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	<title>DoSol &#187; nirvana</title>
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		<title>RESENHA DE DISCO (MEMÓRIA): NIRVANA &#8211; BLEACH</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 22:42:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
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Por Foca
O Bleach do Nirvana talvez seja um dos discos que mais gosto e também um dos que mais ouvi na vida. Lembro de ter tido ele em vinil quando comprei-o numa leva grunge que também tinha Pearl Jam &#8220;Ten&#8221; e o segundo e também sensacional disco do Soundgarden (aquele com uma foto clássica do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-6863" title="bleach-nirvana" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/bleach-nirvana.jpg" alt="bleach-nirvana" width="300" height="300" /></p>
<p><strong>Por Foca</strong></p>
<p>O <strong>Bleach </strong>do <strong>Nirvana </strong>talvez seja um dos discos que mais gosto e também um dos que mais ouvi na vida. Lembro de ter tido ele em vinil quando comprei-o numa leva grunge que também tinha <strong>Pearl Jam &#8220;Ten&#8221; </strong>e o <span style="text-decoration: line-through;">segundo</span> e também sensacional disco do <strong>Soundgarden</strong> (aquele com uma foto clássica do <strong>Chris Cornell</strong> cabeludo na capa).</p>
<p>Tentar fazer uma resenha desse disco depois de tanto tempo de lançado também é um exercício de enxergar o &#8220;algo mais&#8221; depois do furacão de sucesso do trio. E sim, toda a fúria daquele <strong>Nirvana </strong>que estava por vir com <strong>Nevermind </strong>já estava ali em 89. 13 músicas gravadas com 600 dólares pelo então desconhecido produtor<strong> Jack Endino</strong>, lançado pela gravadora fundo de quintal <strong>SubPop</strong>.</p>
<p>Uma das primeiras coisas que me chamam atenção no som de <strong>Bleach </strong>hoje é a maneira como o baixo manda nas bases das músicas. Todo o peso e potência sonora de<strong> Bleach </strong>vem da pulsação dos graves. A guitarra fuzz e enfurecida de <strong>Kurt </strong>completa bem o papel escondendo um pouco a bateria franzina de <strong>Chad Channing</strong> (que saiu do grupo logo depois das sessões do álbum).</p>
<p>O baixo é quem começa o ataque em <strong>&#8220;Blew&#8221;</strong> seguido de uma melodia uníssona de guitarra e voz caindo para um refrão matador que o mundo se acostumou a ouvir com o estouro do trio em várias das suas canções. A veia punk e experimental de <strong>Kurt </strong>como compositor se misturavam toda hora com é o caso de<strong> &#8220;Floyd The Barber&#8221;</strong>, <strong>&#8220;Sifting&#8221;</strong>,<strong> &#8220;Downer&#8221;</strong> e <strong>&#8220;Paper Cuts&#8221;</strong> (o <strong>Alice In Chains</strong> fez coisas assim alguns anos depois). <strong> &#8220;About the Girl&#8221; </strong>é <strong>Kurt Cobain</strong> tentando soar como os <strong>Beatles</strong> o que acabou gerando uma  das canções mais clássicas da sua geração.  <strong>&#8220;School&#8221;</strong> é uma pedrada com a famosa guitarra fuzz no começo que hoje faz a cabeça de muita gente mundo afora.</p>
<p>Um detalhe legal de <strong>Bleach </strong>é que ele não tem overdubs de instrumentos. Então quando <strong>Kurt </strong>entra em solos os riffs não tem a massaroca de guitarras apoiando, o que dá uma crueza e verdade muito grande ao trabalho.</p>
<p><strong>&#8220;Lovebuzz&#8221;</strong> é a única música que não é de <strong>Kurt Cobain</strong> no disco. Trata-se de um cover de uma banda obscura holandesa chamada <strong>Shocking Blue</strong>.  Mais uma em que o baixo comanda a pulsação da canção. <strong>&#8220;Negative Creep&#8221;</strong> é mais uma que virou hit depois que <strong>Nirvana </strong>estourou. Urgência a serviço do rock. Os gritos que <strong>Kurt </strong>dá nessa música doem na minha garganta só de ouvir.</p>
<p>Antes da reedição via Geffen, <strong>&#8220;Bleach&#8221;</strong> do <strong>Nirvana </strong>tinha vendido 6.000 cópias. Bom número para uma banda indie desconhecida. Claro,  muito longe dos 4 milhões de álbuns que o trio vendeu depois do sucesso de <strong>Nevermind</strong>, fazendo justiça ao excelente trabalho de estréia de uma das formações mais lendárias do rock mundial em todos os tempos.</p>
<p><strong>NIRVANA &#8211; ABOUT A GIRL (Hollywood Rock &#8211; Brasil)</strong><br />
<a href="http://www.dosol.com.br/2009/03/resenha-de-disco-memoria-nirvana-bleach/"><img src="http://img.youtube.com/vi/qUhgWL--Pig/default.jpg" width="130" height="97" border=0></a></p>
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		<title>ENTREVISTA: STELLABELLA (RJ)</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Sep 2008 09:53:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Bragatto</dc:creator>
				<category><![CDATA[marcos bragatto]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[iron maiden]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Marcos Bragatto (RJ)
Depois de longa via sacra no underground, grupo carioca chega ao primeiro disco contratado por uma gravadora. Líder do Detonautas cantou numa das faixas do CD e faz a ponte entre a banda e o mainstream. Fotos: Divulgação.

