <strong>Holger</strong>, grupo da novísima geração paulista que vem se destacando pelas bandas do Sudeste e participa pela primeira vez de uma grande festival indie (salvo algum engano). Não me decepcionei. A banda propõe um rock feliz e contagiante que termina pegando os ouvintes ou pelas simpáticas linhas melódicas &#8211; quase sempre cantadas por vários integrantes &#8211; ou pela boa interação do grupo com a platéia. Das bandas novas foi a que mais gostei.</p>
<p><strong>HOLGER AO VIVO NO GOIÂNIA NOISE</strong><br />
<a href="http://www.dosol.com.br/2008/11/como-foi-goiania-noise-festival-1%c2%ba-dia/"><img src="http://img.youtube.com/vi/oWVrXzi83bA/default.jpg" width="130" height="97" border=0></a></p>
<p>O <strong>Mickey Junkies</strong> (SP) é um velho conhecido de que acompanha a cena indie nacional a mais tempo. Não imaginei que veria o grupo ao vivo algum dia e me dei por feliz com esse presente nostálgico da Monstro nesta edição do Noise.  Não vi os <strong>Backbiters</strong> de Goiânia tentando resgatar fixas na enorme fila que se formou nos bares do festival.</p>
<p>Na sequência veio uma das melhores apresentações do dia com os americanos no <strong>Calumet-Hecla</strong>. O som da banda é uma espécie de anti-rock minimal (que alguns chamam de post rock) com frases soltas e umas barulheiras de guitarras em cima de levadas quebradas de bateria. Muito bom pela intensidade e pelo perfil diferente que a banda escolheu seguir (não tão diferente assim lá fora).</p>
<p>Apesar de ser um ótimo grupo o <strong>Continental Combo</strong> não me emocionou e  não consegui dar mais atenção aos paulistas. O melhor show de toda a noite veio a seguir com os cariocas do <strong>Canastra</strong>. O grupo  tem larga experiência e alguns discos lançados, seu som e show contagiam pelas referências 50´s, style rock-a- billy tudo azeitado com um apelo pop bacaníssimo. Show de primeira que levantou a arena e me fez dançar para valer. A platéia também adorou e pediu bis! Já chamei pro Festival Dosol 2009 e eles aceitaram o convite!</p>
<p><strong>CANASTRA AO VIVO NO GOIÂNIA NOISE</strong><br />
<a href="http://www.dosol.com.br/2008/11/como-foi-goiania-noise-festival-1%c2%ba-dia/"><img src="http://img.youtube.com/vi/rBfm2QGbxqo/default.jpg" width="130" height="97" border=0></a></p>
<p>Não consegui ver o <strong>Motherfish </strong>(GO) porque fui falar com os Canastras (coisas da correria de um festival) e já fiquei para continuar a diversão neste Noise com o show do gaúcho <strong>Frank Jorge</strong> &#8211; o Roberto Carlos do indie rock nacional. A platéia menos aprofundada  deve ter pensado: quem é esse bicho cantando músicas do Pato Fu e afins? Foi um hit atrás do outro sem dó. Empregada, Amigo Punk, Eu, Nunca Diga. Só clássicos! No final o menestrel roqueiro gaúcho ainda mandou um som com a seguinte frase: Elvis da fase decadente é melhor que muita gente! Precisar dizer mais alguma coisa?<br />
<a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/img_6197-small2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-5083" title="img_6197-small2" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/img_6197-small2-448x336.jpg" alt="" width="448" height="336" /></a><br />
<em></em></p>
<p><em>The Vaselines em ação</em></p>
<p>Outra banda que me surpreendeu positivamente foi o <strong>Lucy and The Popsonics</strong>. Aquele grupo que passou por Natal ano passado bastante simpático mas com uma apresentação atabalhoada ficou para trás. Agora o que se vê é o dueto coeso e com um show expressivo. A estrada e as viagens internacionais fizeram muito bem aos candangos. A extensa programação no <strong>Goiânia Noise</strong> reservou um final de arrepiar para esse primeiro dia, começando com a linda apresentação dos escoceses do <strong>Vaselines </strong>aditivados com a turma do Belle &amp; Sebastian. Para não iniciados na banda como eu ficou a emoção de ouvir &#8220;Son of a gun&#8221;, &#8220;Jesus wants me for a sunbeam&#8221; e &#8220;Molly&#8217;s lips&#8221; eternizadas na voz de <strong>Kurt Cobain</strong>, lembra dele?<br />
<a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/img_6203-small.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-5084" title="img_6203-small" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/img_6203-small-448x336.jpg" alt="" width="448" height="336" /></a></p>
