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	<title>DoSol &#187; recife rock</title>
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		<title>DoSol</title>
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	<itunes:author>DoSol</itunes:author>
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		<title>FESTIVAL DOSOL MÚSICA CONTEMPORÂNEA É HOJE!: ENTREVISTA &#8211; ELMA (SP)</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2008/11/festival-dosol-musica-contemporanea-e-hoje-entrevista-elma-sp/</link>
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		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 09:41:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[FESTIVAL DOSOL]]></category>
		<category><![CDATA[ELMA]]></category>
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Confira a entrevista com Ricardo Lopes, baixista da Elma, feita pelo pessoal do Recife Rock. A banda toca hoje aqui em Natal no Festival Dosol Música Contemporânea e amanhã em Recife em festa do Coquetel Molotov.
Quando tocaram aqui no No Ar 2007 vocês tiveram uma ótima resposta do público, teve até bis. Acham que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/elma_01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4933" title="elma_01" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/elma_01-448x171.jpg" alt="" width="448" height="171" /></a></p>
<p>Confira a entrevista com <strong>Ricardo Lopes</strong>, baixista da <strong>Elma</strong>, feita pelo pessoal do <a href="http://www.reciferock.com.br/2008/11/11/entrevista-elma-show-e-a-melhor-maneira-de-nos-conhecer/" target="_blank"><strong>Recife Rock</strong></a>. A banda toca hoje aqui em Natal no <strong>Festival Dosol Música Contemporânea</strong> e amanhã em Recife em festa do <strong>Coquetel Molotov</strong>.</p>
<p><strong>Quando tocaram aqui no No Ar 2007 vocês tiveram uma ótima resposta do público, teve até bis. Acham que o público está mais receptivo à sons mais “difíceis” e incomuns?</strong><br />
Quando tocamos em Recife pela primeira vez, não somente pelo Bis, mas pelo número de comentários em blogs e sites relacionados ao festival, as entrevista que demos e até pelas conversas com algumas pessoas que assistiram ao show, fiquei impressionado com o interesse pelo nosso som e por bandas relacionadas ao que fazemos. Parecia que todo mundo que conversamos conhecia neurosis, High on Fire, a relapse, ipecac, Boris, Pelican, fossil, isis, sunO))) e sabiam falar sobre cada uma dessas bandas ou selos relacionados e diferenciar tudo isso dentro dos devidos contextos. Conheci uma pessoa que tinha nossa demo de 2004, na ocasião prensamos alguns 300 ou 400 desses manualmente. Não acho que se trata de ser um som tão difícil e sabemos que não é tão comum mas o que parecia é que por conhecerem todo esse universo onde essas outras bandas estão orbitando, ninguem vinha com perguntas do tipo: “mas aí, porque que não tem vocal?”</p>
<p><strong>Que lugares no Brasil você enxerga um caminho nesse sentido, de maior abertura ao novo?</strong><br />
Acho que dos lugares que tivemos a oportunidade de tocar Recife e Goiânia foram onde mais me impressionou nesse sentido, em GO acontecia um pouco diferente, os festivais pareciam ser mais responsáveis por apresentar as bandas para o público que estava super ligado em tudo o que estava acontecendo ali. No outro dia, blogs e mais blogs criticavam (+ ou -) minunciosamente tudo que aconteceu na noite passada. Em Recife ficava claro que não era o Festival que estava apresentando aquelas bandas.<span id="more-4932"></span></p>
<p><strong>O que alguém não iniciado ao som do Elma deve esperar de um show da banda?</strong><br />
Difícil falar por alguém que ainda não ouviu, acho que elma pode ser interessante de se conhecer através de um show, talvez para alguém que nunca ouviu nada próximo de elma seja até a melhor maneira de nos conhecer. Convencer através de um show minunciosamente bem executado sempre foi um grande preocupação nossa.</p>
<p><strong>Qual a expectativa para esses shows aqui no Nordeste?</strong><br />