Diego Laje, China e André Stella: power trio com repertório de músicas colantes
Não é de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Marcos Bragatto (RJ)</strong></p>
<p><span class="descri">Depois de longa via sacra no underground, grupo carioca chega ao primeiro disco contratado por uma gravadora. Líder do Detonautas cantou numa das faixas do CD e faz a ponte entre a banda e o mainstream. Fotos: Divulgação.</span></p>
<p><img style="border: 1px solid black;" title="Diego Laje, Chinae André Stella: power trio com repertório de músicas colantes" src="http://www.gardenal.org/rockemgeral/stelabella%20-%201.jpg" alt="stelabella - 1.jpg" width="386" height="255" /><br />
<small>Diego Laje, China e André Stella: power trio com repertório de músicas colantes</small></p>
<p>Não é de hoje que um tiro carioca vem tocando em tudo o que é lugar e chamando a atenção daqueles que circulam pelo underground. Com um repertório escorado por canções colantes, melódicas e ao mesmo tempo barulhentas, o Stellabella abre o leque da riqueza musical dos anos 90 para extrair uma música de contornos próprios, mas com sólidas referências que engrandecem o resultado final, apresentado no disco de estréia.</p>
<p>Mas antes do longo caminho até o CD ganhar vida, é preciso lembrar que a banda, formado por André Stella (guitarra e vocal), China (baixo) e o argentino Diego Laje (bateria), nasceu justamente quando a década referência para eles acabou, em 2000. André e China eram amigos de longa data e conhecerem o forasteiro Diego, que veio ao Brasil para&#8230; tocar bateria. Rapidamente o trio se entrosou e apareceu tocando um punhado de boas músicas, todas compostas por André Stella. Depois de ganhar uma projeção maior, com apresentações em São Paulo, Minas Gerais e até em Natal, no festival Dosol, e da gravação de vários CD demo, 2007 viu o primeiro disco do grupo, <a href="http://www.gardenal.org/rockemgeral/2007/09/stellabella_alguem.php">“Alguém”</a>, produzido por Fábio Henriques e lançado por conta própria.<span id="more-4165"></span></p>
<p>O disco foi parar na mão de Tico Santa Cruz, o líder dos Detonautas, conhecido da banda na estrada, que logo encaminhou a bagaça para a gravadora Coqueiro Verde. O resultado é o recente relançamento do CD, com nova capa, e, dessa vez, levando como título o nome da banda. De quebra, a participação de Tico na faixa “Alguém”, a preferida do vocalista, mesmo sabendo que o som das duas bandas – Detonautas e Stellabella &#8211; pouco tem a ver. Nessa entrevista, feita por e-mail, o trio conta mais de sua história, e como pretende, enfim, decolar de vez no rock nacional. Confira:</p>
<p><strong>Rock em Geral: Como surgiu o nome qual o significado dele? Os &#8220;eles” dobrados querem dizer alguma coisa?</strong></p>
<p><strong>André Stella:</strong> O nome foi idéia minha, não queria que significasse algo específico, queria que soasse bem e que fosse mais universal. Stella apareceu primeiro, é um nome que sempre gostei. Depois procurei algo para juntar com ele e apareceu o Bella. Os dois “eles” no Bella foram para combinar com os dois de Stella. Então eu escrevi no papel para ver como ficava. Além de ter soado bem, agradou aos olhos também. Pronto, tinha achado o que eu queria.</p>
<p><strong>RG: Qual é o background musical de vocês?</strong></p>
<p><strong>André:</strong> Comecei a tocar violão com 12 anos e logo passei para a guitarra. Desde pequeno eu sempre ouvi rock e pop, por causa do meu irmão mais velho. Na primeira banda que entrei só tocava guitarra e fazia backing vocal. Foi na segunda que eu comecei a cantar também. Depois formei um power trio, mas não durou muito. Cheguei a tocar guitarra em alguns shows do Beach Lizards, grande banda do underground carioca dos anos 90, e também gravei algumas guitarras no segundo disco deles, o “Spinal Chords”. Em 2000 formei o Stellabella.</p>
<p><strong>Diego Laje:</strong> Comecei a tocar alucinado pelas batidas do Stewart Copeland, do Police, e enlouqueci ouvindo Tony Williams tocando com Miles Davis, quando decidi levar a coisa a sério e estudei feito um louco, inclusive percussão clássica. Minha vinda ao Brasil foi precisamente para estudar música e percussão. Sempre gostei da vida dentro do estúdio e gravei mais de 20 discos de diferentes gêneros e artistas.</p>
