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	<title>DoSol &#187; tim festival</title>
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		<title>DoSol</title>
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		<title>MARCOS BRAGATTO (RJ): O FIM DO TIM FESTIVAL</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2008 10:03:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[marcos bragatto]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[tim festival]]></category>

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		<description><![CDATA[Conteúdo: Rock Em Geral
Meus amigos, o tempo é o senhor da razão. A frase é milenar, mas toda vez que lembro dela me vem à cabeça o ex-presidente Collor. Nos idos de 1992, todo domingo pela manhã ele saía da residência oficial para dar uma corrida, e jamais concedia entrevistas. Já estava sendo investigado no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.gardenal.org/rockemgeral" target="_blank"><strong>Conteúdo: Rock Em Geral</strong></a></p>
<p>Meus amigos, o tempo é o senhor da razão. A frase é milenar, mas toda vez que lembro dela me vem à cabeça o ex-presidente Collor. Nos idos de 1992, todo domingo pela manhã ele saía da residência oficial para dar uma corrida, e jamais concedia entrevistas. Já estava sendo investigado no escândalo detonado pelo irmão Pedro, que o levara a ser impedido de exercer o cargo de Presidente da República. Preferia, então, usar camisetas com frases “de efeito” para se comunicar com a Nação. Num desses domingos a frase foi essa. O tempo é o senhor da razão. E ela se mostrou correta: passou o tempo e Collor foi impedido de ser presidente e de se candidatar a cargos públicos durante oito anos. Hoje é senador, mais isso são outros quinhentos.</p>
<p>E daí? Pergunta o leitor indignado. O que isso tem a ver com o rock e com o fim do TIM Festival, anunciado lá no título? Nada, acredito eu. Só lembrei da passagem e resolvi contar. Ou, por outra, tem a ver sim, e nem é preciso forçar tanto a barra. Collor, nesse período, vivia num mundo no qual se achava intocável, e onde poderia fazer o que quisesse que estava feito. Era o próprio dono do mundo diante de sua estapafúrdia “república das Alagoas”, tão bem dissecada, na época – vejam vocês, e sem trocadilhos – pela Veja. Se tivesse o mínimo de noção de que realmente o impedimento era factível, Collor, que era um animal, mas jamais burro, teria feito esforços para não perder o cargo, e conseguiria com facilidade, era só reconquistar o apoio perdido no Congresso, que é quem vota o tal impedimento. Collor caiu porque se achava um intocável.<span id="more-4891"></span></p>
<p>Ao falar de Collor, hoje me lembro do Dunga. Sim, meus amigos, o famigerado técnico da seleção brasileira de futebol. Alguém sabe quem está a favor de Dunga na seleção? Provavelmente ninguém. Nem os jogadores, a comissão técnica ou o próprio presidente da CBF. Todos querem que Dunga saia e ele deve sair antes de o apito inicial da primeira partida da Copa de 2010. Mas Dunga, de seu lado, se sente como Collor. Como um intocável. Perguntado sobre o desempenho pífio da seleção, atribui tudo a fatores periféricos como a pressão de ser treinador, a paixão o torcedor, a melhora de outras seleções e assim por diante. Jamais vê, no seu trabalho, inexperiência, falta de treinamento de jogadas, desempenho ruim desse ou daquele jogador. Dunga se acha um intocável.</p>
<p>Mas isso aqui é a coluna de futebol do site? Pergunta o insistente leitor que continuou até este ponto do texto. No que eu decido, então, chegar ao ponto. Disse, já no título, que o TIM Festival acabou, e não me referia à edição de 2008, que aconteceu no final de semana passado, e que teve a cobertura d&#8217;O Homem Baile. Digo que o TIM Festival acabou. Excetuo o segmento jazz do festival, que tem a uma criteriosa curadoria, para afirmar que se não mudar o formato, as idéias, e – sobretudo – os bam bam bans que escolhem as atrações a cada ano, e que levaram o evento à lamentável situação desse ano, não existirá mais TIM Festival.</p>