Estamos bem ansiosos com Natal, primeiro por ser a primeira vez por lá, segundo porque adoro tocar em teatros fechados com poucas bandas tocando, em uma noite de horas e horas de barulho incessante elma não faz tanta diferença assim. Em Recife nossa principal preocupação é que o show seja bem interessante pra quem estara vendo pela segunda vez. O intervalo de um ano pode ser bem curto já que não lançamos nenhum disco no meio do caminho, mas temos mais músicas novas que vão fazer a diferença pra quem estava lá no ano passado.</p>
<p><strong>Quais os próximos passos do Elma?</strong><br />
Um disco completo sempre foi nosso maior objetivo desde o lançamento do EP em 2006. Por outro lado temos um tempo muito particular para fazer as coisas do nosso jeito e procuramos não nos precionar por especulações fora da banda. Imaginamos que 2009 seja um ano onde daremos muitos passos nesse sentido, mas eu não encararia isso como uma promessa de forma alguma.</p>
<p><strong>Se quiserem acrescentar algo o espaço é de vocês!</strong><br />
Não tenho nada a acrescentar às respostas, mas sim o que agradecer a você e todos no Coquetel Molotov que marcaram nossos shows por aí. Fico encantado com a ajuda de Ana (Garcia), me impressiona a sua disposição em trabalhar com o underground no Brasil e mesmo com as bandas que trás de fora. Desejo-lhe muito sucesso em todos os seus planos pessoais e profissionais. Obrigado!</p>
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		<title>ENTREVISTA: GABRIEL CAETANO (LUMO COLETIVO)</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2008/09/entrevista-gabriel-caetano-lumo-coletivo/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Sep 2008 10:43:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[camarones]]></category>
		<category><![CDATA[LUMO COLETIVO]]></category>
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		<category><![CDATA[recife rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Conteúdo original do Recife Rock
Por Hugo Montarroyos
Uma das iniciativas mais bacanas a surgir no Recife nos últimos tempos é a criação do Lumo Coletivo. Como o próprio nome indica, trata-se de um coletivo formado por músicos, produtores, jornalistas, roadies e etc que compartilham de um mesmo ideal: viabilizar a circulação da música independente pernambucana nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conteúdo original do <a href="http://www.reciferock.com.br/2008/09/10/conheca-o-lumo-coletivo/" target="_blank">Recife Rock</a></p>
<p><strong>Por Hugo Montarroyos</strong></p>
<p>Uma das iniciativas mais bacanas a surgir no<strong> Recife</strong> nos últimos tempos é a criação do <strong>Lumo Coletivo</strong>. Como o próprio nome indica, trata-se de um coletivo formado por músicos, produtores, jornalistas, roadies e etc que compartilham de um mesmo ideal: <strong>viabilizar a circulação da música independente pernambucana nos âmbitos local, nacional</strong> (e, por que não, até mundial?), dando suporte para produção de eventos e criando um espaço para discussão de idéias e de fomentação de todos os processos que envolvem a cadeia produtiva da música independente. Com sede baseada em <strong>Setúbal</strong>, O Lumo Institucional está produzindo sua primeira festa, que acontece nessa sexta-feira, dia 12 de setembro, no <strong>Quintal do Lima</strong>, com shows da <strong>Nuda</strong> e da <strong>Camarones Orquestra Guitarrística</strong>, de <strong>Natal</strong>. Entrevistei por e-mail <strong>Gabriel Caetano</strong>, responsável pelo Núcleo de Planejamento do Coletivo, que falou das principais idéias e intenções do Lumo.  Abaixo, a conversa com Gabriel, o release oficial do Coletivo e o serviço da festa.</p>
<p><img src="http://www.reciferock.com.br/images/2008/09/lumo_01.jpg" alt="Lumo Coletivo" width="383" height="238" /></p>
<p><strong>Trocando em miúdos, o que é o Lumo Coletivo?<br />
</strong>O <strong>Lumo Coletivo</strong> é uma união de pessoas em prol de um objetivo comum. Essas pessoas são bandas, fotórgrafos, designers, produtores, jornalistas, técnicos em áudio, videomakers, roadies, administradores, engenheiros, publicitários, dentre outras funções (incluindo barman, haha). E esse objetivo comum é a vontade desse pessoal de ver toda essa cadeia da qual participam fluindo de forma coerente, sustentável e produtiva.<span id="more-3511"></span></p>