<p><strong>China:</strong> Sou formado em harmonia pela Musiarte/RJ e trabalhei em vários estúdios como músico, arranjador, produtor e técnico de som. Trabalhei alguns anos junto com Roberto Menescal e o pessoal da Bossacucanova, onde chegamos a fazer um CD com músicas do Elvis Presley em bossa nova. Trabalhei em vários CDs nesses anos: Marcos Valle, Osvaldo Montenegro, Roberto Menescal&#8230; Mas sempre fui rockeiro, não adianta!</p>
<p><strong>RG: Faça uma análise das diferenças entre as duas versões do CD:</strong></p>
<p><strong>André:</strong> Quando finalizamos esse CD nós fizemos alguns CDRs e distribuímos para amigos e jornalistas. Passado um tempo resolvemos lançar o CD de forma independente, em 2007, e prensamos 1000 cópias. Nessa versão o CD se chamava “Alguém” e tinha 14 faixas + 2 versões acústicas (de “Algum Sentido” e “A Escolha”). Agora em 2008 o CD foi relançado pela Coqueiro Verde e leva o nome da banda. O CD foi remasterizado, ganhou capa e arte novas, teve a participação do Tico Santa Cruz e possui 12 faixas + 1 versão acústica, da música “Às Vezes”, gravada especialmente para o relançamento do CD.</p>
<p><strong>RG: Por que resolveram mudar a arte da capa? E o título?</strong></p>
<p><strong>André:</strong> Foi idéia da gravadora, para diferenciar do CD independente que lançamos em 2007.</p>
<p><strong>RG: A música do Stellabella remete a muita coisa que se fez nos anos 90, mas o Nirvana parece ser a referência mais forte. Fale sobre isso:</strong></p>
<p><strong>André:</strong> Com certeza a década de 90 e o Nirvana em particular são uma grande influência para nós, mas também temos coisas dos anos 80 no nosso som. Misturamos grunge, punk rock, indie rock e muita coisa do rock inglês também. Nirvana, Foo Fighters, Placebo, Smashing Pumpkins, Stone Temple Pilots, The Jam, The Smiths, Hüsker Dü e The Police são grandes influências no nosso trabalho.</p>
<p><strong>RG: Em relação ao novo rock feito depois da virada da década, parece que ele não atingiu vocês. Vocês não curtem essas bandas? Preferem os anos 90 mesmo?</strong></p>
<p><strong>André:</strong> As bandas da década de 80 e 90 eram mais criativas. Também via mais sinceridade na proposta e no trabalho delas. Mas têm várias bandas “novas” que gostamos, como Strokes, The Vines e Bloc Party.</p>
<p><strong>RG: &#8220;Me Arriscar&#8221; é a mais &#8220;nirvânica&#8221; em todo o CD. É certo dizer que ela foi inspirada em Cobain e cia?</strong></p>
<p><strong>André:</strong> Com toda certeza. O Nirvana, de mestre Kurt Cobain, sempre foi e sempre será uma grande fonte de inspiração para mim. “Me Arriscar”, “Alguém” e “Farsa” são músicas realmente inspiradas no Nirvana.</p>
<div style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left;"><img style="border: 1px solid black;" title="Capa de 'Stellabella', a nova versão do disco&lt;br&gt;de estréia da banda" src="http://www.gardenal.org/rockemgeral/stellabella%20-%202.jpg" alt="stellabella - 2.jpg" /><br />
<small>Capa de &#8216;Stellabella&#8217;, a nova versão do disco<br />
de estréia da banda</small></div>
<p><strong>RG: As partes mais melódicas das músicas, de outro lado, parecem vir do britpop de Oasis e afins. O rock inglês também pauta o som do Stellabella?</strong></p>
<p><strong>André:</strong> Sem dúvida o rock inglês tem uma grande influência no nosso som, principalmente nas melodias. Não só o britpop, mas também as bandas dos anos 80, como The Smiths e The Cure, e algumas bandas mais antigas, como The Jam e Buzzcocks.</p>
<p><strong>RG: André, você é fã confesso de Iron Maiden, mas sua banda nada tem a ver com heavy metal. Como é isso?</strong></p>
<p><strong>André:</strong> Amo Iron Maiden, conheci os caras, tenho autógrafos e fotos com todos eles. Assim como amo o Nirvana e conheci o Kurt Cobain. Tenho um gosto musical que vai de Beatles a Sepultura. Curto heavy metal, punk rock, grunge, indie rock, enfim, música boa e de qualidade. E no Stellabella tento juntar isso tudo. Acho que tem um pouco de cada um desses estilos no nosso som.</p>
<p><strong>RG: André, você escreve todas as letras. Em geral, são histórias que aconteceram ou é tudo ficção?</strong></p>