<p><em>Black Lips no Palco Trama</em></p>
<p>O palco externo foi encerrado com o rock doido (enfumaçado?) do <strong>Black Lips</strong> que fiz questão de ver da grade ao lado do poploaded Lúcio Ribeiro. Achei bom pela atitude roqueira e normal no âmbito geral. Divertido!  Para encerrar a primeira noite que reuniu cerca de 3.000 pessoas subiu ao palco o <strong>Marcelo Camelo</strong> com seu show solo acompanhado pelos paulistas do Hurtmold. O show é chique, bem conduzido e bonito de se ver. O Camelo já se tornou uma referência e vê-lo novamente em ação é legal para quem foi fã dos Los Hermanos assim como eu. Fechou o primeiro dia do noise com muita propriedade.</p>
<p><em>HOJE TEM MUITO MAIS! HAJA FÔLEGO!</em></p>
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		<title>DOSOLTV: FESTIVAL COQUETEL MOLOTOV NO SHOWLIVRE</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 09:33:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje no DOSOLTV vocês conferem a cobertura completa do sempre excelente Festival Coquetel Molotov em Recife feita pela equipe da ShowLivre. Tem Marcelo Camelo, Mallu Magalhães, Bruno Nogueira (nosso colaborador) falando e mais um monte de shows. Dá para ter bem a noção do evento. Confiram:
COQUETEL MOLOTOV NO SHOWLIVRE

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje no <strong>DOSOLTV</strong> vocês conferem a cobertura completa do sempre excelente <strong>Festival Coquetel Molotov </strong>em Recife feita pela equipe da <strong>ShowLivre</strong>. Tem <strong>Marcelo Camelo</strong>, <strong>Mallu Magalhães</strong>, <strong>Bruno Nogueira</strong> (nosso colaborador) falando e mais um monte de shows. Dá para ter bem a noção do evento. Confiram:</p>
<p><strong>COQUETEL MOLOTOV NO SHOWLIVRE</strong><br />
<a href="http://www.dosol.com.br/2008/10/dosoltv-festival-coquetel-molotov-no-showlivre/"><img src="http://img.youtube.com/vi/laM-2m4HkPY/default.jpg" width="130" height="97" border=0></a></p>
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		<title>FÁBIO FARIAS (RN): COQUETEL MOLOTOV  &#8211; 1ª NOITE</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 09:23:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio</dc:creator>
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A quinta edição do Coquetel Molotov vai entrar para história musical brasileira. Apostar na estréia do ex-Hermano Marcelo Camelo no seu projeto solo e ainda por cima chamar Mallu Magalhães para tocar junto com ele foi uma tacada de mestre da produção. Foi porque, gostando de Los Hermanos ou não, Camelo é um compositor de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><img class="size-large wp-image-23 aligncenter" title="Camelo e Malu" src="http://catorzeblog.files.wordpress.com/2008/09/dsc_0220a.jpg?w=500&amp;h=334" alt="" width="327" height="218" /></p>
<p style="text-align: left;">A quinta edição do Coquetel Molotov vai entrar para história musical brasileira. Apostar na estréia do ex-Hermano Marcelo Camelo no seu projeto solo e ainda por cima chamar Mallu Magalhães para tocar junto com ele foi uma tacada de mestre da produção. Foi porque, gostando de Los Hermanos ou não, Camelo é um compositor de talento raro, fora a simpatia que esbanja com o público e a qualidade das suas músicas. É um dos músicos mais talentosos da nova geração. E Mallu Magalhães nem se fala. Ouro puro.</p>
<p style="text-align: left;">Depois de muito suor para conseguir o ingresso de sexta (pasmem, blogueiros não recebem credencial) consegui entrar no infer… ops, Sala Cine UFPE para ver o show dos conterrâneos do Bandini. Vale ressaltar que na terça-feira esgotaram os ingressos, resultado do caô dos fãs de Los Hermanos. O Bandini fez um show com personalidade e de força. Entraram, ajeitaram os equipamentos, Galego soltou a deixa “Somos o Bandini, somos de Natal e todas as músicas são autorais” e aí começaram a tocar composições do EP “Time Can Break Your Heart” algumas músicas novas e o seu poderoso post-punk ressou pela sala. Show foi foda e, só para não perder o costume, o grupo sofreu com um probleminha no cabo de um dos instrumentos que rendeu algumas minutos de espera para o público. A banda só precisa superar mesmo um pouco o nervosismo e se soltarem mais no palco, além de arranjarem um bom técnico de som.</p>