<p><strong>Quantas pessoas hoje fazem parte do Coletivo?<br />
</strong>Dentro do nosso núcleo base (que se divide em planejamento, comunicação e administrativo/financeiro), existe em torno de 15 pessoas que cotidianamente comparecem aqui na sede para doar suas idéias e força de trabalho. Contudo, não dá para contar as pessoas que já vieram aqui e vibraram com a idéia, propondo parcerias.<br />
<strong>Vocês seguiram o modelo de alguém para a criação do Lumo?</strong><br />
De vários alguéns, e alguns algos.<br />
O meu exemplo vem de <strong>Cuiabá</strong>, principalmente. Trabalhei no <strong>Espaço Cubo</strong> e na <strong>Volume</strong> &#8211; Voluntários da Música, em 2006 e 2007. Antes disso, morei em <strong>Goiânia</strong> e vi de perto a cena crescer no começo desse século. Eu acredito que o resto do Lumo tem toda essa bagagem recifense, que é de um peso tamanho. Mas hoje, se nota claramente que se unir em coletivos tem sido uma tendência cada vez mais evidente. Cito aí logo os parceiros do <strong>Goma</strong>, de <strong>Uberlândia</strong>. <strong>Coletivo Catraia</strong>, do <strong>Acre</strong>. <strong>Fósforo Cultural</strong>, de <strong>Goiânia</strong>. O próprio <strong>Cubo,</strong> de <strong>Cuiabá</strong>… O <strong>Circuito Fora do Eixo</strong> merece todos os méritos!</p>
<p><strong>Uma das maiores discussões hoje no Recife é a falta de espaço, físico e midiático, para abranger toda a produção independente da cidade. A solução é criar seu próprio espaço?<br />
</strong>A solução é também criar seu próprio espaço. Mas, honestamente, acho que vai muito além disto. Vivemos aqui uma realidade muito boa comparado a outras cidades brasileiras. <strong>Recife</strong> é um dos poucos municípios que investem 1% da receita total em cultura. A maioria das cidades investe menos. Enquanto isso, acreditamos que estamos construindo meios para que possamos aumentar esse número, lutando por políticas públicas para cultura, para que haja cada vez mais espaço para o novo, para o livre. Seria bacana se fossem trocentos Lumos, Coquetéis Molotoves, Astronaves, etc… E com internet nas mãos, por que não pensar em nível de <strong>Pernambuco</strong>? <strong>Nordeste</strong>? <strong>Brasil</strong>? <strong>América Latina</strong>? Hoje em dia, não é tão difícil tocar em <strong>Buenos Aires</strong>, por exemplo. Ou fazer uma turnê nos <strong>Estados Unidos</strong> ou <strong>Europa</strong>… Nosso próprio ministério de Cultura abre edital para intercâmbio de artistas por aí. O que falta, talvez, seja mais gente ligada.</p>
<p><strong>Você concorda que existe uma dependência pouco saudável das bandas “independentes” do Recife do setor público?<br />
</strong>Sim, já discutimos por aqui algumas vezes sobre isso e concordamos com esse ponto de vista. E estamos nos organizando justamente para criar uma alternativa a essa realidade. Acreditamos que podemos potencializar o profissionalismo de todos os agentes inseridos aqui neste contexto. E com isso, incentivar esses artistas a enxergarem suas carreiras de um outro prisma, no qual sua relação de dependência com o dinheiro público para produção, circulação e distribuição diminua exponencialmente de acordo com a quantidade de tempo investido nos seus projetos, com as ferramentas que oferecemos.</p>
<p><strong>É possível ganhar dinheiro hoje no universo independente?<br />
</strong>Depende do significado de ganhar dinheiro. Nós do Lumo, por exemplo, abrimos as portas com consciência de que lucro não é o nosso objetivo. No entanto, tendo em vista o aumento significativo de investimentos em festivais independentes, que são de fato a nova vitrine da música contemporânea nacional, é visível que esse mercado seja mais rentável &#8211; a um maior número de pessoas &#8211; em pouquíssimo tempo. Então, sabendo que o necessário muitas vezes não condiz com o desejo, nós ainda não queremos uma ilha na <strong>Oceania</strong>.</p>
<p><strong>O que os interessados em participar do Lumo Coletivo precisam fazer?<br />
</strong>Precisam entrar em contato com a gente: <a href="mailto:lumocoletivo@gmail.com">lumocoletivo@gmail.com</a></p>
<p><strong>Se quiser acrescentar algo o espaço é seu!<br />