<p>O leitor de longa data pode até creditar tal sentença a certa implicância que nutro pelo Antropólogo (recém promovido a etnomusicólogo) que se mete a trazer ao festival as mais novas novidades novinhas em folha a cada ano. Com um investimento altíssimo por parte do patrocinador e cachês vitaminados, o festival é uma verdadeira bênção para artistas nanicos no cenário mundial, mas transformados em grandes estrelas por aqui. Uma síndrome de colonizado que, como Antropólogo, nosso parco conhecedor de música (e de rock) deveria dominar. Acontece que, depois de acertar, ao menos, nos últimos anos, em algumas atrações – quem não se lembra de Wilco, White Stripes, Strokes e Killers? – desta feita ele passou ao largo do que realmente interessa, atingindo um comparecimento ridículo por parte do público comum – excetuando artistas e celebridades fakes. E olha que vou deixar de dizer aqui que o tal Cicrano estragou o festival ai tirar-lhe o “perfil Montreux”.</p>
<p>Nem sempre se pode ser Deus, diria qualquer cristão em defesa do cidadão de bem, no que tem a minha anuência. E pensava assim – que esta edição do TIM Festival era só um momento infeliz – até ler uma entrevista com o dito cujo, que – diga-se, sempre comparece a todos os palcos do evento – no Jornal do Brasil. Ali, ele disse claramente, por a + b, que não existem critérios para a seleção de atração para o evento. Mais: que as atrações eram escolhidas com base em comunidades do orkut e a partir de sessões de vídeo assistidas no youtube. Confesso que retornei ao início da entrevista para ver se estava entendendo direito e se era ele próprio o entrevistado. Fiquei, acreditem, estarrecido.</p>
<p>Ocorre que, em princípio, o Antropólogo não iria fazer tal revelação. Só o fez porque foi espremido com brilhantismo pelos repórteres Bráulio Lorentz e Luiz Felipe Reis. Conforme o entrevistado procurava se esquivar da resposta, foi cercado por todos os lados pelos entrevistadores e acabou abrindo o jogo. Para o bem do jornalismo, tudo foi publicado, escancarando como um repórter deve agir. Parece óbvio, mas, em tempos de informação abundante e volátil, é raro ver um repórter ser repórter de verdade, o que só reafirma a competência da dupla – não sei se os dois estavam entrevistando o dito cujo juntos ou se cada um fez uma parte da matéria. Raro também é a publicação da íntegra de uma entrevista, no que merecem os parabéns aqueles que decidiriam assim publicá-la. O estarrecimento das declarações do Antropólogo foi compensado pelo bom jornalismo praticado pela equipe do JB.</p>
<p>Mas eis onde eu queria chegar. Assim como os exemplos de Collor e Dunga, nosso Antropólogo se sente um intocável. Faz o que quer e não está nem aí par o resultado final. Não sei se o patrocinador acompanha o que acontece no festival, ou se fica só contabilizando a tal “exposição da marca na mídia” &#8211; bem grande, diga-se -, mas bancar curadores a peso de ouro para ficar buscando atrações no orkut e no youtube é, no mínimo, jogar dinheiro fora. Porque qualquer Zé Mane pode fazer isso. Não é a toa que a decadência do TIM Festival é latente. E por isso mesmo já dá pra apontar o fim definitivo do festival, caso não se mude muita coisa. O Collor já saiu há tempos. Só falta o Dunga e o Antropólogo. Porque, sabemos todos, o tempo é o senhor da razão.</p>
<p>Até a próxima, e long live rock’n’roll!!!</p>
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		<title>COMO FOI? MGMT E THE NATIONAL NO RIO DE JANEIRO</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 09:49:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Bragatto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coberturas]]></category>
		<category><![CDATA[mgmt]]></category>
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		<category><![CDATA[tim festival]]></category>

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Matt Berninger: da timidez ao arroubo de voz, saiu extenuado do palco
Por Marcos Bragatto, Rio de Janeiro/RJ
Conteúdo: Rock Em Geral
Enquanto playboys, globais e o mundo fake em geral bombavam no show de Kanye West no palco principal, os indies até que encheram o denominado Palco Ponte Brooklin e tiveram uma grande surpresa ao ver o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="border: 1px solid black;" title="Matt Berninger: da timidez ao arroubo de voz, saiu extenuado do palco" src="http://www.gardenal.org/rockemgeral/the%20national%20-%201.jpg" alt="the national - 1.jpg" width="320" height="172" /><br />
<small>Matt Berninger: da timidez ao arroubo de voz, saiu extenuado do palco</small></p>
<p><strong>Por Marcos Bragatto, Rio de Janeiro/RJ</strong></p>
<p><strong>Conteúdo: <a href="http://www.gardenal.org/rockemgeral">Rock Em Geral</a></strong></p>