<p><span id="more-4062"></span></p>
<p style="text-align: left;">Ainda tocaram outras bandas na Sala Cine, mas não aguentei o calor e fui correndo atrás de uma cerveja gelada do lado de fora. Uma pena. Ouvi dizer que Burro Morto (PB) e Guizado (SP) fizeram shows excelentes. Depois de ‘refrescado’ (sem duplos sentidos) encarei a fila que se formava em frente a entrada do teatro da UFPE. A primeira banda do teatro foi Júlia Says. Não entendi o som deles até agora, aliás fiquei pouco tempo tentando entender. Não gostei na verdade do som. Do show, não posso dizer muita coisa porque saí. Esperei lá fora pela apresentação de Cidadão Instigado.</p>
<p><img class="size-medium wp-image-24 alignleft" title="Shout Out Lounds" src="http://catorzeblog.files.wordpress.com/2008/09/dsc_0355.jpg?w=200&amp;h=300" alt="" width="200" height="300" /></p>
<p style="text-align: left;">Cidadão Instigado entrou para uma apresentação competente. Eles foram escalados de última hora, depois do problema que a produção teve com os matogrossenses do Vanguart. Mesclaram músicas dos CD’s anteriores e algumas novas composições que deverão entrar no novo trabalho. O público se divertiu muito no show deles e o problema que a produção teve acabou muito bem. Até porque, Vanguart provavelmente repetiria o mesmo show que sempre fazem.</p>
<p style="text-align: left;">Shout Out Lounds foi a primeira das suecas a tocar. Gosto do som deles e ver as músicas ao vivo foi uma experiência muito boa. Logo de cara, o vocalista tentou arriscar algumas palavras em português, o que gerou um certo frisson no público. O show foi forte, potente, animado, um pouco diferente do último álbum deles Our Ill Wills, que é mais morgadão. As músicas ficaram mais animadas, principalmente aliada a alegria dos músicos que estavam ali. Parecia até mesmo que Recife era o paraíso dos suecos.</p>
<p style="text-align: left;">Na verdade, Recife foi o paraíso loshermanosmaníaco nesta sexta de Festival. No teatro não cabia mais uma viva’lma entre previnidos que conseguiram pagar R$ 10 até os azarados que tiveram que pagar o absurdo de até R$ 60 dos cambistas. Dá-lhe Camelo. Ele entrou, falou que tinha que ser ali seu primeiro show, o público delirou. Alías, o público delirou a cada respirada diferente que o homem dava. Impressionante a loucura dos fãs. Sentou no seu banquinho, pegou o violão e começou a tocar as músicas do seu disco solo. Impressionou-se com a fato do teatro inteiro cantar junto com ele as músicas lançadas apenas a uma semana atrás. E aí chamou a Mallu Magalhães. Antes disso falou que a menina mudou o modo dele ver a música. Ela entrou um tanto tímida, passou longos minutos abraçada com o ídolo, sentou no banquinho ao lado e quando começaram a tocar “Janta”, a menina não aguentou. Chorou muito. Aquele choro infantil e sincero. Ela mal conseguia cantar e dedilhar seu violão. Foi um momento realmente bonito. E aí, tocaram Morena, do último CD do Los Hermanos. Acho que dá para imaginar a reação d <a href="http://catorzeblog.files.wordpress.com/2008/09/dsc_0266a2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-34" title="Mallu3" src="http://catorzeblog.files.wordpress.com/2008/09/dsc_0266a2.jpg?w=300&amp;h=242" alt="" width="300" height="242" /></a>público. Depois disso, Mallu saiu e se sentou do lado do palco, assistindo ao show e talvez imaginando que aquilo tudo era um sonho. De hora em hora, ela abaixava a cabeça. Mal esperava ela pelo que estava por vir. Hurtmold ainda tocou uma música, Camelo tocou suas composições e aí terminou o show. Se despediu e saiu do palco. Passaram uns 5 minutos ele voltou só com seu banquinho e o violão. Enquanto todo mundo esperava que ele cantasse os sucessos Los Hermanos, ele manda Thubaruba. Ponto alto da noite. Mallu corre, chora no seu ombro e se arrisca no microfone, cantando junto com o ídolo. Surreal.</p>
<p style="text-align: left;">A primeira noite valeu o ingresso. Valeu muito mais. Camelo conseguiu mostrar personalidade e muito talento com suas novas músicas e os shows de Shout Out Lounds e Cidadão Instigado foram muito bons. Mas ainda faltava Peter Bjorn and Jonh e Club 8.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>BRUNO NOGUEIRA (PE): 1º DIA DO COQUETEL MOLOTOV (PE)</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Sep 2008 09:18:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Nogueira</dc:creator>
