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	<title>DoSol &#187; raul</title>
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		<title>OPINIÃO: ANALISANDO O FÃ</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jan 2008 10:03:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Sandra Martins (rockitnow)
Gritos histéricos, choro, canções cantadas ao máximo, faixas, grude no artista, discussões no orkut, fotologs inflamados&#8230; Essa é apenas uma amostra do que um fã extremamente fã é capaz de fazer. Depois de ver as várias demonstrações de amor aos ídolos, resolvi dar uma classificada no nível de fanatismo e falar um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Sandra Martins</strong> (<a href="http://www.rockitnow.zip.net" target="_blank">rockitnow</a>)</p>
<p>Gritos histéricos, choro, canções cantadas ao máximo, faixas, grude no artista, discussões no orkut, fotologs inflamados&#8230; Essa é apenas uma amostra do que um fã extremamente fã é capaz de fazer. Depois de ver as várias demonstrações de amor aos ídolos, resolvi dar uma classificada no nível de fanatismo e falar um pouco daqueles fãs clássicos.<span id="more-1496"></span></p>
<p>Vamos começar com o fã da legião Urbana. Eles endeusam <strong>Renato Russo</strong> (num certo ponto com razão, já que o cara era um letrista de mão cheia) e numa festa com banda covers, não perdem a oportunidade de gritar: “toca <em>índios</em>, toca <em>será</em>”. Saindo de Renato Russo e seus seguidores, vamos para outro letrista que até hoje é referência e culpado pela existência de muitas bandas de rock pelo Brasil afora: <strong>Raul Seixas</strong>. Não importa se eles estão no show da Nação Zumbi ou de Pitty, sempre soltam o bordão: “toca Raul, toca Raul”, que inclusive virou nome de música cantada por Zeca Baleiro. Raulzito e seus Panteras mudaram a história da música no Brasil e deixaram uma horda de fãs órfãos da genialidade e musicalidade de Raul.</p>
<p>Outro fã que me chamou a atenção foi o fã do finado ou não finado <strong>Los Hermanos</strong>. Se antes achava que Renato Russo era endeusado, no caso dos Hermanos é uma coisa quase cega, chegando às raias de que não há outra banda no mundo melhor do que eles. Ok, eles fazem uma música muito boa, as letras são muito boas e os shows que vi aqui em Natal não deixam nada a dever.</p>
<p>Mas chegar ao cúmulo de gritar pela banda durante as apresentações da Orquestra Imperial (que conta com o Hermano Rodrigo Amarante como componente) é demais. O pessoal deveria se abrir ao belo som da Orquestra e ficar feliz ao ver seu ídolo seguindo com sua carreira num grupo tão elogiado.</p>
<p>Mas o caso mais agudo de fãs é o da baiana <strong>Pitty</strong>. Com uma formação no HC baiano, influências de ficção científica e referências nas bandas de peso como Pantera, AC/DC e as boas coisas de hoje como Muse e Amy Winehouse, a roqueira arranca tudo o que foi citado no começo do texto y otras cositas más. Depois que li uma discussão digna de jardim de infância numa comunidade do Orkut, fiquei surpresa.</p>
<p>Pitty tem letras fortes, uma posição bem definida na música e consegue arrebatar uma nação adolescente ávida por aquele ídolo perdido. Fiquei me perguntando a causa dessa fúria toda dos fãs e acabei me lembrando da canção: “o importante é ser você, mesmo que seja estranho”. Foi justamente esse trecho que deve ter tocado os teens em sua fase de indefinições da vida.</p>
<p>Pitty é uma boa artista, é articulada e soube se valer do sucesso que conseguiu para poder lançar um CD mais pesado, o “Anacrônico”, do mesmo jeito que o Los Hermanos aproveitou a onda da “Anna Júlia” para mostrar realmente como era o som deles. Nesse último show em terras potiguares, apesar do atraso, a roqueira fez um show redondo e todos os fãs (dos mais exaltados aos mais calmos) cantaram à plenos pulmões todas as canções.</p>
<p>Só na hora que ela cantou Chico Buarque, AC/DC e Amy Winehouse que os exaltados ficaram perguntando: quem é? O bacana de ser fã é também saber buscar as fontes que inspiraram seu ídolo. Vamos ouvir Chico, vamos ler Huxley, vamos abrir os ouvidos ao que motivou nosso ídolo a ser o que ele é e vamos também ouvir o que ele escuta hoje, quais suas referências musicais. Além de enriquecer musicalmente, as rodinhas de reuniões de fã-clube não ficam presas somente à vida do artista ou ao milésimo comentário sobre a performance no DVD ao vivo.</p>
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