<p>Enquanto playboys, globais e o mundo fake em geral bombavam no show de Kanye West no palco principal, os indies até que encheram o denominado Palco Ponte Brooklin e tiveram uma grande surpresa ao ver o humilde The National crescer pra cima do irreal MGMT. Ruim em disco, o primeiro fez um grande show, enquanto o segundo simplesmente não conseguiu reproduzir, ao vivo, aquilo tudo que inventou, em estúdio, no bom (e único) <a href="http://www.gardenal.org/rockemgeral/2008/10/mgmtoracular_spetacular.php">álbum</a>.<span id="more-4648"></span></p>
<p>O The National segue aquela tradição indie de iniciar músicas como não estivessem nem aí com a hora do Brasil, geralmente usando recursos minimalistas, para depois encerrá-las numa barulheira dos diabos. Sonic Youth, por exemplo, é mestre nisso, mas a referência básica aqui é o Joy Division, muito por conta dos vocais de caverna de Matt Berninger. Ele passa a maior parte do tempo como se o microfone fosse adjacente à sua garganta; na menor, se esgoela a valer e consegue modificar radicalmente o tom dramático de cada música. Assim foi em “Secret Meeting”, “Abel”, e em “Mr. November”, a última, na qual ele chegou a descer na grade antes de deixar o palco visivelmente extenuado. Ponto para a entrega do rapaz.</p>
<div style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left;"><img style="border: 1px solid black;" title="O violinista porra-louca deu um tempero a&lt;br&gt;mais ao som do The National" src="http://www.gardenal.org/rockemgeral/the%20national%20-%202.jpg" alt="the national - 2.jpg" /><br />
<small>O violinista porra-louca deu um tempero a<br />
mais ao som do The National</small></div>
<p>Ao vivo, o grupo chega a ter oito integrantes: as duas guitarras recebem a ajuda de um mini-naipe de metais e de um tecladista/violinista. Com um visual hippie, ele chega a incrementar alguma das músicas do grupo, caso de “Start a War”, que abriu a noite com aquela despretensão indie, e em “Baby, We’ll Be Fine”, em que chega a dar um tom épico. A música é uma das melhores da noite, muito, também, por causa de um refrão (um dos poucos no caso do The National) bem sacado. Você pode não acreditar, mas eles já desfrutam de alguns hits ali com a turma do gargarejo, que acompanhou em coro músicas como “Slow Show” e a já citada “Mr. November”, certamente uma das melhores do repertório.</p>
<p>O legal é o nível de entrega dos rapazes, que, no maior estilo Chico Buarque, tocam cada música como se fosse a última. Como indies, não chegam a ser tímidos. Berninger chegou a transformar um bandeira do Brasil que lhe foi oferecida pela platéia em cachecol. E olha que esse ano a geleira do festival ainda não deu o ar da graça. Até o som esquentou demais, deixando todo mundo sem entender nada quando, em “Slow Show”, só a bateria lá atrás ecoou, enquanto o vocalista tentava puxar um corinho à capela ali na frente. Sorte que ligaram o disjuntor rapidinho.</p>
<p>Seria lindo se a lógica do mundo fosse mais “matemática”. Ora, se o The National, que tem discos fracos, fez um excelente show, o MGMT, com um <a href="http://www.gardenal.org/rockemgeral/2008/10/mgmtoracular_spetacular.php">belo disco</a>, certamente iria detonar um memorável espetáculo. Não foi bem assim que aconteceu. Convertido em um grupo com cinco integrantes, o duo formado por Ben Goldwasser e Andrew Van Wyngarden não conseguiu engrenar: as músicas não colavam. Mesmo trazendo debaixo do braço uns três hits entre a turma, o show não chegou a empolgar, à exceção da quicante e “fofa” “Kids”, esta sim, que encerrou a noite em clima de festa e – acreditem – bolhas de sabão.</p>
<div style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right;"><img title="Andrew Van Wyngarden se&lt;br&gt;divertiu, mas o show do MGMT&lt;br&gt;só empolgou na saideira” style=" src="http://www.gardenal.org/rockemgeral/mgmt%20-%201.jpg" alt="mgmt - 1.jpg" /><br />
<small>Andrew Van Wyngarden se<br />
divertiu, mas o show do MGMT<br />
só empolgou na saideira</small></div>
<p>Em nenhum momento, por exemplo, o grupo conseguiu reproduzir aquela aura hippie/psicodélica criada no CD. O guitarrista adicionado ao duo, que parece saído de uma banda de death metal juvenil da Flórida, bem que tentou, mas os solos que ele debulhou não foram os mais cativantes. Tal qual um Jack White afônico, Andrew não conseguiu segurar a onda como frontman – embora lembrasse, por vezes, Neil Young ou Bob Dylan. E Ben Goldwasser só apareceu quando o grupo enveredou pelo progressivo estéril, caso da quilométrica “Metanoia”, uma suíte (mal) atualizada e com tantas mudanças de andamento (mal) engendradas que conseguiu – vejam vocês – calar a euforia indie que o The National preparara.</p>