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- Talvez o Coquetel Molotov seja o festival mais bem resolvido do Recife hoje. Eles sabem o que querem para o evento e é muito bom perceber como o público responde a isso. O clima do lugar esteve perfeito na quinta edição, ao ponto de que você poderia ir para lá e não assistir nenhum [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.dosol.com.br/2008/09/bruno-nogueira-pe-1%c2%ba-dia-do-coquetel-molotov-pe/"><img src="http://img.youtube.com/vi/V7H1pDDwLHo/default.jpg" width="130" height="97" border=0></a></p>
<p>- Talvez o Coquetel Molotov seja o festival mais bem resolvido do Recife hoje. Eles sabem o que querem para o evento e é muito bom perceber como o público responde a isso. O clima do lugar esteve perfeito na quinta edição, ao ponto de que você poderia ir para lá e não assistir nenhum show e se divertir bastante.</p>
<p>- Perdi uma nota de R$ 100. Se você encontrou, não me diga.</p>
<p>- A quinta edição meio que fecha um ciclo. E nele, a tradição: o melhor do festival está sempre na sala Cine UFPE, nos shows gratuitos.</p>
<p>Eu lembro de me perguntar, no final da edição passada do festival No Ar Coquetel Molotov como eles conseguiriam repetir o feito de esgotar os ingressos do evento. Era o ponta pé inicial da minha dúvida sobre a presença de tanta gente ali. Era pelo que o evento tinha construido ou por uma atração específica? Quando cheguei no teatro da UFPE, perto das 18h, vi que isso estava longe de ser um problema esse ano. Espaço cheio, sala Cine UFPE já lotada com o começo do show do Burro Morto. E pela primeira vez consegui pegar a primeira atração do festival.<span id="more-3655"></span></p>
<p>O <strong>Burro Morto </strong>é da Paraiba e não parece com nada que eu tenha ouvido até hoje de lá. Instrumental bem incrível, daqueles que você consegue distinguir quando uma música começa e outra termina. Aliás, parece que isso deixou de ser um problema nas novas bandas instrumentais. A lógica da canção pop venceu e isso é muito bom. Bastou ver o público dançando e respondendo imediatamente às músicas. Dos oito shows da noite, esse entra no meu top 3.</p>
<p>Por falar em lógica pop imperando, era genial ver um dos meninos da <strong>banda de Joseph Tourton</strong> com uma camisa do NOFX, tocando músicas que parecem ter saido de um ensaio secreto do Hurtmold. A banda fez uma boa estréia, com um pessoal incrivelmente novo e, mais uma vez, com um show instrumental. Poderia até ter ficado em horário mais nobre que não fariam feio. Sem falar que eles sinalizam uma mudança extrema na cena de novas bandas da cidade… era impossível pensar uma banda assim há, sei lá, seis anos.</p>
<p>O <strong>Bandini </strong>fez um show bom, mas foram prejudicados um pouco com o som da sala cine e um pouco pelo nervosismo de uma primeira apresentação fora de casa. Acabei sem conseguir ver o show deles inteiro porque foi nessa hora que percebi que havia perdido meu dinheiro. E sai na inocência de conseguir encontrar a nota perdida no chão. Não aconteceu.</p>
<p>Logo depois, o <strong>Guizado</strong> fez o melhor show de toda a noite. Eu lembro quando vi a banda pela primeira vez no Milo, em São Paulo, se não me engano na estréia deles. O negócio cresceu em proporções impressionantes. Não tem como ouvir dois segundos das músicas e não se contagiar e dançar. Podiam ter tocado no palco principal ou até mesmo encerrado a noite fora do teatro, em clima de festa, que seria foda.</p>
<p>Na mudança para o teatro, por sinal, ainda deu tempo de arriscar o Rock Band, que a Trident armou no centro do festival. A fila pro joguinho era quase tão demorada quanto a para entrar no teatro.</p>
<p>Depois eu falo de tudo que aconteceu no teatro, inclusive sobre esse vídeo ai acima. Sim, a Mallu tá chorando. Não, Camelo não pegou ela no final. (Mané)</p>
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		<title>COMO FOI? 1º DIA DO COQUETEL MOLOTOV (PE)</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Sep 2008 19:35:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Hugo Montarroyos
Conteúdo: Recife Rock
Os textos sobre os shows da sala Cine PE serão escritos por Breno Mendonça, e estarão aqui no ar em breve.