</strong>Queria agradecer o espaço, e dizer que acompanho esse site danado desde muito tempo. Espero que possamos trocar milhões de tecnologias.<br />
Abração.</p>
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		<title>ROCK PERNAMBUCANO: COMO FOI O MATANZA EM RECIFE</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2008/02/rock-pernambucano-como-foi-o-matanza-em-recife/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Feb 2008 10:12:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conteúdo retirado do site Recife Rock
Por Hugo Montarroyos 
Parece que finalmente deu certo. A Nox, boate que se transforma numa das melhores casas de shows do Recife, ao que tudo indica, virou o novo point roqueiro da cidade. Foi tremendamente gratificante ver tal local ser inundado por rodas-de-pogo, mosh e toda a bagunça organizada que costuma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Conteúdo retirado do site <a href="http://www.reciferock.com.br">Recife Rock</a></em></p>
<p><strong>Por Hugo Montarroyos </strong></p>
<p>Parece que finalmente deu certo. A <strong>Nox</strong>, boate que se transforma numa das melhores casas de shows do <strong>Recife</strong>, ao que tudo indica, virou o novo point roqueiro da cidade. Foi tremendamente gratificante ver tal local ser inundado por rodas-de-pogo, mosh e toda a bagunça organizada que costuma caracterizar todo velho e bom show de rock. Mas foi tamanha a “desordem” que <strong>Jimmy</strong> quase sai do sério e perde a esportiva – logo ele – com o público local.</p>
<p>Outro feito digno de nota foi que dessa vez não ficamos enclausurados vítimas dos fumantes. Estes podiam aplacar a  secura no andar superior, com teto aberto e ambiente mais adequado para soltarem a fumaça que tanto impregna os pulmões alheios. <a href="http://www.reciferock.com.br/site/2008/02/28/cobertura-matanza-na-nox/" target="_blank">LEIA O RESTANTE DO TEXTO CLICANDO AQUI.</a></p>
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		<title>FESTIVAL PREAMP (PE) DIVULGA ESCALAÇÃO</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2008/01/festival-preamp-pe-divulga-escalacao/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Jan 2008 09:33:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festivais e Shows]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[préamp]]></category>
		<category><![CDATA[recife rock]]></category>
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		<description><![CDATA[Fonte: Recife Rock
O Festival Pré Amp em Recife divulga a escalação para esse ano. O evento rola na semana pré-carnaval e é gratuito. Vamos ficar devendo o local mas voltamos para dar um  up grade na nota assim que soubermos. Veja quem toca:
Domingo &#124; 27/01
17h &#8211; Maracatu Porto Rico
18h &#8211; Mingau de Cachorro
19h &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: <a href="http://www.reciferock.com.br">Recife Rock</a></p>
<p>O <strong>Festival Pré Amp</strong> em Recife divulga a escalação para esse ano. O evento rola na semana pré-carnaval e é gratuito. Vamos ficar devendo o local mas voltamos para dar um  <em>up grade</em> na nota assim que soubermos. Veja quem toca:<span id="more-1450"></span></p>
<p><strong>Domingo | 27/01<br />
</strong>17h &#8211; Maracatu Porto Rico<br />
18h &#8211; Mingau de Cachorro<br />
19h &#8211; Cassio Sette<br />
20h &#8211; Alex Corezzi<br />
21h &#8211; Banda de Pife Princesa do Agreste<br />
22h &#8211; Coco Raízes Arcoverde</p>
<p><strong>Segunda-feira | 28/01</strong><br />
19h &#8211; Afoxé Oyá Alaxé<br />
20h &#8211; Brasáfrica<br />
21h &#8211; Anhuna<br />
22h &#8211; Andaluza<br />
23h &#8211; Nanica Papaya<br />
0h   &#8211; Tiger</p>
<p><strong>Terça-feira | 29/01</strong><br />
19h &#8211; Coletivo Frevo<br />
20h &#8211; Mandracatu<br />
21h &#8211; Kana Kaiana<br />
22h &#8211; Vamoz<br />
23h &#8211; Viruz<br />
0h   &#8211; Os Cachorros</p>
<p><strong>Quarta-feira | 30/01</strong><br />
19h &#8211; Samba A Turma Saberé<br />
20h &#8211; Estado Civil<br />
21h &#8211; Adriana BB<br />
22h &#8211; Comunidade Azougue<br />
23h &#8211; Lady Murphy<br />
0h   &#8211; Eddie</p>
]]></content:encoded>
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