<p>O grupo também enfrentou problemas com o som. Além de um plugue mal conectado que zumbia no ouvido de todos, um dos lados do palco chegou a ficar silenciado por alguns instantes. Apesar da apresentação água com açúcar, houve flores sim. “The Youth” e “Eletric Feel”, tocadas juntas, por exemplo, proporcionaram um breve momento de animação. E – repita-se – “Kids” garantiu o fim de festa. Curioso é que justamente no melhor do show, a essa altura uma autêntica rave, os instrumentos foram deixados de lado. Prova de que a música feita pelo MGMT pode ser bem melhor se eles ficarem só mexendo nos botõezinhos lá no estúdio mesmo.</p>
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		<title>PAUL WELLER TAMBÉM CANCELA SHOW NO TIM FESTIVAL</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2008/10/paul-weller-tambem-cancela-show-no-tim-festival/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 20:47:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[paul weller]]></category>
		<category><![CDATA[tim festival]]></category>

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Fonte: G1
O cantor e compositor inglês Paul Weller cancelou os dois shows que faria no Tim Festival nesta semana em São Paulo, na quinta-feira (23), e no Rio de Janeiro, no sábado (25).
De acordo com a assessoria do festival, o cancelamento aconteceu devido a problemas com o visto de um dos integrantes da banda de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/paul-weller-reuters-218153.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4536" title="paul-weller-reuters-218153" src="http://www.dosol.com.br/wp-content/uploads/paul-weller-reuters-218153.jpg" alt="" width="173" height="240" /></a></p>
<p>Fonte: G1</p>
<p><span id="a13nb" class="noticialink">O cantor e compositor inglês Paul Weller cancelou os dois shows que faria no Tim Festival nesta semana em São Paulo, na quinta-feira (23), e no Rio de Janeiro, no sábado (25).</p>
<p>De acordo com a assessoria do festival, o cancelamento aconteceu devido a problemas com o visto de um dos integrantes da banda de Weller, o pianista anglo-brasileiro Andrew John Gonçalves, 31.</p>
<p>Na quarta-feira, 22 de outubro, a organização do evento anunciará a nova configuração do palco Bossa Mod, onde também se apresenta Marcelo Camelo, e dará as orientações para aqueles que desejarem trocar seu ingresso ou receber o dinheiro de volta.</span><span id="more-4535"></span><br />
<span id="a13nb" class="noticialink"><br />
Leia abaixo trecho do comunicado enviado pela organização do Tim:</p>
<p><em>Nascido no Brasil e residente em Londres desde os dois anos de idade, o pianista anglo-brasileiro Andrew John Gonçalves, hoje com 31 anos, teve o visto de trabalho em seu passaporte britânico suspenso, mesmo depois de inicialmente autorizado. Apesar de todas os esforços &#8211; que incluíram apoio político e diplomático nos dois países &#8211; , não foi possível alterar a decisão, já que nossa legislação não permite a concessão de visto de trabalho a cidadãos brasileiros.</p>
<p>A alternativa apresentada seria a obtenção de passaporte brasileiro em regime especial. Mas a inexistência da documentação brasileira mínima necessária inviabilizou este caminho. A outra alternativa possível, do ponto de vista legal, seria a renúncia de Andrew à nacionalidade brasileira. Entretanto, este pedido levaria de 30 a 60 dias para tramitar nas diversas instânicas, até ser publicado no Diário Oficial e transmitido de volta a Londres após a sua conclusão.</em></p>
<p>O cancelamento de Paul Weller é a segunda baixa na programação do Tim 2008. No começo de outubro, a banda norte-americana <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u454483.shtml" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">The Gossip</span></a> anunciou que não participaria mais do evento devido a um problema de agenda.</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>THE GOSSIP CANCELA PARTICIPAÇÃO NO TIM FESTIVAL</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2008/10/the-gossip-cancela-participacao-no-tim-festival/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 13:37:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[GOSSIP]]></category>
		<category><![CDATA[tim festival]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte:G1
O grupo The Gossip cancencelou os shows que faria no Tim Festival, informou a organização do evento. Em carta enviada à produção, a banda, que se apresentaria no dia 23 em São Paulo e no dia 25 no Rio, alegou “um inesperado conflito de agendas”.