Se existe um festival no Brasil que cresceu ano a ano &#8211; e hoje merece todos os elogios do mundo -, ele atende pelo nome de “No Ar: Coquetel Molotov”. Ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Hugo Montarroyos</strong></p>
<p><a href="http://www.reciferock.com.br/2008/09/20/cobertura-noa-ar-coquetel-molotov-primeiro-dia/" target="_blank">Conteúdo: Recife Rock</a></p>
<p>Os textos sobre os shows da sala Cine PE serão escritos por Breno Mendonça, e estarão aqui no ar em breve.</p>
<p>Se existe um festival no Brasil que cresceu ano a ano &#8211; e hoje merece todos os elogios do mundo -, ele atende pelo nome de <strong>“No Ar: Coquetel Molotov”</strong>. Ainda que peque na escalação e que force uma barra tremenda para emplacar bandas suecas em terras brasileiras (de banda ruim a Suécia está cheia), os acertos acabam sendo mais relevantes do que as falhas, caso dos gols de placa ao apostar em Marcelo Camelo e Mallu Magalhães. Sem contar que a estrutura é de primeiro mundo: o som foi impecável em todos os shows, a iluminação estava perfeita (dá-lhe, Albert!), e é de encher os olhos ver o Teatro da UFPE lotado, abarrotado de gente. Trabalho de formiguinha que começou lá atrás, em 2004, na primeira edição do evento.</p>
<p>O primeiro dia do “No Ar: Coquetel Molotov” serviu para cravar de vez o nome de Marcelo Camelo como principal artista brasileiro de sua geração. Camelo é hoje uma espécie de Chico Buarque dos anos 00: todas as meninas querem dar para ele. Os caras querem ser iguais. E os gays não se envergonham de gritar “lindo!” e “gostoso!” durante toda a apresentação dele. E, analisando por outro prisma, bem menos passional, tal tietagem é justificável, emblemática e merecida no caso de Camelo, um compositor talentosíssimo, bom músico e excelente letrista que conta hoje com o apoio da melhor banda brasileira da atualidade, a paulistana Hurtmold. Não bastasse tudo isso, e o sujeito possui um carisma ainda maior do que a quantidade de fãs que entoam todas as suas canções em uníssono. Trata-se de uma seita: é questão de aceitar ou não.</p>
<p>Aos shows: o duo pernambucano<strong> Júlia Says</strong> fez um show que primou pelas novidades e pelo bom aproveitamento da estrutura do palco do Teatro da UFPE. Mostrando um estilo desencanado de ser e viver, o guitarrista Pauliño entrou no palco sem camisa, e assim levou o show até o final. Acertaram bem a mão ao despejar peso da guitarra e da programação, e mostraram ótimas canções, como a bem trabalhada “Intro-Mental” e a excepcional “Aos Segredos”, que fechou o show. Permanecem pecando em alguns momentos, sobretudo quando a frágil voz de Pauliño surge em primeiro plano, defeito que aos poucos vem sendo corrigido ao cobrirem seus vocais com efeitos eletrônicos. E a execução de “Mohamed Saksak”, com telão exibindo o clipe da música, beirou a perfeição. O Júlia Says galgou degraus altos em curto espaço de tempo. Ainda há muito a ser melhorado, mas é visível o quanto de talento existe ali. O público os recebeu com simpatia, mas a verdade é que o show não chegou a empolgar muito.</p>
<p>A empolgação começou a vir aos poucos, e se instalou de início na boa apresentação do cearense <strong>Cidadão Instigado</strong>, que tocou de última hora no lugar do Vanguart (que perdeu uma oportunidade de ouro de expandir seu público por essas praias). Liderados pelo guitarrista Fernando Catatau, uma espécie de Odair José intelectualizado, a banda contou com coral da platéia em boa parte de seu show, casos de “O Pobre dos Dentes de Ouro” e na deliciosamente brega de beira de estrada “O Tempo”. Foram bastante aplaudidos no final.<span id="more-3648"></span></p>
<p>Ê, Suécia! A tal de <strong>Shout Out Louds</strong> faz hoje o que o The Cure já fazia muito melhor nos anos 80. Ou seja, pura cópia da banda de Robert Smith, mas tão descarada, tão deslavadamente cara-de-pau que dá até vergonha. E, quem diria, eles possuem até um numeroso neo-fanclube no Recife, pois não eram poucas as pessoas que bradavam as letras do grupo a pleno pulmões. Mas, cá pra nós, não passa de um pastiche bem sem-vergonha do The Cure. Para aqueles que preferem a cópia ao original. E parece que não são poucos. Paciência…</p>