<p><strong>André:</strong> Posso dizer que praticamente todas as letras falam de coisas que já aconteceram e que acontecem comigo. Falo de como me sinto, das minhas neuras e de coisas que já passei. Sempre tento ser o mais sincero possível nas letras que escrevo.</p>
<p><strong>RG: As letras falam muito de relacionamento, do cotidiano de uma pessoa comum. Você acha que esse tipo de assunto possui o apelo encontrado na parte musical do Stellabella? Uma coisa se encaixa com a outra?</strong></p>
<p><strong>André:</strong> O som do Stellabella tem uma pegada forte e no palco tocamos com muita energia. Nas letras eu falo do que eu sei falar. Falo de relacionamentos e do cotidiano das pessoas porque me sinto à vontade para falar sobre esses assuntos. Nunca vou falar sobre algo que eu não me identifique ou que eu não domine. No final das contas, acho que uma coisa acabou completando a outra e foi isso que deu uma cara ao nosso som e definiu nosso estilo.</p>
<p><strong>RG: &#8220;Às Vezes&#8221; é uma das mais pop do disco, tem vocação radiofônica. Ela foi feita para isso? Foi por isso que ela ganhou uma versão acústica?</strong></p>
<p><strong>André:</strong> Acho que todas nossas músicas têm um apelo pop, e “Às Vezes” é uma delas. A idéia de se fazer uma versão acústica para ela veio da gravadora. Gostamos muito de como ela ficou. Acho que realçou mais a melodia e a letra da música, sem contar que a versão original é muito mais pesada e isso acabou deixando essa versão acústica bem interessante.</p>
<p><strong>RG: &#8220;Algum Sentido&#8221; é uma música de grande apelo dramático. Fale como essa música nasceu e como chegou a esse arranjo final:</strong></p>
<p><strong>André:</strong> “Algum Sentido” é uma de minhas favoritas e realmente ela tem um grande apelo dramático e uma grande carga emocional, principalmente pela letra. Ao vivo, por causa da interpretação, essa característica se torna ainda mais evidente. A primeira versão de “Algum Sentido” tinha um andamento mais rápido, mais acelerado. Quando fomos gravá-la, o Fábio Henriques deu a idéia de desdobrar o andamento dela e torná-la mais cadenciada. Ficou perfeito, porque esse novo andamento se encaixou mais com o teor dramático e melancólico da letra.</p>
<p><strong>RG: Num mercado dominado pelas bandas emo, fica difícil expressar sentimentos sem soar dramático demais ou piegas?</strong></p>
<p><strong>André:</strong> Sinceramente, quando eu escrevo não penso nisso. E falar de sentimentos sempre foi um tema recorrente em bandas de rock e de pop.</p>
<p><strong>Diego:</strong> Acho que fica difícil sim, mas também acho que quem sabe ouvir sabe diferenciar. Palavras e sentimentos simples tornam-se poesia de primeira qualidade se forem tratados com carinho e inteligência.</p>
<p><strong>RG: Como rolou de o Tico Santa Cruz participar em &#8220;Alguém&#8221;? Detonautas e Stellabella têm a ver?</strong></p>
<p><strong>André:</strong> Conhecemos o Tico Santa Cruz, Fabinho (<em>Fábio Brasil, baterista</em>) e toda galera do Detonautas desde 2001, quando tocamos juntos pela primeira vez aqui no Rio. Eles sempre nos deram muita força e foi o Tico que levou nosso CD independente para o Von Kilzer (A&amp;R da Coqueiro Verde) ouvir. Ele gostou e então fomos contratados. O Tico sempre nos disse que gostava da música “Alguém”, e um dia até apareceu em um show da gente e deu uma canja, subindo ao palco e cantando a música comigo. Quando fizemos o convite para ele cantar no CD, ele topou na hora. Apesar de não fazermos um som muito parecido, acho que Detonautas e Stellabella têm a ver, sim. Somos mais ou menos da mesma geração, temos muitas influências musicais em comum e todas as vezes que abrimos algum show para eles nós vemos que muitos de seus fãs acabam se identificando com o nosso som, com a nossa proposta.</p>
<p><strong>RG: Como tá o momento atual da banda, com um CD na mão e uma gravadora dando apoio?</strong></p>
<p><strong>Diego:</strong> Estamos sem dúvida no melhor momento da banda, o investimento é modesto, mas a agenda está cada vez melhor. A banda tem mais exposição e estamos nos divertindo muito mais!</p>
<p><strong>RG: Como vocês estão se virando nessa crise do CD e do mercado fonográfico?</strong></p>