Não haverá substituições na programação do palco Novas Raves, que continua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Fonte:G1</strong></p>
<p>O grupo <strong>The Gossip</strong> cancencelou os shows que faria no <strong>Tim Festival</strong>, informou a organização do evento. Em carta enviada à produção, a banda, que se apresentaria no dia 23 em São Paulo e no dia 25 no Rio, alegou “um inesperado conflito de agendas”.</p>
<p>Não haverá substituições na programação do palco Novas Raves, que continua com os shows de Klaxons e Neon Neon. Quem tiver comprado ingresso para esse show tem duas opções. A primeira é solicitar o dinheiro de volta no ponto de venda onde a compra foi efetuada ou pela internet, caso a compra tenha sido feita pelo site da Ticketmaster. O prazo máximo para a devolução do dinheiro é até o dia 21 de outubro.<br />
saiba mais</p>
<p>Quem quiser também pode comparecer a um dos pontos de venda a partir da próxima segunda-feira (13) e, com seu ingresso do The Gossip em mãos, ganhar uma entrada gratuita para algum dos outros shows do Tim Festival &#8211; excetuando os shows do Auditório Ibirapuera e os de jazz no Rio de Janeiro</p>
]]></content:encoded>
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		<title>BRUNO NOGUEIRA (PE): TIM FESTIVAL 2008</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 10:21:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bruno Nogueira]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[JESUS AND MARY CHAINS]]></category>
		<category><![CDATA[tim festival]]></category>

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		<description><![CDATA[

Essa semana saiu a programação do Tim Festival e acabei esquecendo de postar aqui. Tá vendo esse cara ai da foto? Pois é, você não vai ver ele, nem a banda dele, lá. Nem vai ver nenhuma banda que realmente preste. Por isso eu vou fazer esse favor para você e não dizer o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="PostContent">
<p><a href="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2008/09/jesus.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1152" title="jesus" src="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2008/09/jesus.jpg" alt="" width="371" height="250" /></a></p>
<p>Essa semana saiu a programação do Tim Festival e acabei esquecendo de postar aqui. Tá vendo esse cara ai da foto? Pois é, você não vai ver ele, nem a banda dele, lá. Nem vai ver nenhuma banda que realmente preste. Por isso eu vou fazer esse favor para você e não dizer o que vai ter no festival esse ano. Você pode deixar a preocupação de lado e ser feliz, porque pela metade do dinheiro que pagaria para ver a assustadora escalação do Tim, agora você pode ir ver esse cara ai da foto… e o restante do Jesus and Mary Chains que toca junto com ele no Planeta Terra.</p>
<p>Os ingressos começaram a vender nesta sexta-feira. Já comprei o meu. O primeiro lote não esgotou, mas teve uma pausa nas vendas que retorna dia 12 próximo ainda por R$ 60 a inteira.</p></div>
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		<title>LUCIANO MATOS (BA): ESCALAÇÃO COMPLETA DO TIM FESTIVAL</title>
		<link>http://www.dosol.com.br/2008/09/luciano-matos-ba-escalacao-completa-do-tim-festival/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 11:02:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Matos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[tim festival]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais fraco que de costume, o Tim Festival começa a se tornar apenas mais um festival. Mesmo com alguns bons nomes, a edição 2008 não é imperdível como outras. São dezenove atrações internacionais e dez nacionais que se apresentam entre os dias 21 e 27 de outubro nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais fraco que de costume, o Tim Festival começa a se tornar apenas mais um festival. Mesmo com alguns bons nomes, a edição 2008 não é imperdível como outras. São dezenove atrações internacionais e dez nacionais que se apresentam entre os dias 21 e 27 de outubro nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Vitória. A venda de ingressos para o festival começa no próximo dia 16. Veja finalmente as atrações:</p>