<p>A noite era toda dele. Órfãs do Los Hermanos e fãs da nova safra de Marcelo Camelo se espremiam por todo o teatro na tentativa inútil de conter os nervos diante da espera do ídolo. Desesperada, a produção do festival sofria para convencer o público a permanecer sentado, milagre que acabou por fim operando: apenas no bis a platéia se soltou e levantou para dançar. E, faça você parte ou não da seita “camelônica”, a verdade é que foi um show e tanto, o primeiro da “digressão” pelo País. Segundo declarou, para delírio dos fãs, a estréia do show “tinha que ser aqui, tinha que ser hoje e tinha que ser com vocês”. E nada do que ele fala parece premeditado, calculado ou dito só para agradar. Ali está um ser de dissimulação zero.</p>
<p>Ele entra no palco, fica meio sem jeito com a saraivada de palmas que inunda o teatro, pega o violão e dedilha “Sou”, cantada por parte bem numerosa da platéia. Depois, chama a excelente Hurtmold, empunha uma guitarra e leva “Téo e A Gaivota”. E o “estrago” estava feito: a mesma devoção dedicada ao Los Hermanos é renovada na carreira-solo de Camelo. A histeria segue com “Tudo Passa”, dos belos versos “eu, você e todos os encontros casuais/os ais e os hão de ser/e todos os casais também/ olha, acho até que quem achou que nunca ia/ esse ia se espantar de ver que o ódio e o amor/ e até eu vou pra ver no que vai dar/ a massa, a moça e até esse pra sempre tudo passa”. Parece retalhos de letras, mas todos cosidos de maneira a dar significados ocultos às partes e interpretações pessoais ao todo. E, quem diria, o recém-lançado “Sou” já está na boca do povo.</p>
<p>O momento mais emocionante da noite se faz quando Camelo chama <strong>Mallu Magalhães</strong> ao palco, amiga que, nas palavras dele, “mudou minha maneira de ver a música, mudou minha maneira de ver a vida”. Mallu entra, abraça Camelo e desata no choro de uma criança de 16 anos que até anteontem era fã do Hermano, e que hoje vive o sonho dourado de menina de dividir o palco com o ídolo. Quase não consegue dedilhar o violão ou cantar de tanto que chorava, e a impressão que ficou é que o próprio Marcelo desabaria no choro a qualquer momento. Mallu saiu correndo após sua participação, e o show prosseguiu em clima de uníssono até o fim. Após uma certa hesitação, Camelo volta para o bis, banquinho e violão e, cartada de mestre, ataca com “Tchubaruba”. Mallu corre para cantar novamente ao lado do ídolo, desta vez uma canção dela, e o momento fofura estava instaurado de vez. Camelo então pede licença ao Hurtmold, que tomava posição para acompanhá-lo novamente, e diz que o clima de improviso estava tão bonito que preferia continuar assim por mais um tempo, banquinho, violão e todas as vozes do teatro. Ao Hurtmold restou esperar respeitosamente o término da catarse para entrar em cena novamente, como figurantes de luxo.</p>
<p>Aos fãs: Camelo está de volta em sua melhor forma, e o show de seu “Sou” é ótimo. Aos que não gostam: vai ser difícil se livrar dele no próximo verão. Às seguidoras: Aleluia, irmãs! A seita ressurge…Para o bem e para o mal. Para cristãos e ateus (licença, Zeroquatro). Batizados e pagões. Resta escolher o seu lado e ser feliz.</p>
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		<title>LUCIANO MATOS (BA): ESCALAÇÃO COMPLETA DO TIM FESTIVAL</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 11:02:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Matos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais fraco que de costume, o Tim Festival começa a se tornar apenas mais um festival. Mesmo com alguns bons nomes, a edição 2008 não é imperdível como outras. São dezenove atrações internacionais e dez nacionais que se apresentam entre os dias 21 e 27 de outubro nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais fraco que de costume, o Tim Festival começa a se tornar apenas mais um festival. Mesmo com alguns bons nomes, a edição 2008 não é imperdível como outras. São dezenove atrações internacionais e dez nacionais que se apresentam entre os dias 21 e 27 de outubro nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Vitória. A venda de ingressos para o festival começa no próximo dia 16. Veja finalmente as atrações:</p>
<p><em>Noite de Gala</em><br />
Sonny Rollins / Rosa Passos</p>
<p><em>Brilhando no escuro</em><br />
Kanye West</p>
<p><em>Sophisticated Ladies<br />
*Carla Bley / Stacey Kent / Esperanza Spalding</p>
<p>*The Cats</em><br />
Bill Frisell / Tomasz Stanko / Enrico Pieranunzi</p>
<p><em>Novas Raves</em><br />
The Gossip / Klaxons / Neon Neon</p>
<p><em>Ponte Brooklyn</em><br />
MGMT/ The National</p>
<p><em>Bossa Mod</em><br />
Paul Weller/ Marcelo Camelo</p>
<p><em>TIM no TIM</em><br />
Instituto</p>
<p><em>TIM Festa</em><br />