<p><strong>Diego:</strong> O rock tem uma parcela pequena do mercado fonográfico brasileiro. Com a contração do mercado, o rock sofre mais ainda e o retorno financeiro já não é mais o mesmo, por isto se procura investir pouco, ter um retorno rápido e depois partir para outra. Temos a sorte de estar numa gravadora e contar com um empresário que pensam na gente como uma banda de carreira. A estratégia é percorrer o caminho aos poucos, confiando na qualidade do som e num resultado a longo prazo, tocar muito, se divertir bastante, pensar no negócio mas sem perder a ternura jamais!</p>
<p><strong>RG: Como esse repertório já é bem antigo, vocês devem ter músicas novas. Algum novo direcionamento musical ou de conteúdo?</strong></p>
<p><strong>André:</strong> Já temos muito material inédito, daria até para gravarmos um CD duplo! Mas vamos começar a pensar nisso só no ano que vem, quando pretendemos gravar nosso novo trabalho. Nossa identidade e as características principais do nosso som continuam lá, mas temos algumas novidades. Mas isso é surpresa!</p>
<p><img style="border: 1px solid black;" title="André Stella, no centro: A década de 90 e o Nirvana em particular são uma grande influência para nós. Misturamos grunge, punk rock, indie rock e muita coisa do rock inglês também" src="http://www.gardenal.org/rockemgeral/stellabella%20-%203.jpg" alt="stellabella - 3.jpg" width="395" height="247" /><br />
<small>André Stella, no centro: A década de 90 e o Nirvana em particular são uma grande influência para nós. Misturamos grunge, punk rock, indie rock e muita coisa do rock inglês também</small></p>
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		<title>RESENHA DE DVD: NIRVANA &#8211; LIVE, TONIGHT, SOULD OUT!</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 10:25:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Bragatto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Apesar de ser mais um vídeo do tipo “cata-cata”, o material coletado aqui tem seu valor. Primeiro porque, segundo consta, foi idealizado por Kurt Cobain, que não teve tempo de finalizá-lo, e depois, porque flagra o Nirvana como (talvez) a última banda planetariamente estourada naquele formato antigo de se gravar disco com contrato assinado com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left;"><img src="http://www.gardenal.org/rockemgeral/nirvanalive%21.jpg" alt="nirvanalive!.jpg" /></div>
<p>Apesar de ser mais um vídeo do tipo “cata-cata”, o material coletado aqui tem seu valor. Primeiro porque, segundo consta, foi idealizado por Kurt Cobain, que não teve tempo de finalizá-lo, e depois, porque flagra o Nirvana como (talvez) a última banda planetariamente estourada naquele formato antigo de se gravar disco com contrato assinado com gravadora e fazer sucesso. Para os brasileiros, um gostinho a mais: há cenas das apresentações que a banda fez por aqui em 1993, dentro do Hollywood Rock, no Rio (não creditadas) e em São Paulo, além de entrevistas concedidas à MTV – quando esta tinha jornalismo.</p>
<p>Ajuntar cenas de uma banda tocando ao vivo ao longo de cerca de três anos parece até óbvio, mas existe um roteiro oculto que deixa muito claro o que o vídeo (e em última análise Kurt Cobain) quer dizer. Ele trata do descontentamento generalizado do grupo com o sucesso, ou, por outra, da falta de habilidade dos três integrantes do Nirvana de lidar com o sucesso e suas conseqüências – boas ou terríveis para Kurt. Intercaladas com os trechos da banda tocando ao vivo, há ema explanação geral de como, a custa de altas vendagens, o grupo aparecia na mídia, com vinhetas e reprodução de trechos de noticiários (e não só musicais) mundo afora. O terceiro trecho que compõe o mosaico mostra exatamente Kurt tentando decifrar o que tanto o incomodava naquilo tudo, sempre esbravejando que a banda simplesmente não queria estar ali – tudo entendido apesar de uma inacreditável ausência de legendas.<span id="more-3490"></span></p>
<p>São 16 músicas tocadas no talo bem no estilo Nirvana, que, apesar da edição que por vezes funde shows de diferentes lugares, dá a medida exata do que era banda ao vivo: algo totalmente visceral. Em “Love Buzz”, por exemplo, parte gravada no Texas, parte em Amsterdã, Kurt se empolga e dá um mosh com guitarra e tudo sobre a platéia catártica. Na volta, é puxado para o palco por um segurança que desce a porrada no próprio Kurt, fazendo o show parar antes que um quebra-quebra pudesse colocar o local abaixo. No mesmo show de Amsterdã (ao que parece), Kurt canta “Come As You Are” num desafino só, e quando foi levar “Smells Like Teen Spirit” no consagrador “Top Of The Pops”, em Londres, fez questão de exibir um vocal gutural à Sisters Of Mercy. Outra demonstração de incômodo com a valorização do grande hit da história o Nirvana.</p>