<p><em>Noite de Gala</em><br />
Sonny Rollins / Rosa Passos</p>
<p><em>Brilhando no escuro</em><br />
Kanye West</p>
<p><em>Sophisticated Ladies<br />
*Carla Bley / Stacey Kent / Esperanza Spalding</p>
<p>*The Cats</em><br />
Bill Frisell / Tomasz Stanko / Enrico Pieranunzi</p>
<p><em>Novas Raves</em><br />
The Gossip / Klaxons / Neon Neon</p>
<p><em>Ponte Brooklyn</em><br />
MGMT/ The National</p>
<p><em>Bossa Mod</em><br />
Paul Weller/ Marcelo Camelo</p>
<p><em>TIM no TIM</em><br />
Instituto</p>
<p><em>TIM Festa</em><br />
Dan Deacon / DJ Yoda / Sany Pitbull / Música Magneta / Junior Boys / Gogol Bordello / Switch / Leandro HBL Video Artista / Database</p>
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		<title>MARCOS BRAGATTO (RJ): O QUE SOBRA EM MONTREUX FALTA AO TIM FESTIVAL</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 10:07:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Bragatto</dc:creator>
				<category><![CDATA[marcos bragatto]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[tim festival]]></category>

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		<description><![CDATA[Meus amigos, o que é a dor. E o que é a perda. E o que são as mudanças, para lá e para cá. Aos poucos – isso é certo – as coisas vão se ajeitando. E tudo passa, tudo sempre passará. Ou, por outra, o “pra sempre” sempre acaba. O fato é que é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meus amigos, o que é a dor. E o que é a perda. E o que são as mudanças, para lá e para cá. Aos poucos – isso é certo – as coisas vão se ajeitando. E tudo passa, tudo sempre passará. Ou, por outra, o “pra sempre” sempre acaba. O fato é que é o tempo a nos jogar para um lado e para o outro. O que há um ano era uma coisa, hoje é outra. E o que hoje é de um jeito, como será daqui a um ano? Dúvidas que fustigam os homens antes e depois da invenção do rock e da juventude.</p>
<p>Não sei se me faço entender ou se complico, mas o fato é que há tanta coisa no menu que eu não sei o que comer. Ontem, por exemplo, assistia a um DVD do Korn, quando, em meio às anotações que faço para depois escrever uma resenha, salientei que precisava preencher uma coluna falando sobre particularidades do Tim Festival. Sim, a maior festa dos modernos de que se tem notícia por estas plagas. Anotei a nem tão súbita idéia pensando em torná-la palpável nas proximidades do grande evento, que costuma acontecer em outubro, como bem manda o bom jornalismo e seus ganchos, mas decidi virar as costas para as regras e rasgar eu próprio um dos meus diplomas – se tantos já fizeram isso, por que não eu, Paula Toller?</p>
<p>Disse que assistia a um DVD do Korn e me lembrei do TIM Festival, mas logo ressalto que nada tem a ver uma coisa com outra. Poderia ter, sim. Digo isso não pelo show do Korn em si, mas por causa do local onde ele aconteceu. O show, um dos últimos com a formação clássica do Korn, antes de um Fulano virar crente e outro Beltrano ir viver de fazer e servir comida, aconteceu na trigésima oitava edição do Montreux Jazz Festival, na Suíça (não no Canadá como andei lendo por aí), também conhecido como Festival de Montreux. (Por incrível que pareça, escrevo essas linhas e ouço o quarto disco do Garbage, “Bleed Like Me”, de 2005, pela primeira vez. E estou gostando).<span id="more-3086"></span></p>