Dan Deacon / DJ Yoda / Sany Pitbull / Música Magneta / Junior Boys / Gogol Bordello / Switch / Leandro HBL Video Artista / Database</p>
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		<title>MARCELO CAMELO LANÇA DISCO SOLO</title>
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		<pubDate>Tue, 27 May 2008 10:31:36 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Fonte: Rock Press
O cultuado cantor e compositor Marcelo Camelo está realmente investindo na carreira solo. Ao que parece, ele está finalizando as gravações de seu primeiro disco, que vai contar com as participações de Dominguinhos, Clara Sverner, Domenico Lancellotti e do grupo Hurtmold. A previsão de lançamento do disco, ainda sem título, é apenas para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Fonte: Rock Press</em></p>
<p><span><span class="content">O cultuado cantor e compositor <strong>Marcelo Camelo</strong> está realmente investindo na carreira solo. Ao que parece, ele está finalizando as gravações de seu primeiro disco, que vai contar com as participações de Dominguinhos, Clara Sverner, Domenico Lancellotti e do grupo Hurtmold. A previsão de lançamento do disco, ainda sem título, é apenas para o segundo semestre. Enquanto isso, Camelo prepara a turnê de divulgação que também deve contar com o <strong>Hutmold </strong>como banda de apoio.</span></span></p>
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		<title>MARCELO CAMELO EM DISCO SOLO</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Dec 2007 09:47:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nas últimas semanas tem aumentado bastante as especulações sobre o disco solo de Marcelo Camelo, vocalista e guitarrista do Los Hermanos. Segundo fofocas e fuxicos de internet o disco seria apenas com violão de nylon e teria a produção de Kassim. Para alimentar ainda mais os boatos visitem o myspace do Marcelo Camelo e escutem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nas últimas semanas tem aumentado bastante as especulações sobre o disco solo de <strong>Marcelo Camelo</strong>, vocalista e guitarrista do <strong>Los Hermanos</strong>. Segundo fofocas e fuxicos de internet o disco seria apenas com violão de nylon e teria a produção de <strong>Kassim</strong>. Para alimentar ainda mais os boatos visitem o <a href="http://www.myspace.com/marcelocamelo">myspace do Marcelo Camelo</a> e escutem uma possível faixa do álbum que está por vir.</p>
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		<title>BAIANO LUCIANO MATTOS ESTRÉIA NO SITE DOSOL</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Nov 2007 10:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Matos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Luciano Mattos]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[marcelo camelo]]></category>
		<category><![CDATA[o magnata]]></category>

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		<description><![CDATA[O jornalista, blogueiro e apresentador de rádio baiano Luciona Mattos é mais um a disponibilizar conteúdo aqui no site DoSol. Na coluna dele você conhece mais sobre a cena soteropolitana, além de ficar esperto em novidades sobre música nacional e internacional. Cara da melhor qualidade. Quem quiser visita-lo na casa dele, pode faze-lo no endereço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O jornalista, blogueiro e apresentador de rádio baiano <strong>Luciona Mattos</strong> é mais um a disponibilizar conteúdo aqui no site <strong>DoSol</strong>. Na coluna dele você conhece mais sobre a cena soteropolitana, além de ficar esperto em novidades sobre música nacional e internacional. Cara da melhor qualidade. Quem quiser visita-lo na casa dele, pode faze-lo no endereço <a href="http://www.nemo.com.br/elcabong" target="_blank">www.nemo.com.br/elcabong.<span id="more-1131"></span></a></p>
<p>Leia a primeira coluna do cara que rola semanalmente.</p>
<p>Se o papel das gravadoras e dos CDs é uma grande incógnita, vários caminhos diferentes tem sido seguidos por quem continua no mercado. O universo independente também busca encontrar novos rumos. Os selos independentes, que bancaram boa parte da safra dos últimos anos da música independente brasileira, também procuram opções. Vender CD já deixou de ser o grande apelo e eles partem para novas frentes. Um dos caminhos é se consolidar como mediadora, como filtro, entre público e artistas.</p>