<p>Nas cenas gravadas no Brasil, vê-se um João (realmente) Gordo fazendo a apresentação do show em São Paulo, a banda tocando “Aneurysm” com Kurt e Dave Grohl vestidos ridiculamente de mulher, e ainda há cenas soltas de Kurt se rastejando pelo palco e tentando copular com a câmera da Globo no Rio, no famoso episódio em que ele tentou mostrar os documentos para todo o mundo, via satélite. Aparecem ainda cenas de entrevistas cujo conteúdo vai do nonsense à ladainha do incômodo com a exposição na mídia, causada – de novo – pelo sucesso.</p>
<p>O melhor de tudo, no fim das contas, é ver o Nirvana arrebentando ao vivo. Ver Grohl acabando com a bateria, primeiro com as baquetas, depois destruindo literalmente o kit, assim como fazem Kurt e Krist Novoselic com guitarra e baixo. No final do vídeo, há uma linda coletânea chamada “Noise” só com destruição de instrumentos em momentos de catarse. Para quem esperava um show da banda, as cinco músicas em seqüência retiradas de uma apresentação em Amsterdã, nos Extras, servem de consolo.</p>
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		<title>ROCK POTIGUAR: THE SINKS FAZ FESTA DE LANÇAMENTO DO NOVO EP</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2008/09/rock-potiguar-the-sinks-faz-festa-de-lancamento-do-novo-ep/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Sep 2008 10:48:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[CENTRO CULTURAL DOSOL]]></category>
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O trio potiguar The Sinks promove no próximo dia 19 de setembro a festa de lançamento do EP &#8220;Sunny Days&#8221;, o quarto trabalho da banda, e que foi lançado somente online aqui mesmo pelo Portal Dosol. O rock vai rolar no Centro Cultural Dosol no formato &#8220;banda perto do público&#8221;, que tem funcionado bastante nas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/sinks-especial-copy.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3470" title="sinks-especial-copy" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/sinks-especial-copy.jpg" alt="" width="387" height="352" /></a></p>
<p>O trio potiguar <strong>The Sinks</strong> promove no próximo dia <strong>19 de setembro</strong> a festa de lançamento do EP <strong>&#8220;Sunny Days&#8221;</strong>, o quarto trabalho da banda, e que foi lançado somente online aqui mesmo pelo <strong>Portal Dosol</strong>. O rock vai rolar no <strong>Centro Cultural Dosol</strong> no formato &#8220;banda perto do público&#8221;, que tem funcionado bastante nas últimas festas por lá. Os ingressos vão custar R$3,00.</p>
<p>Para esse show o <strong>The Sinks</strong> prepara um set especial com um show mais longo tocando várias músicas dos seus quatro discos e ainda covers do <strong>Ramones</strong>, <strong>Nirvana</strong>, <strong>MC5</strong>, <strong>Misfits</strong>, <strong>Mudhoney</strong>, <strong>Weezer</strong>, entre outros. Além de uma discotecagem ainda pode pintar mais uma banda para engrossar o caldo da noitada, a turma do Drunk Driver, que estava afastada dos palcos nos últimos tempos.</p>
<p>Para baixar o EP &#8220;<strong>Sunny Days</strong>&#8221; do <strong>The Sinks</strong> <a href="http://www.dosol.com.br/2008/07/09/dosol-netlabel-the-sinks-rn-sunny-days/" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
<p><strong>THE SINKS &#8211; YOU</strong><br />
<a href="http://www.dosol.com.br/2008/09/rock-potiguar-the-sinks-faz-festa-de-lancamento-do-novo-ep/"><img src="http://img.youtube.com/vi/dbq_6BN8OL4/default.jpg" width="130" height="97" border=0></a></p>
<p><em>Flyer por Ana Morena</em></p>