<p>Mesmo sendo um festival de Jazz, Montreux se aprimorou em, além do jazz, digamos, de raiz, dar um panorama do rock, do pop, e da música mundial, programando atrações que vão do clássico Deep Purple à world music de Youssou N’Dour, de Ella Fitzgerald a Alice Cooper, de Johnny Cash ao Korn. A série de DVDs que vem sendo lançada pelo festival é um belo retrato da variedade sonora desse planeta &#8211; gostemos mais de uns, desconheçamos outros. Não quero aqui fazer a apologia do eclético, tão malfadado em tempos de globalização, mas vou usar Montreux para chegar ao Tim Festival. Isso porque o Free Jazz, o ancestral do Tim Festival, em tempos de liberdade tabagista, foi criado justamente com Montreux como referência, fato assumido sem nenhum problema pelos idealizadores do festival. Assim, tinha espaço no evento nomes ligados ao classic rock, ao blues, ao jazz. Jeff Beck, o recém falecido Jeff Healey, BB King e Buddie Guy, só para citar os que me vêm da memória, tocavam na edição em que um Sonic Youth ou um Sigur Rós da vida também comparecia. (Agressivo esse disco do Garbage, hein? Cheio de guitarras&#8230;)</p>
<p>Em um determinado momento, depois da entrada de um antropólogo para a curadoria, a coisa desandou e fez o TIM Festival virar uma tremenda festa de modernos sem pé nem cabeça. Raipado e com centimetragem garantida na grande mídia, fez desse estudioso da humanidade uma grande piada do ponto e vista o conteúdo e do formato quadrado. Podem ver se não é assim que se monta a programação do festival. Um palco sagrado para a curadoria original, mais dois para modernidades e bizarrices ecumênicas de lugares esquisitos. Dentre esses dois, as subdivisões são claras. Há sempre um “medalhão de segundo escalão” dos anos 80 (Television, Paul Weller, Patti Smith); um artista ligado ao rap e adjacências (Beastie Boys, MIA, Public Enemy); bam bam bans da música eletrônica (Kraftwerk, Daft Punk, Fatboy Slim); novíssimas bandinhas indies (Strokes, White Stripes, Arctic Monkeys) e DJs desconhecidos a dar com o pau, que só funcionam em seus guetos, tanto que acabam liberando as catracas para garantir o público já na alta madrugada.</p>
<p>Falava eu, em bom tom, do ecletismo do Festival de Montreux, e, em tom péssimo, do Tim Festival, cujo formato é também variado. Faço a diferença, ao perguntar se, na ótica antropológica, não há espaço para um Alice Cooper, um Carlos Santana, um Yes, um Eric Clapton, um Joe Satriani, ou, quem sabe, para um Korn, cujo show lá em Montreux, transformado em DVD, me levou a materializar o que há tempos venho matutando. Por que cargas d’água o rock, precursor dessa coisa toda, não tem vaga no ecletismo acadêmico de um antropólogo? (Shirley Manson suave e rascante nesse disco do Garbage).</p>
<p>Não que eu não tenha me esbaldado em show legais como os do Wilco, Sonic Youth, Strokes, White Stripes e Primal Scream, para citar exceções que justificam o uso do chavão “separar o joio do trigo”. Só que um ou dois shows por edição, para um festival badalado como esse, é muito pouco, não é não? E vejam que, no ano passado, findo precocemente o rock, com o ótimo show do Killers, tive que sair batido para descolar um Napalm Death no Circo Voador. Em 2006, foi preciso ver o G3 no Citibank Hall e correr para encontrar o Beastie Boys, a única atração relevante da última noite – e olha que o show foi assim, assim.</p>
<p>Bem, meus amigos, dizem que em time que está ganhando não se mexe. E, como sucesso de mídia, o Tim Festival é imbatível. O que quer dizer que as coisas devem ficar como estão. E eu – claro – não poderia ficar calado. Mas, com o tempo, aos poucos – isso é certo – as coisas vão se ajeitando. Sempre foi assim, antes e depois da invenção do rock e da juventude.</p>
<p><em>Até a próxima e long live rock’n’roll!!!</em></p>
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		<title>KLAXONS E GOSSIP NO TIM FESTIVAL</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 10:38:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Bragatto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Acabam de ser confirmados quatro nomes para a edição 2008 do Tim Festival. São eles a banda britânica The Klaxons, ícone da famigerada new rave; os americanos The Gossip; o saxofonista Sonny Rollins e a cantora de jazz Stacey Kent.