<p>Seja disponibilizando músicas em seus sites, seja servindo de base para informações sobre as novidades do mercado. Um outro caminho é atuar como produtora, articulando turnês, produzindo festivais e armando shows. Assim mesmo os selos independentes continuam despejando novidades no mercado. Na Bahia, a <strong>Estopim</strong> vai lançar os novos discos do grupo A Sangue Frio e da banda Catarro de Mossoró. A aposta vai para internet com disponibilização de músicas de suas bandas.</p>
<p>Outro selo mais novo, o <strong>Torto Fono Gramas</strong>, deslancha com material de novas bandas. Os próximos lançamentos são os CDs da banda Yun-Fat e Satânia. Além disso, eles acabam de assinar com a banda de heavy metal Templarius e com <strong>Pessoas Invisíveis</strong>. A banda, que termina no fim do ano a gravação do primeiro disco, tem uma proposta interessante. Sintonizada com o modelo do mercado atual, pretende lançar o disco no formato SMD pelo preço de R$5. Melhor, quem pagar mais R$5 leva um DVD com os clipes de todas as 13 faixas do disco. Quem também se alia com a nova mentalidade é a <strong><a href="http://www.myspace.com/theatrodeseraphin">Theatro de Séraphin</a></strong>.</p>
<p>A banda disponibilizou faixas do primeiro trabalho, que lançam em dezembro, em novos formatos. Duas delas, Pânico e Doralice, estão em áudio no formato ringtone para celular, além do vídeo de Cólera, também disponibilizada. A estréia em formato físico virá num EP com seis músicas lançado pelos selos Atalho e Big Bross. O CD de estréia, “Tristes Trópicos”, que já estava pronto antes de mudanças de formação, vai ser disponibilizado integralmente na internet.</p>
<p>A aposta em disponibilizar material exclusivamente na rede sem intermediários vem ganhando força, vide o Radiohead. No Brasil, o ex-Legião Urbana <a href="http://www.marcelobonfa.com.br/"><strong>Marcelo Bonfá</strong></a> e o cantor e trompetista da Orquestra Imperial, <a href="http://www.maxsette.com.br/"><strong>Max Sette</strong></a>, acabam de colocar seus trabalhos solos apenas na internet para download.</p>
<p><strong>Malditos independentes</strong><br />
Muitos devem perguntar qual a importância de um mundo independente que não tem grande público e onde a maioria dos artistas são desconhecidos. Só por permitir a produção de música que não seja dentro da fórmula do mercado já é garantida sua importância. A música brasileira tem uma longa história fora do circuito da indústria fonográfica, não é uma novidade. Um dos nomes desse meio é o capixaba Sérgio Sampaio, taxado como maldito e que morreu praticamente esquecido aqui na Bahia. O autor do sucesso “Eu Quero Botar meu Bloco na Rua” tem ganhado novas chances com relançamentos de seus trabalhos. Depois de colocar no mercado o disco póstumo “Cruel”, o selo de Zeca Baleiro, Saravá, vai lançar no início de 2008 o último dos três discos de Sampaio. “Sinceramente”, que dá para encontrar em vinil em alguns sebos por bons preços, foi lançado de forma independente em 1982 e nunca havia saído em CD. Uma excelente oportunidade de conehcer mais desse grande nome da música brasileira.</p>
<p><strong>Para os que não tem o que fazer</strong><br />
Uma agenda caprichada com muita gente vindo tocar em Salvador nas próximas semanas. Este fim de semana tem praticamente um festival de rock na Concha Acústica, com Lobão e Cascadura na sexta, Mundo Livre S/A, Otto e Pirigulino Babilaque no sábado, e Titãs e Paralamas, com participação de Marcelo Camelo e Carlinhos Brown, no domingo. Tem mais: Cidadão Instigado, Forgotten Boys, UDR, B-Negão, Bunny Wailer, Ponto de Equilíbrio, Matanza, Céu, Pato Fu, Lucas Santana, Eta Carinae e Mr Spaceman. Outros nomes que podem pintar por aqui nas próximas semanas: Cordel do Fogo Encantado, Cachorro Grande e Wado.</p>
<p><strong>Los Strokes</strong><br />
Los Hermanos e Strokes são dois dos maiores fenômenos musicais dos anos 2000. As duas bandas estão mais juntas do que nunca. Depois de gravar com Devendra Banhart, Rodrigo Amarante vai entrar em estúdio com Nick Valensi e Fabrizio Moretti, do Strokes. A idéia, a princípio, é gravar para o projeto-solo dos dois. Enquanto isso continuam as especulações sobre o primeiro disco solo de Marcelo Camelo, voltado para o samba.</p>
<p><strong>Quem vai ver?</strong><br />
Os fãs de Marcelo Nova vão poder ver o cantor e compositor nos cinemas a partir dessa sexta-feira. O líder do Camisa de Vênus faz participação no filme <strong><a href="http://omagnata.uol.com.br/">“O Magnata”</a></strong>, criação de ninguém menos do que Chorão, do Charlie Brown Jr.</p>
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