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		<title>DOSOLTV: NIRVANA &#8211; SMELLS LIKE TEEN SPIRIT</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Jul 2008 11:49:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[DoSol TV]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Este é nosso último DOSOLTV em homenagem ao Dia Mundial do Rock e encerramos nossa viagem com um dos maiores grupos de rock n´roll de todos os tempos: o Nirvana. Grunge, punk rock, melodias tristes, auto-depreciação, estava tudo lá. É até difícil descrever. Aqui passamos um take ao vivo para &#8220;Smells like Teen Spirit&#8221;, um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este é nosso último <strong>DOSOLTV</strong> em homenagem ao <strong>Dia Mundial do Rock</strong> e encerramos nossa viagem com um dos maiores grupos de rock n´roll de todos os tempos: o <strong>Nirvana</strong>. Grunge, punk rock, melodias tristes, auto-depreciação, estava tudo lá. É até difícil descrever. Aqui passamos um take ao vivo para &#8220;Smells like Teen Spirit&#8221;, um riff que entrou imediatamente para a história do rock. Demais!</p>
<p><strong>NIRVANA &#8211; SMELLS LIKE TEEN SPIRIT</strong><br />
<a href="http://www.dosol.com.br/2008/07/dosoltv-nirvana-smells-like-then-spirit/"><img src="http://img.youtube.com/vi/CqSHcNgDb4U/default.jpg" width="130" height="97" border=0></a></p>
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		<title>RESENHA DE DVD: NIRVANA &#8211; UNPLUGGED IN NEW YORK</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 09:37:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Bragatto</dc:creator>
				<category><![CDATA[marcos bragatto]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[nirvana]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo mundo já deve ter visto esse vídeo milhões de vezes na MTV, e o desgaste do formato acústico por si só já deveria garantir um olhar desconfiado para o lançamento em DVD. Só que se trata de nada mais nada menos do que a carta de despedida de Kurt Cobain, que acabou enfiando uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo mundo já deve ter visto esse vídeo milhões de vezes na MTV, e o desgaste do formato acústico por si só já deveria garantir um olhar desconfiado para o lançamento em DVD. Só que se trata de nada mais nada menos do que a carta de despedida de Kurt Cobain, que acabou enfiando uma bala na cabeça poucos meses depois. Analisando agora a trajetória do líder do Nirvana em seus últimos dias, o desfecho parece bem óbvio.<span id="more-1884"></span> Cobain estava, de fato, de saco cheio de todas as mazelas que o sucesso lhe trazia, e não queria fazer este acústico por nada desse mundo. Convencido à força pelo mundo dos negócios, resolveu deliberadamente sabotar a hermética fórmula da emissora de TV. Se ter convidados era obrigatório, que fossem seus amigos pré-sucesso, os irmãos Curt Kirkwood e Cris Kirkwood, integrantes do Meat Puppets. Se o repertório deveria incluir covers, que fossem as músicas do próprio Puppets, ou canções escondidas do repertório de David Bowie, do blueseiro underground Ledbetter ou da banda escocesa Vaselines, da qual Kurt era fã declarado. E, claro, nada de sucessos do próprio Nirvana.</p>
<p>Assim, os poucos e sortudos que presenciaram a gravação desse acústico, incluindo fãs que participaram de sorteios, viram um espetáculo basicamente inédito, apesar da ambientação “nada a ver” que condenou o formato (e a emissora) a um irreversível desgaste. Kurt está inspirado e canta como um verdadeiro trovador. Em músicas como “Pennyroyal Tea” (que fala do chá com propriedades abortivas tomado por sua mãe), “Plateau” (do Meat Puppets) e, sobretudo, “Where Did You Sleep Last Night”, de Ledbetter, ele se supera numa verdadeira entrega, espiritual até. O líder da então grande sensação do momento se expõe como poucos, indo ao seu limite como cantor, e (soube-se depois) de vida.</p>
<p>O DVD traz a íntegra das 14 músicas, editadas, mas sem a interferência dos caracteres da MTV. Nos extras, aí sim, aparece a versão que foi (e continua indo) ao ar pela emissora, acrescida de uma matéria feita para a programa “MTV News” na época, chamando para o acústico, e de pequenas falas de integrantes da banda e pessoas do público. Há ainda a banda ensaiando em 5 músicas: “Come As You Are” (o único hit incluído), “Polly”, “Plateau”, “Pennyroyal Tea” e “The Man Who Sold The World”, a tal do David Bowie. Em relação ao CD, lançado desde a época que o programa foi ao ar, o repertório é exatamente o mesmo. Indispensável para se entender um dramático e importante capítulo da história do rock.</p>