O Tim Festival acontece na segunda quinzena de outubro no Rio, em Vitória e em São [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabam de ser confirmados quatro nomes para a edição 2008 do Tim Festival. São eles a banda britânica The Klaxons, ícone da famigerada new rave; os americanos The Gossip; o saxofonista Sonny Rollins e a cantora de jazz Stacey Kent.</p>
<div id="a003496more" style="line-height: 17px;">
<div id="more">
<p>O Tim Festival acontece na segunda quinzena de outubro no Rio, em Vitória e em São Paulo. Rio e Vitória mantém os lugares onde o festival aconteceu em 2007, ou seja, Marina da Glória e o Teatro UFES, respectivamente. Em São Paulo, devido aos problemas de horário que ocorreram no ano passado, o evento deve mesmo sair da Arena Skol Anhembi &#8211; se é que o nome ainda é esse.</p>
</div>
</div>
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		<title>BANDAS INDIES NACIONAIS QUE TOCARIAM NO TIM FESTIVAL&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Oct 2007 20:31:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230; podem ter nova data marcada para os shows <a href="http://www.dosol.com.br/?p=1023" target="_blank">que não aconteceram</a>. O mais provável é que role um dia especial do Tim Festival no Circo Voador no Rio de Janeiro.</p>
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		<title>COBERTURA: TIM FESTIVAL SEGUNDO DIA (RJ)</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Oct 2007 10:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Foca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coberturas]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<description><![CDATA[Tim Festival (RJ) &#8211; Segundo Dia
Por Bruno Nogueira &#8211; popup.mus.br 
Pela programação, o segundo do dia do Tim Festival era muito mais caído. Era apenas um palco com dois shows, o restante era “oba” para segurar o público até de manhã. Um monte de DJs em três lugares diferentes, além do momento World Music que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tim Festival (RJ) &#8211; Segundo Dia</p>
<p>Por <a href="http://www.popup.mus.br" target="_blank">Bruno Nogueira &#8211; popup.mus.br </a></p>
<p>Pela programação, o segundo do dia do Tim Festival era muito mais caído. Era apenas um palco com dois shows, o restante era “oba” para segurar o público até de manhã. Um monte de DJs em três lugares diferentes, além do momento World Music que todos os anos faz a piada interna da produção, já que são shows assistidos apenas por eles, um punhado menor de jornalistas e convidados. Isso não quer dizer nada, claro. Afinal, foi exatamente dessa maneira que rolaram os shows do Cansei de Ser Sexy e Bonde do Rolê em edições passadas. Mas eu particularmente acho que o palco Jazz já basta como excentricidade para o evento.</p>
<p><strong>Juliette Lewis</strong> começou a tocar bem cedinho com sua banda the Licks. Ela foi bem populista na apresentação. Parava entre as músicas e dizia “vai, tira uma foto minha agora” e fazia uma pose, depois repetia a cena, ou então mostrava o traseiro para o público (coberto pela calça, claro). Não bastasse, ainda rolou um momento bandeira do Brasil, onde ela estendeu uma bandeira que jogaram no palco. Só para constar, também jogaram uma bandeira para o <strong>Arctic Monkeys</strong>, que nem se deu o trabalho de olhar para ela. Acho mais digno.<span id="more-1026"></span></p>
<p>Acho que sim, isso desmerecesse o show de <strong>Juliette and the Licks</strong>. É fácil chegar com a pose de quem diz ao público “esse é um show sem hits”, quando não se é conhecido ainda. É enganação dizer que não escolheu as músicas mais famosas, quando elas sequer existem. O rock da banda é instigante – pior ao vivo que no CD – e bem modesto. Mas no palco, a Mallory Knox de Assassinos por Natureza ainda é mais atriz que cantora. E como os Paralamas cantaram certa vez, “a vida não é filme e você não entendeu”.</p>
<p>Se tivesse que dizer qual foi o grande momento desta edição do Tim Festival, eu diria que foi o show do <strong>Killers</strong>. Ninguém na sala de imprensa previa o que estaria para acontecer quando a banda subisse ao palco. Catarse do ano e o vocalista Brandon Flowers quase não precisou cantar. De ponta a ponta, só com hits, o público não deu sossego a garganta por um segundo. Em certas horas, parecia que a estrutura do lugar inteiro viria abaixo de tanto que tremia.</p>
<p>O clima funcionou de moeda de troca com a banda. Brandon Flowers era um grande frontman e se tocou que tinha todos sob controle. Por isso subia nas caixas de retorno, fazia mil poses, corria, parava de cantar para os outros continuarem. Lembrei inevitavelmente de uma vez que discotequei na festa Nave, em Salvador e toquei Killers com o som baixinho, a galera cantando tudo no talo. Eles foram a única banda que decorou o palco com um tema de disco novo, usando uma grande bandeira com o nome “Sam’s Town” de fundo. Levei um tempo para me dar conta que um treco no centro do palco que parecia uma arvore de natal era na verdade um piano.</p>
<p>Enquanto isso…<br />
A segunda noite efetiva terminou bem cedo. Eram apenas 23h e a zona de circulação esta completamente lotada de pessoas esperando pela festa final. O segundo palco, com o Projeto <strong>Axial</strong>, estava quase que completamente vazio. Só foi mudar de situação perto do show de Neneh Cherry. A demora para a festa final começar ajudou a bombar ainda mais o lugar. Tinha gente chegando aos montes, com uma fila gigantesca, ainda  s 2h da manhã.</p>
<p>Mas meu vôo de volta era muito cedo, por isso zarpei do lugar.</p>
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