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		<title>BLOG DO BAIXISTA DO NIRVANA</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2007/11/blog-do-baixista-do-nirvana/</link>
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		<pubDate>Sun, 11 Nov 2007 10:36:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Fonte: zonapunk
Saca um pouco de inglês? Gosta do Nirvana? Então confira aqui o blog do Kris Novoselic, eterno baixista do grupo. Muito legal.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Fonte: <a href="http://www.zonapunk.com.br">zonapunk</a></em></p>
<p>Saca um pouco de inglês? Gosta do <strong>Nirvana</strong>? Então confira <a href="http://www.seattleweekly.com/news/blogs/dailyweekly/2007/11/smells_like_put_word_here_spir.php" target="_blank">aqui</a> o blog do <strong>Kris Novoselic</strong>, eterno baixista do grupo. Muito legal.</p>
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		<title>NOVO FILME SOBRE KURT COBAIN COM TRILHA DO NIRVANA</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Nov 2007 10:57:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Autor Convidado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Notícia enviada por Daniel Araújo
Fonte: G1
Uma nova cinebiografia baseada na vida de Kurt Cobain será a primeira produção sobre o cantor do Nirvana com música original da banda de Seattle. Os estúdios Universal compraram os direitos do livro &#8220;Mais pesado que o céu&#8221;, do jornalista Charles R. Cross.
Segundo o site do semanário britânico &#8220;New Music [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Notícia enviada por Daniel Araújo<br />
Fonte: G1</em></p>
<p>Uma nova cinebiografia baseada na vida de <strong>Kurt Cobain</strong> será a primeira produção sobre o cantor do <strong>Nirvana </strong>com música original da banda de Seattle. Os estúdios Universal compraram os direitos do livro &#8220;Mais pesado que o céu&#8221;, do jornalista Charles R. Cross.</p>
<p>Segundo o site do semanário britânico &#8220;New Music Express&#8221;, na negociação para adaptar a obra houve também um acordo com a viúva de Kurt Cobain, Courtney Love, para usar faixas do Nirvana.<span id="more-1087"></span></p>
<p>&#8220;Isso é importante, se é para ser a cinebiografia definitiva sobre Kurt, você precisa da música&#8221;, disse Charles R. Cross   &#8220;NME&#8221;. Os diários do cantor do Nirvana também deverão servir de base para o futuro filme. Courtney Love, que já trabalhou no cinema como atriz, em títulos como &#8220;O povo contra Larry Flint&#8221;, deverá desempenhar a função de produtora-executiva no filme.</p>
<p>O papel de Kurt Cobain, que se suicidou em 1994, está sendo cogitado para o ator escocês James McAvoy, de &#8220;Desejo e reparação&#8221; e &#8220;O último rei da Escócia&#8221;.</p>
<p>&#8220;Last days&#8221;, de Gus Van Sant, &#8220;Kurt and Courtney&#8221;, de Nick Broomfield, e &#8220;About a son&#8221;, de AJ Schnack e que esteve nas últimas edições do Festival do Rio e da Mostra de Cinema de São Paulo foram outras produções com o líder do Nirvana como tema, mas que não puderam usar a música original do grupo.</p>
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		<title>ACÚSTICO DO NIRVANA FINALMENTE EM DVD</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Nov 2007 10:36:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O &#8220;MTV Unplugged In New York&#8221; do Nirvana será finalmente lançado em DVD dia 19 de Novembro. O trabalho passou 14 anos para ser colocado no mercado. Além do show completo com duas músicas a mais que o especial da tv e som 5.1 Surround, o DVD ainda trás cenas de bastidores, making off da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O &#8220;<strong>MTV Unplugged In New York</strong>&#8221; do <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nirvana_%28banda%29">Nirvana</a></strong> será finalmente lançado em DVD dia 19 de Novembro. O trabalho passou 14 anos para ser colocado no mercado. Além do show completo com duas músicas a mais que o especial da tv e som 5.1 Surround, o DVD ainda trás cenas de bastidores, making off da gravação e muito mais.</p>
<p>Imperdível e altamente recomendável para fãs. Nossa opinião é de que trata-se do melhor acústico já lançado pelo projeto da MTV em todos os tempos.</p>
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